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Qual dos seguintes itens é parte da evidência que apoia a teoria endossimbiótica para a origem das mitocôndrias e plastídios na célula eucariótica?

A Mitocôndrias e cloroplastos têm ribossomos semelhantes aos ribossomos bacterianos.
B Bactérias apresentam mitocôndrias e cloroplastos como eucariotos.
C As organelas apresentam membranas com composição química igual à célula bacteriana.
D Têm composição do DNA semelhante ao DNA bacteriano e diferente dos eucariotos.
E Mitocôndrias e cloroplastos apresentam cápsula semelhante às bactérias.

Durante uma aula sobre respiração, os estudantes frequentemente querem saber qual o destino do oxigênio inspirado. Para responder de forma completa, devemos saber que o destino principal desta molécula é

A ser utilizado nas cristas mitocondriais e sai do corpo humano na forma de água.
B participar do metabolismo anaeróbio presente nos músculos estriados, produzindo ATP e calor.
C ser transportado por transporte ativo entre o alvéolo pulmonar e as hemácias, e destas até os tecidos.
D ser utilizado para oxidar carboidratos (ex: glicose) e é liberado junto com o carbono na forma de CO 2 .
E ser transportado dos alvéolos pulmonares ligado à molécula de hemoglobina presente no plasma sanguíneo.

Um dos assuntos que os estudantes mais gostam é a classificação dos seres vivos em cinco reinos, a partir do reconhecimento do reino Fungi pelo pesquisador norte americano Robert Whittaker em 1969. No entanto, um dos problemas de utilizá-los na sistemática é que dois deles não são monofiléticos e, assim, causam bastante confusão na hora dos estudantes compreenderem a diversificação dos reinos. Estes reinos não naturais são:

A Plantae e Proctotista.
B Monera e Fungi.
C Fungi e Plantae.
D Animalia e Plantae.
E Proctotista e Monera.

Quando o professor utiliza a avaliação como um processo de análise, tanto de sua prática pedagógica como dos caminhos utilizados pelos estudantes para aprender, elevando-se o patamar de compreensão sobre os resultados, passa-se a considerar as necessidades de ensino, tomando como base as reflexões alcançadas nos resultados avaliativos. Tal atitude leva os professores a construírem instrumentos de avaliação mais coerentes e assertivos, conduzindo-os a decisões mais acertadas no que diz respeito à garantia das aprendizagens em sala de aula. PERNAMBUCO, Secretaria de Educação e Esportes. Currículo de Pernambuco : Ensino Fundamental. Recife: A Secretaria, 2019, p. 32. A partir desse entendimento apresentado pelo Currículo de Pernambuco, é possível concluir que a avaliação em Arte deve

