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Para fazer um doce de banana, deve-se usar 0,625 kg de açúcar para cada quilo de bananas. A quantidade aproximada (com erro de, no máximo, 3 g da quantidade exata) de açúcar, em kg, que se deve usar para fazer um doce com 3,5 kg de bananas é

A 1,875
B 2,100
C 2,200
D 2,190
E 3,000

Considere uma FibreChannel Storage Area Network com arquitetura de interconectividade Arbitrated Loop, que utiliza um hub FibreChannel para interligar servidores ao storage array formando uma topologia estrela. Neste tipo de arquitetura, o número de nós que podem ser conectados ao loop (descontando o endereço reservado para conectar, opcionalmente, o loop a uma porta switch FC) é

A 840
B 198
C 512
D 256
E 126
Texto associado
Hoje, o Rio Grande do Sul parece ser, artisticamente, uma ilha cercada de silêncio por todos os lados. Mas não foi sempre assim. Por incrível que pareça, a comunicação era muito mais fácil nos anos anteriores à década de 1960 e havia maiores possibilidades de intercâmbio, não só com os outros estados, como também com os países vizinhos, a Argentina e o Uruguai. Tal fato, evidentemente, não é isolado. Que sabemos nós do que está se passando em matéria de arte no Ceará, no Pará? E isso em plena era das comunicações via satélite... Seria o caso de se examinar o fenômeno por outro ângulo: a morte da arte como fator de comunicação. (Adaptado de: BITTENCOURT, Francisco. “Arte Brasil Hoje: Rio Grande do Sul” [1970], In: Arte-dinamite. Rio de Janeiro: Tamanduá, 2016, p. 59)

Hoje, o Rio Grande do Sul parece ser, artisticamente, uma ilha cercada de silêncio por todos os lados. Mas não foi sempre assim. [...] a comunicação era muito mais fácil nos anos anteriores... (1o parágrafo) Mantendo-se a lógica, os segmentos acima estão corretamente reescritos em um único período em:

A Nem sempre, conquanto pareça, o Rio Grande do Sul teria sido, artisticamente, uma ilha cercada de silêncio por todos os lados: haja visto que, a comunicação era muito mais fácil nos anos anteriores.
B À medida que, artisticamente, a comunicação era bem mais fácil nos anos anteriores, o Rio Grande do Sul, parece hoje uma ilha cercada de silêncio, por todos os lados, onde se vê-se que não foi sempre assim.
C Embora hoje se tenha a impressão de que o Rio Grande do Sul seja, artisticamente, uma ilha cercada de silêncio por todos os lados, não foi sempre assim: nos anos anteriores, a comunicação era muito mais fácil.
D O Rio Grande do Sul, hoje parece constituir uma ilha cercada de silêncio, por todos os lados, artisticamente; entretanto, nem sempre fora dessa maneira, uma vez que nos anos anteriores, a comunicação era bem mais fácil.
E Conforme se constata, o Rio Grande do Sul, que nem sempre fora, artisticamente, uma ilha cercada de silêncio por todos os lados, apesar de lhe parecer; era muito mais fácil a comunicação nos anos anteriores
Texto associado
Atenção: Para responder às questões de números 5 a 10, considere o texto abaixo. A mensagem desejada Brigaram muitas vezes e muitas vezes se reconciliaram, mas depois de uma discussão particularmente azeda, ele decidiu: o rompimento agora seria definitivo. Um anúncio que a deixou desesperada: vamos tentar mais uma vez, só uma vez, implorou, em prantos. Ele, porém, se mostrou irredutível: entre eles estava tudo acabado. Se pensava que tal declaração encerrava o assunto, estava enganado. Ela voltou à carga. E o fez, naturalmente, através do e-mail. Naturalmente, porque através do e-mail se tinham conhecido, através do e-mail tinham namorado. Ela agora confiava no poder do correio eletrônico para demovê-lo de seus propósitos. Assim, quando ele viu, estava com a caixa de entrada entupida de ardentes mensagens de amor. O que o deixou furioso. Consultando um amigo, contudo, descobriu que era possível bloquear as mensagens de remetentes incômodos. Com uns poucos cliques resolveu o assunto. Naquela mesma noite o telefone tocou e era ela. Nem se dignou a ouvi-la: desligou imediatamente. Ela ainda repetiu a manobra umas três ou quatro vezes. Esgotada a fase eletrônica, começaram as cartas. Três ou quatro por dia, em grossos envelopes. Que ele nem abria. Esperava juntar vinte, trinta, colocava todas em um envelope e mandava de volta para ela. Mas se pensou que ela tinha desistido, estava enganado. Uma manhã acordou com batidinhas na janela do apartamento. Era um pombo-correio, trazendo numa das patas uma mensagem. Não teve dúvidas: agarrou-o, aparou-lhe as asas. Pombo, sim. Correio, não mais. E pronto, não havia mais opções para a coitada. Aparentemente chegara o momento de gozar seu triunfo; mas então, e para seu espanto, notou que sentia falta dela. Mandou-lhe um e-mail, e depois outro, e outro: ela não respondeu. E não atendia ao telefone. E devolveu as cartas dele. Agora ele passa os dias na janela, contemplando a distância o bairro onde ela mora. Espera que dali venha algum tipo de mensagem. Sinais de fumaça, talvez. (Adaptado de: SCLIAR, Moacyr. O imaginário cotidiano . São Paulo: Global, 2013, p. 71-72)

