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CEBRASPE
51.363 questões
FGV
25.316 questões
FCC
24.632 questões
AOCP
23.456 questões
IBFC
11.190 questões
VUNESP
10.983 questões
Instituto Quadrix
9.793 questões
FUNDATEC
9.088 questões
IBADE
7.820 questões
CESGRANRIO
6.013 questões
OBJETIVA
4.740 questões
CONSULPLAN
4.174 questões
FEPESE
3.585 questões
IADES
3.439 questões
IESES
2.627 questões
SELECON
2.377 questões
IDECAN
1.907 questões
MS CONCURSOS
1.485 questões
Instituto Legalle
1.281 questões
FAFIPA
1.161 questões
FUMARC
842 questões
ACAFE
551 questões
INSTITUTO AOCP
430 questões
NUCEPE
378 questões
FUNIVERSA
348 questões
FAURGS
203 questões
FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
210 questões encontradas
Texto associado
Questão tojãn kar to ti comando tỹ nén tó nĩ ẽn han nĩ. Alternativa pir nĩtón (marca ke) jé ã tóg mũ, ũ tỹ ki hã ke ẽn ti.
Kanhgág tỹ ser ti tỹ fóg vĩ kinhrãg kỹ ti vĩ pẽ kãjatun sór tĩ, ẽg vĩ hẽn ne ki há tũ nĩ ha ke kỹ. Linguistica kãki estudo tỹ hã ra ven hori, vẽnhvĩ régre tó tỹ nén kar ki há nỹ, mỹr bilingue ag, ũ tỹ kurẽ kar mĩ ti vĩ régre tó tĩ vỹ prỹg tỹ pẽnkar ki atrasa kej mũ ti krĩ ki vẽnhkaga desenvolve ken jé, vẽnhkaga tỹ Alzheimer rike ti.
Tag to jykrén kỹ alternativa tỹ ki hã ke nĩtón.
Texto associado
Questão tojãn kar to ti comando tỹ nén tó nĩ ẽn han nĩ. Alternativa pir nĩtón (marca ke) jé ã tóg mũ, ũ tỹ ki hã ke ẽn ti.
Região Sul ki kanhgág vĩ tỹ Familia Jê kar Tronco Macro-Jê kãkã sa, Kaingang ti. Povo Xokleng ag vĩ mré tóg tỹ jagnã hã tỹvĩ sa. Jagnãmré tóg família Jê kãki nỹtĩ. Javo Guarani tóg tỹ familia Tupi kãki ke nĩ.
Tag to jykrén kỹ alternativa tỹ ki hã ke marka ké.
Na escola de um território indígena, aconteceu uma roda de conversa em que professores e estudantes conversaram sobre os desafios que a comunidade tem enfrentado: como o rio sujo, a falta de transporte, a falta de posto de saúde, entre outros. Essa ação pedagógica mostra que
Texto associado
Questão tojãn kar to ti comando tỹ nén tó nĩ ẽn han nĩ. Alternativa pir nĩtón (marca ke) jé ã tóg mũ, ũ tỹ ki hã ke ẽn ti.
Ũri região Sul ki Kanhgág ag ga kãmĩ nãn tỹ fág ja tóg tũ ke rã ha, governo tỹ take pãn ja tugnĩn, SPI kar Funai tỹ ag politica han hã vã, nãn tũg nỹtĩ ki ag tóg decada de 1980 tá krỹg mũ. Ẽmã ũ mĩ nãn sĩ ũ tỹ nỹ ke nĩ, kỹ kanhgág tỹ fág jãkrunh tĩ, kar kakanẽ ũ kegé, mẽ, pẽnva, kar jymi ti. Kỹ kanhgág tỹ nãn kãmĩ nén ũ jãkrunh kỹ tỹ jẽn tóg tũ ke tỹvĩn hori.
Kanhgág ag jẽn ki ne nẽ tỹ’ũ ke ja?
Durante a elaboração de um projeto político-pedagógico em uma escola indígena, a equipe escolar propõe a adoção de um currículo nacional uniformizado, sem consulta prévia à comunidade local e sem considerar seus referenciais próprios de ensino-aprendizagem, desconsiderando as práticas socioculturais e os saberes tradicionais da comunidade. Com base no Referencial Curricular Nacional para as Escolas Indígenas (RCNEI), essa proposta
Texto associado
Questão tojãn kar to ti comando tỹ nén tó nĩ ẽn han nĩ. Alternativa pir nĩtón (marca ke) jé ã tóg mũ, ũ tỹ ki hã ke ẽn ti.
