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O técnico de enfermagem de uma unidade de saúde é indicado para auxiliar o enfermeiro na gestão de materiais de consumo. Para desenvolver essa atividade, é preciso saber que a quantidade a ser requisitada pela unidade ao almoxarifado é determinada pelo perfil de consumo, estabelecendo-se uma cota de materiais que representa uma estimativa de gastos por determinado período. Essa etapa do processo é chamada de

A Provisão.
B Previsão.
C Especificação.
D Abastecimento.
E Estocagem de segurança.

Uma diretriz em comum aos programas do Ministério da Saúde do Brasil, voltados à atenção integral à criança, ao adolescente, ao adulto, à mulher e à pessoa idosa, é a

A proteção contra agravos decorrentes de queda.
B prevenção de acidentes.
C promoção da saúde.
D recuperação da saúde após acidentes.
E cura das doenças por vacinação.

A citologia cervicovaginal de Papanicolau é um exame

A preventivo, ou de rastreamento, de câncer do colo do útero por pesquisa de atipia, ou seja, maturação anormal, em células do epitélio.
B indolor, pois é realizado com células epiteliais coletadas da parte mais externa do conduto vaginal.
C das células do epitélio vaginal, epitélio externo dos ovários e mucosa do colo do útero, resultando na coleta tríplice
D das atipias celulares das duas camadas da pele: derme e epiderme.
E da uretra e do canal uretral para detecção precoce de câncer de bexiga.
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 4 a 10, considere o texto abaixo.

A comunicação pode ser entendida como o compartilhamento de um significado entre dois ou mais indivíduos e, na maioria dos casos, não ocorre espontaneamente, sem qualquer objetivo. Ela é iniciada por alguém que visa alcançar um determinado resultado.
No processo de comunicação intercultural, ao comunicador compete conhecer tanto a sua cultura quanto a cultura de seu receptor. Do ponto de vista teórico, tais recomendações não se distanciam muito do esquema elementar desenvolvido pelo professor Wilbur Schramm, nos primórdios dos estudos da comunicação. Ao transmissor competia codificar uma ideia e gerar um sinal − ou mensagem − através de um meio, de modo que o receptor pudesse decodificá-lo e absorver o seu significado. Esse processo desenrolava-se sobre um cenário, ou contexto, e dizia-se que cabia ao transmissor dimensionar a mensagem no nível de percepção e entendimento do receptor.
São comuns, entretanto, as situações em que, em lugar de assumir esperadas posições de competência na comunicação intercultural, vemos transmissores emitindo mensagens que não são compreendidas pelos seus receptores, impossibilitando-os de produzir significados próprios e transformando-os em meros repetidores do que ouvem − numa clara relação de dominação. Os exemplos seriam muitos; para lembrar apenas um, no campo da comunicação empresarial, podemos mencionar o grande número de empresas internacionais que utiliza, no Brasil, slogans ou lemas publicitários em inglês − sem tradução − a despeito do fato de que não mais do que dez por cento da população seja fluente nesse idioma.

(Adaptado de: PENTEADO, José Roberto Whitaker. “A comunicação intercultural: nem Eco nem Narciso”. In: SANTOS, Juana Elbein dos (org.). Criatividade: Âmago das diversidades culturais − A estética do sagrado. Salvador, Sociedade de Estudo das Culturas e da Cultura Negra no Brasil, 2010, p. 204-205)

O conteúdo do texto está organizado nos três parágrafos na seguinte ordem:

A descrição das etapas da comunicação; exemplo de um tipo específico de comunicação; resumo do que foi exposto.
B definição de comunicação; apresentação de um ideal de comunicação intercultural; ilustração de desvio desse ideal.
C exposição do conceito de comunicação; comparação entre diferentes tipos de comunicação; retificação das ideias expostas anteriormente.
D explicação subjetiva de comunicação; introdução de uma definição contrária à explicação anterior; detalhamento de diferentes processos comunicativos.
E conceituação de comunicação segundo o senso comum; crítica a esse conceito; demonstração de um tipo de comunicação não convencional.

Uma criança de dois meses de idade, previamente saudável, é levada ao pronto atendimento pela mãe com um quadro de quatro dias de tosse, coriza, espirros e cansaço com piora há um dia, sem febre. Ao exame físico, apresenta-se em regular estado geral, com respirações irregulares (padrão “ gasping ”), FC: 88 bpm, estertores finos e raros sibilos expiratórios em ambos hemitórax. A melhor conduta, dentre as abaixo, é:

A fornecer oxigênio através de ventilações manuais com bolsa-valva-máscara.
B iniciar compressões torácicas e ventilações manuais, na relação de 15:2 com dois socorristas.
C indicar três inalações com soro fisiológico com intervalo de 20 minutos.
D prednisolona 1 mg/kg e 400 mcg de salbutamol por três vezes.
E sulfato de magnésio 70 mg/kg endovenoso.
Órgão: Secretaria Municipal de Saúde de São José do Rio Preto Cargo: Médico Platonista - Área Pediatria Prova: FCC - SMS São José do Rio Preto - Médico Plantonista Pediatra - 2019

