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Perdoar e esquecer
Quando a vida se transforma num tango, é difícil não dançar ao ritmo do rancor

Ivan Martins

Hoje tomei café da manhã num lugar em que Carlos Gardel costumava encontrar seus parceiros musicais por volta de 1912. É um bar simples, na esquina da rua Moreno com a avenida Entre Rios, chamado apropriadamente El Encuentro.
Nunca fui fã aplicado de tango, mas cresci ouvindo aqueles que a minha mãe cantava enquanto se movia pela casa. Os versos incandescentes flutuam na memória e ainda me emocionam. Soprado pelo fantasma de Gardel, um deles me veio aos lábios enquanto eu tomava café no El Encuentro: “ Rechiflado en mi tristeza, te evoco y veo que has sido... ”
Vocês conhecem Mano a mano, não?
Essencialmente, é um homem falando com a mulher que ele ama e que parece tê-lo trocado por uma vida melhor. Lembra, em espírito, o samba Quem te viu, quem te vê, do Chico Buarque, mas o poema de Gardel é mais ácido e rancoroso. Paradoxalmente, mais sutil. Não se sabe se o sujeito está fazendo ironia ou se em meio a tantas pragas ele tem algum sentimento generoso em relação à ex-amante. Nisso reside o apelo eterno e universal de Mano a mano – não é assim, partido por sentimentos contraditórios, que a gente se sente em relação a quem não nos quer mais?
Num dia em que estamos solitários, temos raiva e despeito de quem nos deixou. No outro dia, contentes e acompanhados, quase torcemos para que seja feliz. O problema não parece residir no que sentimos pelo outro, mas como nos sentimos em relação a nós mesmos. Por importante que tenha sido, por importante que ainda seja, a outra pessoa é só um espelho no qual projetamos nossos sentimentos – e eles variam como os sete passos do tango. Às vezes avançam, em outras retrocedem. Quando a gente acha que encontrou o equilíbrio, há um giro inesperado.
Por isso as ambiguidades de Mano a mano nos pegam pelas entranhas. É difícil deixar para trás o sentimento de abandono e suas volúpias. É impossível não dançar ao ritmo do rancor. Há uma força enorme na generosidade, mas para muitos ela é inalcançável. Apenas as pessoas que gostam muito de si mesmas são capazes de desejar o bem do outro em circunstâncias difíceis. A maioria de nós precisa ser amada novamente antes de conceder a quem nos deixou o direito de ser feliz. Por isso procuramos com tanto afinco um novo amor. É um jeito de dar e de encontrar paz.
No último ano, tenho ouvido repetidamente uma frase que vocês já devem ter escutado: Não se procura um novo amor, a gente simplesmente o encontra. O paradoxo é bonito, mas me parece discutível. Supõe que o amor é tão acidental quanto um tropeção na calçada. Eu não acho que seja. Imagina que a vontade de achar destrói a possibilidade de encontrar. Isso me parece superstição. Implica em dizer que se você ficar parado ou parada as coisas virão bater na sua porta. Duvido. O que está embutido na frase e me parece verdadeiro é que não adianta procurar se você não está pronto – mas como saber sem procurar, achar e descobrir que não estava pronto?
É inevitável que a gente cometa equívocos quando a vida vira um tango. Nossa carência nos empurra na direção dos outros, e não há nada de errado nisso. É assim que descobrimos gente que será ou não parte da nossa vida. Às vezes quebramos a cara e magoamos os outros. O tango prossegue. O importante é sentir que gostam de nós, e que nós somos capazes de gostar de novo. Isso nos solta das garras do rancor. Permite olhar para trás com generosidade e para o futuro com esperança. Não significa que já fizemos a curva, mas sugere que não estamos apenas resmungando contra a possibilidade de que o outro esteja amando. Quando a gente está tentando ativamente ser feliz, não pensa muito no outro. Esse é o primeiro passo para superar. Ou perdoar, como costuma ser o caso. Ou esquecer, como é ainda melhor.
No primeiro verso de Mano a mano, Gardel lança sobre a antiga amante a maldição terrível de que ela nunca mais voltará a amar. Mas, ao final da música, rendido a bons sentimentos, oferece ajuda e conselhos de amigo, quando chegar a ocasião. Acho que isso é o melhor que podemos esperar de nós mesmos. Torcer mesquinhamente para jamais sermos substituídos - mas estarmos prontos para aceitar e amparar quando isso finalmente, inevitavelmente, dolorosamente, vier a acontecer.
(Disponível em: http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/ivan-martins/ noticia/2016/01/perdoar-e-esquecer.html)

