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Deseja-se implantar VLANs camada 2 em uma rede virtual do Hyper-V instalado no Windows Server 2012. Essa configuração deve ser feita no Hyper-

V Virtual

A Switch.
B Network Adapter.
C NIC.
D Gateway.
E NAT.
Órgão: SEMEF Manaus AM Cargo: Técnico de Tecnologia da Informação da Fazenda Municipal Prova: FCC - SEMEF Manaus AM - Técnico de Tecnologia da Informação da Fazenda Municipal - 2019

Um projeto conciso e intuitivo para plataformas digitais móveis

A contempla relações entre elementos, como conteúdo, comunicação e linguagem
B tem por padrão a característica de revelar, em uma única tela, 100% de suas informações.
C deve zerar os níveis de usabilidade e interatividade para não comprometer o fluxo de navegação e a velocidade do desempenho.
D caracteriza-se por evitar frases sintéticas, apresentando instruções constantes e longas ao usuário, à medida que ele faz a transição de uma tela para a outra.
E baseia-se em elementos textuais, eliminando elementos imagéticos no processo de design da informação.

Todo sábado, Sabrina - vai ao parque ou vai ao cinema, - acorda cedo ou não vai ao parque e - janta fora ou não vai ao cinema. Se, no último sábado, não jantou fora, então, é verdade que Sabrina

A acordou cedo e foi ao parque.
B foi ao parque e ao cinema.
C acordou cedo e foi ao cinema.
D não foi ao parque, nem ao cinema.
E não acordou cedo e não foi ao cinema.

Em uma escola bilíngue, há vários estudantes brasileiros, e todos eles vão bem em português e matemática. Além disso, todo estudante que vai bem em matemática vai bem, também, em física. Nessa escola, há estudantes que vão bem em física, mas não em matemática, e há estudantes que vão bem em português, mas não em física. Logo, nessa escola,

A todo estudante que vai bem em português vai bem, também, em matemática.
B há estudantes que vão bem em português e em física
C todo estudante que vai bem em física é brasileiro.
D há estudantes brasileiros que não vão bem em física.
E todo estudante que vai bem em português é brasileiro.

As autoridades fiscais municipais, em visita a três imóveis localizados na zona urbana do Município, depararam com as seguintes situações:

( 1 ) no primeiro imóvel, encontraram um terreno limpo, no qual havia apenas um contêiner que abrigava, temporariamente, uma família de refugiados estrangeiros;

( 2 ) no segundo imóvel, encontraram apenas edificações condenadas, em razão de abalos sísmicos ocorridos na região;

( 3 ) no terceiro imóvel, encontraram terreno baldio, habitado por famílias nômades, vivendo em tendas há pouco mais de duas semanas. De acordo com a Lei municipal no 1.628, de 30 de dezembro de 2011, que dispõe sobre IPTU no Município de Manaus,

A todos os três bens imóveis são considerados edificados, para fins de tributação do IPTU.
B somente o primeiro bem imóvel é considerado edificado.
C somente o primeiro e o terceiro bens imóveis são considerados edificados.
D somente o segundo bem imóvel é considerado edificado.
E todos os três bens imóveis são considerados não edificados.

Em uma página web que utiliza JavaScript um Programador deseja aumentar alguns valores de salário que estão em um vetor em 10% e armazenar estes valores ajustados em outro vetor, utilizando o fragmento de código abaixo. < s c rip t> v a r s a la rio s = [1050.00, 2000.00, 5000.00, 1000.00]; v a r v2 = s a la rio s . . L (opera); fu n c tio n opera(v, i , a) { re tu rn v * 1 .1 ; } < /s c rip t> Para realizar a operação, a lacuna I deverá ser preenchida por

A map.
B Math.
C split.
D clone.
E calc.
Órgão: SEMEF Manaus AM Cargo: Técnico de Tecnologia da Informação da Fazenda Municipal Prova: FCC - SEMEF Manaus AM - Técnico de Tecnologia da Informação da Fazenda Municipal - 2019

De acordo com o princípio orçamentário

A da compreensibilidade, a Lei Orçamentária Anual de um ente público municipal deve ser apresentada de maneira que os usuários compreendam seu significado bem como deve ser amplamente divulgada à sociedade.
B da comparabilidade, um ente público municipal deve apresentar informações orçamentárias e patrimoniais comparativas para possibilitar que os usuários identifiquem semelhanças e diferenças entre dois conjuntos de fenômenos.
C da competência, as receitas fixadas e as despesas previstas devem ser registradas na Lei Orçamentária Anual de acordo com os seus respectivos fatos geradores.
D da totalidade, a Lei Orçamentária Anual de um ente público municipal deve conter todas as receitas fixadas e as despesas previstas pelos poderes do referido ente bem como das empresas públicas independentes.
E do orçamento bruto, um ente público municipal deve registrar as receitas e as despesas na Lei Orçamentária Anual pelo valor total e bruto, vedadas quaisquer deduções.

