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O caso clínico a seguir contextualiza as questão. Leia-o atentamente. Paciente, sexo feminino, 35 anos, comparece à consulta ambulatorial para avaliação de dor e parestesia em região do ombro e braço esquerdos. Foi realizado o seguinte teste no exame físico: o paciente inspira profundamente, estende ao máximo o pescoço e volta o mento para o lado examinado. Enquanto isso, o examinador apalpa o pulso radial do paciente.

Qual é o nome do teste realizado?

A Eden.
B Elvey.
C Roos.
D Adson.
E Wright.
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O caso clínico a seguir contextualiza as questão. Leia-o atentamente. Paciente, sexo feminino, 35 anos, comparece à consulta ambulatorial para avaliação de dor e parestesia em região do ombro e braço esquerdos. Foi realizado o seguinte teste no exame físico: o paciente inspira profundamente, estende ao máximo o pescoço e volta o mento para o lado examinado. Enquanto isso, o examinador apalpa o pulso radial do paciente.

O principal objetivo da manobra é avaliar uma possível compressão no:

A Espaço costoclavicular.
B Espaço triangular da axila.
C Espaço retrocoracopeitoral.
D Espaço quadrangular da axila.
E Triângulo intercostoescalênico.

Rigidez do cotovelo é uma complicação comum, que pode ter etiologia traumática, neurogênica e/ou por queimaduras, levando a um comprometimento da função do membro superior. A Rigidez Pós-Traumática do Cotovelo (RPTC) pode ser definida como uma perda de qualquer grau de movimento após um trauma. Em sua avaliação, além de deformidades articulares, deve-se considerar o espaço articular; a qualidade da cartilagem articular; e, a presença de ossificações heterotópicas. Nos quadros de RPTC, a ossificação heterotópica do cotovelo ocorre mais frequentemente na região:

A Anterior.
B Anterolateral.
C Anteromedial.
D Posterolateral.
E Posteromedial.

As fraturas do fêmur proximal em criança são graves e estão associadas a altos índices de complicações. Geralmente, são ocasionadas por traumas que envolvem alta energia cinética como quedas de altura, acidentes automobilísticos e prática de esportes radicais; podendo acarretar, também, importantes lesões dos tecidos moles. A classificação de Delbet-Colonna é empregada para orientar o tratamento, bem como avaliar o prognóstico. De acordo com tal classificação, o tipo mais comum de fratura do fêmur proximal em crianças é:

A I – Transcervical.
B II – Transfisária.
C II – Transcervical.
D III – Transfisária.
E IV – Transtrocantérica.
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As informações a seguir contextualizam a questão. Leia-as atentamente. O cotovelo é uma articulação estável devido à sua estrutura óssea, além do reforço proveniente de sua estrutura cápsulo-ligamentar. Apesar disso, as lesões do cotovelo podem ocorrer nos traumas axiais, através das luxações, e também nas fraturas de Monteggia.

De acordo com as orientações da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, sobre a avaliação de pacientes com luxação de cotovelo, assinale a afirmativa INCORRETA.

A O teste do pivô ( pivot shift ) auxilia na avaliação do ligamento colateral lateral e da instabilidade residual póstero-lateral rotatória.
B Para que haja a luxação póstero-lateral do cotovelo é necessário que ocorra lesão na banda anterior do ligamento colateral medial.
C A instabilidade em valgo é avaliada com o ombro em rotação externa e antebraço pronado e avalia a integridade do ligamento colateral medial.
D Na luxação posterolateral rotatória, o mecanismo de trauma decorre de queda com a mão espalmada, com um estresse em valgo, compressão axial e força em rotação posterolateral.
E Na luxação póstero-medial em varo, a característica marcante é a fratura da faceta ântero-medial do processo coronoide associada à lesão do ligamento colateral lateral e/ou a fratura do olécrano.
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As informações a seguir contextualizam a questão. Leia-as atentamente. O cotovelo é uma articulação estável devido à sua estrutura óssea, além do reforço proveniente de sua estrutura cápsulo-ligamentar. Apesar disso, as lesões do cotovelo podem ocorrer nos traumas axiais, através das luxações, e também nas fraturas de Monteggia.

Quando presente a chamada “tríade terrível do cotovelo” aumenta significativamente a instabilidade do cotovelo e potenciais complicações. De acordo com as orientações da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, a tríade terrível é composta por:

A Fratura do coronoide ulnar + Luxação do cotovelo + Fratura da cabeça do rádio.
B Fratura do epicôndilo medial + Fratura do epicôndilo lateral + Luxação do cotovelo.
C Luxação do cotovelo + Fratura da cabeça do rádio + Lesão do ligamento colateral lateral.
D Luxação do cotovelo + Fratura do coronoide ulnar + Lesão do ligamento colateral medial.
E Luxação do cotovelo + Lesão do ligamento colateral medial + Lesão do ligamento colateral lateral.

