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157 questões encontradas

A evolução do pensamento em Administração permite instalar um debate acerca da transição de paradigmas organizacionais, ou seja, do paradigma industrial ao paradigma pós-industrial. Considere:

I. Da organização voltada aos recursos para uma organização voltada à demanda.
II. De um regime que elimina as tarefas delimitadas para um regime com alto grau de especialização de tarefas.
III. De um modelo baseado em economia de escopo para um modelo estritamente baseado em economia de escala.
IV. Da organização vertical do trabalho para uma organização horizontal do trabalho.
V. Da ênfase na redução da responsabilidade do trabalhador para uma ênfase na corresponsabilidade do trabalhador.

São consideradas transições entre esses dois paradigmas o que consta APENAS em

A I, IV e V.
B II, III e V.
C I, III e IV.
D II e III.
E IV e V.
Órgão: Secretaria de Estado da Gestão e Previdência do Maranhão Cargo: Analista Executivo - Área: Administrador Prova: FCC - SEGEP - Analista Executivo - Área: Administrador - 2018

A Cia. Devedora adquiriu um imóvel para ser pago em 4 prestações iguais de R$ 30.000,00, vencíveis em 30, 60, 120 e 180 dias, respectivamente. A taxa de juros composta cobrada foi de 3% ao mês. Se a Cia. Devedora desejasse comprar o imóvel à vista, a equação que permite identificar o valor que a Cia. desembolsaria, identificado pela variável x, é

A x = 1 , 0 3 3 0 . 0 0 0 ​ + ( 1 , 0 3 ) 2 3 0 . 0 0 0 ​ + ( 1 , 0 3 ) 3 3 0 . 0 0 0 ​ + ( 1 , 0 3 ) 4 3 0 . 0 0 0 ​
B x = ( 1 , 0 3 ) 6 1 2 0 . 0 0 0 ​
C x = 1 , 0 3 3 0 . 0 0 0 ​ + ( 1 , 0 3 ) 2 3 0 . 0 0 0 ​ + ( 1 , 0 3 ) 4 3 0 . 0 0 0 ​ + ( 1 , 0 3 ) 6 3 0 . 0 0 0 ​
D x = 3 0 . 0 0 0 + 1 , 0 3 3 0 . 0 0 0 ​ + ( 1 , 0 3 ) 3 3 0 . 0 0 0 ​ + ( 1 , 0 3 ) 4 3 0 , 0 0 0 ​
E x = 1 , 0 3 3 0 . 0 0 0 ​ + 1 , 0 6 3 0 . 0 0 0 ​ + 1 , 1 2 3 0 . 0 0 0 ​ + 1 , 1 8 3 0 . 0 0 0 ​
Órgão: Secretaria de Estado da Gestão e Previdência do Maranhão Cargo: Analista Previdenciário - Área: Atuarial e Contábil Prova: FCC - SEGEP - Analista Previdenciário - Área: Atuarial e Contábil - 2018

A Cia. Endividada obteve, em 30/11/2013, um empréstimo no valor de R$ 200.000,00 para ser liquidado com o pagamento de 2 parcelas trimestrais cujo valor era R$ 106.902,75. A taxa de juros contratada foi 1,5% ao mês no regime de capitalização composta e a empresa pagou, adicionalmente, no dia da obtenção do empréstimo, despesas de contrato no valor de R$ 4.000,00. A taxa de custo efetivo calculada para a operação é 1,96% ao mês e o empréstimo era mensurado pelo custo amortizado.

Com base nestas informações, e assumindo que os meses tenham 30 dias, a empresa evidenciou, na Demonstração do Resultado de 2013, despesas com encargos financeiros no valor, em reais, de

A 7.000,00.
B 3.841,60.
C 7.920,00.
D 6.940,00.
E 6.300,92.
Órgão: Secretaria de Estado da Gestão e Previdência do Maranhão Cargo: Analista Previdenciário - Área: Atuarial e Contábil Prova: FCC - SEGEP - Analista Previdenciário - Área: Atuarial e Contábil - 2018

De acordo com a Portaria MPS 403/2008, os Regimes Próprios de Previdência Social − RPPS poderão adotar os seguintes regimes de financiamento de seu plano de benefícios para observância do equilíbrio financeiro e atuarial: regime financeiro de

A descapitalização; de somatória de capitais; e de diminuição de capitais.
B capitalização; de somatória de capitais; e de somatória simples.
C mais valia; de diminuição de capitais; e de diminuição simples.
D capitalização; de repartição de capitais de cobertura; e de repartição simples.
E mais valia; de repartição de capitais sem cobertura; e de repartição complexa.
Órgão: Secretaria de Estado da Gestão e Previdência do Maranhão Cargo: Analista Previdenciário - Área Administrativa Prova: FCC - SEGEP - Analista Previdenciário - Área Administrativa - 2018

