A fundadora da Cia de Talentos escreveu esta carta às novas gerações
Sofia Esteves, fundadora da Cia. de Talentos e consultora de carreira há 30 anos , tem algo a dizer para os jovens
Por Sofia Esteves, presidente do Conselho do Grupo Cia. de Talentos - Publicado em 23 set 2019, 12h00
São Paulo – Eu sou apaixonada por talentos e pela força que os jovens têm em desbravar novos caminhos, trazendo mudanças e inovação ao mercado de trabalho.
Todos os anos a Cia de Talentos se empenha em coletar dados na ‘Pesquisa Carreira dos Sonhos’, em que conversamos com milhares de jovens da América Latina para compreender suas necessidades e então levar essas questões às empresas para que se organizem novamente. A pesquisa desse ano, com a participação de mais de 75 mil jovens profissionais do Brasil, constatou o que há algum tempo vem sendo anunciado.
As novas gerações desejam um ambiente de trabalho flexível, em que podem confiar em seus gestores, jornadas de trabalho remotas, transparência da alta liderança sobre o financeiro e sobre as ações das empresas, além de mais oportunidades de desenvolvimento e, principalmente, de mais tempo para viverem suas vidas pessoais. Esses não são desejos apenas dos jovens. Profissionais de todas as idades estão em busca de uma vida mais saudável, não é mesmo?
O mercado está começando a investir em construir times diversos nas empresas, aproveitando o que cada geração, gênero e vivência social têm de diferente, construindo visões estratégicas mais amplas, e dentro desse olhar, estão também os jovens talentos. Sendo assim, suas necessidades deixaram de ser regalias e estão se transformando em visões estratégicas das empresas, que buscam reter esses talentos em seus times.
As revoluções que os jovens trazem vão afetar o mercado de trabalho. Vocês têm muito a contribuir, mas é necessário fazer uma revolução gentil. Tudo o que hoje vocês criticam foi construído com muito empenho pelos profissionais das gerações anteriores. Tragam inovação, boas ideias, questões construtivas para que o novo mostre que o antigo precisa mudar, mas não se apeguem à ideia de que são os únicos que conhecem o caminho e que precisam derrubar tudo que foi construído.
Paciência. Esse valor não representa submissão e nem conformismo, muito menos comodismo. Paciência é inteligência emocional. Construam novos caminhos com humildade. Se permitam aprender com os profissionais mais experientes e não se percam em julgamentos.
Pois é, o segredo está em diferentes gerações colaborarem para construírem o novo em parceria, oferecendo o que cada uma tem de melhor e dessa forma agilizarem as mudanças necessárias para que a experiência e a inovação caminhem juntas, resultando em progresso. Dessa forma, todos ganham.
Disponível em: . Acesso em: 22 out. 2019.
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FIOCRUZ
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MACKENZIE
48 questões
CETRO
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Paciente, sexo feminino, 34 anos, apresenta-se para tratamento odontológico de rotina. Ao exame clínico, observam-se lesões cariosas nos elementos posteriores mandibulares. A paciente alerta que, geralmente, a anestesia não pega bem e é preciso complementar. Considere que essa paciente faça parte da parcela populacional para a qual a quantidade de anestésico local necessária para o bloqueio do nervo alveolar inferior tenha de ser aumentada em relação à população em geral. Para realizar essa técnica anestésica, utilizando como anestésico local a lidocaína 2% com adrenalina 1: 100.000, qual quantidade de anestésico local está indicada para essa paciente?
Leia a seguinte situação hipotética:
Tereza trabalha como assistente social em um Centro de Referência de Assistência Social – CRAS. No mês de setembro de 2019, ela acessou a lista de descumprimento de condicionalidades do Programa Bolsa Família – PBF – e verificou que 5 crianças, entre 9 a 10 anos, apresentavam um número expressivo de faltas escolares. Diante disso, Tereza planejou uma atividade em grupo com essas crianças na perspectiva de compreender a realidade vivenciada pelas crianças e a relação com as faltas escolares, possibilitando a criação de estratégias de intervenção profissional frente às expressões da questão social evidenciadas. Durante a execução da atividade, uma das crianças contou ao grupo que tinha dificuldades para acordar cedo para ir à escola, pois não dormia bem. Questionada pela assistente social, a criança pediu ao grupo que guardasse um segredo e revelou que não dormia bem, porque ficava angustiado quando seu padrasto o colocava para dormir e tocava em suas partes íntimas.
Considerando o Código de Ética Profissional do(a) Assistente Social e os conteúdos sobre o Sistema Único de Assistência Social – SUAS, assinale a alternativa correta quanto à situação hipotética.
Texto associado
Em “saudável”, palavra derivada de “saúde”, ocorre o processo de derivação sufixal. Assinale a alternativa em que a palavra é formada por esse mesmo processo de derivação.
Texto associado
As questões de n° 31 e 32 se referem ao seguinte caso clínico:
Paciente, 34 anos, enfermeira, previamente hígida, sem comorbidades, refere que há 2 dias teve mordedura em mão direita por paciente, durante a manipulação de decúbito. Procurou atendimento médico, recebeu medicação e foi orientada aos cuidados. O paciente (agressor) foi a óbito de causas desconhecidas. Ao retornar em consulta, o exame local da ferida apresenta lesões puntiformes penetrantes com halo hiperemiado com calor local. A paciente refere uso de cefalexina sem melhora.
Paciente, 34 anos, enfermeira, previamente hígida, sem comorbidades, refere que há 2 dias teve mordedura em mão direita por paciente, durante a manipulação de decúbito. Procurou atendimento médico, recebeu medicação e foi orientada aos cuidados. O paciente (agressor) foi a óbito de causas desconhecidas. Ao retornar em consulta, o exame local da ferida apresenta lesões puntiformes penetrantes com halo hiperemiado com calor local. A paciente refere uso de cefalexina sem melhora.