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Joelmir, viúvo, faleceu em 2018, sem ter feito testamento. O único bem que ele deixou foi o prédio residencial em que ele vivia com seus três filhos e com sua enteada, que nunca foi adotada por ele. Com base na Lei estadual n° 4.826, de 27 de janeiro de 1989, que instituiu o ITD no Estado da Bahia, a transmissão desse imóvel, estará isenta do imposto desde que

A constitua o único bem imóvel do espólio, seu valor seja igual ou inferior a R$ 120.000,00, à sucessão concorram apenas o cônjuge e os filhos do de cujus , bem como os herdeiros a esses equiparados, e que fique comprovado que os herdeiros não são proprietários de outro imóvel.
B constitua o único bem do espólio localizado no Estado da Bahia, seu valor seja igual ou inferior a R$ 210.000,00, à sucessão concorram apenas os filhos do de cujus e que fique comprovado que os herdeiros não são proprietários de outro imóvel no Estado da Bahia.
C seu valor seja igual ou inferior a R$ 120.000,00, à sucessão concorram apenas os filhos do de cujus e que fique comprovado que os herdeiros não são proprietários de outro imóvel no Estado da Bahia.
D seu valor seja igual ou inferior a R$ 150.000,00 e à sucessão concorram apenas o cônjuge ou filhos do de cujus .
E constitua o único bem do espólio, seu valor seja igual ou inferior a R$ 170.000,00, à sucessão concorram apenas o cônjuge ou filhos do de cujus e que fique comprovado que os herdeiros não são proprietários de outro imóvel.

A NBC TA 530 arrola as conclusões errôneas a que pode levar o denominado risco de amostragem. De acordo com essa NBC, o risco de amostragem poderá acarretar conclusões equivocadas, tais como:

I. no caso de teste de controles, esses controles serem considerados mais eficazes do que realmente são.

II. no caso de teste de detalhes, não ser identificada distorção relevante, quando, na verdade, ela existe.

III. no caso de teste de controles, esses controles serem considerados menos eficazes do que realmente são.

IV. no caso de teste de detalhes, ser identificada distorção relevante, quando, na verdade, ela não existe. Está correto o que se afirma em

A III e IV, apenas.
B I e II, apenas.
C II e III, apenas.
D I e IV, apenas.
E I, II, III e IV.

A Lei Complementar n° 24, de 1975, em sua redação atual, estabelece que as isenções, as reduções de base de cálculo e os créditos presumidos

A referentes aos tributos estaduais somente poderão ser concedidos mediante lei específica, e desde que anteriormente tenha sido aprovado convênio entre os Estados e a União, permitindo tal gasto tributário.
B e quaisquer outros incentivos ou favores fiscais ou financeiro-fiscais, concedidos com base no ICMS, dos quais resulte redução ou eliminação, direta ou indireta, do respectivo ônus, serão concedidos ou revogados nos termos de convênios celebrados e ratificados pelos Estados e pelo Distrito Federal, cuja aprovação dependerá de ratificação expressa ou tácita de todos os Estados e do Distrito Federal.
C relativos ao ICMS, ao IPVA e ao ITCMD somente poderão ser concedidos mediante lei específica e posterior aprovação no CONFAZ, mediante aprovação unânime de todas as Unidades da Federação.
D poderão ser concedidos, desde setembro de 2017, sem a necessidade de prévio convênio entre os Estados, e sem a necessidade de seguir os controles previstos sobre renúncias de receitas, desde que não tenham como objetivo estimular ou incrementar a Guerra Fiscal entre os Estados e os Municípios.
E e quaisquer outros incentivos ou favores tributários, concedidos com base nos impostos estaduais, dos quais resulte redução ou eliminação, direta ou indireta, do respectivo ônus, serão concedidos ou revogados nos termos de convênios celebrados e ratificados pelos Estados, Distrito Federal e União, cuja aprovação dependerá de ratificação expressa ou tácita de três quintos dos representantes presentes na reunião.

A Lei estadual n° 3.956, de 11 de dezembro de 1981, que institui o Código Tributário do Estado da Bahia, estabelece que a fiscalização e arrecadação dos tributos estaduais compete à Secretaria da Fazenda. De acordo com as regras do referido Código,

A no caso de recusa à exibição de livros e documentos, assim como de obstáculo ao exame de mercadorias no estabelecimento, o funcionário fiscal poderá lacrar móveis e imóveis, desde que haja prova inequívoca de que neles estejam guardados os documentos, livros e mercadorias e desde que tenha sido expedida ordem judicial específica para esse fim.
B os condutores de mercadorias, desde que interpelados pela autoridade fiscal, qualquer que seja o meio de transporte, exibirão, obrigatoriamente, nos Postos de Fiscalização por onde passarem, a documentação fiscal respectiva, para efeito de conferência.
C independentemente da aplicação das penalidades cabíveis, em caso de embaraço à fiscalização ou de desacato ao agente do Fisco estadual, poderá o funcionário embaraçado ou desacatado requisitar o concurso da Polícia Civil ou Militar.
D as mercadorias em situação irregular serão apreendidas pela Fiscalização, com o fim precípuo de garantir a liquidação, total ou parcial, do crédito tributário.
E a autoridade fiscal, desde que judicialmente autorizada, poderá submeter o contribuinte ou responsável a regime especial de controle e fiscalização, exceto no que tange à forma e ao prazo de recolhimento do imposto.

