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O Plano Nacional pelo Fim da Tuberculose foi construído considerando a meta de redução da incidência e mortalidade desta doença infecciosa até o ano de 2035. Implantar a vigilância da Infecção Latente de Tuberculose (ILTB) faz parte dos objetivos do pilar da prevenção e do cuidado integrado centrado na pessoa com tuberculose. A ILTB ocorre quando uma pessoa se encontra infectada pelo Mycobacterium tuberculosis, sem manifestação da doença ativa. Podemos afirmar que o período de latência tem a durabilidade de

A até um ano.
B até dois anos.
C até seis meses.
D até quatro anos.
E se estender por muitos anos.

“Em 24 de janeiro de 2023, durante a abertura do seminário ‘Hanseníase no Brasil: da evidência à prática’, foi anunciado que a partir de fevereiro o Ministério da Saúde dará início à distribuição de 150 mil testes rápidos para o apoio ao diagnóstico da hanseníase no Sistema Único de Saúde (SUS). A entrega dos testes coloca o Brasil como o primeiro país no mundo a ofertar insumos para a detecção da doença na rede pública. Trata-se de um teste imunocromatográfico capaz de determinar de forma qualitativa, a presença de anticorpos IgM anti- Mycobacterium leprae em amostras biológicas de soro, plasma ou sangue total; a determinação do resultado é realizada por análise visual, não necessitando de auxílio de outros equipamentos para leitura, devendo ser interpretado em tempo inferior ou igual a _________ minutos.” Assinale a alternativa que completa corretamente a afirmativa anterior.

A 5
B 10
C 15
D 20
E 30

“O Hiperdia, criado através da Portaria nº 371/2002, é parte integrante do Plano Nacional de Reorganização da Atenção à Hipertensão Arterial (HA) e diabetes mellitus (DM), para realizar ações de promoção, prevenção, diagnóstico, tratamento e controle dos pacientes com tais patologias. O sistema Hiperdia captura diversas informações relativas ao cadastro e acompanhamento dos pacientes, dados clínicos, fatores de risco e doenças concomitantes, presença de complicações e tratamento. Uma das informações registradas pelo sistema é o sedentarismo; pelo programa é classificado como sedentário quem realiza menos de ______ minutos de exercício, _______ vezes por semana e não faz esforço físico pesado em casa ou no trabalho (como: faxina, lavagem manual de roupas, carregar carga pesada, etc.).” Assinale a alternativa que completa correta e sequencialmente a afirmativa anterior.

A 15 / 4
B 20 / 4
C 30 / 3
D 40 / 3
E 60 / 2

O diabetes mellitus tipo 1 (DM1) se caracteriza pela destruição das células beta-pancreáticas, determinando deficiência na secreção de insulina, o que torna essencial o uso deste hormônio como tratamento para prevenir cetoacidose; coma; eventos micro e macrovasculares; e, morte. O diagnóstico de DM1 é, geralmente, realizado em pacientes jovens (crianças, adolescentes e mesmo adultos jovens) com sinais e sintomas de hiperglicemia grave, tais como: poliúria; polidipsia; polifagia; noctúria; e,

A perda de peso inexplicada.
B alterações no sistema renal.
C alterações no sistema visual.
D alterações no sistema cardiovascular.
E ganho de peso de maneira lentificada.

O câncer de próstata trata-se de um tumor que afeta a próstata, glândula localizada abaixo da bexiga e que envolve a uretra, canal que liga a bexiga ao orifício externo do pênis. É o mais frequente entre os homens depois do câncer de pele. É considerado um câncer da terceira idade, pois a idade é o principal fator de risco, sendo maisincidente em homens a partir da sexta década de vida. São consideradas manifestações clínicas mais comuns neste tipo de câncer, EXCETO:

A Dificuldade de urinar.
B Diminuição do jato urinário.
C Presença de secreção purulenta na urina.
D Demora em iniciar ou finalizar o jato urinário.
E Necessidade de urinar mais vezes durante o dia ou a noite.

