Território anfíbio. É assim que Alagoas é reportada pelos seus mais ilustres narradores, de Gilberto Freyre a Otávio Brandão. Uma terra dilatada pelas águas: de lagoas, canais, pequenos rios, pântanos e manguezais, do imponente São Francisco e do Atlântico, os dois últimos servindo-lhe de limite de contenção — rumo ao sul das terras brasílicas, rumo ao além-mar. Posteriormente, quase no meio desse território, foi instalado o núcleo de povoamento, qual seja, a vila de Santa Maria Madalena e depois, bem próximo a ela, a cidade de Maceió, atual capital do estado.
Maria Angélica da Silva et al. Caminhos das águas, caminhos de terra: trilhando o território alagoano através dos mapas nos primeiros séculos coloniais. In: Anais do Museu Paulista, São Paulo, Nova Série, 2018, p. 3.
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No que diz respeito ao território do estado de Alagoas, julgue os itens que se seguem.
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Território anfíbio. É assim que Alagoas é reportada pelos seus mais ilustres narradores, de Gilberto Freyre a Otávio Brandão. Uma terra dilatada pelas águas: de lagoas, canais, pequenos rios, pântanos e manguezais, do imponente São Francisco e do Atlântico, os dois últimos servindo-lhe de limite de contenção — rumo ao sul das terras brasílicas, rumo ao além-mar. Posteriormente, quase no meio desse território, foi instalado o núcleo de povoamento, qual seja, a vila de Santa Maria Madalena e depois, bem próximo a ela, a cidade de Maceió, atual capital do estado.
Maria Angélica da Silva et al. Caminhos das águas, caminhos de terra: trilhando o território alagoano através dos mapas nos primeiros séculos coloniais. In: Anais do Museu Paulista, São Paulo, Nova Série, 2018, p. 3.
Maria Angélica da Silva et al. Caminhos das águas, caminhos de terra: trilhando o território alagoano através dos mapas nos primeiros séculos coloniais. In: Anais do Museu Paulista, São Paulo, Nova Série, 2018, p. 3.
No que diz respeito ao território do estado de Alagoas, julgue os itens que se seguem.
No século XVII, a região de Alagoas, onde as condições geográficas eram desfavoráveis à produção canavieira, manteve-se incólume à invasão neerlandesa no Nordeste, que impactou a produção de açúcar na região sul da capitania de Pernambuco.
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Território anfíbio. É assim que Alagoas é reportada pelos seus mais ilustres narradores, de Gilberto Freyre a Otávio Brandão. Uma terra dilatada pelas águas: de lagoas, canais, pequenos rios, pântanos e manguezais, do imponente São Francisco e do Atlântico, os dois últimos servindo-lhe de limite de contenção — rumo ao sul das terras brasílicas, rumo ao além-mar. Posteriormente, quase no meio desse território, foi instalado o núcleo de povoamento, qual seja, a vila de Santa Maria Madalena e depois, bem próximo a ela, a cidade de Maceió, atual capital do estado.
Maria Angélica da Silva et al. Caminhos das águas, caminhos de terra: trilhando o território alagoano através dos mapas nos primeiros séculos coloniais. In: Anais do Museu Paulista, São Paulo, Nova Série, 2018, p. 3.
Maria Angélica da Silva et al. Caminhos das águas, caminhos de terra: trilhando o território alagoano através dos mapas nos primeiros séculos coloniais. In: Anais do Museu Paulista, São Paulo, Nova Série, 2018, p. 3.
No que diz respeito ao território do estado de Alagoas, julgue os itens que se seguem.
No período colonial, o território que hoje corresponde ao estado de Alagoas, que pertencia à capitania de Pernambuco e era rota para a capitania da Bahia, representava, na perspectiva da divisão política, uma região distante dos núcleos urbanos de ambas as capitanias citadas.
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Território anfíbio. É assim que Alagoas é reportada pelos seus mais ilustres narradores, de Gilberto Freyre a Otávio Brandão. Uma terra dilatada pelas águas: de lagoas, canais, pequenos rios, pântanos e manguezais, do imponente São Francisco e do Atlântico, os dois últimos servindo-lhe de limite de contenção — rumo ao sul das terras brasílicas, rumo ao além-mar. Posteriormente, quase no meio desse território, foi instalado o núcleo de povoamento, qual seja, a vila de Santa Maria Madalena e depois, bem próximo a ela, a cidade de Maceió, atual capital do estado.
Maria Angélica da Silva et al. Caminhos das águas, caminhos de terra: trilhando o território alagoano através dos mapas nos primeiros séculos coloniais. In: Anais do Museu Paulista, São Paulo, Nova Série, 2018, p. 3.
Maria Angélica da Silva et al. Caminhos das águas, caminhos de terra: trilhando o território alagoano através dos mapas nos primeiros séculos coloniais. In: Anais do Museu Paulista, São Paulo, Nova Série, 2018, p. 3.
No que diz respeito ao território do estado de Alagoas, julgue os itens que se seguem.
Quando de sua independência em relação a Pernambuco, em 1817, Alagoas foi instituída como comarca, com autonomia política e jurisdição própria.
