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A Meta 2 do Plano Estadual de Educação de São Paulo (Lei n o 16.279/2016) objetiva a universalização do Ensino Fundamental de 9 anos para toda a população de 6 a 14 anos, visando garantir que pelo menos 95% dos alunos concluam essa etapa na idade recomendada até o último ano de vigência do Plano . Entre as estratégias da referida meta, está a previsão de desenvolver formas alternativas de oferta do Ensino Fundamental, garantida a qualidade, para atender aos filhos de

A pessoas com deficiências e/ou transtornos permanentes.
B cidadãos em situação de analfabetismo absoluto ou funcional.
C profissionais que se dedicam a atividades de caráter itinerante.
D famílias adeptas da educação escolar ou homeschooling .
E cidadãos pertencentes a grupos alvo de preconceito e outras formas de discriminação.

No âmbito do Currículo Paulista

( 2019 ), é uma atribuição de todas as áreas do conhecimento no Ensino Fundamental o compromisso com

A a jornada escolar em tempo integral.
B o uso prioritário de metodologias construtivistas de ensino.
C a conformação subjetiva via competências socioemocionais.
D a primazia da dimensão cognitiva com vistas à educação de qualidade.
E a alfabetização, o letramento e os multiletramentos.

Em sua análise sobre a aplicação da inteligência artificial (IA) na educação, Azambuja e Silva

( 2024 ) referem-se a Kai-Fu Lee, um importante pesquisador a esse respeito. Considerando a perspectiva desse pesquisador, que é coerente com a análise de Azambuja e Silva, é correto afirmar que o aprendizado personalizado é

A a maior vantagem da atuação docente em relação à IA.
B a maior oportunidade da IA no campo da educação.
C uma enorme lacuna dos sistemas de ensino baseados em IA.
D o principal risco a ser evitado na aplicação da IA à educação.
E uma constatação evidente de que a IA irá substituir a atuação docente.

Ao discutir questões ligadas à avaliação educacional, Soares (in Carvalho et al., 2007) afirma que a comparação de resultados entre escolas semelhantes

A prejudica a melhoria da escola.
B denota uma visão instrumental da instituição escolar.
C evidencia o determinismo do efeito-escola.
D é um exercício sempre útil.
E reproduz uma prática anticientífica.

Ao abordar a temática do protagonismo juvenil, Costa e Vieira

( 2000 ) expõem sua definição de adolescência, considerando o contexto contemporâneo. Conforme a perspectiva defendida pelos autores, a autotelia

A equivale ao apassivamento social da juventude contemporânea.
B deve ser um dos fins do protagonismo juvenil.
C evidencia a dependência juvenil de um controle externo.
D é naturalmente sucedida pela heteronomia.
E é efeito do ativismo messiânico quanto ao papel juvenil na sociedade.

Lemov

( 2023 ) apresenta cinco princípios que considera úteis para que se possa entender como a aprendizagem funciona e, assim, aumentar a habilidade de perceber as coisas com exatidão na sala de aula. Um desses princípios é baseado na ideia de que ensinar bem é construir relações. A esse respeito, assinale a alternativa correta, conforme a perspectiva do autor.

A Ensinar bem é a forma mais efetiva de construir relações com os alunos, sendo o sucesso do ensino a causa e o resultado das relações efetivas.
B As relações entre professor e aluno são independentes das relações entre o aluno e seus pares na escola.
C Criar relações de amizade com os alunos é fundamental para que um professor adquira a confiança deles.
D O professor deve se relacionar com os alunos coletivamente, evitando intervenções que deem destaque ao âmbito individual.
E Construir relações com os alunos antes mesmo de ensiná-los é condição para o trabalho docente humanizado.

Assinale a alternativa que apresenta corretamente uma técnica recomendada por Lemov

( 2023 ) para melhorar a gestão da sala de aula.

A Planejamento mental : Tomar notas escritas (no papel ou em dispositivos eletrônicos) é algo cada vez mais obsoleto no cotidiano pedagógico. Nossa memória de trabalho deve ser bem treinada para que as etapas do planejamento sejam cada vez mais internalizadas mentalmente.
B Esqueça os hábitos : Hábitos tendem a nos manter estagnados e a dificultar a improvisação necessária ao cotidiano pedagógico. Assim, desconstruí-los, evitando a repetição, é uma das chaves fundamentais para a prática docente bem-sucedida.
C Faça agora : A maneira como começamos a aula expressa uma mensagem importante. Por isso, é bem-vinda uma pequena atividade que esteja esperando os alunos logo quando entram na sala de aula, e que eles podem e devem começar a fazer sozinhos.
D Guarde o relógio : A consciência sobre o passar do tempo da aula produz ansiedade e dispersão. O controle do tempo das atividades deve estar, portanto, inteiramente na mão do professor, sem relógios visíveis ou lembretes verbais que soem como cobrança.
E Cultura do sucesso : Sucesso chama sucesso, ao passo que erro chama erro. Nesse sentido, reduzir a atenção dada aos erros, ignorando-os sempre que possível, gera oportunidades para exaltar e valorizar os acertos, aumentando a ocorrência destes.

Mantoan

( 2015 ) aborda o processo que “ocorre dentro de uma estrutura educacional que oferece ao aluno a oportunidade de transitar no sistema escolar – da classe regular ao ensino especial – em todos os seus tipos de atendimento escolar especiais: classes especiais em escolas comuns, ensino itinerante, salas de recursos, classes hospitalares, ensino domiciliar e outros”. Para a autora, essa descrição corresponde a uma concepção de

A exclusão social, porque invisibiliza a necessidade das escolas e classes especiais.
B inclusão efetiva, porque consegue remover os problemas de aprendizagem com adequação e eficiência.
C inserção parcial, porque prevê serviços educacionais segregados.
D inclusão realista, pois permite ao professor comum a dedicação mais concentrada aos alunos regulares.
E integração desejável, pois concretiza a individualização dos programas escolares.

Borges

( 2020 ) indica que a Política Nacional de Educação Especial de 2008, além de delimitar o público-alvo da educação especial e definir diretrizes para a educação especial na perspectiva inclusiva, reafirmou o objetivo do atendimento educacional especializado (AEE), que não deve substituir o ensino comum, mas

A estabelecer critérios de atendimentos diferenciados para os objetivos e interesses específicos de cada educador.
B organizá-lo a partir do projeto político pedagógico da escola, que define os formatos dos atendimentos colaborativos na escola.
C organizar-se de modo paralelo à ensino da sala comum, promovendo possibilidades para a personalização dos atendimentos.
D complementá-lo ou suplementá-lo, reforçando a necessidade de articulação entre os diferentes espaços no ensino comum.
E promover a atuação nos mesmos tempos e espaços escolares, promovendo articulação entre os profissionais da educação.