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O aluno João Paulo, de 12 anos, foi recentemente diagnosticado com superdotação/altas habilidades. Nesse caso hipotético, de acordo com o Decreto nº 7.611, de 17 de novembro de 2011, deve-se

A ofertar o atendimento educacional especializado de forma a suplementar a formação do aluno.
B garantir a transversalidade das ações no ensino regular de forma a complementar o conteúdo curricular visto em sala.
C assegurar condições para que o aluno receba o atendimento educacional especializado em processos de progressão de anos e níveis.
D fomentar a transferência escolar para serviços de enriquecimento curricular oferecidos por escolas especiais para superdotados.
E promover adaptações curriculares de grande porte nas áreas de maior facilidade do aluno.

A aluna Maitê, de 14 anos, com Transtorno do Espectro Autista (TEA), apresenta prejuízos importantes na comunicação, no compartilhamento social e na flexibilidade mental. De acordo com Belisário Júnior

( 2010 ), em casos como esse, é preciso, entre outras medidas, que as intervenções pedagógicas

A objetivem o implemento de metodologias estruturadas já existentes, importando práticas bem-sucedidas no campo terapêutico.
B pautem-se nos aspectos relativos a melhor domínio da rotina escolar, estabelecimento de vínculos e estratégias de comunicação/antecipação.
C baseiem-se em aspectos sonoros, com utilização de sons e músicas, facilitando a produção ecolálica da aluna e favorecendo sua comunicação no meio escolar.
D enfoquem na aquisição de comportamentos relativos a habilidades sociais mínimas, como fazer pedidos e iniciar ou terminar uma conversa.
E considerem a rigidez cognitiva como aliada na escolarização, devido à propensão do aluno a repetir sempre as mesmas atividades, o que favorece a memorização.

Segundo o documento “Atendimento Educacional Especializado: Deficiência Mental”

( 2007 ), ao discutir propostas que promovam a inclusão de alunos com deficiência intelectual, deve-se considerar que a acessibilidade

A subordina-se a suportes externos ao sujeito, como alterações curriculares de grande porte e propostas pedagógicas específicas.
B relaciona-se à proposição de atividades que insistam na repetição de informações, para que, a partir disso, o aluno consiga entender as propriedades físicas dos objetos.
C envolve o treino da habilidade em extrair informações dos objetos espontaneamente e construir conceitos para progressivamente transpô-los para outros contextos.
D relaciona-se à saída de uma posição passiva e automatizada diante da aprendizagem para o acesso e a apropriação ativa do próprio saber.
E necessita da proposição de atividades psicopedagógicas que favoreçam as funções cognitivas e as regulações automáticas.

De acordo com a Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva

( 2008 ), o atendimento educacional especializado (AEE) deve, ao longo de todo o processo de escolarização, estar articulado com a proposta pedagógica do ensino comum, disponibilizando, entre outras medidas,

A programas de fortalecimento curricular.
B ensino de linguagens e códigos específicos de comunicação e sinalização.
C auxílios tecnológicos específicos aos alunos com dificuldades de aprendizagem.
D possibilidade de escolha quanto à modalidade de ensino.
E suporte e reforço das atividades escolares aliados ao atendimento especializado.

Segundo o documento “Atendimento Educacional Especializado: Deficiência Mental”

( 2007 ), embora possam existir diferenças no desenvolvimento dos alunos, é importante ter consciência de que eles podem se beneficiar de diferentes experiências no contexto familiar e escolar. Tal compreensão por parte do educador possibilita uma

A correlação entre o desenvolvimento e o aprendizado realizado num determinado grupo social.
B avaliação do desempenho escolar em uma perspectiva quantitativa e qualitativa.
C compreensão do aluno como ser ativo e capaz de seguir orientações escolares.
D educação pautada no respeito aos ritmos e às potencialidades individuais.
E visão com atitudes e expectativas ponderadas e realistas.

Alguns alunos presenciam comportamentos de pares ou profissionais da escola que acabam por impedir ou prejudicar sua participação em igualdade de condições e oportunidades com as demais pessoas. De acordo com a Lei nº 13.146

( 2015 ), tal postura pode ser considerada um(a)

A barreira comunicacional.
B entrave inclusivo.
C barreira atitudinal.
D elemento de socialização.
E barreira ambiental.

Diego, 16 anos, aluno com Transtorno do Espectro Autista (TEA), tem dificuldades nos campos da linguagem receptiva e expressiva, o que dificulta sua comunicação. Nesse sentido, Belisário Júnior

( 2010 ) aponta como estratégia pedagógica para alunos que, assim como Diego, apresentam ausência ou limitações na comunicação verbal:

A manutenção de comportamentos relacionados à rigidez cognitiva.
B manejo e extinção de estereotipias por meio da utilização de histórias sociais.
C utilização de recursos de apoio visual confeccionados pela escola.
D matrícula em classe voltada ao desenvolvimento de habilidades comunicativas escolares.
E insistência em vocalizações simples e comportamentos de apontar.

A presença de uma aluna recém-chegada, Júlia, de 15 anos, que tem diagnóstico de surdo-cegueira, retomou em sua escola a reflexão de que o ambiente deve ser planejado e organizado adequadamente para a inserção da pessoa com surdo-cegueira, favorecendo a interação com pessoas e objetos. Tais posturas inclusivas, de acordo com Bosco

( 2010 ),

A devem ser vistas com parcimônia, pois esses alunos apresentam uma habilidade adaptativa para antecipar eventos futuros por pistas do ambiente.
B visam à redução da quantidade de estimulação recebida do mundo externo com vistas à autoestimulação pela pessoa com surdo-cegueira.
C permitem desencorajar o uso de visão e audição residuais, focando, em ambiente escolar, a inclusão apoiada nos sentidos remanescentes.
D auxiliam o aluno a realizar antecipações, obter pistas e escolher com quem quer estar e quais as atividades que deseja fazer.
E fornecem os recursos de comunicação para que o aluno responda significativamente ao meio ambiente.

Os autores do documento “Atendimento Educacional Especializado: Deficiência Visual”

( 2007 ) afirmam que a escassez de informações restringe o conhecimento em relação ao ambiente pelo aluno com deficiência visual. Por isso, segundo tais autores, faz-se necessário

A fomentar uma percepção global do meio utilizando-se de aspectos funcionais da visão.
B incentivar o comportamento exploratório, a observação e a experimentação.
C favorecer o verbalismo como forma de expressão em relação ao meio.
D desenvolver atividades de imitação como auxílio no desenvolvimento da percepção.
E estimular a imitação e a presença de maneirismos na experiência comunicativa.

De acordo com a Lei nº 13.146

( 2015 ), a pessoa que exerce atividades de alimentação, higiene e locomoção do estudante com deficiência e atua em todas as atividades escolares nas quais se fizer necessária, em todos os níveis e modalidades de ensino, em instituições públicas e privadas, é denominada de

A professor auxiliar.
B monitor escolar.
C atendente pessoal.
D ajudante inclusivo.
E profissional de apoio escolar.