Muitos pacientes infectados com Covid-19 podem apresentar delirium . O delirium pode ser uma manifestação decorrente de invasão direta do Sistema Nervoso Central (SNC); indução de mediadores inflamatórios do SNC; efeito secundário de falha de outro sistema de órgãos; efeito de estratégias sedativas; tempo prolongado de VM; ou, fatores ambientais, incluindo isolamento social. Em pacientes que necessitam de suporte de Ventilação Mecânica (VM), o quadro poderá se agravar, dificultando o desmame e prolongando o tempo de VM. As taxas de delirium entre pacientes de UTI mecanicamente ventilados foram de 70 a 75%;sua duração tem se mostrado, também, um preditor independente de longa permanência na UTI. Nesses pacientes, é mandatório o rastreio ativo de delirium , por meio do uso de ferramentas de avaliação como a escala Confusion Assessment Method in an Intensive Care Unit (CAM-ICU). Sobre a relação entre a Covid-19 e a dificuldade no desmame da VM, analise as afirmativas a seguir.

I. Muitos pacientes infectados com Covid-19 podem apresentar despertar difícil da VM em razão do delirium .

II. O enfrentamento do delirium em pacientes com Covid-19, para melhora do desmame da VM, exige ações farmacológicas e não farmacológicas.

III. Manuseio multidisciplinar para dor e ansiedade pode apresentar benefícios para pacientes com Covid-19 em VM.

IV. Pacientes intubados e ventilados com Covid-19 e IMC menor ou igual a 30 kg/m 2 apresentaram menor chance de extubação do que aqueles com IMC < 30 kg/m 2 . Está correto o que se afirma apenas em

A I e III.
B I e IV.
C I, II e III.
D I, II e IV.
E II, III e IV.

As lesões tendinosas são as mais frequentes dentre todas as lesões da mão e, quando tratadas de maneira inadequada, levam a incapacidades importantes envolvendo sua função. Um problema comum do pós-operatório do tendão flexor é a aderência tendinosa que compromete o deslizamento tendíneo e, por consequência, os movimentos de flexão e extensão dos dedos, impactando na função manual e na atividade de preensão. O fisioterapeuta deve estar consciente da importância de uma mobilização pós-operatória segura para promover o deslizamento do tendão e restaurar a função da mão. Ao receber um paciente após tenorrafia dos flexores dos dedos, o fisioterapeuta precisa ter acesso às informações sobre as estruturas lesadas; os procedimentos cirúrgicos; a qualidade; e, o tipo de sutura. Precisa, também, ter conhecimento prévio da anatomia e biomecânica dos tendões flexores e das estruturas vizinhas; da nutrição e cicatrização do tendão; dos mecanismos extrínsecos e intrínsecos da cicatrização; e, dos diferentes programas de reabilitação pós-operatória. Considerando os mecanismos que interferem no deslizamento tendíneo, relacione adequadamente as colunas a seguir. 1 . Retináculo e ligamentos. 2 . Bainhas sinoviais. 3 . Bainhas sinoviais digitais. 4 . Líquido sinovial. 5. Polias.

( ) Previnem o atrito entre os tendões e o retináculo flexor.

( ) Tem como função minimizar as forças de fricção e nutrir o tendão.

( ) Têm como função manter os tendões flexores junto aos ossos, evitando seus deslocamentos durante os movimentos de flexão e extensão.

( ) Previnem a queda dos tendões que resultaria em perda da tensão dos músculos.

( ) Promovem o deslizamento tendinoso de baixa fricção e mantêm o trajeto dos tendões. A sequência está correta em

A 2, 4, 5, 1, 3.
B 3, 4, 5, 1, 2.
C 2, 5, 4, 1, 3.
D 1, 3, 5, 4, 2.
E 3, 5, 4, 1, 2.