As fraturas da coluna tóraco-lombar são as mais comuns do esqueleto axial e correspondem a, aproximadamente, 90% das fraturas da coluna. Cerca de 2/3 ocorre na transição tóraco-lombar, entre T11 e L2, e isso ocorre devido à mudança brusca do segmento torácico rígido, mais estável e cifótico para a coluna lombar, um segmento mais flexível, menos estável e lordótico. Considerando que foi desenvolvida a classificação de Dennis , que busca correlacionar o tipo e o mecanismo de trauma com a coluna acometida (anterior, média e posterior) para as fraturas tóraco-lombares, assinale a afirmativa INCORRETA.

A Nas lesões do tipo flexo-distração, ocorre falha da coluna posterior por tensão.
B Na fratura-luxação, espera-se falha nas três colunas: anterior; média; e, posterior.
C A fratura do tipo compressão ocorre principalmente por uma carga axial com flexão.
D Na fratura por explosão, ocorre falha por carga axial das colunas posterior e média com preservação da coluna anterior.
E Nas lesões do tipo compressão, espera-se uma falha da coluna anterior, preservação da coluna média, podendo haver ou não falha da coluna posterior por tensão.

O tratamento indicado para as fraturas transtrocanterianas é eminentemente cirúrgico, salvo em condições especiais, em que o paciente se encontra incapacitado para suportar qualquer cirurgia ou nos raros casos de fratura incompleta ou oculta, que pode-se optar por tratamento conservador e acompanhamento periódico do paciente, seguindo de perto a sua evolução. Para o tratamento, existem dois principais grupos de implantes: a síntese extramedular com pino cérvico-cefálico deslizante (DHS, DMS, Richards ) e a haste cefalomedular ( Gamma Nail, PFN, TFN). (Manual de Trauma Ortopédico – SBOT.) Sobre tais modalidades de tratamento, analise as afirmativas a seguir.

I. O sistema de haste cefalomedular é considerado como o melhor implante a ser utilizado nostipos A1 e A2 (classificação AO).

II. Na haste cefalomedular, existe maior chance de ocorrer fratura da diáfise femoral.

III. É recomendada a utilização do parafuso de compressão da placa lateral em fixação das fraturas transtrocanterianas, sobre tudo nos ossos com grave osteoporose. De acordo com as orientações da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, está correto o que se afirma em

A I, II e III.
B II, apenas.
C I e II, apenas.
D I e III, apenas.
E II e III, apenas.

As fraturas do colo femoral, embora comuns no dia a dia, podem evidenciar dificuldades no seu manejo e resultados não satisfatórios em função da sua anatomia, das forças biomecânicas no local e do suprimento sanguíneo deficitário. De acordo com as orientações da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, sobre avaliação e tratamento de pacientes com fratura do colo femoral, assinale a afirmativa correta.

A Os parafusos canulados levam a uma maior estabilidade da fratura.
B O tratamento de escolha nas fraturas deslocadas ou instáveis é a fixação in situ.
C A classificação de Garden se baseia na orientação da linha de fratura e seu grau de verticalidade com relação à horizontal da pelve.
D Nas lesões instáveis deve ser utilizado, nomínimo,três parafusos,fixados na região do calcar, colocados perpendicularmente ao traço de fratura (parafuso em valgo ).
E A redução pode ser avaliada pelos índices de Garden , cujo alinhamento normal das trabéculas da cabeça femoral e cortical medial faz um ângulo próximo de 160° na radiografia em ântero-posterior e de 180° com a diáfise no perfil.

Paciente, sexo masculino, 28 anos, apresenta surdez unilateral desde os dois anos de idade como sequela de uma neurocirurgia, não tendo feito uso de nenhum método de reabilitação auditiva. Além disso, ele é classificado como de alto risco cirúrgico devido a condições médicas subjacentes. Relata dificuldade em participar de conversas em ambientes barulhentos; localizar a fonte sonora; e, perceber sons do lado esquerdo. A audiometria confirma surdez profunda no ouvido esquerdo e audição normal no ouvido direito. Com base no caso clínico apresentado, assinale a protetização auditiva mais adequada para tal paciente, considerando suas necessidades auditivas específicas.

A Implante coclear no ouvido esquerdo.
B Prótese osteoancorada no ouvido esquerdo.
C Aparelho de amplificação sonora individual no ouvido esquerdo.
D Prótese CROS ( Contralateral Routing of Signal ) no ouvido esquerdo.
E Prótese BICROS ( Bilateral Contralateral Routing of Signal ) com aparelho auditivo de amplificação no ouvido direito.