Fóg ag tỹ Brasil ki junjun ve kã povo indigena ag tóg ‘e tỹvĩ tĩ tag mĩ. Kanhgág tag ag vĩ tóg mil kãfór nỹtĩ vẽ. Hãra ũri vẽnhvĩ tỹ 180 tỹvĩ tỹ ki nỹtĩ ha, mỹr tóg vãgfor mág tỹvĩn.
Ne nẽ hãré kanhgág ag vĩ tag ki?
Texto associado
Considere o texto a seguir para responder às questões de 37 a 48.
Texto 1
Nuvem não é nuvem, amigo não é amigo
[...]
Por Sérgio Rodrigues
Quantos anos você tinha quando descobriu que a nuvem que armazena seus documentos e suas fotos – a memória de sua vida inteira, pode confessar – não é bem uma nuvem? Estou brincando, claro: todo mundo sabe que a nuvem (de dados) não fica no céu. De todo modo, bem menos gente foi informada de que a tal nebulosa, chame-se ela Google, iCloud ou Tabajara, não só carece de parentesco com cúmulos e cirros como vai no sentido verticalmente oposto – se enterra no chão. Sim, é um fato: os servidores remotos que abrigam a nuvem, devoradores de recursos naturais, se alojam no subsolo do planeta. Deve haver uma mensagem secreta aí. Quer dizer que, em vez de céu, estamos falando do inferno?
Deixemos de lado por ora as considerações morais. Restam questões bem objetivas: se a nuvem se situa nas profundezas da Terra, então incorremos em erro quando dizemos “baixar” um filme ao trazê-lo de alguma cinemateca virtual para nossa máquina. Deveríamos dizer “subir”. E vice-versa. No varejo, é evidente que nada disso faz muita diferença na vida de ninguém. No mundo pós-revolução digital, Alice já atravessou o espelho e nuvem não é nuvem, baixar é subir, subir é baixar – e daí?
O problema se revela no atacado, na escala em que a linguagem digital reprogramou nossas palavras. A nuvem de dados é apenas uma das formas que ela tem de nos apresentar uma face familiar, sorridente, enquanto demole e reconstrói o edifício das relações sociais inteiro. De cima até embaixo. Se a nuvem não é nuvem, o amigo de rede social será mesmo amigo, quer dizer, amigo-amigo de verdade, amigo em qualquer sentido que vá além do figurado?
Estamos no terreno da metáfora, claro. Força indomável da linguagem, criadora de novos sentidos por analogia, é ela que explica a página que não é página, a janela que não é janela, a navegação que não é navegação, o vírus que não é vírus, a reunião que não é reunião. Alguém pode argumentar que tudo isso é perfeitamente inofensivo, quem sabe até uma bênção: tratando-se de uma tecnologia que cria tanta coisa nova, é bom que ela se expresse assim em vez de poluir a paisagem com neologismos frios, não?
O argumento é válido em tese, mas desconsidera algo fundamental: o quanto a metaforização digital ampla e irrestrita nos impede de compreender a profundidade da mudança em nossas vidas – e reagir com a cautela que o bom senso recomendaria. A comunidade online não é antropologicamente comparável a nada do que os seres humanos entendiam por “comunidade” desde que a palavra foi criada até... outro dia de manhã. Como esperar que as nossas democracias permaneçam as mesmas?
Fazendo parecer familiar e seguro um meio de comunicação agressivamente dedicado a reconfigurar a paisagem social nos mínimos detalhes, a linguagem nos induz a um estado de negação. Se nossos filhos pequenos não estivessem apenas se divertindo entre “amigos”, navegando por instrutivas “páginas”, acessando “nuvens” bucólicas, será que os deixaríamos por tanto tempo sozinhos diante de telas, sem nenhuma supervisão?
Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergio-rodrigues/2025/06/nuvem-nao-e-nuvem-amigo-nao-e-amigo.shtml. Acesso em: 17 jul. 2025.