Quando uma pessoa descobre que possui uma doença que ameaça sua vida ou uma doença crônica que exerça impacto negativo em qualquer uma de suas dimensões, ela necessita da coadjuvância de diferentes áreas do conhecimento, que possam dar o suporte adequado para mantê-la dentro de uma linha de cuidados que garanta a atenção integral, com dignidade e facilidade de acesso aos recursos médicos e humanitários indispensáveis para sua reabilitação e conforto, com seus sintomas que causam sofrimento devidamente paliados (controlados e/ou amenizados). Considerando os Cuidados Paliativos (CPs), marque V para as afirmativas verdadeiras F para as falsas.

( ) A OMS define CPs como sendo a assistência promovida por uma equipe multidisciplinar, que objetiva a melhoria da qualidade de vida do paciente e seus familiares, diante de uma doença que ameace a vida, por meio da prevenção e alívio do sofrimento, da identificação precoce, avaliação impecável e tratamento da dor e demais sintomas físicos, psicossociais e espirituais.

( ) O St. Christopher’s Hospice foi uma instituição voltada, exclusivamente, para os cuidados de pacientes em fim de vida. Na história, representa uma vanguardista incubadora dos conceitos técnicos, filosóficos e metodológicos da aplicação dos CPs hoje conhecidos e praticados na clínica diária.

( ) Para uma adequada prática dos CPs, devem ser considerados alguns princípios, delineados nos anos 1980, quando diversas sociedades médicas se reuniram com a Joint Commission on Accreditation of Healthcare Organizations (JCAHO) e definiram dez princípios fundamentais. A sequência está correta em

A V, F, V.
B F, V, F.
C V, V, F.
D F, F, V.
E V, V, V.
Texto associado
Resposta global à varíola dos macacos caminha para repetir desigualdade da Covid-19 Sem que tenhamos ainda superado o impacto da Covid-19, enfrentamos agora uma nova emergência de saúde pública, a varíola dos macacos. Ao lado dos EUA, o Brasil é o país com o maior número de mortes (11) e ocupa a segunda posição em número de casos, de acordo com o último Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde. Um fato cada vez mais evidente é que as reações ao avanço da doença parecem repetir erros que tornaram a resposta à Covid-19 desigual e injusta, deixando milhões de pessoas em países pobres sem acesso a vacinas e tratamentos. Nos últimos anos, surtos de varíola dos macacos já afetavam países da África, sendo República Democrática do Congo e Nigéria os mais impactados. Felizmente, há como preveni-la. É provável que vacinas já existentes para a varíola comum gerem uma proteção cruzada para outros vírus da mesma família. Portanto, há indícios de que podem ser eficazes para a varíola dos macacos, e testes de efetividade estão sendo realizados. No entanto, essa era uma doença negligenciada, com deficiências na capacidade de resposta nos países onde é endêmica. Ao chegar a quase 100 países não endêmicos, ela ganhou destaque, mas os locais mais afetados seguem excluídos. Isso