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Uma Secretaria da Fazenda mantém um data center próprio para hospedar os sistemas tributários, com investimento inicial de R$ 8 milhões em servidores, storage e infraestrutura. Os custos anuais incluem energia elétrica (R$ 480 mil), equipe técnica (R$ 720 mil), licenças de software (R$ 240 mil), manutenção de hardware (R$ 360 mil) e climatização (R$ 200 mil). A diretoria avalia migrar para computação em nuvem, em que pagaria apenas pelos recursos efetivamente consumidos a cada mês, sem investimento inicial, eliminando custos de energia, equipe de infraestrutura e manutenção de hardware , mantendo apenas custos com pessoal especializado em gestão de nuvem. O conceito financeiro de TI que melhor caracteriza a mudança proposta é:

A ROI positivo, pois a economia gerada pela eliminação de custos operacionais do data center próprio permitirá recuperar O investimento inicial em infraestrutura em prazo reduzido.
B Mudança de CAPEX para OPEX, pois substitui investimento inicial em ativos de capital por modelo de despesa operacional recorrente baseada em consumo de recursos sob demanda.
C Redução de TCO, pois a eliminação completa de todos os custos diretos e indiretos relacionados ao data center próprio resultará em custo total de propriedade próximo de zero.
D Implementação de FinOps, pois estabelece modelo de governança financeira colaborativa em que equipes técnicas e financeiras otimizam continuamente custos de nuvem através de métricas compartilhadas.
E Aumento de CAPEX, pois os pagamentos mensais recorrentes à provedora de nuvem representam investimentos capitalizáveis em infraestrutura tecnológica de longo prazo para a Secretaria.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Específicos - 2026

Determinado contribuinte do ICMS realizou operação de circulação de mercadoria, não incluída na substituição tributária com pagamento antecipado do imposto, e emitiu o documento fiscal calculando, por engano, o imposto devido nessa operação, mediante aplicação da alíquota de 12%, quando a alíquota correta seria a de 18%.
O documento fiscal foi lançado na escrita fiscal, no período de sua emissão, e, após realizados às procedimentos de apuração, O saldo devedor apurado foi recolhido dentro no prazo estabelecido na legislação.
O Fisco, ao proceder à fiscalização do estabelecimento, dentro do prazo decadencial, constatou a existência dessa irregularidade.

De acordo com a disciplina do Código Tributário Nacional acerca dos lançamentos por homologação, a autoridade fiscal que constatou a irregularidade

A determinará ao contribuinte, sob pena de aplicação de penalidade pecuniária, que refaça sua escrita fiscal, calculando o valor do imposto mediante a aplicação da alíquota correta, procedendo a nova apuração do saldo e, por fim, efetuando o complemento do valor a recolher.
B deverá proceder ao lançamento de ofício do valor integral do ICMS devido na operação, pois o pagamento antecipado não extinguiu definitivamente o crédito tributário, computando nesse lançamento, a favor do contribuinte, o valor já recolhido por meio do lançamento por homologação.
C deverá efetuar novo lançamento, na modalidade de ofício, calculando o valor total do ICMS devido naquela operação, mediante aplicação da alíquota de 18%, podendo o contribuinte, se o desejar, pedir restituição da quantia paga por meio do lançamento por homologação.
D nada poderá fazer, porque o imposto devido foi escriturado nos livros fiscais, foi incluído na apuração do imposto e o saldo apurado foi objeto de recolhimento, tendo sido, com isso, extinto definitivamente o crédito tributário.
E deverá efetuar lançamentos fiscais corretivos na escrita fiscal do contribuinte, complementando o valor do imposto devido na referida operação, e notificando-o a efetuar o recolhimento da diferença, por meio de guia de recolhimentos especiais, no prazo fixado na legislação.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Receita Estadual - Área Gestão Tributária Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Receita Estadual - Área Gestão Tributária Conhecimentos Básicos - 2026

Um órgão fazendário estadual fiscaliza o transporte de cargas e mantém bases de NF-e e declarações tributárias com dados pessoais e sensíveis. À legislação tributária fixa prazos mínimos de guarda, enquanto a LGPD permite retenção apenas pelo tempo necessário e sob certas condições para fins estatísticos. Encerrados os prazos legais, O órgão quer seguir fazendo análises estatísticas de longo prazo. Nesse cenário, a política de retenção e descarte que atende a esses requisitos é:

A Definir prazo de retenção alinhado à legislação tributária, compactar as bases antigas em um servidor isolado, preservar todos 05 dados identificáveis e justificar a ausência de descarte pelo baixo custo de armazenamento.
B Reduzir o prazo de retenção para período inferior ao previsto na legislação tributária, descartando os dados antes do término do prazo legal para diminuir riscos de incidentes de segurança.
C Manter indefinidamente todos os registros identificáveis em produção e em backups enquanto houver interesse institucional em análises estatísticas.
D Definir prazo de retenção alinhado à legislação tributária e, ao final, aplicar anonimização irreversível aos identificadores pessoais, preservando apenas dados anonimizados para análises estatísticas.
E Excluir os registros dos ambientes de produção ao fim do prazo legal, respeitando a legislação tributária, mas mantê-los identificáveis em mídias de backup para análises estatísticas.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Receita Estadual - Área Gestão Tributária Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Receita Estadual - Área Gestão Tributária Conhecimentos Específicos - 2026

Um auditor observa que P ( X = m ) P ( X = m + 1 ) ​ = c para algum c > 0, m um inteiro não negativo e P(X = m) a probabilidade da variável X P(X=m) assumir o valor m. A variável X segue uma distribuição de Poisson com valor esperado λ. O valor de λ em função de c e m é

A m/c
B c (m +1)
C (m+1)/c
D cm
E c/(m + 1)
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Receita Estadual - Área Gestão Tributária Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Receita Estadual - Área Gestão Tributária - 2026

Um sistema estadual de arrecadação consolida diariamente indicadores tributários provenientes de múltiplas fontes e, para acelerar leituras repetitivas desses indicadores já consolidados, a equipe de Dados está avaliando armazená-los em um banco NoSQL do tipo chave-valor. Considerando as características desse modelo de dados, a justificativa que melhor fundamenta essa escolha é:

A Suporte para recuperação de valores por chave com latência muito baixa, adequado a leituras repetitivas.
B Habilidade de distribuir grandes volumes de indicadores entre diversos nós utilizando estratégias de particionamento por chave, favorecendo escalabilidade horizontal em cenários de alta demanda e leituras repetitivas.
C Integração com frameworks de análise em lote que utilizam chaves de agrupamento para processar periodicamente grandes volumes de dados tributários consolidados com leituras repetitivas.
D Possibilidade de organizar indicadores tributários em estruturas desnormalizadas onde cada conjunto consolidado é tratado como um registro chaveado, reduzindo a dependência de consultas internas e externas.
E Capacidade de aplicar politicas de replicação baseadas em chaves de partição, garantindo que indicadores crílicos permaneçam disponíveis e acelerando leituras repelitivas, mesmo sob falhas de nós.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Receita Estadual - Área Gestão Tributária Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Receita Estadual - Área Gestão Tributária Conhecimentos Específicos - 2026

Uma Secretaria da Fazenda Estadual está reestruturando seu modelo de governança de dados fiscais. Atualmente, três áreas distintas gerenciam dados tributários: a Coordenadoria de Fiscalização, a Subsecretaria de Arrecadação e a Diretoria de Tecnologia da Informação. Cada área mantém seus próprios padrões de qualidade, políticas de acesso e definições de metadados, gerando inconsistências nas análises. Para resolver o problema, a alta administração decidiu criar uma estrutura de governança onde representantes das três áreas se reúnem periodicamente para deliberar sobre políticas, padrões e prioridades relacionadas aos dados tributários. Às decisões sobre frameworks de qualidade, taxonomias de metadados e diretrizes de acesso são tomadas através de votação pelos membros, com cada área tendo poder de voto proporcional ao volume de dados sob sua responsabilidade. Adicionalmente, foram estabelecidos padrões corporativos mínimos obrigatórios, enquanto cada área mantém autonomia para decisões operacionais específicas de seus processos internos, desde que em conformidade com os padrões aprovados pelo grupo deliberativo.

Nesse caso, a governança de dados implementada foi

A federada, pois estabelece padrões corporativos centrais enquanto permite que cada área mantenha controle operacional sobre seus próprios dados e processos locais.
B colegiada, pois as decisões são tomadas por um comitê com representantes de múltiplas áreas através de consenso e participação coletiva nas definições.
C centralizada, pois concentra as decisões sobre dados tributários em um único comitê central que define políticas uniformes para todas as áreas da Secretaria.
D descentralizada, pois mantém a autonomia das três coordenadorias para tomarem decisões independentes sobre seus respectivos conjuntos de dados fiscais.
E compartilhada, pois distribui responsabilidades entre tecnologia e negócio, com a área de TI implementando infraestrutura e as áreas fiscais definindo regras tributárias.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Receita Estadual - Área Gestão Tributária Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Receita Estadual - Área Gestão Tributária Conhecimentos Específicos - 2026
Texto associado
Atenção : Considere o texto abaixo para responder às questões de números 69 e 70.

