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É competência material constitucionalmente atribuída ao Estado da Bahia a exploração direta, ou por meio de concessão

A dos serviços de transporte rodoviário interestadual.
B dos serviços locais de gás canalizado.
C dos serviços de radiodifusão sonora, e de sons e imagens.
D dos recursos minerais localizados em seu território.
E do potencial energético dos rios situados em seu território.

“A Secretaria da Fazenda realizou procedimento que visa estimular os contribuintes paulistas a, voluntariamente, regularizarem as obrigações tributárias que devem ser transmitidas ao Fisco. Em uma etapa da operação foram selecionados 48 contribuintes do Regime Periódico de Apuração com R$ 143 milhões em débitos de ICMS.
Esta ação tem caráter orientador, com o objetivo de alertar as empresas sobre divergências em suas declarações e indicar a regularização, porém, a ação pode resultar em indicações de empresas de fachada que apresentaram um conjunto de indícios que sugerem tratar-se de documentos fiscais inidôneos ou de simulação de operações para gerar créditos falsos de ICMS na apuração mensal do tributo a recolher.
Para a elaboração da operação autorregularização foram selecionados contribuintes com divergências nas notas fiscais emitidas entre janeiro a dezembro de 2016 em comparação com as informações declaradas nas Guias de Informação e Apuração do ICMS do mesmo período."
(Baseado em: https://portal.fazenda.sp.gov.br )

Ao ler esta notícia, uma Auditora Fiscal da área de TI concluiu, corretamente, que o cruzamento e a análise simultânea de diversas informações, como Nota Fiscal Eletrônica (NF-e), inadimplência, regularidade no cumprimento de obrigações, porte da empresa, composição do quadro societário, autos de infração anteriores, localização geográfica e atividade econômica, entre outras,

A caracterizam-se como operações MOLAP, que usam a base de dados relacional para acessar os dados do cubo.
B caracterizam-se como operações HOLAP, que não usam a base de dados relacional para acessar os dados do cubo.
C podem ter sido realizados com a ajuda de ferramentas de Data Marts integrados, que não requerem a construção de um DW.
D podem ter sido realizados com ferramentas de Data Mining em tempo real, uma vez que os dados do DW são constantemente atualizados a partir da chave de tempo que indica o dia no qual os dados foram extraídos dos sistemas transacionais.
E podem ter sido realizados com a ajuda de ferramentas de Data Mining , que permitem a exploração de grandes volumes de dados para identificar padrões de comportamento e relacionamentos.

Suponha que uma Auditora Fiscal da área de TI da SEFAZ-BA faz parte da equipe de Gestão de Riscos de Segurança da Informação. Para que possa haver eficácia na descoberta das consequências para os ativos e dos possíveis impactos sobre os negócios da organização, a Auditora procedeu a uma atividade que teve como um dos resultados a lista a seguir:

- um Auditor Tributário não estava usando crachá;
- o firewall não estava bloqueando a porta 1521 na máquina da sala de reuniões 2;
- um curto-circuito ocorreu no estabilizador naquela tarde;
- fazia 2 meses que o backup do banco de dados SEFAZ3 não era realizado;
- a chave da sala de servidores havia sumido;
- faltou energia na sala da cobertura do prédio ontem;
- o alarme de detecção de intrusos estava quebrado.

Essa lista

A é resultante da etapa de Levantamento de Ativos de Informação, que pode empregar técnicas como entrevistas e brainstorm .
B faz parte da etapa de Identificação de Controles Existentes e Planejados, efetuada depois da Identificação de Vulnerabilidades e após a Identificação de Riscos.
C é obtida a partir da etapa de Identificação de Vulnerabilidades. Uma vulnerabilidade é uma causa potencial de um incidente indesejado, que pode resultar em dano para um sistema ou para a organização
D resulta da etapa de Identificação de Riscos, que lista os riscos, ou seja, as fragilidades de um ativo ou grupo de ativos que podem ser exploradas por uma ou mais ameaças.
E é resultante da etapa de Análise de Eventos. A compreensão dos eventos que ocorrem no ambiente da organização é essencial para que os riscos sejam avaliados com maior precisão.