porque a vacina hoje considerada mais eficaz, a Jynneos , tem estoques muito baixos e preço muito alto. Para complicar, toda produção é controlada por uma única empresa. Apesar de a empresa, a Bavarian Nordic , ser dinamarquesa, mais de 7 milhões das 10 milhões de doses fabricadas até agora pertencem aos EUA, que financiaram seu desenvolvimento. O resto foi comprado por Canadá, Austrália, Israel e países europeus. Novos lotes estão sendo produzidos, mas em quantidades limitadas. A Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) anunciou em setembro acordo para comprar 130 mil doses para 12 países da América Latina, incluindo o Brasil, que contratou 50 mil. No entanto, só 9.800 chegaram até o momento. O acesso a medicamentos também é um desafio. Das 11 mortes ocorridas no Brasil, ao menos 6 foram de pessoas com HIV/Aids, o que revela a necessidade de uma diretriz específica de tratamento rápido para casos graves nesta população. Um entrave é que o antiviral Tecovirimat , melhor opção até o momento, tem estoques reduzidos e a maior parte está de posse dos EUA. Países africanos ainda não receberam nenhuma vacina, e há muita incerteza sobre quando isso irá acontecer. A empresa declarou capacidade produtiva entre 30 e 40 milhões de doses anuais, na melhor das hipóteses, e tem dúvidas se consegue responder à demanda. Outra barreira é o preço. Estima-se que países ricos paguem cerca de US$ 110 por dose, e o presidente da Bavarian Nordic já disse que o preço será igual para todos. Como se não bastassem exemplos de outras pandemias, essa é mais uma demonstração do que ocorre quando uma tecnologia essencial de saúde é patenteada e colocada em situação de monopólio. Desigualdades são reforçadas, vacinas, diagnósticos e medicamentos se tornam bens de luxo e uma crise torna-se oportunidade de lucro. Mas há saídas. Cada vez mais as tecnologias de saúde são desenvolvidas com investimentos públicos. O conhecimento gerado dessa forma não pode ser controlado de forma exclusiva por uma empresa. Deve ser aberto, permitindo diversas fontes de produção. Além disso, investimentos planejados nas estratégias globais de resposta a pandemias precisam contemplar produtores em todas as regiões. Essa diversidade é fundamental para obter equidade no acesso a tecnologias. Regras mais efetivas de transparência para investimentos em pesquisa, formulação de preços e contratos de compra e distribuição também têm papel-chave. Não é absurdo conceber um mundo onde nenhum país fica para trás em uma crise de saúde, onde vacinas e outras tecnologias de saúde são tratadas como bens comuns e decisões sobre como enfrentar uma pandemia são guiadas pela solidariedade, transparência e ética. Absurdo é seguir aceitando como inevitáveis as crises de acesso a medicamentos, diagnósticos e vacinas. (Felipe de Carvalho. Em: 16/11/2022. Disponível em: https://www.msf.org.br/noticias/resposta-global-a-variola-dos-macacos-caminha-pararepetir-desigualdade-da-covid-19/.)