Why Audits Fail: A Story of Missteps and Lessons Learned

24 January 2025

Let's look at three common reasons why audits fall apart and see what we can learn from them.

1. ___[subtítulo]___

Picture an auditor walking into a company with a checklist and a laptop, ready to make sense of the chaos. But instead of finding clarity, they're handed a series of false assumptions. Maybe management paints an overly rosy picture of their processes. Or worse, the evidence provided is incomplete or outright fabricated. Imagine the frustration of trying to solve a puzzle when pieces are deliberately hidden or swapped out.
Sometimes it's not malicious - management might not even realize their statements are misleading. But the result is the same: the auditor can't do their job, and critical issues go unnoticed.

2 . A Lack of Skilled Resources

Now imagine the audit team itself. Maybe they're new, overwhelmed, or simply don't have the expertise needed to navigate the complexities of this organization. Instead of spotting red flags, they miss them - or worse, don't even know where to look.
Auditing isn't easy. It takes specialized knowledge to dig into systems, spot gaps in controls, and interpret what the data is really saying. Without skilled resources, even the most thorough audit plan can fall apart.

3 . No Support from the Organization

Finally, imagine the company itself. The audit team asks for access to critical systems but gets stuck waiting for approval. Employees avoid answering questions because they're either too busy or worried about saying the wrong thing. The systems in place are outdated, making it impossible to track down reliable data. At this point, it's like the auditor is running a race with their shoelaces tied together.
Auditors can't succeed without support. They need access to systems, cooperation from employees, and tools that make their job easier - not harder. When the organization doesn't provide this support, even the most well-intentioned audit is doomed.

How to Avoid a Failed Audit

So, how can we change the ending to this story? It comes down to preparation and collaboration. Here are a few things every organization can do:
- Be Transparent: Don't hide problems. Audits are there to help, not punish.
- Invest in Skills: Train your audit team and give them the tools they need to succeed.
- Foster a Supportive Culture: Make sure employees see audits as opportunities for growth, not something to fear.

(Adapted from https://www.linkedin.com/pulse/why-audits-fail-story-missteps-lessons-learned-morfa-itil-cobit-5-1rghe/)

Um subtítulo adequado para a primeira circunstância que pode impedir uma boa auditoria é

A The auditor failed to fabricate evidence
B The auditor was misled
C The auditor noticed critical issues
D The auditor spotted malicious data
E The auditor made false assumptions
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Receita Estadual - Área Gestão Tributária Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Receita Estadual - Área Gestão Tributária - 2026

Ao analisar a estrutura do Balanço de Pagamentos brasileiro, segundo as regras vigentes do Banco Central, tem-se que

A as despesas com aluguel de equipamentos devem ser registradas sob a rubrica da “Conta de Capital”.
B as exportações são registradas sob a rubrica da “Balança Comercial”, tendo seu registro pelos valores CIF ( Cost, Insurence and Freight ).
C o investimento direto estrangeiro no Brasil deve ser registrado na categoria “Conta de Capital”.
D a rubrica “Rendas” registra os movimentos gerados pelos investimentos brasileiros em carteira.
E as receitas originadas a partir de remessas de trabalhadores (migrantes internacionais) têm seu registro na categoria “Transferências Unilaterais Correntes”.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Receita Estadual - Área Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Receita Estadual - Área Tecnologia da Informação Conhecimentos Gerais - 2026

Uma Secretaria da Fazenda está implementando governança de TIC baseada no COBIT 2019 para estruturar processos de gerenciamento de dados fiscais, segurança da informação e entrega de serviços digitais aos contribuintes. A alta administração definiu como prioridades estratégicas: garantir conformidade com a LGPD no tratamento de dados tributários, aumentar disponibilidade dos sistemas de arrecadação e reduzir custos operacionais de TIC. O diagnóstico inicial identificou maturidade baixa em processos de gestão de segurança da informação, ausência de indicadores de desempenho para serviços de TIC e falta de alinhamento entre demandas das áreas fiscalizadoras e capacidade de entrega da equipe de tecnologia. Considerando os componentes do sistema de governança do COBIT 2019, a abordagem de implementação que melhor atende esse cenário é