O processo de Planejamento Estratégico é um conjunto seriado de análises e escolhas que podem contribuir com as chances de uma organização optar por uma boa estratégia e, consequentemente, uma boa posição competitiva. Nos casos dos órgãos públicos, podem contribuir para melhorar tanto a eficiência operacional quanto as percepções do cliente-cidadão em relação aos serviços prestados. Após a definição da Missão, Valores e Objetivos, o próximo passo envolve as análises dos ambientes externo e interno. Referem-se ao ambiente externo da organização:

A Recursos e Capacidades.
B Forças e Fraquezas.
C Oportunidades e Ameaças.
D Competências e Conhecimento.
E Bens de Capital e Sistemas de Informação.
Órgão: Secretaria de Estado da Gestão e Previdência do Maranhão Cargo: Analista Executivo - Área: Recursos Humanos Prova: FCC - SEGEP - Analista Executivo - Área: Recursos Humanos - 2018
Texto associado
Atenção : Considere o texto abaixo para responder às questões de números 1 a 5.

O equilíbrio entre desafio e frustração é crucial no ensino. O problema é que estudantes têm talentos variados e diferentes. A mesma aula pode ser fácil demais e entediar certos alunos e, ao mesmo tempo, parecer intransponível a outros.
É óbvio que não somos todos iguais, mas custamos a admitir isso. Uma consequência da ideia de que somos todos iguais é que a diferença entre os alunos que terão sucesso na escola e os que não terão não pode ser questão de mais ou menos inteligência, predisposição ou preguiça.
A diferença entre os que conseguem e os que não, para muitos, reside apenas na capacidade de resistir à frustração.
Ou seja, os que conseguem são os que não desistem, e não desistem porque não se deixam derrubar pela frustração. Os que não conseguem têm as mesmas habilidades, mas perdem coragem quando frustrados. Consequência: o que é preciso ensinar às crianças é resistência à frustração, que os estudos e a vida em geral necessariamente lhes prometem.
Não deixa de ser paradoxal: nossa cultura pensa que a chave do sucesso está na capacidade de se frustrar. Sempre tem alguém para se indignar porque seríamos hedonistas e imediatistas. Na verdade, somos uma das culturas menos hedonistas da história do Ocidente: somos apologistas da frustração, que, aliás, tornou-se mérito.
É raro encontrar pais que não estejam convencidos de que não é bom dar a uma criança o que ela quer. É claro que, se faz manhas para obter algo que está fora do orçamento familiar, é preciso dizer não. E talvez seja bom que ela aprenda, assim, que a realidade resiste ao desejo.
Mas nossa pedagogia frustradora não depende do orçamento: uma criança de classe média, nem obesa nem pré-diabética, pede um sorvete (valor insignificante). Em regra, a resposta será negativa: agora é tarde ou cedo demais, é muito doce, e por aí vai... Produzir uma frustração é considerado um ato pedagógico, que ajudará a criança a crescer.
Amadurecer, na nossa cultura, significa aprender a renunciar. Por isso, presume-se que o idoso seja mais sábio que o jovem, porque saberia "naturalmente" que a vida é renúncia.
Mas e se o essencial da vida forem os sorvetes que não tomamos, todos os pequenos (grandes) prazeres aos quais renunciamos em nome de uma propedêutica à suposta grande frustração da vida? Pior: e se estivermos educando as crianças para que queiram desde pequenas renunciar aos prazeres da vida?
Obviamente, não é preciso dar à criança tudo o que pede. Mas também não é preciso lhe negar o que ela pede sob pretexto de que estaríamos treinando-a para alguma preciosa sabedoria.

(Adaptado de: CALLIGARIS, Contardo. Disponível em: folha.uol.com.br, 21/12/2017)

Depreende-se do texto que o autor

A questiona a ideia de que a capacidade de resistir à frustração seja fundamental para a vida, quando talvez os prazeres a que renunciamos tenham um papel mais importante.
B apoia a noção de que o êxito de determinado aluno advém de sua capacidade de resistir aos reveses trazidos pelo amadurecimento, capacidade esta que deve ser valorizada pelos pais.
C aponta para o fato de estarmos inseridos em uma cultura cujo principal objetivo é a busca incessante do prazer, o que torna difícil apender a lidar com a frustração, especialmente na juventude.
D critica os pais que, desconsiderando o orçamento familiar, atendem a todos os desejos das crianças, impedindo-as de confrontar desejo e realidade e, assim, tornarem-se adultos bem-sucedidos.
E sugere que o ambiente propício ao aprendizado é aquele em que se respeitam as diferenças inerentes aos alunos, independentemente de uns se sentirem mais desafiados que outros.
Órgão: Secretaria de Estado da Gestão e Previdência do Maranhão Cargo: Analista Previdenciário - Área: Financeira e Contábil Prova: FCC - SEGEP - Analista Previdenciário - Área: Financeira e Contábil - 2018

