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Leia o texto a seguir, considerando a norma-padrão de regência e o uso adequado de acento indicativo de crase: A ocupação inicial de São Lourenço da Mata esteve atrelada ____ extração do pau-brasil. No final do século XVI, começaram ____ surgir os primeiros engenhos de cana-de-açúcar, que se tornara ____ principal fonte de renda do local durante muitos anos. Até 1775, São Lourenço era apenas um distrito subordinado ____ município de Recife, bem como ____ cidade de Paudalho, conquistando sua municipalidade em 1890. IBGE. São Lourenço da Mata . IBGE. Disponível em: https://cidades.ibge.gov.br/brasil/pe/sao-lourenco-damata/historico. Acesso em: 18 jul. 2024. Adaptado. Em sequência, as palavras que completam corretamente as lacunas no texto são:

A a, ao, à, a, a.
B à, a, a, ao, à.
C à, a, à, ao, a.
D à, à, ao, a, a.
E a, ao, a, à, à.

Considere o seguinte texto, do qual foram excluídos alguns termos: São Lourenço da Mata pode ser considerada uma das cidades mais antigas do Brasil. Os registros históricos remetem à presença de indígenas Tupinambás em uma época por volta de 1554, ____________ houve disputas com os colonizadores portugueses, em uma região por ____________ passam os rios Capibaribe e Beberibe, ____________ banham grande parte de Pernambuco. IBGE. São Lourenço da Mata . IBGE. Disponível em: https://cidades.ibge.gov.br/brasil/pe/sao-lourenco-da-mata/historico. Acesso em: 18 jul. 2024. Adaptado. As palavras que completam corretamente as lacunas, na sequência em que aparecem no texto, são:

A que, onde, quando.
B quando, que, onde.
C onde, quando, que.
D que, quando, onde.
E quando, onde, que.

Ao reconhecer a educação como um direito humano, o Currículo de Pernambuco define como eixo norteador o fortalecimento de uma sociedade democrática, igualitária e socialmente justa. Para tanto, adota como princípios orientadores: equidade e excelência, formação integral, educação em direitos humanos e inclusão. Assinale a alternativa que apresenta informação correta sobre esses princípios.

A A formação integral é o princípio que considera o estudante como o centro do processo pedagógico. O desenvolvimento integral está diretamente ligado à escola de tempo integral: passando mais tempo na escola, a equipe educacional será capaz de promover um aumento significativo de conteúdos de interesse.
B Sobre o princípio da equidade pode-se dizer que todos são iguais perante a lei e que as diferenças são partes integrantes de cada um; portanto, suas especificidades devem ser consideradas e respeitadas em todo o processo social, cultural e educativo. A excelência nas aprendizagens só faz sentido se for acompanhada pela equidade.
C Sobre o princípio da equidade e excelência pode-se dizer que todos têm direito à aprendizagem e que as necessidades dos indivíduos diferem, cabendo ao sistema educacional atender a todos com qualidade. Dessa forma, garantir o acesso à educação é suficiente para a promoção da justiça e da inclusão social.
D A formação integral considera o estudante como o centro da formação pedagógica. Todo o processo educacional deve se organizar a partir das necessidades, interesses e contexto de vida dos jovens. Considera-se que todos são capazes de aprender e se desenvolver integralmente, ainda que de forma diferente.
E A educação em Direitos Humanos defende que todos os estudantes são iguais perante a lei, garantindo assim que todos tenham acesso à educação de qualidade. Todos serão acolhidos no espaço escolar, que trará condições de homogeneidade à comunidade.

[...] se atentarmos para as questões postas pelos programas, currículos, pelas produções didáticas e demais recursos e materiais de ensino [...], elas giraram, principalmente, sobre quem deveriam ser os agentes sociais privilegiados formadores da nação. Em outras palavras, procurou-se garantir, de maneira hegemônica, a criação de uma identidade comum, na qual os grupos étnicos formadores da nacionalidade brasileira apresentavam-se, de maneira harmônica e não conflituosa, como contribuidores, com igual intensidade e nas mesmas proporções naquela nação. NADAI, Elza. O ensino de História e a “pedagogia do cidadão” . In: PINSKY, Jaime (org.) O ensino de História e a criação do fato. São Paulo: Contexto, 2021. A partir da discussão apresentada pelo texto e das diretrizes curriculares expressas no Currículo de Ensino Fundamental do Estado de Pernambuco, avalie as afirmativas:

I. No século XIX, a perspectiva positivista embasou a criação de uma história oficial do Brasil que singularizou as experiências etnoculturais.