A utilizar o Design Framework do COBIT 2019 para customizar sistema de governança considerando fatores de design (estratégia empresarial, perfil de risco, conformidade regulatória, papel da TIC), selecionar objetivos de governança e gestão prioritários alinhados às metas institucionais, definir componentes aplicáveis (processos, estruturas organizacionais, fluxos de informação, políticas e competências) e estabelecer métricas específicas para monitorar conformidade com a LGPD, disponibilidade de sistemas e otimização de custos.
B implementar todos os 40 objetivos de governança e gestão do COBIT 2019 simultaneamente através de projeto corporativo único coordenado por consultoria externa, estabelecer comitê de governança multidisciplinar para aprovar todas as decisões de TIC e criar documentação completa de políticas e procedimentos antes de iniciar qualquer mudança operacional nos processos atuais.
C focar nos processos de gestão da área de Entrega, Serviço e Suporte - Service Support and Delivery (SSD) do COBIT 2019 que tratam diretamente de operações de TIC, delegar responsabilidade de implementação à equipe técnica de infraestrutura com mínimo envolvimento da alta administração e adotar práticas do framework adaptados ao contexto do Specific Values (54) da Secretaria.
D adotar componentes de processos do COBIT 2019 - System Security Value (55SV) relacionados à segurança da informação para atender a LGPD, com menor investimento em componentes do sistema de governança, como estruturas organizacionais e luxos de informação, porque a conformidade regulatória é responsabilidade da área jurídica.
E mapear processos atuais de TIC da Secretaria conforme modelo de referência do COBIT - Services Central Value Delivery (SCVD), contratar auditoria externa para avaliar aderência às práticas de governança, não só as especificidades do setor público tributário e implementar recomendações de auditoria independentemente de alinhamento com objetivos estratégicos institucionais.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Fazenda Estadual - Área: Tecnologia da Informação Conhecimentos Específicos - 2026
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 9 a 14, baseie-se no texto seguinte.

Acerca do pensamento político de Maquiavel
Na Itália do Renascimento, reinava grande confusão. A tirania imperava em pequenos principados. É nesse panorama de crise econômica e política que Nicolau Maquiavel nasceu (1469). De formação erudita, ele deixará como legado principal de seu pensamento o livro O Príncipe, no qual distingue e analisa pragmaticamente as formas objetivas pelas quais se manifesta o poder da política. Até então, o estudo dos assuntos de Estado vinculava-se à moral e à religião, descarnados de uma base mais concreta, impondo-se como modelos ideais do bom governante de uma sociedade justa.
Maquiavel mudou o curso do pensamento político. Passou a vê-lo associado às ações efetivas do poderoso, que deveriam vir à luz longe de qualquer abstração. Assim, seu conceito de virtude distingue, na política, a qualidade do homem que sabe aproveitar o momento exato criado pela fortuna , entendendo-se por esta o momento histórico que propicia a ocasião na qual o homem faz valer sua real inclinação política, conduzindo suas ações com método rigoroso, para alcançar o êxito pretendido: chegar ao poder e mantê-lo. O carisma da virtude é próprio de quem se adapta à natureza de seu tempo, de quem apreende seu sentido e se capacita para realizar na prática a necessidade latente de sua época. Maquiavel oferece aos pleiteantes do poder um modelo pragmático e astucioso de bem orientada ação política.
É lícito discordar das ideias de Maquiavel, mas é difícil demonstrar que o convívio político entre os homens, ao longo dos séculos, tenha sido outro. Se existem boas teorias políticas, a prática é sempre diferente. Maquiavel simplesmente fez da prática uma teoria. O enunciado brutal dos princípios do maquiavelismo, com sua chocante amoralidade, explicitaria a realidade interna do poder político. E isso talvez seja uma contribuição preciosa, até hoje, para a superação desse amoralismo.

(Adaptado de: MARTINS, Carlos Estevam. Encarte a Maquiavel (passim) - Os pensadores. São Paulo: Ed. Abril, 1973)

Aos que pleiteiam o poder, Maquiavel oferece a esses postulantes as vantagens de um método político, a principal vantagem desse método está na segura vitória de quem adota tal método de modo inteiramente pragmático.

Evitam-se as viciosas repetições do período acima substituindo-se os elementos sublinhados, na ordem dada, por:

A lhes oferece - cuja principal vantagem - o adota
B oferece aos mesmos - onde a vantagem principal - adota a ele
C os oferece - a sua principal vantagem - o adota
D oferece-lhes - na qual a principal vantagem - lhe adota
E oferece-os - a quem a vantagem principal - adota-lhe
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo Cargo: Auditor Fiscal da Receita Estadual - Área Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ SP - Auditor Fiscal da Receita Estadual - Área Tecnologia da Informação Conhecimentos Gerais - 2026