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CEBRASPE
51.363 questões
FGV
25.316 questões
FCC
24.632 questões
AOCP
23.456 questões
IBFC
11.190 questões
VUNESP
10.983 questões
Instituto Quadrix
9.793 questões
FUNDATEC
9.088 questões
IBADE
7.820 questões
CESGRANRIO
6.013 questões
OBJETIVA
4.740 questões
CONSULPLAN
4.174 questões
FEPESE
3.585 questões
IADES
3.439 questões
IESES
2.627 questões
SELECON
2.377 questões
IDECAN
1.907 questões
MS CONCURSOS
1.485 questões
Instituto Legalle
1.281 questões
FAFIPA
1.161 questões
FUMARC
842 questões
ACAFE
551 questões
INSTITUTO AOCP
430 questões
NUCEPE
378 questões
FUNIVERSA
348 questões
FAURGS
203 questões
FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
751 questões encontradas
Texto associado
Leia o texto para responder a questão. Após avanços tecnológicos, medicina deve mirar empatia Médicos sempre ocuparam uma posição de prestígio na sociedade. Afinal, cuidar do maior bem do indivíduo – a vida – não é algo trivial. Embora a finalidade do ofício seja a mesma, o modus operandi mudou drasticamente com o tempo. O que se pode afirmar é que o foco da atuação médica deve ser cada vez menos o controle sobre o destino do paciente e mais a mediação e a interpretação de tecnologias, incluindo a famigerada inteligência artificial. Já o lado humanístico, que perdeu espaço para os exames e as máquinas, tende a recuperar cada vez mais sua importância. De meados do século 20 até agora, concomitantemente às novas especialidades, houve avanço tecnológico e a proliferação de modalidades de exames. Cresceu o catálogo dos laboratórios e também a dependência do médico em relação a exames. A impressão dos pacientes passou a ser a de que o cuidado é ruim, caso o médico não os solicite. O tema é caro a Jayme Murahovschi, referência em pediatria no país. “Tem que haver progressão tecnológica, claro, mas mais importante que isso é a ligação emocional com o paciente. Hoje médicos pedem muitos exames e os pacientes também.” Murahovschi está entre os que acreditam que a profissão está sofrendo uma nova reviravolta, quase que voltando às origens clássicas, hipocráticas: “Os médicos do futuro, os que sobrarem, vão ter que conhecer o paciente a fundo, dar toda a atenção que ele precisa, usando muita tecnologia, mas com foco no paciente.” Alguns profissionais poderão migrar para uma medicina mais técnica, preveem analistas. Esses doutores teriam uma função diferente, atuando na interface entre o conhecimento biomédico e a tecnologia por trás de plataformas de diagnóstico e reabilitação. Ou ainda atuariam alimentando com dados uma plataforma de inteligência artificial, tornando-a mais esperta. Outra tecnologia já presente é a telemedicina, que descentraliza a r ealização de consultas e exames. Clínicas e médicos generalistas podem, rapidamente e pela internet, contar com laudos de especialistas situados em diferentes localidades; uma junta médica pode discutir casos de pacientes e seria possível até a realização, a distância, de consultas propriamente ditas, se não existissem restrições do CFM nesse sentido. Até cirurgias podem ser feitas a distância, com o advento da robótica. O tema continua fascinando médicos e pacientes, mas, por enquanto, nada de droides médicos à la Star Wars – quem controla o robô ainda é o ser humano. (Gabriela Alves. Folha de S.Paulo, 19.10.2018. Adaptado)
No trecho do último parágrafo – quem controla o robô ainda é o ser humano –, o termo destacado apresenta circunstância adverbial de
As contas apresentadas pelo Chefe do Poder Executivo ficarão disponíveis, durante todo o exercício, no respectivo Poder Legislativo e no órgão técnico responsável pela sua elaboração, para consulta e apreciação pelos cidadãos e instituições da sociedade. Segundo a lei de responsabilidade fiscal, esse texto é a interpretação quanto ao princípio da
A coordenação de saúde decidiu utilizar o método “planejamento estratégico situacional” como instrumento para o planejamento e gestão dos ambulatórios de saúde. Atualmente, os participantes estão trabalhando na implementação das ações propostas para a resolução dos problemas priorizados, incluindo o cronograma e os recursos necessários, entre outros itens. Considerando as etapas que compõem o método, o grupo está vivenciando o momento
Com a proximidade do verão, quando ocorrem, com maior frequência, as chuvas e o aumento do número de casos de dengue, zika e febre Chikungunya, decidiu-se elaborar matéria a respeito do assunto para publicação no boletim mensal de saúde da instituição, esclarecendo, entre outros aspectos, sobre as medidas de proteção individual que devem ser adotadas, tais como