A ser aplicada de forma padronizada para garantir a comparabilidade dos resultados entre diferentes turmas e instituições.
B ser entendida como um processo isolado com o objetivo principal de quantificar o desempenho dos estudantes em relação aos conteúdos ministrados.
C focar em habilidades e competências que podem ser facilmente mensuradas por meio de provas objetivas ou testes padronizados.
D ser um processo contínuo e reflexivo, auxiliando o professor a refletir sobre a prática pedagógica e os processos de aprendizagem dos estudantes.
E servir para identificar os estudantes que necessitam de reforço, sem influenciar a prática pedagógica do professor.
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Atenção! Leia a notícia a seguir para responder à próxima questão. Nicolelis: 'O cérebro é um criador ativo do que existe aqui fora, o cérebro planeja o futuro' O médico e neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis é pioneiro no estudo sobre a interação cérebro-máquina Para o médico e neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis, o cérebro é um criador ativo do que existe aqui fora, e que também planeja o futuro, seja ele o futuro mais abstrato possível. A afirmação foi feita durante a palestra sobre a interface cérebromáquina no Congresso do Bicentenário de São Leopoldo, cidade da Região Metropolitana de Porto Alegre, na última terça-feira (26). Pioneiro no estudo sobre a interação cérebro-máquina e em pesquisas que desenvolvem esta tecnologia, além de sua aplicação no restabelecimento de movimentos em pessoas acometidas por paralisias e doença de Parkinson, ele falou desta experiência e também do Campus do Cérebro, em Macaíba, Rio Grande do Norte, criado por ele no final dos anos 1990. Ele também fundou e dirige o Projeto Andar de Novo (Walk Again Project). Em sua exposição, o médico resgatou uma breve história das interfaces de cérebro humano. Segundo a descrição que ele tem de como o cérebro cria a impressão de realidade, Nicolelis explica que tudo começa com o que nos cerca, o universo que nos cerca. “O que o universo oferece para a mente humana é informação e potencial. Não existe nenhuma descrição de significado, nenhuma definição categórica, nenhum dogma que o universo oferece à mente humana.” Então, continua, "o cérebro humano, desde a nossa vida intrauterina, começa a criar um modelo interno de identidade. E ele vai continuamente adaptando esse modelo com as estatísticas do mundo, com as circunstâncias das nossas experiências diárias. E como, à medida que ele faz isso, ao longo da nossa história enquanto espécie, o cérebro humano criou abstrações mentais que se transformaram literalmente na infraestrutura, na base mental da civilização humana”. Ao abordar a inteligência natural (orgânica) e a artificial, Nicolelis afirmou que a inteligência dita artificial não é nem inteligente e nem artificial. “Ela não é inteligente porque a inteligência é uma propriedade que emerge da matéria orgânica, basicamente dos organismos, quando eles interagem com o ambiente, com outros organismos, na tentativa de maximizar a sua sobrevivência. Isso é inteligência. Nenhuma máquina faz isso. E jamais fará. Pelo menos as máquinas digitais que nós conhecemos. E ela não é artificial, porque ela é feita por seres humanos. Na realidade, a inteligência artificial é uma coleção de métodos estatísticos muito poderosos, muito interessantes, que eu uso há 30 anos, a maioria deles, ou alguns deles. Mas isso está muito longe, mas muito, muito longe de se equiparar.” O segundo ponto, complementou o médico, é que não se consegue extrair inteligência. De acordo com ele não é possível sugar de um cérebro as suas memórias, as suas emoções e não se consegue por dentro do cérebro, como se faz com o computador, tirar o conhecimento. "Você consegue oferecer oportunidade para o cérebro. Gera informação e gera conhecimento. Nenhuma máquina gera conhecimento. Essa é uma propriedade nossa. Isso é muito importante para a gente lembrar.” Ainda durante o encontro, o médico fez um relato da criação do primeiro Campus do Cérebro no mundo, desenvolvido e criado por ele, na cidade de Macaíba, na periferia de Natal (RN), com 60 mil habitantes. “Esse é o primeiro campus do planeta onde todas as atividades foram planejadas, centradas na mente humana, há uma escola de educação científica, clínica.” REINHOLZ, Fabiana. Nicolelis: 'O cérebro é um criador ativo do que existe aqui fora, o cérebro planeja o futuro'. Disponível em: https://www.brasildefato.com.br/2024/03/31/nicolelis-o-cerebro-eum-criador-ativo-do-que-existe-aqui-fora-o-cerebro-planeja-o-futuro. Acesso em: 29 jun. 2024. Adaptado. Fragmento

Por fim, nesta aula com a notícia Nicolelis: 'O cérebro é um criador ativo do que existe aqui fora, o cérebro planeja o futuro' , a professora entregou fichas para as crianças com palavras retiradas da notícia e fichas com algumas classes gramaticais, para que elas fizessem associações morfológicas, consultando o dicionário. INTRAUTERINA - ARTIFICIAL - DESDE - VOCÊ - LEMBRAR Morfologicamente, as palavras das fichas apresentadas aos estudantes são, respectivamente:

A substantivo; adjetivo; interjeição; pronome; verbo.
B substantivo; adjetivo; conjunção; artigo; verbo.
C substantivo; substantivo; advérbio; artigo; verbo.
D adjetivo; adjetivo; preposição; pronome; verbo.
E adjetivo; locução adjetiva; conjunção; pronome; verbo.
Texto associado
Atenção! Leia o relato de uma atividade realizada nos primeiros anos do Ensino Fundamental para responder à próxima questão. Primeiramente foi apresentado para as crianças, em um cartaz, o poema “Perguntas e respostas cretinas”, de Elias José. Fizemos a leitura e nos divertimos muito com o poema. Sugeri então à turma que pensassem em palavras que rimassem com seu próprio nome e/ou dos colegas da sala. Fui escrevendo no quadro uma lista de nomes e, à medida em que encontrávamos uma rima, escrevia junto do nome, como por exemplo: Raquel/pastel; Taciana/banana. Depois, levantei uma proposta: “Que tal criarmos um outro poema com os nossos nomes?”. Todos concordaram. Então iniciei: “Você conhece a Taciana?” Eles concluíram: “Aquela que comeu ‘banana’?” Eles ditavam e eu escrevia no quadro, sempre buscando fazer a reflexão. “Como eu escrevo a palavra ‘banana’?”, “Com qual sílaba começa?”, “Com quantas letras eu escrevo a palavra ‘banana’?”, “Quantas vezes eu abro a boca para falar ‘banana’?” “E que letra eu vou botar primeiro?”. MORAIS, Artur Gomes de; LEITE, Tânia Maria Rios. In: MORAIS; ALBUQUERQUE; LEAL. (Org.) Alfabetização: apropriação do sistema de escrita alfabética. Belo Horizonte: Autêntica, 2005. Adaptado.

Qual modalidade didática para o ensino de produção de textos pode ser verificada no relato?

A Escrita de autoria.
B Produção coletiva com escriba.
C Escrita de texto que se sabe de memória.
D Reescrita para adequação à norma-padrão.
E Produção de partes dos textos que não se conhece.

Surgida na última década do século XX, tem se configurado como uma importante metodologia participativa para o engajamento político e social de comunidades tradicionais e grupos sociais fragilizados social e economicamente. Na luta pelo território e sua defesa, configura-se como instrumento de produção de conhecimento e mobilização. Tal potencial tem fomentado a incorporação desta metodologia em processos formativos, devido as suas contribuições reais à Geografia Escolar (Gomes, 2017). Essa metodologia é, de certo modo, muito importante para a identidade cultural brasileira. LUCENA DA SILVA, A.; KEURY ALMEIDA GALDINO, L. Ensino de Geografia . Boletim Paulista de Geografia, v. 1, n. 106, p. 63–77, 2022. Disponível em: https://publicacoes.agb.org.br/boletim-paulista/article/view/2240. Acesso em: 19 jul. 2024. Adaptado. De que metodologia cartográfica trata o enunciado?

A Contemporânea.
B Sistemática.
C Temática.
D Social.
E Digital.

Leia o poema a seguir: Começou a rir de si mesma, de como havia sido inocente ao pensar que um príncipe a salvaria . Depois de anos vivendo com um, percebeu que os príncipes não salvam . Nem os caminhoneiros, nem os DJs, nem os doceiros... Perdoou-se e percebeu que a única capaz de salvá-la era ela mesma. SALAMERO, Nunila Lopez. Cinderela mudou de ideia . São Paulo: Editora Planeta, 2010. No poema, os tempos verbais do verbo “salvar” em destaque expressam, respectivamente,

A injunção e ação contínua.
B hipótese e constatação.
C incerteza e injunção.
D ação contínua e hipótese.
E constatação e incerteza.

O tempo, como o Mundo, tem dois hemisférios: um superior e visível, que é o passado, outro inferior e invisível, que é o futuro. No meio de um e outro hemisfério ficam os horizontes do tempo, que são estes instantes do presente que imos vivendo, onde o passado se termina e o futuro começa. VIEIRA, Pe. Antonio. História do Futuro , vol. 1, 1718. Disponível em: http://www.dominiopublico.gov.br/. Acesso em 19 jul. 2024 No trecho, é possível identificar o emprego das seguintes figuras de linguagem:

A metáfora, metonímia e prosopopeia.
B catacrese, antítese e metonímia.
C hipérbole, prosopopeia e metáfora.
D antítese, metáfora e comparação.
E comparação, catacrese e hipérbole.

As palavras “caminhar”, “homem” e “dissimulado” possuem, respectivamente,

A oito, cinco e onze fonemas
B oito, quatro e nove fonemas.
C sete, quatro e dez fonemas
D sete, três e onze fonemas.
E sete, cinco e dez fonemas.