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Entre os princípios apresentados por Henri Fayol na abordagem das organizações formais modernas, o da cadeia escalar corresponde

A à linha de autoridade, que parte do topo da organização e desce, sem descontinuidade, até os níveis inferiores que executam a ordem.
B ao fluxograma de atividades e respectivos responsáveis, segregados por função em departamentos ou setores especializados.
C ao conjunto de inputs e outputs envolvidos nos processos produtivos da organização para a entrega final dos produtos ou serviços.
D à cadeia de comando transversal, perpassando os diferentes gestores e os responsáveis pela execução das tarefas.
E à antítese do princípio da unidade de direção, representando o fluxo horizontal de transmissão das ordens na organização.

No que concerne à gestão de pessoas do quadro próprio da organização, o modelo de administração de recursos humanos baseado em segmento de cargos

A é o mais conservador dos modelos, de natureza estática e que se propõe apenas a oferecer o desenho de cargos, ou seja, o conjunto de tarefas a serem desempenhadas por seus ocupantes.
B contrapõe-se ao modelo contingencial, desconsiderando fatores ou perspectivas futuras como planos de expansão ou outras demandas potenciais por pessoal, trabalhando apenas com histórico de rotatividade de pessoal em cada segmento.
C leva em conta a escolha de determinado fator estratégico, como, por exemplo, nível de vendas ou volume de produção, cuja variação afeta proporcionalmente a necessidade de pessoal nas unidades da organização.
D aplica-se em caráter subsidiário, quando os modelos tradicionais de descrição de postos-chave ou procura estimada de cargos não oferecem resultados satisfatórios ou são inconclusivos.
E é pertinente em cenários de forte mudança organizacional ou em processos disruptivos, propiciando a internalização de funções estratégicas que não necessariamente integrarão a estrutura permanente da organização.

O escopo da Matriz GUT, frequentemente utilizada na melhoria da gestão de desempenho organizacional, consiste em

A implementar gestão por projetos, aprimorando a governança, a ultratividade em face dos objetivos organizacionais e a tendência de consecução.
B orientar o planejamento estratégico, identificando as perspectivas de crescimento ( growth ), metas de utilidade ( utility ) e a existência de ameaças ( threats ).
C mapear as competências disponíveis na organização, classificando-as como gerenciais, úteis e transversais.
D propiciar o aprimoramento na gestão de processos e na resolução de problemas, orientando a priorização das ações de acordo com gravidade, urgência e tendência.
E certificar os processos da organização, a partir das perspectivas da maturidade no gerenciamento, uniformidade e tempestividade.

Suponha que determinada organização adote modelo de gestão por projetos utilizando a metodologia Program Evaluation and Review Technique , conhecida como PERT. Nesse contexto, tem-se que a organização

A guia-se por benchmark de mercado, buscando a eliminação de falhas, ainda que com ampliação do prazo de execução dos projetos.
B calcula o tempo estimado para execução dos projetos com base em uma média ponderada de cenários: pessimista, otimista e provável.
C considera apenas as variáveis exógenas que podem impactar o sucesso dos projetos, estabelecendo medidas de mitigação e gerenciamento de riscos.
D executa os projetos de forma a diminuir seu prazo de duração, com a eliminação de etapas inseridas no denominado caminho critico.
E estabelece a mediana dos tempos de execução de projetos similares executados por outras organizações e orienta-se por esse referencial.

Em uma organização estruturada de acordo com o modelo burocrático predicado por Max Weber, a meritocracia

A fica prejudicada pela ausência de uma estrutura organizacional bem definida, sem segregação de funções e níveis hierárquicos.
B é posta de lado por práticas como nepotismo, clientelismo e favorecimento pessoal que são inerentes ao modelo.
C é suplantada pela hierarquia, que confere aos superiores poderes arbitrários, em detrimento do prestígio à profissionalização.
D não é valorizada, eis que não há separação entre a propriedade e a Administração.
E um conceito central, havendo valorização da competência técnica dos empregados.

Uma das clássicas categorizações apresentadas pela doutrina acerca dos tipos de liderança consiste na classificação de estilo de liderança transacional e transformacional, apontando que

A a liderança transformacional demanda um processo estruturado de mudança na organização, em que a autoridade do gestor é constantemente desafiada e depende dos resultados obtidos.
B a forma de atuação do líder transacional é focada na formação e aprimoramento dos liderados, objetivando o desenvolvimento de habilidades comportamentais para formar novas lideranças, não havendo preocupação com resultados no curto prazo.
C a liderança transacional é pertinente apenas para organizações com alto grau de maturidade dos liderados, já que pressupõe uma liderança compartilhada.
D o método transformacional de liderança é baseado em uma atuação carismática e autocentrada do líder, em que não é levado em consideração o papel dos liderados.
E o líder que atua de forma transacional interage com os liderados em uma relação de troca, em que recompensas decorremdo atingimento de metas ou resultados.