Ao analisar a aplicação da prototipação em seus projetos de software, decidiu-se utilizar um processo que define 4 etapas para o desenvolvimento de protótipos, sendo essas etapas:

I. Avaliar Protótipo.

II. Estabelecer Objetivos do Protótipo.

III. Desenvolver o Protótipo.

IV. Definir a Funcionalidade do Protótipo. A ordem sequencial correta para a execução dessas quatro etapas é

A I, IV, II e III.
B II, IV, III e I.
C III, II, IV e I.
D IV, I, II e III.
E IV, II, I e III.
Texto associado
Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 1 a 9. O brasileiro gosta de pensar que o Brasil é uma nação acolhedora, que recebe imigrantes de braços abertos. Em termos de dados históricos e estatísticos, não é bem assim. Apesar da imigração maciça promovida por sucessivos governos durante o Império e o primeiro período republicano, sempre houve debates sobre o tipo de imigrante que seria mais desejável, passando pela rejeição explícita a determinados grupos. Na década de 1860, a questão da imigração de chineses atingiu proporções de grande controvérsia e chegou a ser debatida no parlamento. O consenso era de que devia ser impedida para evitar o suposto risco de degeneração racial. Pelo mesmo motivo, a pseudociência da época desaconselhava a entrada de mais africanos, para além dos milhões que já haviam ingressado escravizados no país. Em 1890, já sob a República, a entrada de asiáticos foi efetivamente barrada por decreto. [...] O imigrante ideal, para as autoridades brasileiras daquele tempo, era branco e católico. De preferência, com experiência em agricultura e disposto a se fixar nas zonas rurais. Braços para a lavoura, era o que se dizia, e uma injeção de material genético se- lecionado com o intuito de “melhorar a raça”. [...]. A preferência por imigrantes católicos seguia a premissa de que seriam de assimila- ção fácil e não ameaçariam a composição cultural da jovem nação. Aqueles no poder queriam que o brasileiro continuasse do jeitinho que era, só que mais branco. Seguindo as premissas eugênicas então em voga, acreditava-se que o sangue europeu, tido como mais forte, venceria o sangue africano e ameríndio, eliminando-os paulatinamente. Essa política de branqueamento já foi documentada, ad nauseam, por nossa historiografia. Ela é o pano de fundo ideológico para o crescimento da cidade de São Paulo, onde a porcen- tagem de italianos ficou acima de 30% entre as décadas de 1890 e 1910, período em que a população aumentou quase dez vezes. Os doutores daquela época não conseguiram o que almejavam, por três motivos. O primeiro, concreto, é que as doutrinas científicas em que acreditavam eram falsas. Não existe raça pura, em termos biológicos, muito menos a superioridade de uma sobre outra. O segundo, circunstancial, é que a fonte de imigrantes na Europa foi secando antes que a demanda por trabalhadores no Brasil se esgotasse. Quando o navio Kasato Maru atracou no porto de Santos em junho de 1908, com 165 famílias japonesas a bordo, era o reconhecimento implícito de que os interesses econômicos iriam prevalecer sobre a ideologia eugenista. A imigração em massa de japoneses para o Brasil, ao longo do século 20, não somente descarrilou o projeto de branqueamento como também quebrou o paradigma de que não católicos eram inassimiláveis. Os japoneses ficaram e se fixaram. Seus descendentes tornaram-se brasileiros, a despeito de muito preconceito e até perseguição. Conseguiram essa proeza, de início, porque se mantiveram isolados no interior do país. Longe da vista, como fizeram meus avós e bisavós. O terceiro motivo do fracasso do modelo de assimilabilidade católica é conceitual. Seus defensores partiam de um pressuposto falso: o de que a população brasileira era homogênea em termos de religião. [...] o mito do bom imigrante católico ignorava estrategicamente a presença de judeus, muçulmanos e protestantes no Brasil. Os três grupos estiveram presentes desde a época colonial e, cada um a seu modo, contribuíram para a formação do país. (CARDOSO, Rafael. O Brasil é dos brasileiros. Revista Serrote , no 27, pp. 45 e 47, 2018)

Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 1 a 9. O brasileiro gosta de pensar que o Brasil é uma nação acolhedora, que recebe imigrantes de braços abertos. Em termos de dados históricos e estatísticos, não é bem assim. Apesar da imigração maciça promovida por sucessivos governos durante o Império e o primeiro período republicano, sempre houve debates sobre o tipo de imigrante que seria mais desejável, passando pela rejeição explícita a determinados grupos. Na década de 1860, a questão da imigração de chineses atingiu proporções de grande controvérsia e chegou a ser debatida no parlamento. O consenso era de que devia ser impedida para evitar o suposto risco de degeneração racial. Pelo mesmo motivo, a pseudociência da época desaconselhava a entrada de mais africanos, para além dos milhões que já haviam ingressado escravizados no país. Em 1890, já sob a República, a entrada de asiáticos foi efetivamente barrada por decreto. [...] O imigrante ideal, para as autoridades brasileiras daquele tempo, era branco e católico. De preferência, com experiência em agricultura e disposto a se fixar nas zonas rurais. Braços para a lavoura, era o que se dizia, e uma injeção de material genético se- lecionado com o intuito de “melhorar a raça”. [...]. A preferência por imigrantes católicos seguia a premissa de que seriam de assimila- ção fácil e não ameaçariam a composição cultural da jovem nação. Aqueles no poder queriam que o brasileiro continuasse do jeitinho que era, só que mais branco. Seguindo as premissas eugênicas então em voga, acreditava-se que o sangue europeu, tido como mais forte, venceria o sangue africano e ameríndio, eliminando-os paulatinamente. Essa política de branqueamento já foi documentada, ad nauseam, por nossa historiografia. Ela é o pano de fundo ideológico para o crescimento da cidade de São Paulo, onde a porcen- tagem de italianos ficou acima de 30% entre as décadas de 1890 e 1910, período em que a população aumentou quase dez vezes. Os doutores daquela época não conseguiram o que almejavam, por três motivos. O primeiro, concreto, é que as doutrinas científicas em que acreditavam eram falsas. Não existe raça pura, em termos biológicos, muito menos a superioridade de uma sobre outra. O segundo, circunstancial, é que a fonte de imigrantes na Europa foi secando antes que a demanda por trabalhadores no Brasil se esgotasse. Quando o navio Kasato Maru atracou no porto de Santos em junho de 1908, com 165 famílias japonesas a bordo, era o reconhecimento implícito de que os interesses econômicos iriam prevalecer sobre a ideologia eugenista. A imigração em massa de japoneses para o Brasil, ao longo do século 20, não somente descarrilou o projeto de branqueamento como também quebrou o paradigma de que não católicos eram inassimiláveis. Os japoneses ficaram e se fixaram. Seus descendentes tornaram-se brasileiros, a despeito de muito preconceito e até perseguição. Conseguiram essa proeza, de início, porque se mantiveram isolados no interior do país. Longe da vista, como fizeram meus avós e bisavós. O terceiro motivo do fracasso do modelo de assimilabilidade católica é conceitual. Seus defensores partiam de um pressuposto falso: o de que a população brasileira era homogênea em termos de religião. [...] o mito do bom imigrante católico ignorava estrategicamente a presença de judeus, muçulmanos e protestantes no Brasil. Os três grupos estiveram presentes desde a época colonial e, cada um a seu modo, contribuíram para a formação do país. (CARDOSO, Rafael. O Brasil é dos brasileiros. Revista Serrote , no 27, pp. 45 e 47, 2018)

A IV.
B I, II, III.
C II e IV.
D I, III e IV.
E III.

Em fotografia, o Flash embutido

A tem uso mais complexo em relação a qualquer outro tipo de Flash, sendo destinado especificamente ao uso profissional.
B dispara de maneira uniforme e em uma única direção.
C é uma fonte de luz difusa e se caracteriza por necessitar de baterias externas para funcionar.
D utiliza a alimentação da câmera e tem como principal característica emitir uma luz mais forte do que a luz fornecida pelas opções externas de Flash.
E emite um feixe de luz que não permite causar sombras na lente da câmera digital, ao contrário do que acontece com o uso dos Flashes externos.