A NBC TA 620 trata da responsabilidade do auditor em relação ao trabalho de pessoa (pessoa natural) ou de organização (pessoa jurídica) em área de especialização que não a contabilidade ou auditoria, quando esse trabalho é utilizado para ajudar o auditor a obter evidência de auditoria suficiente e apropriada. Nesse sentido, o auditor deve avaliar se o especialista por ele contratado possui competência, habilidades e objetividade necessárias para fins da auditoria, pois esses fatores são relevantes para determinar se o trabalho do especialista do auditor será adequado aos fins da auditoria. De acordo com a referida NBC,

A a objetividade refere-se à capacidade do especialista de transmitir informações, dados e conclusões, de maneira clara e sintética, e de modo plenamente compreensível pelo auditor.
B a competência refere-se à capacidade do especialista de exercer sua missão nas diversas circunstâncias do trabalho.
C a objetividade refere-se aos possíveis efeitos que a tendenciosidade, o conflito de interesse ou a influência de outros podem ter sobre o julgamento profissional ou comercial do especialista.
D as habilidades referem-se à natureza e ao nível de especialização do especialista.
E a competência pode ser influenciada por certos fatores, tais como a localização geográfica e a disponibilidade de tempo.
ID 141746 FCC 2019

Suponha que um Auditor Fiscal tenha participado da elaboração do mapa estratégico da SEFAZ-BA, de acordo com o BSC. Como resultados do trabalho foram listados os indicadores a seguir:

I. Índice de investimentos - Índice de liquidez do tesouro - Índice de evolução da base tributária - Índice de endividamento.

II. Percentual de ocorrência de riscos não mitigados - Índice de cumprimento dos requisitos de qualidade.
Os indicadores agrupados em

A II correspondem à perspectiva dos Processos Internos, podendo se referir a objetivos como: elevar a eficácia na gestão de riscos, fornecer soluções de alta qualidade que atendam às necessidades dos cidadãos-usuários, e desenvolver serviços e produtos inovadores com alto valor agregado.
B I e em II se referem à perspectiva dos Processos Internos, podendo utilizar objetivos como: disponibilizar capital informacional para suportar a estratégia organizacional, assegurar o suporte necessário para aperfeiçoamento e continuidade dos serviços públicos, e obter e empregar capital intelectual de alto nível.
C I e em II envolvem três das quatro perspectivas do BSC, não contemplando a perspectiva Financeira, uma vez que se trata de uma organização pública e sem fins lucrativos.
D I correspondem à perspectiva do Aprendizado e Crescimento, podendo utilizar objetivos como: promover a sustentabilidade econômico-financeira do gasto público, e fornecer soluções de alta qualidade que atendam às necessidades dos cidadãos-usuários.
E I correspondem à perspectiva dos Clientes e em II correspondem à perspectiva do Aprendizado e Crescimento, cujos objetivos utilizados nessas dimensões incluem, respectivamente: estimular o cumprimento voluntário da obrigação tributária, e aumentar a satisfação dos cidadãos-usuários pela entrega de valor público.

Considere um cenário composto pelas ações elencadas a seguir.

I. Auditora 1 trava o arquivo para edição.

II. Enquanto Auditora 1 edita o arquivo, Auditora 2 tenta travá-lo e falha.

III. Auditora 2 edita o arquivo sem travá-lo, inclui suas modificações e publica o arquivo.

IV. Auditora 1 publica sua versão e destrava o arquivo.

V. Agora Auditora 2 consegue travar o arquivo e atualizá-lo com suas modificações.
VI. Auditora 1 atualiza sua versão, pegando o arquivo apenas para leitura.

Nesse caso, a política de gerência de configuração e mudança de software é do tipo

A otimista, que enfatiza o uso de check-out reservado, fazendo bloqueio e inibindo o paralelismo do desenvolvimento sobre o mesmo artefato.
B pessimista, que enfatiza o uso de check-out reservado, fazendo bloqueio e inibindo o paralelismo do desenvolvimento sobre o mesmo artefato.
C otimista, pois permite que o artefato seja alterado simultaneamente por Auditora 1 e Auditora 2, e usa o mecanismo de check-in para unir as modificações efetuadas em paralelo.
D otimista, que evita que conflitos ocorram quando a mesma região ou linha do arquivo é modificada.
E pessimista, pois utiliza o mecanismo de junção automática quando o artefato é modificado simultaneamente.

