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CEBRASPE
51.363 questões
FGV
25.316 questões
FCC
24.632 questões
AOCP
23.456 questões
IBFC
11.190 questões
VUNESP
10.983 questões
Instituto Quadrix
9.793 questões
FUNDATEC
9.088 questões
IBADE
7.820 questões
CESGRANRIO
6.013 questões
OBJETIVA
4.740 questões
CONSULPLAN
4.174 questões
FEPESE
3.585 questões
IADES
3.439 questões
IESES
2.627 questões
SELECON
2.377 questões
IDECAN
1.907 questões
MS CONCURSOS
1.485 questões
Instituto Legalle
1.281 questões
FAFIPA
1.161 questões
FUMARC
842 questões
ACAFE
551 questões
INSTITUTO AOCP
430 questões
NUCEPE
378 questões
FUNIVERSA
348 questões
FAURGS
203 questões
FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
125 questões encontradas
Durante uma aula sobre respiração, os estudantes frequentemente querem saber qual o destino do oxigênio inspirado. Para responder de forma completa, devemos saber que o destino principal desta molécula é
Um dos assuntos que os estudantes mais gostam é a classificação dos seres vivos em cinco reinos, a partir do reconhecimento do reino Fungi pelo pesquisador norte americano Robert Whittaker em 1969. No entanto, um dos problemas de utilizá-los na sistemática é que dois deles não são monofiléticos e, assim, causam bastante confusão na hora dos estudantes compreenderem a diversificação dos reinos. Estes reinos não naturais são:
Quando o professor utiliza a avaliação como um processo de análise, tanto de sua prática pedagógica como dos caminhos utilizados pelos estudantes para aprender, elevando-se o patamar de compreensão sobre os resultados, passa-se a considerar as necessidades de ensino, tomando como base as reflexões alcançadas nos resultados avaliativos. Tal atitude leva os professores a construírem instrumentos de avaliação mais coerentes e assertivos, conduzindo-os a decisões mais acertadas no que diz respeito à garantia das aprendizagens em sala de aula. PERNAMBUCO, Secretaria de Educação e Esportes. Currículo de Pernambuco : Ensino Fundamental. Recife: A Secretaria, 2019, p. 32. A partir desse entendimento apresentado pelo Currículo de Pernambuco, é possível concluir que a avaliação em Arte deve
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Atenção! Leia a notícia a seguir para responder à próxima questão. Nicolelis: 'O cérebro é um criador ativo do que existe aqui fora, o cérebro planeja o futuro' O médico e neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis é pioneiro no estudo sobre a interação cérebro-máquina Para o médico e neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, o cérebro é um criador ativo do que existe aqui fora, e que também planeja o futuro, seja ele o futuro mais abstrato possível. A afirmação foi feita durante a palestra sobre a interface cérebromáquina no Congresso do Bicentenário de São Leopoldo, cidade da Região Metropolitana de Porto Alegre, na última terça-feira (26). Pioneiro no estudo sobre a interação cérebro-máquina e em pesquisas que desenvolvem esta tecnologia, além de sua aplicação no restabelecimento de movimentos em pessoas acometidas por paralisias e doença de Parkinson, ele falou desta experiência e também do Campus do Cérebro, em Macaíba, Rio Grande do Norte, criado por ele no final dos anos 1990. Ele também fundou e dirige o Projeto Andar de Novo (Walk Again Project). Em sua exposição, o médico resgatou uma breve história das interfaces de cérebro humano. Segundo a descrição que ele tem de como o cérebro cria a impressão de realidade, Nicolelis explica que tudo começa com o que nos cerca, o universo que nos cerca. “O que o universo oferece para a mente humana é informação e potencial. Não existe nenhuma descrição de significado, nenhuma definição categórica, nenhum dogma que o universo oferece à mente humana.” Então, continua, "o cérebro humano, desde a nossa vida intrauterina, começa a criar um modelo interno de identidade. E ele vai continuamente adaptando esse modelo com as estatísticas do