Um posto de saúde dispõe de um lote de 1 980 doses de uma vacina da gripe. Esse posto vacina exatamente 60 pessoas por dia com uma dose dessa vacina, sendo que pelo menos 40 delas são do grupo de risco, constituído por crianças e idosos. Ao término desse lote, o posto registrou a vacinação de 60 pessoas que não eram do grupo de risco. Em tais condições, necessariamente, em algum dia de uso do lote, foram vacinadas, do grupo de risco,

A exatamente 48 pessoas.
B pelo menos 59 pessoas.
C exatamente 60 pessoas.
D mais do que 60 pessoas.
E menos do que 58 pessoas.
Órgão: Secretaria de Estado da Gestão e Previdência do Maranhão Cargo: Analista Previdenciário - Área Administrativa Prova: FCC - SEGEP - Analista Previdenciário - Área Administrativa - 2018

Uma empresa está analisando dois projetos mutuamente excludentes para definir qual deles deve ser implementado. O investimento inicial necessário para projeto A é R$ 700.000,00 e para o projeto B é R$ 1.200.000,00. Ao analisar os fluxos de caixa das duas opções, a empresa identificou que o Valor Presente Líquido do projeto A é R$ 193.540,93 e o do projeto B é R$ 211.201,59. A taxa interna de retorno do projeto A é 15,67% ao ano e a do projeto B é 14,41% ao ano.

Se a taxa de oportunidade da empresa é 10% ao ano e a empresa pretende maximizar seu lucro a longo prazo,

A a empresa deve escolher o projeto A porque apresenta maior taxa interna de retorno que o projeto B.
B a empresa pode escolher qualquer um dos dois projetos porque ambos apresentam taxa interna de retorno superior à taxa de oportunidade da empresa e, portanto, qualquer um vai maximizar seu lucro a longo prazo.
C a empresa pode escolher qualquer um dos dois projetos porque ambos apresentam Valor Presente Líquido positivo.
D o problema não tem solução porque as conclusões obtidas pelo método do Valor Presente Líquido são contrárias às conclusões do Método da Taxa Interna de Retorno.
E independente de quais sejam os valores das taxas internas de retorno, a empresa deve escolher o projeto B.
Órgão: Secretaria de Estado da Gestão e Previdência do Maranhão Cargo: Analista Previdenciário - Área: Financeira e Contábil Prova: FCC - SEGEP - Analista Previdenciário - Área: Financeira e Contábil - 2018
Texto associado
Atenção : Leia o texto abaixo para responder às questões de número 1 a 7.

Agitador cultural, artista plástico, cenógrafo, jornalista, analista geopolítico, escritor, arquiteto e engenheiro de formação, Flávio de Carvalho (1899-1973), figura excêntrica ou mesmo marginal na história da modernidade artística brasileira, tem sido retomado nos últimos anos, como atestam recentes publicações e exposições acerca de seus trabalhos.
Conhecido mais por suas pinturas e por suas polêmicas experiências artísticas, pouco se fala de sua produção no campo da arquitetura. Após concluir o curso superior em Engenharia Civil em Newcastle, norte da Inglaterra, Flávio retornou ao Brasil em 1922 e passou a trabalhar no escritório Ramos de Azevedo até 1926, quando abriu seu próprio escritório no centro da cidade de São Paulo.
Se foi Gregori Warchavchick (1896-1972) quem publicou no Brasil o primeiro manifesto a favor da arquitetura moderna, em 1925, Flávio de Carvalho é quem realiza, em 1927, aquele que é considerado o primeiro projeto de arquitetura moderna no país. Sob o pseudônimo de Eficácia, o projeto excêntrico é feito para o concurso do Palácio do Governo do Estado de São Paulo. Embora derrotado, seu trabalho gera polêmica e produz discussões, ao apresentar inovações estilísticas e estéticas para o período, rendendo três artigos de Mário de Andrade com elogios e críticas, publicados no jornal Diário Nacional.
Seus projetos de arquitetura moderna, entretanto, só se concretizaram quando realizados em terras da família e construídos com verbas próprias. Em 1936, iniciou a construção da Vila Modernista, concluída em 1938: um conjunto de 17 casas de aluguel localizadas no atual bairro Jardim Paulista (São Paulo-SP), na esquina da Alameda Lorena com a Rua Rocha de Azevedo. Elas vinham com uma “bula”, folheto informativo explicando os modos de uso que potencializariam sua habitação, que destacava: “Casas frias no verão e quentes no inverno”.
Em 1938, Flávio de Carvalho construiu a Casa Modernista da Fazenda Capuava, na cidade de Valinhos–SP. De acordo com Flávio, em entrevista concedida a Dulce Carneiro, sua casa é concebida “(...) dentro de uma visão poética, é produto de pura imaginação, tentando criar uma maneira ideal de viver”.
Com a conclusão da casa, Flávio passou a viver nela, que além de moradia funcionava como ateliê, onde vivenciava sua maneira ideal de viver. A casa era “(...) um misto de templo e aeronave, (...) uma aposta na continuidade do fazer artístico no espaço da existência (...). A reunião de materiais improváveis como o alumínio e a madeira, a escala dos espaços, a preocupação com detalhes como o tipo e a forma das maçanetas e armários, a policromia dos tetos, paredes e colunas, a conexão entre portas e janelas nas quinas de alguns cômodos, a integração entre espaços internos e externos, o paisagismo, enfim, a totalidade arquitetônica foi dimensionada cuidadosamente por Flávio de Carvalho. Mais do que uma máquina de morar, ele conseguiu um ninho ao mesmo tempo primitivo e futurista”.