Em relação à pontuação, pode-se afirmar que em “ Outra barreira é o preço. Estima-se que países ricos paguem cerca de US$ 110 por dose, e o presidente da Bavarian Nordic já disse que o preço será igual para todos. ” (7º§) a correção de acordo com a norma padrão da língua e a preservação da coesão e coerência textuais ocorreriam, caso (considerando ajustes de letras maiúsculas, caso haja necessidade, de acordo com alterações sugeridas):

A a vírgula fosse substituída pelo ponto.
B a vírgula fosse substituída pelo travessão.
C a expressão “países ricos” estivesse entre vírgulas.
D o primeiro ponto fosse substituído por dois pontos.
E o segmento “que o preço será igual” estivesse entre vírgulas.
Texto associado
Resposta global à varíola dos macacos caminha para repetir desigualdade da Covid-19 Sem que tenhamos ainda superado o impacto da Covid-19, enfrentamos agora uma nova emergência de saúde pública, a varíola dos macacos. Ao lado dos EUA, o Brasil é o país com o maior número de mortes (11) e ocupa a segunda posição em número de casos, de acordo com o último Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde. Um fato cada vez mais evidente é que as reações ao avanço da doença parecem repetir erros que tornaram a resposta à Covid-19 desigual e injusta, deixando milhões de pessoas em países pobres sem acesso a vacinas e tratamentos. Nos últimos anos, surtos de varíola dos macacos já afetavam países da África, sendo República Democrática do Congo e Nigéria os mais impactados. Felizmente, há como preveni-la. É provável que vacinas já existentes para a varíola comum gerem uma proteção cruzada para outros vírus da mesma família. Portanto, há indícios de que podem ser eficazes para a varíola dos macacos, e testes de efetividade estão sendo realizados. No entanto, essa era uma doença negligenciada, com deficiências na capacidade de resposta nos países onde é endêmica. Ao chegar a quase 100 países não endêmicos, ela ganhou destaque, mas os locais mais afetados seguem excluídos. Isso porque a vacina hoje considerada mais eficaz, a Jynneos , tem estoques muito baixos e preço muito alto. Para complicar, toda produção é controlada por uma única empresa. Apesar de a empresa, a Bavarian Nordic , ser dinamarquesa, mais de 7 milhões das 10 milhões de doses fabricadas até agora pertencem aos EUA, que financiaram seu desenvolvimento. O resto foi comprado por Canadá, Austrália, Israel e países europeus. Novos lotes estão sendo produzidos, mas em quantidades limitadas. A Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) anunciou em setembro acordo para comprar 130 mil doses para 12 países da América Latina, incluindo o Brasil, que contratou 50 mil. No entanto, só 9.800 chegaram até o momento. O acesso a medicamentos também é um desafio. Das 11 mortes ocorridas no Brasil, ao menos 6 foram de pessoas com HIV/Aids, o que revela a necessidade de uma diretriz específica de tratamento rápido para casos graves nesta população. Um entrave é que o antiviral Tecovirimat , melhor opção até o momento, tem estoques reduzidos e a maior parte está de posse dos EUA. Países africanos ainda não receberam nenhuma vacina, e há muita incerteza sobre quando isso irá acontecer. A empresa declarou capacidade produtiva entre 30 e 40 milhões de doses anuais, na melhor das hipóteses, e tem dúvidas se consegue responder à demanda. Outra barreira é o preço. Estima-se que países ricos paguem cerca de US$ 110 por dose, e o presidente da Bavarian Nordic já disse que o preço será igual para todos. Como se não bastassem exemplos de outras pandemias, essa é mais uma demonstração do que ocorre quando uma tecnologia essencial de saúde é patenteada e colocada em situação de monopólio. Desigualdades são reforçadas, vacinas, diagnósticos e medicamentos se tornam bens de luxo e uma crise torna-se oportunidade de lucro. Mas há saídas. Cada vez mais as tecnologias de saúde são desenvolvidas com investimentos públicos. O conhecimento gerado dessa forma não pode ser controlado de forma exclusiva por uma empresa. Deve ser aberto, permitindo diversas fontes de produção. Além disso, investimentos planejados nas estratégias globais de resposta a pandemias precisam contemplar produtores em todas as regiões. Essa diversidade é fundamental para obter equidade no acesso a tecnologias. Regras mais efetivas de transparência para investimentos em pesquisa, formulação de preços e contratos de compra e distribuição também têm papel-chave. Não é absurdo conceber um mundo onde nenhum país fica para trás em uma crise de saúde, onde vacinas e outras tecnologias de saúde são tratadas como bens comuns e decisões sobre como enfrentar uma pandemia são guiadas pela solidariedade, transparência e ética. Absurdo é seguir aceitando como inevitáveis as crises de acesso a medicamentos, diagnósticos e vacinas. (Felipe de Carvalho. Em: 16/11/2022. Disponível em: https://www.msf.org.br/noticias/resposta-global-a-variola-dos-macacos-caminha-pararepetir-desigualdade-da-covid-19/.)

“ Um fato cada vez mais evidente é que as reações ao avanço da doença parecem repetir erros que tornaram a resposta à Covid-19 desigual e injusta, deixando milhões de pessoas em países pobres sem acesso a vacinas e tratamentos. ” (1º§) Em relação à concordância estabelecida no segmento destacado anteriormente, pode-se afirmar que

A “parecem” e “tornaram” estabelecem concordância com o mesmo referente.
B a expressão “milhões de pessoas” estabelece concordância com o referente “erros”.
C a forma verbal “é” poderia ser substituída pela forma verbal “são” facultativamente.
D a forma verbal “tornaram” estabelece concordância no plural de acordo com o referente retomado pelo pronome relativo.
E caso a forma verbal “parecem” fosse substituída pela forma no singular, o vocábulo “erros” seria empregado obrigatoriamente no singular.