No trecho “É inevitável que a gente cometa equívocos quando a vida vira um tango .”, a expressão em destaque evidencia que o autor do texto utilizou qual figura de linguagem?

A Paradoxo.
B Personificação.
C Figurativa.
D Hipérbole.
E Metáfora.

No acionamento de máquinas elétricas, é necessária a utilização de dispositivos de comutação e proteção contra curto-circuito e sobrecarga. De acordo com as definições de contatores, relés e fusíveis, assinale a alternativa correta.

A No dimensionamento de fusíveis retardados utilizados na proteção do acionamento direto de motores elétricos, são utilizados o tempo de fusão virtual do fusível em função da corrente de partida do motor
B No acionamento direto de motores elétricos, são utilizados apenas fusíveis ultrarrápidos, pois oferecem maior velocidade de resposta e protegem o circuito durante todo o tempo de partida.
C Os contatores de categoria DC 2 e DC 3 são utilizados apenas para acionamento de motores em corrente alternada de até 600 CV com dimensionamento que depende do conjugado de partida em função do escorregamento ao quadrado.
D O relé de sobrecarga é um dispositivo de proteção do motor elétrico e atua sempre por meio do efeito Hall para detecção da falha.
E Os fusíveis retardados são indicados para proteção de chaves estáticas com diodos e tiristores, pois seu tempo de atuação é adequado às necessidades de proteção dos semicondutores envolvidos na partida de motores.

Os circuitos elétricos são analisados de acordo com leis e teoremas que permitem determinar valores de tensões e correntes em suas malhas. De acordo com a Teoria dos circuitos, assinale a alternativa correta.

A A lei de Ohm determina o cálculo da potência elétrica e, dessa forma, a unidade de medida de potência oficial, de acordo com o Sistema Internacional de medidas (S.I.), é o Ω/m².
B O gráfico que representa a equação da primeira Lei de Ohm, relacionando a corrente (no eixo vertical) em função da tensão (no eixo horizontal) é uma parábola, mostrando que, ao variar a tensão e a corrente, ocorre a variação da resistência.
C A primeira lei de Ohm relaciona o comprimento de um condutor e sua área de seção transversal com a resistência elétrica em seus extremos, mas não leva em consideração a influência da variação de temperatura.
D A Lei de Kirchhoff das correntes afirma que a soma das tensões que entram em um nó é igual à soma das tensões que saem desse mesmo nó.
E A primeira lei de Ohm determina que a Resistência é diretamente proporcional à tensão e inversamente proporcional à corrente em um circuito elétrico.

Considere o conjunto A={0; 2; 4; 6} e o conjunto B={0; 2; 7; 8; 9}. Assinale a alternativa que apresenta o conjunto dos elementos que pertencem ao conjunto A, mas que não pertencem ao conjunto B.

A {0; 2}
B {4;6}
C {7; 8; 9}
D {0; 2; 4; 6}
E { }

A determinação da potência em circuitos elétricos submetidos a corrente alternada é de fundamental importância, de tal forma que o conhecimento de suas limitações implica na análise do comportamento do sinal alternado em termos de amplitude e frequência. De acordo com as definições de potência elétrica em corrente alternada, assinale a aternativa correta.

A A potência média em Watts é a potência medida em qualquer instante.
B Uma carga resistiva (R) nunca absorve potência média, enquanto uma carga reativa (capacitiva ou indutiva) absorve toda a potência.
C A equação p ( t ) = v ( t ) . i 2 ( t ) . 2 ​ , onde v(t) é a tensão instantânea e i(t) a corrente instantânea, determina o valor da potência instantânea para sinais de até 60 Hz.
D Uma carga resistiva (R) sempre absorve potência, enquanto uma carga reativa (capacitiva ou indutiva) não absorve nenhuma potência média.
E A potência instantânea é invariante no tempo.