O segmento Mas se pensou que ela tinha desistido, estava enganado (6º parágrafo) está corretamente reescrito, com a correlação entre as formas verbais preservada, em: Mas se

A pensou que ela tinha desistido, tinha estado enganado.
B pensasse que ela tinha desistido, estaria enganado.
C pensaria que ela tinha desistido, está enganado.
D pense que ela tinha desistido, estivesse enganado.
E pensará que ela tinha desistido, teria estado enganado.

Considere o texto abaixo para responder às questões. Seis de janeiro, Epifania ou Dia de Reis (em referência aos reis magos), fecha o ciclo natalino que, entre os romanos, festejava o renascimento do sol depois do solstício de inverno (o dia mais curto do ano). Era uma festa de invocação do sol, pelo fim das noites invernais. Durante esses festejos pagãos, os papéis sociais se confundiam. Havia troca de presentes e de identidades. O escravo assumia o lugar de senhor, o homem se vestia de mulher - como se, para agradar à natureza, tivéssemos de reconhecer a arbitrariedade das convenções culturais. Nesse intervalo de poucos dias, o homem aceitava como natural o que por convenção as relações sociais e de poder não permitiam. Ameaçado pelos caprichos da natureza, reconhecia que as coisas são mais complexas do que estamos dispostos a ver. É plausível que Shakespeare tenha escrito “Noite de Reis”, segundo Harold Bloom sua comédia mais bem-sucedida, pensando nessa carnavalização solar, para comemorar a Epifania. A peça conta a história de Viola e Sebastian, gêmeos que naufragam ao largo do que hoje seria Croácia, Montenegro ou Albânia, e que no texto se chama Ilíria. Viola acredita que o irmão se afogou. Ao oferecer seus serviços ao duque de Ilíria, ela se disfarça de homem, assumindo o nome de Cesário. É o suficiente para pôr em andamento uma comédia de erros na qual as identidades serão confrontadas com a relatividade das nossas convicções. O sentido irônico do subtítulo da peça - “o que bem quiserem ou desejarem” - dá a entender que os desejos desafiam as convenções que os encobrem. As convenções se modificam conforme a necessidade. Os desejos as contradizem. Identidade e desejo são muitas vezes incompatíveis. É o que reivindica a filósofa Rosi Braidotti. Braidotti critica a banalização dos discursos identitários, uma incapacidade de lidar com a complexidade, análoga às soluções simplistas que certos discursos contrapõem às contradições. Diante da complexidade, é natural seguir a ilusão das respostas mais simples. Sob a graça da comédia, Shakespeare trata da fluidez das identidades. Epifania tem a ver com a luz, com o entendimento e a compreensão. Mas para voltar a ver e compreender é preciso admitir que as contradições são parte constitutiva do mundo. A democracia, em sua imperfeição e irrealização permanentes, depende disso. (Adaptado de: CARVALHO, Bernardo. Disponível em: www1.folha.uol.com.br) A referência à comédia de Shakespeare acentua a seguinte ideia:

A O aspecto lúdico dos rituais de celebração da natureza visa à aceitação dos limites impostos pelas normas sociais.
B Normas sociais, ainda que arbitrárias, devem ser impostas no intuito de se dominar a natureza humana.
C As convenções sociais lembram ao homem que a soberania da natureza deve ser reconhecida.
D O impulso de transpor limites convencionais gera consequências indesejáveis e deve ser evitado.
E As convenções sociais são arbitrárias e costumam ir de encontro a desejos humanos.

O Técnico de Segurança deve conhecer as vulnerabilidades da instituição, de forma a considerá-las em suas ações. Para tanto, deve considerar que as vulnerabilidades

A não devem existir, pois por si só provocam incidentes.
B necessitam da ação de um agente causador ou uma condição favorável para provocar um incidente.
C apenas provocam incidentes se submetidas a uma condição favorável. O agente causador nunca atua sobre uma vulnerabilidade.
D nada tem a ver com as condições favoráveis à ocorrência de um acidente.
E são sinônimos de incidentes, pois a sua simples existência pode ser considerada uma ameaça.

É o que reivindica a filósofa Rosi Braidotti. Braidotti critica a banalização dos discursos identitários, uma incapacidade de lidar com a complexidade, análoga às soluções simplistas que certos discursos contrapõem às contradições. Diante da complexidade, é natural seguir a ilusão das respostas mais simples. Depreende-se do contexto que a filósofa Rosi Braidotti, mencionada no 6o parágrafo,

A lança dúvida sobre a noção de que identidade e desejo possam ser conciliados.
B incentiva a busca de respostas simples para problemas intrincados.
C critica a simplificação de questões identitárias complexas.
D considera ilusória a complexidade dos discursos identitários.
E defende a ideia de que ao discurso devem corresponder ações práticas.

André ajuizou ação de cobrança contra Reinaldo e Letícia, demandando o pagamento de alugueres de um imóvel que lhes havia locado, mediante contrato verbal. Em sua contestação, Reinaldo nega a existência de locação, argumentando que o imóvel lhes havia sido cedido em comodato. Por sua vez, na contestação de Letícia, ela admite a existência da locação, sustentando que ela e Reinaldo, seu irmão, deixaram de pagar os alugueres por conta de dificuldades financeiras. Nesse caso, dada a existência do litisconsórcio passivo, a confissão de Letícia quanto à existência da locação

A faz prova apenas contra ela, Letícia.
B faz prova contra ela, Letícia, e também contra Reinaldo.
C faz prova apenas contra Reinaldo.
D faz prova contra ela, Letícia, somente se corroborada por outros meios.
E não faz prova contra ela, Letícia, nem contra Reinaldo.

Um Técnico deseja incluir um campo chamado status na tabela Processo, que aceitará até 30 caracteres. Considerando que o banco de dados está aberto e em condições ideais, para realizar este procedimento terá que usar o comando

A ADD COLUMN status VARCHAR(30) TO Processo;
B ALTER TABLE Processo APPEND COLUMN status VARCHAR(30);
C INSERT INTO Processo COLUMN status TYPE VARCHAR(30);
D ADD COLUMN status TO Processo WITH TYPE VARCHAR(30);
E ALTER TABLE Processo ADD COLUMN status VARCHAR(30);