Janaína é fonoaudióloga de uma UBS que tem recebido cada vez mais solicitações de avaliação do Processamento Auditivo Central (PAC) das crianças que estudam nas escolas do território. Nos encaminhamentos, sempre aparecem informações semelhantes: o aluno não tem o rendimento esperado, parece não compreender solicitações, apresenta dificuldades na escrita. Inicialmente, a fonoaudióloga fazia uma avaliação de linguagem para identificar se havia, de fato, a necessidade de um exame de PAC, e encaminhava relatório com orientações específicas para as professoras. Ao longo dos meses, a fonoaudióloga notou um expressivo aumento no número de encaminhamentos, e decidiu levar essa questão para a reunião de equipe. Durante a reunião, a psicóloga informou que também tem aumentado o número de pedidos para avaliação neuropsicológica de estudantes das mesmas escolas e com as mesmas justificativas.
A ação adequadamente alinhada às diretrizes e políticas públicas do Sistema Único de Saúde é

A solicitar que as escolas encaminhem as crianças para avaliação fonoaudiológica, já que a solicitação de exames específicos é prerrogativa da saúde e, caso necessário, ela mesma solicitará o exame de PAC.
B devolver os encaminhamentos, informando que as questões de aprendizagem não estão no rol de ações do SUS, além de indicar que as escolas devem buscar parcerias com instituições de apoio à aprendizagem, cultura e assistência social que são as adequadas para contribuir com esse processo.
C encaminhar as crianças para um serviço de atenção especializada para a realização do exame e solicitar que, tão logo o exame seja realizado, encaminhem o relatório para que a escola tome as providências adequadas.
D realizar formações nas escolas para que as professoras saibam encaminhar adequadamente os alunos para o serviço de saúde.
E promover encontros entre as equipes de saúde da escola para compreender as razões dos encaminhamentos e discutir, em conjunto com as professoras, possíveis estratégias educacionais que possam melhorar a aprendizagem.

Ao definir os recursos orçamentários do NASF, a Portaria n o 154, de 2008, fixa esse recurso como parte da fração variável do Piso de Atenção Básica (PAB variável) que compõe o Bloco Financeiro de Atenção Básica. Do ponto de vista da relação interfederativa de transferência destes recursos, o Ministério da Saúde suspenderá os repasses deste incentivo quando

A houver descumprimento da carga horária mínima de 20 horas semanais prevista para os profissionais dos NASF.
B da ausência de qualquer um dos profissionais da equipe por período superior a 120 (cento e vinte) dias, com exceção dos períodos em que a contratação de profissionais esteja impedida por legislação específica.
C da inexistência de unidade de saúde cadastrada para o trabalho destas equipes.
D houver número mínimo de Equipes de Saúde da Família vinculadas ao NASF.
E houver equipes de Saúde da Família completas e as Equipes de Saúde da Família incompletas por período de até 90 dias vinculadas ao NASF.
Órgão: Secretaria Municipal de Saúde de São José do Rio Preto Cargo: Médico da Família e Comunidade Prova: FCC - SMS São José do Rio Preto - Médico da Família e Comunidade - 2019

Nas áreas destinadas à manipulação da Nutrição Parenteral em ambientes farmacêuticos é VEDADO o uso de

A portas de correr.
B filtros de ar.
C cantos arredondados.
D tubulações embutidas.
E tetos rebaixados.
Órgão: Secretaria Municipal de Saúde de São José do Rio Preto Cargo: Analista em vigilância Sanitária - Área: Arquiteto Prova: FCC - SMS São José do Rio Preto - Analista em vigilância Sanitária - Área: Arquiteto - 2019

Na video-histeroscopia cirúrgica para miomectomia, a cavidade uterina pode ser distendida com

A ringer lactato, por menor condução de energia monopolar, evitando lesão térmica e intoxicação hídrica.
B gás carbônico que facilita o uso da energia monopolar, mais eficaz nessa cirurgia.
C manitol que tem alta viscosidade e baixa capacidade de extravasamento na pelve, diminuindo risco de hiponatremia.
D glicina que conduz melhor a energia bipolar, diminuindo o risco de queimadura e de embolia gasosa.
E soro fisiológico que permite o uso de energia bipolar com segurança.

O tratamento do câncer de rim tem evoluído nos últimos anos graças ao grande número de evidências recentes mostrando que tanto a imunoterapia quanto a terapia-alvo são efetivas no manejo dessa doença. Em relação ao tratamento:

A Avelumabe deve ser a terapia de escolha no tratamento adjuvante destes pacientes.
B O tratamento adjuvante após nefrectomia radical deve ser indicado, e a droga de escolha é o sorafenibe.
C O tratamento adjuvante pode ser considerado após nefrectomia radical, e a droga de escolha é o pazopanibe.
D O tratamento adjuvante deve ser realizado, e a droga de escolha é o nivolumabe.
E Não há estudos de fase III comprovando ganho de sobrevida global com terapia-alvo ou imunoterapia no cenário adjuvante.