mundo, com as circunstâncias das nossas experiências diárias. E como, à medida que ele faz isso, ao longo da nossa história enquanto espécie, o cérebro humano criou abstrações mentais que se transformaram literalmente na infraestrutura, na base mental da civilização humana”. Ao abordar a inteligência natural (orgânica) e a artificial, Nicolelis afirmou que a inteligência dita artificial não é nem inteligente e nem artificial. “Ela não é inteligente porque a inteligência é uma propriedade que emerge da matéria orgânica, basicamente dos organismos, quando eles interagem com o ambiente, com outros organismos, na tentativa de maximizar a sua sobrevivência. Isso é inteligência. Nenhuma máquina faz isso. E jamais fará. Pelo menos as máquinas digitais que nós conhecemos. E ela não é artificial, porque ela é feita por seres humanos. Na realidade, a inteligência artificial é uma coleção de métodos estatísticos muito poderosos, muito interessantes, que eu uso há 30 anos, a maioria deles, ou alguns deles. Mas isso está muito longe, mas muito, muito longe de se equiparar.” O segundo ponto, complementou o médico, é que não se consegue extrair inteligência. De acordo com ele não é possível sugar de um cérebro as suas memórias, as suas emoções e não se consegue por dentro do cérebro, como se faz com o computador, tirar o conhecimento. "Você consegue oferecer oportunidade para o cérebro. Gera informação e gera conhecimento. Nenhuma máquina gera conhecimento. Essa é uma propriedade nossa. Isso é muito importante para a gente lembrar.” Ainda durante o encontro, o médico fez um relato da criação do primeiro Campus do Cérebro no mundo, desenvolvido e criado por ele, na cidade de Macaíba, na periferia de Natal (RN), com 60 mil habitantes. “Esse é o primeiro campus do planeta onde todas as atividades foram planejadas, centradas na mente humana, há uma escola de educação científica, clínica.” REINHOLZ, Fabiana. Nicolelis: 'O cérebro é um criador ativo do que existe aqui fora, o cérebro planeja o futuro'. Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2024/03/31/nicolelis-o-cerebro-eum-criador-ativo-do-que-existe-aqui-fora-o-cerebro-planeja-o-futuro. Acesso em: 29 jun. 2024. Adaptado. Fragmento
Por fim, nesta aula com a notícia Nicolelis: 'O cérebro é um criador ativo do que existe aqui fora, o cérebro planeja o futuro' , a professora entregou fichas para as crianças com palavras retiradas da notícia e fichas com algumas classes gramaticais, para que elas fizessem associações morfológicas, consultando o dicionário. INTRAUTERINA - ARTIFICIAL - DESDE - VOCÊ - LEMBRAR Morfologicamente, as palavras das fichas apresentadas aos estudantes são, respectivamente:
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Atenção! Leia o relato de uma atividade realizada nos primeiros anos do Ensino Fundamental para responder à próxima questão. Primeiramente foi apresentado para as crianças, em um cartaz, o poema “Perguntas e respostas cretinas”, de Elias José. Fizemos a leitura e nos divertimos muito com o poema. Sugeri então à turma que pensassem em palavras que rimassem com seu próprio nome e/ou dos colegas da sala. Fui escrevendo no quadro uma lista de nomes e, à medida em que encontrávamos uma rima, escrevia junto do nome, como por exemplo: Raquel/pastel; Taciana/banana. Depois, levantei uma proposta: “Que tal criarmos um outro poema com os nossos nomes?”. Todos concordaram. Então iniciei: “Você conhece a Taciana?” Eles concluíram: “Aquela que comeu ‘banana’?” Eles ditavam e eu escrevia no quadro, sempre buscando fazer a reflexão. “Como eu escrevo a palavra ‘banana’?”, “Com qual sílaba começa?”, “Com quantas letras eu escrevo a palavra ‘banana’?”, “Quantas vezes eu abro a boca para falar ‘banana’?” “E que letra eu vou botar primeiro?”. MORAIS, Artur Gomes de; LEITE, Tânia Maria Rios. In: MORAIS; ALBUQUERQUE; LEAL. (Org.) Alfabetização: apropriação do sistema de escrita alfabética. Belo Horizonte: Autêntica, 2005. Adaptado.