Texto 1
Nuvem não é nuvem, amigo não é amigo
[...]
Por Sérgio Rodrigues
Quantos anos você tinha quando descobriu que a nuvem que armazena seus documentos e suas fotos – a memória de sua vida inteira, pode confessar – não é bem uma nuvem? Estou brincando, claro: todo mundo sabe que a nuvem (de dados) não fica no céu. De todo modo, bem menos gente foi informada de que a tal nebulosa, chame-se ela Google, iCloud ou Tabajara, não só carece de parentesco com cúmulos e cirros como vai no sentido verticalmente oposto – se enterra no chão. Sim, é um fato: os servidores remotos que abrigam a nuvem, devoradores de recursos naturais, se alojam no subsolo do planeta. Deve haver uma mensagem secreta aí. Quer dizer que, em vez de céu, estamos falando do inferno?
Deixemos de lado por ora as considerações morais. Restam questões bem objetivas: se a nuvem se situa nas profundezas da Terra, então incorremos em erro quando dizemos “baixar” um filme ao trazê-lo de alguma cinemateca virtual para nossa máquina. Deveríamos dizer “subir”. E vice-versa. No varejo, é evidente que nada disso faz muita diferença na vida de ninguém. No mundo pós-revolução digital, Alice já atravessou o espelho e nuvem não é nuvem, baixar é subir, subir é baixar – e daí?
O problema se revela no atacado, na escala em que a linguagem digital reprogramou nossas palavras. A nuvem de dados é apenas uma das formas que ela tem de nos apresentar uma face familiar, sorridente, enquanto demole e reconstrói o edifício das relações sociais inteiro. De cima até embaixo. Se a nuvem não é nuvem, o amigo de rede social será mesmo amigo, quer dizer, amigo-amigo de verdade, amigo em qualquer sentido que vá além do figurado?
Estamos no terreno da metáfora, claro. Força indomável da linguagem, criadora de novos sentidos por analogia, é ela que explica a página que não é página, a janela que não é janela, a navegação que não é navegação, o vírus que não é vírus, a reunião que não é reunião. Alguém pode argumentar que tudo isso é perfeitamente inofensivo, quem sabe até uma bênção: tratando-se de uma tecnologia que cria tanta coisa nova, é bom que ela se expresse assim em vez de poluir a paisagem com neologismos frios, não?
O argumento é válido em tese, mas desconsidera algo fundamental: o quanto a metaforização digital ampla e irrestrita nos impede de compreender a profundidade da mudança em nossas vidas – e reagir com a cautela que o bom senso recomendaria. A comunidade online não é antropologicamente comparável a nada do que os seres humanos entendiam por “comunidade” desde que a palavra foi criada até... outro dia de manhã. Como esperar que as nossas democracias permaneçam as mesmas?
Fazendo parecer familiar e seguro um meio de comunicação agressivamente dedicado a reconfigurar a paisagem social nos mínimos detalhes, a linguagem nos induz a um estado de negação. Se nossos filhos pequenos não estivessem apenas se divertindo entre “amigos”, navegando por instrutivas “páginas”, acessando “nuvens” bucólicas, será que os deixaríamos por tanto tempo sozinhos diante de telas, sem nenhuma supervisão?
Adaptado de: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/sergio-rodrigues/2025/06/nuvem-nao-e-nuvem-amigo-nao-e-amigo.shtml. Acesso em: 17 jul. 2025.
Considerando a Base Nacional Comum Curricular (BNCC), o trabalho com a língua portuguesa deve ser pautado nos eixos de leitura, produção de textos, oralidade e análise linguística/semiótica. Em uma situação prática de atividade de leitura em sala de aula, cujo objeto de conhecimento é a produção de sentidos, ao trabalhar com o texto indicado, o professor deve priorizar
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Vỹsỹ kanhgág ag tỹ ag krẽkufár kugmĩ jé goj mág fyr ra mũ kỹ krẽkufár jugján mág kỹ ki pĩ nĩjãgjãg kỹ rĩg mũ tĩ, ag tỹ kar ko jé. Pãri hynhan ag ne tỹ tĩ, kar mrũr tygtag ke gé.
Kanhgág ag hẽren kỹ krẽkufár kugmĩ ja fã nỹtĩg nĩ vỹsỹ?
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