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Território anfíbio. É assim que Alagoas é reportada pelos seus mais ilustres narradores, de Gilberto Freyre a Otávio Brandão. Uma terra dilatada pelas águas: de lagoas, canais, pequenos rios, pântanos e manguezais, do imponente São Francisco e do Atlântico, os dois últimos servindo-lhe de limite de contenção — rumo ao sul das terras brasílicas, rumo ao além-mar. Posteriormente, quase no meio desse território, foi instalado o núcleo de povoamento, qual seja, a vila de Santa Maria Madalena e depois, bem próximo a ela, a cidade de Maceió, atual capital do estado.
Maria Angélica da Silva et al. Caminhos das águas, caminhos de terra: trilhando o território alagoano através dos mapas nos primeiros séculos coloniais. In: Anais do Museu Paulista, São Paulo, Nova Série, 2018, p. 3.
Maria Angélica da Silva et al. Caminhos das águas, caminhos de terra: trilhando o território alagoano através dos mapas nos primeiros séculos coloniais. In: Anais do Museu Paulista, São Paulo, Nova Série, 2018, p. 3.
No que diz respeito ao território do estado de Alagoas, julgue os itens que se seguem.
Estabelecido nas proximidades do porto de Jaraguá, o povoado que deu origem à capital do estado, Maceió, só se tornaria vila e cidade no período republicano, tendo-se elevado à sede da província de Alagoas apenas em 1839.
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Os kariri-xocó vivem um acentuado problema em sua produção: o esvaziamento de formas tradicionais de geração de renda. O povo kariri-xocó é uma sociedade cuja sustentação fundava-se na pesca, na agricultura, no artesanato na área de cerâmica e na venda de força de trabalho. A primeira encontra-se prejudicada pelas transformações no rio de São Francisco, e a segunda, pela falta de recursos destinados à produção agrícola. A cerâmica, por sua vez, vem sofrendo interferências da concorrência industrial, restando apenas a venda da força de trabalho na colheita de arroz para os proprietários de terras da região, mas que, agora, inclusive, está ameaçada pela mecanização, que aos poucos vem sendo introduzida.
Luiz Sávio de Almeida. As ceramistas indígenas do São Francisco. In: Estud. av., v. 17, n.º 49, dez/2003, p. 255 (com adaptações).
Luiz Sávio de Almeida. As ceramistas indígenas do São Francisco. In: Estud. av., v. 17, n.º 49, dez/2003, p. 255 (com adaptações).
A partir das informações apresentadas no texto e com relação ao papel do rio São Francisco na economia do estado de Alagoas e ao patrimônio histórico-cultural alagoano, julgue os itens a seguir.
A introdução do alumínio e do plástico na produção de utensílios domésticos representou concorrência industrial à cerâmica produzida no baixo São Francisco.
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Os kariri-xocó vivem um acentuado problema em sua produção: o esvaziamento de formas tradicionais de geração de renda. O povo kariri-xocó é uma sociedade cuja sustentação fundava-se na pesca, na agricultura, no artesanato na área de cerâmica e na venda de força de trabalho. A primeira encontra-se prejudicada pelas transformações no rio de São Francisco, e a segunda, pela falta de recursos destinados à produção agrícola. A cerâmica, por sua vez, vem sofrendo interferências da concorrência industrial, restando apenas a venda da força de trabalho na colheita de arroz para os proprietários de terras da região, mas que, agora, inclusive, está ameaçada pela mecanização, que aos poucos vem sendo introduzida.
Luiz Sávio de Almeida. As ceramistas indígenas do São Francisco. In: Estud. av., v. 17, n.º 49, dez/2003, p. 255 (com adaptações).
Luiz Sávio de Almeida. As ceramistas indígenas do São Francisco. In: Estud. av., v. 17, n.º 49, dez/2003, p. 255 (com adaptações).
A partir das informações apresentadas no texto e com relação ao papel do rio São Francisco na economia do estado de Alagoas e ao patrimônio histórico-cultural alagoano, julgue os itens a seguir.
Além do impacto sobre a pesca, a crise hídrica do rio São Francisco, caracterizada pela baixa vazão, reduziu o seu alcance geográfico e afetou a circulação de mercadorias, impactando a economia estadual.
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Os kariri-xocó vivem um acentuado problema em sua produção: o esvaziamento de formas tradicionais de geração de renda. O povo kariri-xocó é uma sociedade cuja sustentação fundava-se na pesca, na agricultura, no artesanato na área de cerâmica e na venda de força de trabalho. A primeira encontra-se prejudicada pelas transformações no rio de São Francisco, e a segunda, pela falta de recursos destinados à produção agrícola. A cerâmica, por sua vez, vem sofrendo interferências da concorrência industrial, restando apenas a venda da força de trabalho na colheita de arroz para os proprietários de terras da região, mas que, agora, inclusive, está ameaçada pela mecanização, que aos poucos vem sendo introduzida.
Luiz Sávio de Almeida. As ceramistas indígenas do São Francisco. In: Estud. av., v. 17, n.º 49, dez/2003, p. 255 (com adaptações).
Luiz Sávio de Almeida. As ceramistas indígenas do São Francisco. In: Estud. av., v. 17, n.º 49, dez/2003, p. 255 (com adaptações).