Os indutores e os capacitores, quando submetidos a sinais de corrente alternada, apresentam características que podem implicar no adiantamento ou no atraso da corrente em relação à tensão. De acordo com as definições de Reatância Capacitiva e Reatância Indutiva, assinale a alternativa correta.

A Sobre o indutor em um circuito energizado com corrente alternada, a tensão está adiantada 90° em relação à corrente ou a corrente está atrasada 90º em relação à tensão.
B Não ocorre defasagem entre tensão e corrente no indutor quando percorrido por corrente alternada.
C A reatância Capacitiva é diretamente proporcional ao valor da frequência do sinal alternado, sendo que, quando ocorre aumento de frequência, consequentemente ocorre aumento do valor da reatância ao quadrado.
D Sobre o indutor em um circuito energizado com corrente alternada, a tensão está atrasada 90° em relação à corrente ou a corrente está adiantada 90º em relação à tensão.
E Sobre o capacitor em um circuito energizado com corrente alternada, a tensão está adiantada 90° em relação à corrente ou a corrente está atrasada 90º em relação à tensão.
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A arte perdida de ler um texto até o fim

A internet é um banquete de informações, mas só aguentamos as primeiras garfadas

Danilo Venticinque

Abandonar um texto logo nas primeiras linhas é um direito inalienável de qualquer leitor. Talvez você nem esteja lendo esta linha: ao ver que a primeira frase deste texto era uma obviedade, nada mais natural do que clicar em outra aba do navegador e conferir a tabela da copa. Ou talvez você tenha perseverado e seguido até aqui. Mesmo assim eu não comemoraria. É muito provável que você desista agora. A passagem para o segundo parágrafo é o que separa os fortes dos fracos.
A internet é um enorme banquete de informações, mas estamos todos fartos. Não aguentamos mais do que as duas ou três primeiras garfadas de cada prato. Ler um texto até as últimas linhas é uma arte perdida. No passado, quem desejasse esconder um segredo num texto precisava criar códigos sofisticados de linguagem para que só os iniciados decifrassem o enigma. Hoje a vida ficou mais fácil. Quer preservar um segredo? Esconda-o na última frase de um texto – esse território selvagem, raramente explorado.
Lembro-me que, no Enem do ano retrasado, um aluno escreveu um trecho do hino de seu time favorito no meio da redação. Tirou a nota 500 (de 1000), foi descoberto pela imprensa e virou motivo de chacota nacional. Era um mau aluno, claro. Se fosse mais estudioso, teria aprendido que o fim da redação é o melhor lugar para escrever impunemente uma frase de um hino de futebol. Se fizesse isso, provavelmente tiraria a nota máxima e jamais seria descoberto.
Agora que perdi a atenção da enorme maioria dos leitores à exceção de amigos muito próximos e parentes de primeiro grau, posso ir direto ao que interessa. Quem acompanhou as redes sociais na semana passada deve ter notado uma enorme confusão causada pelo hábito de abandonar um texto antes do fim. Resumindo a história: um jornalista publicou uma coluna em que narrava uma longa entrevista com Felipão num avião. A notícia repercutiu e virou manchete em outros sites, até que alguém notou que o entrevistado não era Felipão, mas sim um sósia dele. Os sites divulgaram erratas e a história virou piada. No meio de todo o barulho, porém, alguns abnegados decidiram ler o texto com atenção até o fim. Encontraram lá um parágrafo enigmático. Ao final da entrevista, o suposto Felipão entregava ao jornalista um cartão de visitas. No cartão estavam os dizeres “Vladimir Palomo – Sósia de Felipão – Eventos”. A multidão que ria do engano do jornalista o fazia sem ler esse trecho.
Teria sido tudo uma sacada genial do jornalista, que conseguiu pregar uma peça em seus colegas e em milhares de leitores que não leram seu texto até o fim? Estaria ele rindo sozinho, em silêncio, de todos aqueles que não entenderam sua piada?
A explicação, infelizmente, era mais simples. Numa entrevista, o jornalista confirmou que acreditava mesmo ter entrevistado o verdadeiro Felipão, e que o cartão de visitas do sósia tinha sido apenas uma brincadeira do original.
A polêmica estava resolvida. Mas, se eu pudesse escolher, preferiria não ler essa história até o fim. Inventaria outro desenlace para ela. Trocaria o inexplicável mal-entendido da realidade por uma ficção em que um autor maquiavélico consegue enganar uma multidão de leitores desatentos. Ou por outra ficção, ainda mais insólita, em que o texto revelava que o entrevistado era um sósia, mas o autor não saberia disso porque não teria lido a própria obra até o final. Seria um obituário perfeito para a leitura em tempos de déficit de atenção.
Se você chegou ao último parágrafo deste texto, você é uma aberração estatística. Estudos sobre hábitos de leitura demonstram claramente que até meus pais teriam desistido de ler há pelo menos dois parágrafos. Estamos sozinhos agora, eu e você. Talvez você se considere um ser fora de moda. Na era de distração generalizada, é preciso ser um pouco antiquado para perseverar na leitura. Imagino que você já tenha pensado em desistir desse estranho hábito e começar a ler apenas as primeiras linhas, como fazem as pessoas ao seu redor. O tempo economizado seria devidamente investido em atividades mais saudáveis, como o Facebook ou games para celular. Aproveito estas últimas linhas, que só você está lendo, para tentar te convencer do contrário. Esqueça a modernidade. Quando o assunto é leitura, não há nada melhor do que estar fora de moda. A história está repleta de textos cheios de sabedoria, que merecem ser lidos do começo ao fim. Este, evidentemente, não é um deles. Mas seu esforço um dia será recompensado. Não desanime, leitor. As tuas glórias vêm do passado.