II. A função pedagógica do ensino de história é demonstrar a existência da diversidade etnocultural, desenvolvendo o senso de cidadania e de respeito aos Direitos Humanos.

III. O Currículo de Ensino Fundamental II de Pernambuco sugere a utilização de fontes históricas em sala de aula devido à importância de incluir diversas narrativas sobre o passado histórico.

IV. A perspectiva regionalista do Currículo do Estado de Pernambuco reconhece a importância de revelar a homogeneidade das experiências vividas pelos sujeitos históricos ao longo do tempo. As afirmativas em diálogo com o texto e com o Currículo do Ensino Fundamental II do Estado de Pernambuco são:

A I e II, apenas.
B II e III, apenas.
C II e IV, apenas.
D I, III e IV, apenas.
E II, III e IV, apenas.

Se ninguém nunca tivesse visto nem descrito [...] a Revolução Francesa, então uma representação correta desse fenômeno seria completamente impossível [...]. É devido ao fato de que a minha imaginação, nesses casos, não funciona livremente, mas é orientada pela experiência de outrem, atuando como se fosse por ele guiado, que se alcança tal resultado, ou seja, o produto da imaginação coincide com a realidade. [...] a imaginação adquire uma função muito importante no comportamento e no desenvolvimento humanos. Ela transforma-se em meio de ampliação da experiência de um indivíduo porque, tendo por base a narração ou a descrição de outrem, ele pode imaginar o que não viu, o que não vivenciou diretamente em sua experiência pessoal. VIGOTSKI, Lev Semionovitch. Imaginação e criação na infância . São Paulo: Ática, 2009. O uso, pelo(a) professor(a) de História, da ferramenta metodológica analisada pelo texto

A favorece o aprendizado de conceitos abstratos e temporalidades históricas distantes.
B auxilia a prática docente ao substituir a necessidade do uso de documentos históricos.
C estimula a criatividade discente devido à superioridade de representações anedóticas.
D possibilita a criação de experiências históricas verídicas ao narrar o passado imaginado.
E promove a autonomia no processo de aprendizagem pertencentes ao ambiente escolar.

O valor da experiência de um povo historicamente colonizado, marcado por um presente e passado de violências, é também resistência. O olhar do educador para sua própria história pessoal e social, reconhecendo e inventariando sua cultura, abre possibilidades para a valorização também do outro, o ouvinte, o educando. A troca de saberes se faz possível quando a experiência de cada indivíduo é validada e ganha papel de protagonismo no ensino aprendizagem. [...] A quem se dispõe ao contato com o lúdico para prática de atividades em educação, portanto, recomenda-se que faça o inventário de suas origens, de seu registro cultural, de sua ancestralidade. PATO, Ana; ALCANTARA, Aureli Alves de. Educar, contar e brincar para resistir : a ditadura militar e o direito da criança à memória e à verdade. Caderno de Experiências Memorial Da Resistência de São Paulo, 2021. Disponível em: https://memorialdaresistenciasp.org.br/wp-content/uploads/2022/06/caderno-deexperiencia-educar-contar-e-brincar-para-resistir.pdf. Acesso em: 15 jul. 2024. Considerando o texto apresentado, avalie as seguintes asserções e a relação proposta entre elas.

I. A prática do ensino de história deve levar em consideração a diversidade cultural e individual, admitindo que todos os sujeitos presentes em sala de aula, inclusive o próprio professor ou professora, são agentes ativos no processo de ensino-aprendizagem do ambiente escolar. PORQUE

II. As fontes históricas, materiais e imateriais, são ótimos recursos didáticos, e, se utilizadas corretamente, podem diminuir preconceitos e estereótipos sobre o que não é conhecido ou experienciado no cotidiano. A respeito dessas asserções, assinale a opção correta.

A As asserções I e II são proposições falsas.
B A asserção I é uma proposição verdadeira e a asserção II é uma proposição falsa.
C A asserção I é uma proposição falsa e a asserção II é uma proposição verdadeira.
D As asserções I e II são proposições verdadeiras e a asserção II justifica a asserção I.
E As asserções I e II são proposições verdadeiras, mas a asserção II não justifica a asserção I.