Conforme a Lei Complementar n° 87, de 1996, nas operações com mercadoria, o local da operação, para os efeitos da cobrança do imposto e definição do estabelecimento responsável, é

A onde se encontre o titular do estabelecimento, antes da ocorrência do fato gerador, seja ele público ou privado.
B onde a mercadoria se encontre, quando em situação irregular pela falta de documentação fiscal.
C o endereço do estabelecimento indicado nos documentos de importação como sendo o adquirente da respectiva mercadoria, na hipótese de importação do exterior.
D o de desembarque do produto, na hipótese de petróleo, gás natural, peixes e moluscos capturados no mar territorial ou em rios e lagoas
E o do Estado de onde o ouro, a prata, o ferro ou o alumínio tenha sido extraído, quando não considerado como ativo financeiro ou instrumento cambial.

Os denominados papéis de trabalho constituem elemento de grande importância na realização de uma auditoria. De acordo com a NBC TI 01, a abrangência e o grau de detalhamento desses papéis de trabalho devem ser

A mínimos ou, preferencialmente, nulos, tratando-se de fundações instituídas e mantidas pelo poder público, beneficiárias de imunidade tributária, sempre que puderem evidenciar, direta ou indiretamente, a existência de irregularidade de natureza criminal não comprovada.
B moderados, e, desde que amparados por autorização judicial, tratando-se de sociedades anônimas com ações em Bolsa de Valores, sempre que puderem tornar públicas, direta ou indiretamente, a existência de irregularidade de natureza criminal não comprovada.
C suficientes para propiciar a compreensão do planejamento, da natureza, da oportunidade e da extensão dos procedimentos de Auditoria Interna aplicados, bem como do julgamento exercido e do suporte das conclusões alcançadas.
D suficientes para demonstrar a falha cometida pela entidade auditada, a fim de que ela não incorra em reincidência.
E mínimos ou nulos, tratando-se de empresas públicas, sempre que puderem evidenciar, direta ou indiretamente, a existência de irregularidade de natureza contábil, com reflexos na área criminal, sem prévia existência de sentença civil ou penal condenatória.

Um profissional está usando um recurso de descoberta de requisitos para o desenvolvimento de um novo software , que consiste em mostrar através de um diagrama a interação dos atores com o sistema de software . Os atores podem ser pessoas ou outros sistemas e são representados por bonecos palito. Já as classes de interação são representadas por uma elipse. Linhas fazem a ligação entre os atores e as elipses. Baseado nessa descrição conclui-se que o profissional está utilizando o recurso de

A etnografia.
B prototipação.
C brainstorm.
D casos de uso.
E encenação.

Suponha que uma Auditora Fiscal da área de TI atue na etapa de testes e avaliação da qualidade de um software em desenvolvimento. Como o software sofria alterações a cada nova funcionalidade a ele incorporada, a Auditora propôs que a equipe de testes adotasse como padrão um tipo de teste que garantisse que as mudanças recentes no código deixassem o resto do código intacto, visando impedir a introdução de erros. A equipe decidiu realizar um tipo de teste para testar a parte modificada e as áreas adjacentes que podem ter sido afetadas, dentro de uma abordagem baseada em risco. Assim, os testadores destacariam as áreas de aplicação que poderiam ser afetadas pelas recentes alterações de código e selecionariam os casos de testes relevantes para o conjunto de testes. Procedendo desta forma, seriam realizados testes

A de Revisão de Funcionalidade.
B Gama.
C de Aceite Operacional.
D de Regressão.
E de Caixa-preta.

Um Auditor Fiscal da área de Tecnologia da Informação está participando da implantação de controles Gerais de TI relacionados ao desenvolvimento de sistemas, alterações de programas e segregação de funções. Percebeu que na organização inexiste processo sistematizado para desenvolvimento e manutenção de sistemas e, como controle, sugeriu, corretamente, que

A as políticas e os procedimentos específicos devem ser padronizados e formalizados para instalar e modificar softwares, bem como documentar e solucionar problemas com esses softwares.
B as alterações no sistema deverão ser aprovadas somente pelo proprietário do sistema, e não pela área de TI.
C as alterações de programas não se sujeitarão ao Processo de Desenvolvimento de Software institucional.
D os softwares alterados não precisarão ser testados e aprovados em ambiente específico de testes/homologação.
E os ambientes de desenvolvimento não deverão ser segregados (produção, homologação, teste e desenvolvimento).

Um Auditor Fiscal da área de Tecnologia da Informação foi incumbido de identificar quais unidades, operações e processos de negócios são essenciais para a sobrevivência da organização e avaliar os impactos financeiros, operacionais e de serviços de uma interrupção nesses processos. Deverá, inicialmente, avaliar as áreas funcionais selecionadas para determinar a resistência da infraestrutura para suportar a disponibilidade de informações. Ao final, deverá construir um relatório detalhando os possíveis incidentes e seus impactos (dinheiro ou tempo) nas funções de negócios. Com base nestes impactos potenciais associados à inatividade, a organização irá priorizar e implementar contramedidas para diminuir os riscos de tais interrupções e detalhar estas contramedidas no Plano de Continuidade de Negócio. O trabalho que o Auditor executou constitui o que é chamado de

A Compliance Analysis - COMA.
B Business Impact Analysis - BIA.
C Vulnerability Analysis - VANA.
D Vulnerability Operacional Analysis - VOA.
E Business Process Management - BPM