(http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/danilo-venticinque/noticia/ 2014/06/arte-perdida-de-bler-um-texto-ate-o-fimb.html)

No trecho “Este, evidentemente , não é um deles.”, o advérbio em destaque apresenta uma circunstância de

A afirmação.
B dúvida.
C intensidade.
D modo.
E tempo.

A partir da teoria das três idades, após julgamento por comissão avaliadora, em que os documentos de um arquivo institucional foram considerados sem valor para guarda permanente, qual ação deve ser tomada?

A Devolução.
B Tombamento.
C Eliminação.
D Digitalização.
E Empréstimo.
Texto associado
A arte perdida de ler um texto até o fim

A internet é um banquete de informações, mas só aguentamos as primeiras garfadas

Danilo Venticinque

Abandonar um texto logo nas primeiras linhas é um direito inalienável de qualquer leitor. Talvez você nem esteja lendo esta linha: ao ver que a primeira frase deste texto era uma obviedade, nada mais natural do que clicar em outra aba do navegador e conferir a tabela da copa. Ou talvez você tenha perseverado e seguido até aqui. Mesmo assim eu não comemoraria. É muito provável que você desista agora. A passagem para o segundo parágrafo é o que separa os fortes dos fracos.
A internet é um enorme banquete de informações, mas estamos todos fartos. Não aguentamos mais do que as duas ou três primeiras garfadas de cada prato. Ler um texto até as últimas linhas é uma arte perdida. No passado, quem desejasse esconder um segredo num texto precisava criar códigos sofisticados de linguagem para que só os iniciados decifrassem o enigma. Hoje a vida ficou mais fácil. Quer preservar um segredo? Esconda-o na última frase de um texto – esse território selvagem, raramente explorado.
Lembro-me que, no Enem do ano retrasado, um aluno escreveu um trecho do hino de seu time favorito no meio da redação. Tirou a nota 500 (de 1000), foi descoberto pela imprensa e virou motivo de chacota nacional. Era um mau aluno, claro. Se fosse mais estudioso, teria aprendido que o fim da redação é o melhor lugar para escrever impunemente uma frase de um hino de futebol. Se fizesse isso, provavelmente tiraria a nota máxima e jamais seria descoberto.
Agora que perdi a atenção da enorme maioria dos leitores à exceção de amigos muito próximos e parentes de primeiro grau, posso ir direto ao que interessa. Quem acompanhou as redes sociais na semana passada deve ter notado uma enorme confusão causada pelo hábito de abandonar um texto antes do fim. Resumindo a história: um jornalista publicou uma coluna em que narrava uma longa entrevista com Felipão num avião. A notícia repercutiu e virou manchete em outros sites, até que alguém notou que o entrevistado não era Felipão, mas sim um sósia dele. Os sites divulgaram erratas e a história virou piada. No meio de todo o barulho, porém, alguns abnegados decidiram ler o texto com atenção até o fim. Encontraram lá um parágrafo enigmático. Ao final da entrevista, o suposto Felipão entregava ao jornalista um cartão de visitas. No cartão estavam os dizeres “Vladimir Palomo – Sósia de Felipão – Eventos”. A multidão que ria do engano do jornalista o fazia sem ler esse trecho.