Texto

I No período de descolonização apelam para a razão dos colonizados. Propõem a eles valores seguros [...] que é preciso apoiar-se em valores [...] bem avaliados. Ocorre porém que, quando um colonizado ouve um discurso sobre a cultura ocidental, ele saca o seu facão ou pelo menos se certifica de que o tem em seu alcance. A violência com a qual a supremacia dos valores brancos se afirmou [...], faz com que, por meio de uma justa inversão das coisas, o colonizado ria com escárnio quando esses valores são evocados diante dele. FANON, Frantz. Os condenados da terra . Rio de Janeiro: Zahar, 2022. Texto

II Duvido muito que a não violência possa ser um princípio, se entendemos por princípio uma regra consistente, passível de ser aplicada com a mesma confiança e da mesma maneira a toda e qualquer situação. [...] A pergunta pertinente, portanto, se torna: em que condições somos receptivos a essa reinvindicação, o que torna possível aceitar a reinvindicação quando ela surge, ou melhor dizendo, o que possibilita o surgimento da reivindicação. BUTLER, Judith. Quadros de guerra : quando a vida é passível de luto?. Rio de Janeiro: Civilização brasileira, 2017. No ensino de história, o(a) professor(a), ao abordar temáticas relativas ao conceito discutido pelos textos, deve levar em consideração a

A pluralidade de perspectivas históricas, problematizando os diferentes tipos e usos da violência.
B complexidade do conceito de violência, identificando as técnicas de guerra do neocolonialismo.
C diversidade de períodos históricos, avaliando a prática da não violência como algo hegemônico.
D heterogeneidade de sujeitos históricos, citando o interesse da não violência pelos colonizados.
E desigualdade das relações étnico-raciais, enfatizando o extremismo de grupos sociais excluídos.

Sempre que, na infância, eu tentava levar as pessoas ao meu redor a fazer as coisas de outra maneira, a olhar o mundo de outra forma, usando a teoria como intervenção, como meio de desafiar o status quo, eu era castigada. Lembro-me de, ainda muito nova, tentar explicar à Mamãe por que parecia altamente injusto que o Papai, homem que quase não falava comigo, tivesse o direito de me disciplinar [...]. A resposta dela foi dizer que eu estava perdendo o juízo e precisava ser castigada com mais frequência. [...] A teoria não é intrinsicamente curativa, libertadora e revolucionária. Só cumpre essa função quando lhe pedimos que o faça e dirigimos nossa teorização para esse fim. BELL, Hooks. Ensinando a transgredir : a educação como prática de liberdade. São Paulo: Editora WMF Martins Fontes, 2017. Como um(a) professor(a) de História pode utilizar a análise feita pela autora no processo de ensino-aprendizagem?

A Encorajando um pensamento crítico acerca das estruturas sociais, caracterizando as identidades como algo cristalizado.
B Favorecendo uma análise plural da história, distinguindo as relações familiares das relações de poder das sociedades.
C Viabilizando um aprendizado excessivamente teórico da história, reconhecendo a futilidade da experiência pessoal.
D Promovendo uma abordagem crítica da história, identificando a importância da construção de princípios cidadãos.
E Utilizando uma didática que atenda diferentes tipos de estudantes, uniformizando as diferentes vivências históricas.

O Currículo de Pernambuco para o Ensino Fundamental, assim como a Base Nacional Comum Curricular, propõe cinco unidades temáticas para a Matemática, correlacionadas, que orientam a formulação de habilidades a serem desenvolvidas ao longo do Ensino Fundamental. Cada uma delas pode receber ênfase diferente, a depender do ano de escolarização. Essas unidades temáticas são:

A Álgebra, Espaço e forma, Grandezas e medidas, Números, Probabilidade e estatística.
B Álgebra, Espaço e forma, Grandezas e medidas, Números, Tratamento da informação.
C Álgebra, Geometria, Grandezas e medidas, Números, Probabilidade e estatística.
D Álgebra, Geometria, Grandezas e medidas, Números, Tratamento da informação.
E Geometria, Grandezas e medidas, Números e Operações, Tratamento da informação.

No Currículo de Pernambuco, assim como na Base Nacional Comum Curricular, é citado que os diferentes campos que compõem a Matemática reúnem um conjunto de ideias fundamentais que produzem articulações entre eles. Essas ideias fundamentais são importantes para o desenvolvimento do pensamento matemático dos estudantes e devem se converter, na escola, em objetos de conhecimento. Qual das alternativas abaixo contém algumas dessas ideias?

A Aproximação, congruência e interdependência.
B Congruência, equivalência e proporcionalidade.
C Equivalência, proporcionalidade e variação.
D Igualdade, ordem e proporcionalidade.
E Representação, translação e variação.