A oferta para determinado produto foi modelada pela função y = 90 - 1,2x, em que y representa o preço unitário para uma oferta de x unidades do produto. A demanda para o mesmo produto foi modelada pela função y = 1,4x + 12, em que x representa o número de unidades procuradas quando o preço do produto é y. Nessas condições, as coordenadas para o ponto de equilíbrio de mercado, isto é, o ponto em que a oferta é igual à demanda, são:

A (50, 30).
B (40, 42).
C (30, 54).
D (20, 66).
E (10, 78).

O verbo em destaque deve sua flexão à correlação com o segmento sublinhado em:

A A ciência moderna e a economia de mercado figuram entre as mais notáveis realizações humanas .
B Dependerá tão somente da disposição dos consumidores em pagar, com parte do ganho do seu próprio trabalho...
C ... mas apenas as regras das trocas verbais , também o mercado não estabelece de antemão o que será feito e escolhido pelos que dele participam .
D ... a recompensa material dos seus participantes corresponderá ao valor monetário que os demais estiverem dispostos a atribuir ao resultado de suas atividades...
E Por mais brilhantes, entretanto, que sejam suas inegáveis conquistas , é preciso ter uma visão clara do que podemos esperar...
ID 141742 FCC 2019

A Lei estadual n° 3.956, de 11 de dezembro de 1981, que institui o Código Tributário do Estado da Bahia, estabelece que a fiscalização e arrecadação dos tributos estaduais compete à Secretaria da Fazenda e que a função fiscalizadora será exercida pelos Auditores Fiscais e pelos Agentes de Tributos Estaduais. De acordo com este Código, compete aos Auditores Fiscais a constituição de créditos tributários, salvo em relação

A às taxas estaduais, às contribuições de melhoria de competência estadual e a todas as demais contribuições devidas ao Estado, enquanto que aos Agentes de Tributos Estaduais compete a constituição de créditos tributários relativos às taxas estaduais, às contribuições de melhoria de competência estadual e a todas as demais contribuições devidas ao Estado.
B à fiscalização de mercadorias em trânsito e em estabelecimentos de microempresas e de empresas de pequeno porte que sejam optantes pelo Simples Nacional, enquanto que aos Agentes de Tributos Estaduais compete a constituição de créditos tributários decorrentes da fiscalização de mercadorias em trânsito e nos estabelecimentos de microempresas e empresas de pequeno porte que sejam optantes pelo Simples Nacional, bem como, de modo concorrente, as decorrentes da fiscalização de mercadorias importadas do exterior e das sujeitas ao regime de pagamento antecipado por substituição tributária.
C àqueles decorrentes de penalidades pecuniárias aplicadas por infração à legislação tributária, enquanto que aos Agentes de Tributos Estaduais compete a constituição de créditos tributários especificamente decorrentes de penalidades pecuniárias aplicadas por infração à legislação tributária.
D à fiscalização de mercadorias em trânsito e em estabelecimentos de microempresas e de empresas de pequeno porte que sejam optantes pelo Simples Nacional, enquanto que aos Agentes de Tributos Estaduais compete a constituição de créditos tributários decorrentes da fiscalização de mercadorias em trânsito e nos estabelecimentos de microempresas e empresas de pequeno porte que sejam optantes pelo Simples Nacional.
E àqueles cujo lançamento decorra do descumprimento de obrigação principal, enquanto que aos Agentes de Tributos Estaduais compete a constituição de créditos tributários cujo lançamento decorra do descumprimento de obrigação acessória, bem como, de modo concorrente, daqueles decorrentes da fiscalização de mercadorias importadas do exterior e das sujeitas ao regime de pagamento antecipado por substituição tributária.

Scrum e XP são metodologias ágeis usadas no contexto de desenvolvimento de software que

A podem ser usadas em conjunto, criando uma metodologia híbrida própria, de forma a unir as práticas de gestão do Scrum com as práticas de desenvolvimento da XP.
B utilizam reuniões diárias ( Daily Meetings ) de 15 minutos em pé para ajudar a tornar as reuniões mais produtivas, colaborativas e úteis.
C podem ser usadas juntas, desde que em um contexto em que o gerenciamento do projeto seja realizado por um framework como o PMBoK.
D não podem ser usadas em conjunto por serem ambas voltadas para a gestão do processo de desenvolvimento de software .
E podem ser usadas em conjunto, já que a XP foca mais na gestão do processo de desenvolvimento e a Scrum, no desenvolvimento propriamente dito.