Uma avaliação de desempenho na qual se identifique o denominado “efeito halo”, nos moldes comumente referidos pela literatura,

A apresenta desequilíbrio, com um grande número de empregados avaliados de forma satisfatória ou acima das expectativas, indicando possível leniência do avaliador.
B denota vício decorrente de generalização feita pelo avaliador a partir de algum aspecto específico do desempenho do avaliado.
C demonstra tendência central do avaliador, que atua com pouco rigor técnico e pontua todos os avaliados de forma similar.
D é considerada bem sucedida, com a distribuição equilibrada dos avaliados nas faixas de desempenho preestabelecidas.
E apresenta viés decorrente do apego do avaliador apenas aos comportamentos mais recentes dos avaliados.

A utilização do Balanced Scorecard (BSC) como ferramenta de apoio no planejamento estratégico, gestão e avaliação de desempenho nas organizações

A persegue a lógica do downsizing , propondo redução de pessoal, reorganização e simplificação de processos.
B pode ser adaptada para as peculiaridades de uma organização pública, com a redistribuição dos pesos dos seus indicadores: ambiental, social e de governança.
C é focada no binômio de perspectivas econômica-financeira e do cliente, o que torna complexa sua aplicação no setor público.
D inclui a confecção de mapa estratégico, para visualização das relações de causa e efeito entre os objetivos estratégicos, distribuídos entre as perspectivas consideradas pelo BSC.
E demanda a identificação da missão da organização, ou seja, das suas metas e objetivos perante à sociedade.

A gestão de pessoal com base na metodologia de gestão por competências demanda

A seleção de profissionais para ocuparem postos-chave na organização, utilizando o sistema Enterprise Resource Planing (ERP).
B processo de alocação interna dos colaboradores de acordo com as competências e habilidades identificadas a partir da aplicação do método Kaizen.
C a identificação das habilidades técnicas e comportamentais requeridas para os cargos da organização, o que compõe a etapa inicial de mapeamento de competências.
D o uso do Diagrama de Ishikawa, utilizado para prospecção de profissionais de excelência que atuam no mesmo setor da organização.
E identificação dos melhores talentos disponíveis dentro da organização, com a utilização do Diagrama de Pareto.
Texto associado
Atenção Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo. Tempos, lugares mágicos Sim, já faz tempo, éramos jovem casal e estávamos de férias, à toa na vida. Provavelmente aquele nosso cenário mágico de então terá incorporado novidades: haverá lugar incólume ao tempo? Deixemos oculta a medida comum do tempo e digamos que tudo 'aconteceu já faz alguns séculos. cada um carrega dentro de si seu singular relógio emocional. Estávamos os dois na praia de Amaralina, tomando cerveja num fim de tarde de verão (haverá outras estações em Salvador?). Aquele momento azul bem que podia ser eterno, sentíamos. Passamos a conversar sobre o Tempo. imaginei então o que seria feito daquele lugar, dali a um milhão de anos. E especulava, manhoso: “Existirá talvez o planeta, mas alguma coisa guardará algo do sol desta tarde, destes coqueiros, de nós?” Você então lembrou que não há eliminação cabal da matéria, há transformações sucessivas. E eu imaginei que, decorridos milênios, nós dois seríamos duas moléculas avulsas, viajantes do espaço que, de repente, poderiam cruzar seus caminhos vertiginosos exatamente onde milênios antes teria havido uma cidade, uma praia, uma conversa e dois. Então lhe propus um pacto: que esses duas moléculas, ao se cruzarem numa fração de segundo em meio a tantas no caos, se façam notar por um quase imperceptível código luminoso, uma faísca fulminante, uma piscadela guardada por milênios no coração da matéria cósmica. Você achou minha imaginação exuberante demais e preferiu olhar em volta, conferir a brisa que batia nas folhas dos coqueiros de Amaralina. Há lugares assim, neste nosso planeta: excitam a imaginação até o limite do imponderável, e ao mesmo tempo exercem toda a sua sedução telúrica. Acabamos um chope e andamos um bocado, a tempo de ver o sol desaparecer. Depois, já avistando o Farol da Barra, passei a imaginar que aquele farol mágico, daquela terra mágica, assim que escurecesse passaria a acender estrelas altíssimas. Mas você olhava distraída para algum ponto da linha do horizonte. ( Jehova de Brito , a publicar)

Considerando-se a estruturação do texto, o 3º parágrafo constitui uma passagem na qual

A se sustenta a teoria de que os elementos mágicos da natureza provocam em nós fantasias ainda mais irracionais.
B predomina um pensamento especulativo, de caráter poético, que decola de uma ponderação científica.
C os personagens em situação compartilham amorosamente uma mesma teoria sobre adventos futuros da humanidade.
D se esclarece plenamente um rumo objetivo para a narrativa fantasiosa que vinha se desenvolvendo até então.
E o casal estabelece um pacto amoroso por conta do intenso envolvimento de ambos numa hipótese da física.