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A Divisão de Redes do Tribunal Regional Federal da Primeira Região identificou que sua rede local estava com queda em sua performance em virtude de loops na rede, mesmo trabalhando com o protocolo Spanning Tree. A Divisão de Redes chegou corretamente à possível conclusão de que:

A como as bridges transmitem as informações por multicast para seus vizinhos, apenas um pequeno grupo recebia a nova informação de configuração da topologia;
B o protocolo Spanning Tree pode ter sido desabilitado involuntariamente, não permitindo uma atualização da árvore em virtude de possíveis atualizações na topologia da rede;
C mesmo usando a Spanning Tree, havia caminhos redundantes, e com isso todas as portas estavam no estado desativado para a utilização do protocolo;
D os switches entraram em modo promíscuo e com isso passaram a executar o algoritmo Spanning Tree localmente, disponibilizando a informação para todos os elementos da rede;
E na bridge, o frame BPDU estava utilizando o endereço único MAC multicast da porta como endereço de origem, e o endereço de destino era o endereço MAC unicast da Spanning Tree.

Amanda foi contratada pela empresa J para melhoria de segurança da rede local sem fio existente. Ela identificou que a rede atual não tinha criptografia e comunicou o caso à chefia. A chefia elaborou um relatório com as características que deveriam estar presentes no algoritmo a ser implementado. O algoritmo deve usar o modo de operação Counter Mode Cipher Block Chaining Message Authentication Code Protocol, baseado no AES; fornecer verificação de integridade e autenticidade; e ser mais adequado para uso empresarial. Ao ler o relatório, Amanda informou que já tinha a solução, porém ela seria vulnerável ao ataque de reinstalação de chaves. Como a chefia não se opôs, Amanda implementou o algoritmo:

A WPA2-EAP;
B WPA2-PSK;
C WPA;
D WEP;
E DES.

Amanda, administradora de banco de dados (DBA) da empresa X, está efetuando ajustes em seu sistema de banco de dados (SGBD) Oracle. Ela identificou que a tablespace de UNDO default não foi criada corretamente, o que está acarretando muitas falhas nas transações executadas. Amanda resolveu criar uma nova tablespace de UNDO, conforme script a seguir. create undo tablespace UNDOTBS1 datafile 'undotbs_01.dbf' size 100M autoextend on; Na tentativa de tornar default do banco de dados a tablespace UNDOTBS1, Amanda poderá:

A adicionar a cláusula nologging ao script no momento da criação da undo tablespace UNDOTBS1;
B certificar-se de que o sistema gerenciador de banco de dados opere em modo de gerenciamento de undo automático;
C executar o comando drop na tablespace de UNDO anterior, pois assim a UNDOTBS1 será assumida como default automaticamente;
D encontrar uma falha no comando executado, de modo que, ao dropar a tablespace de UNDO existente, o banco assumirá a tablespace SYSAUX como default;
E substituir a query apresentada por outra que faça a criação de uma tablespace bigfile, pois este é o único formato para a cláusula default.

Augusto recebeu um arquivo de texto contendo a lista dos equipamentos utilizados no Centro de Dados do Tribunal e precisa inseri-los no banco de dados de um sistema que é usado para gerenciar o patrimônio de TI. Para criar um registro em uma tabela em um banco de dados utilizando SQL, deve-se usar o comando:

A DROP TABLE
B ADD RECORD
C CREATE NEW
D INSERT INTO
E ALTER DATABASE

Em um ambiente de Business Intelligence, Júlio implementou uma ferramenta OLAP para apoiar a análise de dados do Data Mart do TRF1. Uma das consultas mais realizadas é o total de processos por tipo e por data. A operação OLAP que permite a geração de um subcubo é a:

A slice
B dice
C drill up
D rotate
E pivot

O Tribunal Regional Federal da 1ª Região está modernizando sua infraestrutura. Após vários estudos, a equipe de planejamento da solução identificou que a solução adotada deverá ser provisionada exclusivamente para o TRF1. Além disso, a gerência e operação serão feitas por uma combinação entre o TRF1 e a empresa dona da solução. Por fim, a solução deverá permanecer fisicamente fora das instalações do TRF1. Pode-se concluir que a equipe de planejamento fará uso do modelo de implantação chamado:

A private cloud;
B platform as a service (paas);
C community cloud;
D public cloud;
E hybrid cloud.

A empresa Y foi contratada para efetuar uma divisão por zonas DNS dentro do servidor DNS (Domain name system) do Tribunal Regional Federal da 1ª Região. Uma zona DNS é a parte específica de um namespace DNS que é hospedada em um servidor DNS. Essa zona contém registros de recursos, e o servidor DNS responde a consultas de registros nesse namespace. Como característica dessa zona, o servidor DNS armazenará os dados em um arquivo local. Essa zona pode ser usada na criação, edição ou exclusão de registros de recursos. O tipo de zona configurado pela empresa Y foi a zona:

A autoritária;
B primária;
C secundária;
D stub;
E de pesquisa inversa.

Um médico faz uso de um conjunto de aplicativos de atendimento em nuvem (portanto, não instalados em seu computador). Como ele atende em vários locais diferentes, precisa acessar esses sistemas através da Internet, usando o navegador de seu computador. Além de acessar os aplicativos, ele também guarda as receitas geradas pelo sistema e emitidas a seus pacientes para controle. Para garantir o funcionamento correto em seu trabalho, o médico contratou o modelo de serviço de nuvem:

A infraestrutura como serviço;
B plataforma como serviço;
C comunicação como serviço;
D software como serviço;
E desenvolvimento como serviço.

A equipe de desenvolvimento do Tribunal Regional Federal da 1ª Região está fazendo a configuração de um arquivo web.xml de um servidor Tomcat. O parâmetro modificationTestInterval foi definido para 10. Com base nessa nova configuração, a equipe de desenvolvimento definiu:

A que, se uma compilação JSP falhar, o parâmetro omodificationTestInterval deve ser ignorado por 10 segundos, e o próximo acesso acionará uma tentativa de recompilação;
B o número máximo de JSPs que serão carregados para um aplicativo da web. Se uma quantidade de JSPs maior que esse número for carregada, os JSPs usados menos recentemente serão descarregados;
C que a quantidade de tempo em segundos que um JSP pode ficar inativo antes de ser descarregado. Um valor zero ou menor indica que ele nunca descarregará;
D um JSP não seja verificado quanto a modificações durante o intervalo de tempo especificado (em segundos) desde a última vez em que o JSP foi verificado;
E o tempo em segundos entre verificações para ver se uma página JSP (e seus arquivos dependentes) precisa ser recompilada.

A equipe de TI de um órgão está operando, 24 horas por dia nos 7 dias da semana, com um storage obsoleto que tem apresentado várias falhas, causando indisponibilidade nos serviços oferecidos. Em um período de 10 dias, o equipamento falhou 3 vezes. A primeira falha demorou 2 horas para ser reparada, a segunda falha demorou 1 hora para ser reparada e terceira falha levou 3 horas para ser reparada. O MTBF (Mean Time Between Failures) e o MTTR (Mean Time to Repair) do storage no período de 10 dias são, respectivamente:

A 70 horas e 6 horas;
B 78 horas e 2 horas;
C 88 horas e 3 horas;
D 66 horas e 3 horas;
E 80 horas e 2 horas.