A lei de diretrizes orçamentárias atenderá o preconizado pela Constituição Federal de 88, quando esta menciona, em seu art. 165, que leis de iniciativa do poder executivo estabelecerão os planos orçamentários. Neste caso, é correto afirmar que a Lei de Diretrizes Orçamentárias disporá, além do equilíbrio entre receitas e despesas, critérios e formas de limitações de empenho, sobre
Texto associado
O próximo governo não encontrará um ambiente econômico internacional sereno. Dúvidas sobre a continuidade do crescimento do Produto Interno Bruto global, juros em alta nos EUA, riscos de conflitos comerciais e de queda do fluxo de capitais para países emergentes são apenas alguns dos itens de um cardápio de problemas potenciais. Tudo indica, assim, que o governo brasileiro terá de lidar de pronto com as fragilidades domésticas, em especial o rombo das contas públicas. Não tardará até que investidores hoje aparentemente otimistas comecem a cobrar resultados concretos. As projeções para o avanço do PIB mundial têm sido reduzidas nos últimos meses. O Fundo Monetário Internacional cortou sua previsão para 2018 e 2019 em 0,2 ponto percentual – 3,7% em ambos os anos – e apontou um cenário de menor sincronia entre os principais motores regionais. Se até o início deste ano EUA, Europa e China davam sinais de vigor, agora acumulam-se decepções nos dois últimos casos. Mesmo com juros ainda perto de zero, a zona do euro não deverá crescer mais que 1,5% neste ano. Há crescente insegurança no âmbito político, neste momento centrada na Itália e seu governo de direita populista, que propõe expansão do déficit de um setor público já endividado em excesso. Não é animador que a Comissão Europeia tenha tomado a decisão inédita de rejeitar a proposta orçamentária da administração italiana. Embora o país ainda conserve o selo de bom pagador, os juros cobrados no mercado para financiar sua dívida dispararam. Quanto à China, sua economia mostra menos vigor, e as autoridades precisam tomar decisões difíceis entre conter as dívidas já exageradas e estimular o crescimento. O risco de escalada nos conflitos comerciais também é concreto, dado que o governo americano ameaça impor uma terceira rodada de tarifas, desta vez sobre os US$ 270 bilhões em vendas anuais chinesas que ainda não foram taxadas. Nos EUA, a alta dos juros, num contexto de emprego elevado e inflação perto da meta, já leva parte do mercado a temer uma desaceleração abrupta do PIB em 2019. A vantagem do Brasil, hoje, é que há ampla ociosidade nas empresas, baixa inflação e, portanto, espaço para uma retomada mais forte. (Editorial. Folha de S.Paulo, 01.11.2018. Adaptado)
Considere as passagens: • O próximo governo não encontrará um ambiente econômico internacional sereno. (1° parágrafo) • Não tardará até que investidores hoje aparentemente otimistas comecem a cobrar resultados concretos. (2° parágrafo) • Nos EUA, a alta dos juros, num contexto de emprego elevado e inflação perto da meta, já leva parte do mercado a temer uma desaceleração abrupta do PIB em 2019. (9° parágrafo) Os termos destacados significam, correta e respectivamente:
Texto associado
DIU no SUS: 5 passos para conseguir colocar o dispositivo de graça Por Carolina Dantas, G1 26.10.2018 O dispositivo intrauterino (DIU) é um dos métodos disponíveis de graça no Brasil, com eficácia superior a 99%. No Sistema Único de Saúde (SUS), os médicos implementam nas Unidades Básicas de Saúde (UBS) e em hospitais públicos, sem nenhum tipo de custo. O DIU de cobre é um método contraceptivo não-hormonal. Ele é disponibilizado em Unidades Básicas de Saúde e hospitais com atendimento ginecológico. Pode ser colocado desde a adolescência até a menopausa. É importante pesquisar na internet a UBS mais próxima da sua casa e ligar para descobrir se o procedimento está disponível. Após encontrar a unidade mais próxima que coloca o dispositivo, a paciente precisa ir até o local. Os médicos recomendam a participação em um grupo de planejamento familiar. Ele não é obrigatório, mas é importante para conhecer todos os métodos anticoncepcionais disponíveis e entender se o perfil condiz com o DIU, por exemplo. “A gente imagina que conhece os métodos, mas a gente não conhece. Existem muitos mitos, fantasias relacionadas a vários métodos anticoncepcionais. Então é importante a paciente ouvir e poder avaliar qual é a melhor opção para o momento de vida dela”, disse a ginecologista Cristina Guazzeli. Se a pessoa passou pelo grupo, será encaminhada para uma consulta com o médico ginecologista disponível no local. Se não teve interesse em participar, a marcação poderá ocorrer pessoalmente na UBS ou hospital. (https://g1.globo.com/bemestar/noticia/2018/10/26/diu-no-sus-5-passospara-conseguir-colocar-o-dispositivo-de-graca.ghtml. Acesso em 17.11.2018. Adaptado)