Teria sido tudo uma sacada genial do jornalista, que conseguiu pregar uma peça em seus colegas e em milhares de leitores que não leram seu texto até o fim? Estaria ele rindo sozinho, em silêncio, de todos aqueles que não entenderam sua piada?
A explicação, infelizmente, era mais simples. Numa entrevista, o jornalista confirmou que acreditava mesmo ter entrevistado o verdadeiro Felipão, e que o cartão de visitas do sósia tinha sido apenas uma brincadeira do original.
A polêmica estava resolvida. Mas, se eu pudesse escolher, preferiria não ler essa história até o fim. Inventaria outro desenlace para ela. Trocaria o inexplicável mal-entendido da realidade por uma ficção em que um autor maquiavélico consegue enganar uma multidão de leitores desatentos. Ou por outra ficção, ainda mais insólita, em que o texto revelava que o entrevistado era um sósia, mas o autor não saberia disso porque não teria lido a própria obra até o final. Seria um obituário perfeito para a leitura em tempos de déficit de atenção.
Se você chegou ao último parágrafo deste texto, você é uma aberração estatística. Estudos sobre hábitos de leitura demonstram claramente que até meus pais teriam desistido de ler há pelo menos dois parágrafos. Estamos sozinhos agora, eu e você. Talvez você se considere um ser fora de moda. Na era de distração generalizada, é preciso ser um pouco antiquado para perseverar na leitura. Imagino que você já tenha pensado em desistir desse estranho hábito e começar a ler apenas as primeiras linhas, como fazem as pessoas ao seu redor. O tempo economizado seria devidamente investido em atividades mais saudáveis, como o Facebook ou games para celular. Aproveito estas últimas linhas, que só você está lendo, para tentar te convencer do contrário. Esqueça a modernidade. Quando o assunto é leitura, não há nada melhor do que estar fora de moda. A história está repleta de textos cheios de sabedoria, que merecem ser lidos do começo ao fim. Este, evidentemente, não é um deles. Mas seu esforço um dia será recompensado. Não desanime, leitor. As tuas glórias vêm do passado.

(http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/danilo-venticinque/noticia/ 2014/06/arte-perdida-de-bler-um-texto-ate-o-fimb.html)

Em “Os sites divulgaram erratas e a história virou piada.”, o termo sublinhado desempenha a função sintática de

A adjunto adnominal.
B complemento nominal.
C aposto.
D objeto indireto.
E objeto direto.

Dizer que não é verdade que “Joana possui um vestido azul ou Carlos possui uma camisa preta” é logicamente equivalente a dizer que é verdade que

A “Joana não possui um vestido azul e Carlos não possui uma camisa preta”.
B “Joana não possui um vestido azul ou Carlos não possui uma camisa preta”.
C “Joana não possui um vestido azul se, e somente se, Carlos não possui uma camisa preta”.
D “Joana possui um vestido azul se Carlos não possui uma camisa preta”.
E “Joana possui um vestido azul e Carlos não possui uma camisa preta”.