(Adaptado de: STEVOLO, Pedro Luiz, “A Casa Modernista de Flávio de Carvalho”. Disponível em: www.revistas.usp.br)

O início do 3º parágrafo introduz uma

A contradição entre a obra de Gregori Warchavchick e a prática de Flávio de Carvalho como arquiteto.
B condição para o que está expresso na oração iniciada por “Flávio de Carvalho”, que não teria executado seu projeto sem ter antes conhecimento do texto de Gregori Warchavchick.
C hipótese a respeito da publicação de Gregori Warchavchick, corroborada pelo primeiro projeto moderno do país, de Flávio de Carvalho.
D contraposição entre Gregori Warchavchick e Flávio de Carvalho, que poderia ser ainda mais destacada com o uso dos termos “por um lado... por outro...”.
E correção histórica ao fato de Flávio de Carvalho ter sido relegado a segundo lugar em relação a Gregori Warchavchick, pois aquele é quem foi o primeiro arquiteto modernista brasileiro.
Órgão: Secretaria de Estado da Gestão e Previdência do Maranhão Cargo: Analista Executivo - Área: Recursos Humanos Prova: FCC - SEGEP - Analista Executivo - Área: Recursos Humanos - 2018
Texto associado
Atenção : As questões de números 6 a 9 referem-se ao texto seguinte.

A voz das celebridades

A propósito dos modismos jornalísticos: na ânsia de surpreender o leitor, houve a voga de colher opiniões de figuras públicas sobre assuntos que fugiam às suas especialidades. Botar o cirurgião célebre, por exemplo, para falar de arte cinematográfica, ou o jogador de futebol para comentar uma portaria do Banco Central. Quem vamos ouvir sobre este assunto? − perguntava-se nas redações, em sôfrega procura pelo enfoque “original”. Logo se destacaram, no picadeiro midiático, umas tantas figuras sempre prontas a deitar falação sobre o que quer que fosse. A tal ponto que um dia, na revista em que trabalhava, resolveu-se juntar os falastrões numa só matéria, onde se expusessem ao ridículo. O que se viu foi um economista palpitando sobre balé e um bailarino a discursar sobre finanças. Deu a maior confusão, naturalmente. Mas a matéria deixou exposto um modismo jornalístico inaceitável.

(Adaptado de: WERNECK, Humberto. Esse inferno vai acabar . Porto Alegre, Arquipélago Editorial, 2011, p. 102-103)

Um segmento do texto manterá seu sentido básico caso ocorra a transformação operada em:

A A propósito dos modismos jornalísticos = A despeito das tendências midiáticas.
B houve a voga de colher opiniões = apareceu a onda de disseminar ideias.
C em sôfrega procura pelo enfoque “original” = na ávida busca pelo ângulo singular.
D sempre prontas a deitar falação = ora dispostas a contidos pronunciamentos.
E onde se expusessem ao ridículo = na qual se acusassem canhestros.
Órgão: Secretaria de Estado da Gestão e Previdência do Maranhão Cargo: Analista Executivo - Área: Programador de Sistemas Prova: FCC - SEGEP - Analista Executivo - Área: Programador de Sistemas - 2018