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Com relação à Justiça do Trabalho, considere:

I. A lei criará varas da Justiça do Trabalho, podendo, nas comarcas não abrangidas por sua jurisdição, atribuí-la aos juízes
de direito, com recurso para o respectivo Tribunal Regional do Trabalho.

II. Um quinto dentre advogados com, no mínimo, quinze anos de efetiva atividade profissional, desde que sejam brasileiros
com menos de setenta anos de idade, compõe o Tribunal Superior do Trabalho.

III. Um terço de membros do Ministério Público do Trabalho com mais de dez anos de efetivo exercício, desde que sejam
brasileiros com mais de trinta e menos de setenta anos de idade, compõe o Tribunal Superior do Trabalho.

IV. Ao Conselho Superior da Justiça do Trabalho cabe exercer a supervisão administrativa, orçamentária e financeira da Justiça do Trabalho de primeiro e segundo graus e, também, do Tribunal Superior do Trabalho, como órgão central do sistema, cujas decisões, entretanto, não terão efeito vinculante.

Está correto o que se afirma APENAS em

A III e IV.
B I e II.
C II.
D I.
E IV.

Em um armário há bolas numeradas. Ana gosta de números pares, Bia gosta de números que são múltiplos de 3 e Carla gosta de números que são múltiplos de 5. Cada uma delas foi até o armário e pegou todas as bolas com números de que gosta. Ana pegou as bolas de números 32 e 52; Bia pegou as bolas de números 24, 33 e 45; e Carla pegou as bolas de números 20, 25 e 35. A ordem em que as três foram buscar as bolas é

A Ana, Carla e Bia.
B Ana, Bia e Carla.
C Bia, Ana, Carla.
D Bia, Carla e Ana.
E Carla, Bia e Ana.

Em um vestiário, há cinco armários com as seguintes identificações nas portas: XZX, WSX, ZWX, ZSX, SZW. As chaves dos armários são etiquetadas com números de 3 algarismos, de modo que cada algarismo está associado a uma única letra, porém a etiqueta de uma das chaves foi perdida. Se os números de quatro das chaves são 745, 575, 795, 974, então o número na etiqueta perdida é

A 497
B 945
C 975
D 574
E 495

Um determinado prédio tem, além do andar térreo, onze andares, numerados de 1 a 11. O elevador desse prédio tem capacidade para 7 pessoas e sai do térreo, em direção ao 11º andar, com duas pessoas. O elevador para em todos os andares e as pessoas que vão entrar primeiramente aguardam a saída das pessoas que já estão no elevador. Em cada andar entram duas pessoas se houver espaço, caso contrário entra uma pessoa ou nenhuma, conforme a capacidade permitir. Nos andares pares saem três pessoas e nos andares impares nenhuma pessoa sai. Antes que a porta se abra no 11º andar, o número de pessoas dentro do elevador é

A 3.
B 4.
C 5.
D 6.
E 7.
Texto associado
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo. Os deuses da cidade Para ver uma cidade não basta ficar de olhos abertos. É preciso primeiramente descartar tudo aquilo que impede de vê-la, todas as Ideias recebidas, as imagens pré-constituídas que continuam a estorvar o campo visual e a capacidade de compreensão. Depois é preciso saber simplificar, reduzir ao essencial o enorme número de elementos que a cada segundo a cidade põe diante dos olhos de quem a observa, e ligar os fragmentos espalhados num desenho analítico e ao mesmo tempo unitário, como o diagrama de uma máquina, com o qual se possa compreender como ela funciona. A comparação da cidade com uma máquina é, ao mesmo tempo, pertinente e desviante. Pertinente porque uma cidade vive na medida em que funciona, isso é, em que serve para se viver nela e para fazer viver. Desviante porque, diferentemente das máquinas, que são criadas com vistas a uma determinada função, as cidades são todas ou quase todas o resultado de adaptações sucessivas a funções diferentes, não previstas por sua fundação anterior (penso nas cidades italianas com sua história de séculos ou de milénios). Mais do que com a máquina, é a comparação com o organismo vivo na evolução da espécie que pode nos dizer alguma coisa importante sobre a cidade: como. ao passar de uma era para outra, as espécies vivas adaptam seus órgãos para novas funções ou desaparecem, assim também as cidades. E não podemos esquecer que na história da evolução toda espécie carrega consigo características que parecem de outras eras, na medida em que já não correspondem a necessidades vitais, mas que talvez um dia, em condições ambientais transformadas, serão as que salvarão a espécie da extinção. Assim a força da continuidade de uma cidade pode consistir em características e elementos que hoje parecem prescindíveis, porque esquecidos ou contraditos por seu funcionamento atual. Os antigos representavam o espirita de uma cidade com aquele tanto de vago e aquele tanto de preciso que essa operação implica, evocando os nomes dos deuses que presidiram sua fundação: nomes que equivalem a personificações de posturas vitais do comportamento humano e que tinham de garantir a vocação profunda da cidade. Uma cidade pode passar por catástrofes e anacronismos, ver estirpes diferentes sucedendo-se em suas casas, ver suas casas mudarem cada pedra, mas deve, no momento certo, sob formas diferentes, reencontrar os próprios deuses. (Adaptado de CALVINO, ltalo. Assunto encerrado Trad. Roberta Barni. São Paulo: Companhia das Letras, 2006, p. 333-336, passim )

As normas de concordância verbal estão plenamente observadas na frase:

A Evocava-se, entre os antigos, os nomes dos deuses a que deveriam cultuar cada cidade.
B Em nada contribui para a visão de uma cidade os fatores que já condicionaram nosso olhar.
C Não importa para quem queira conhecer de fato uma cidade as cristalizações já incorporadas.
D Constituem-se ao mesmo tempo uma visão pertinente e uma visão desviante de uma cidade.
E Costumam adaptar-se aos critérios da evolução o organismo das criaturas de cada espécie.
Texto associado
Atenção: Para responder à questão, baseie-se no texto abaixo. Os deuses da cidade Para ver uma cidade não basta ficar de olhos abertos. É preciso primeiramente descartar tudo aquilo que impede de vê-la, todas as Ideias recebidas, as imagens pré-constituídas que continuam a estorvar o campo visual e a capacidade de compreensão. Depois é preciso saber simplificar, reduzir ao essencial o enorme número de elementos que a cada segundo a cidade põe diante dos olhos de quem a observa, e ligar os fragmentos espalhados num desenho analítico e ao mesmo tempo unitário, como o diagrama de uma máquina, com o qual se possa compreender como ela funciona. A comparação da cidade com uma máquina é, ao mesmo tempo, pertinente e desviante. Pertinente porque uma cidade vive na medida em que funciona, isso é, em que serve para se viver nela e para fazer viver. Desviante porque, diferentemente das máquinas, que são criadas com vistas a uma determinada função, as cidades são todas ou quase todas o resultado de adaptações sucessivas a funções diferentes, não previstas por sua fundação anterior (penso nas cidades italianas com sua história de séculos ou de milénios). Mais do que com a máquina, é a comparação com o organismo vivo na evolução da espécie que pode nos dizer alguma coisa importante sobre a cidade: como. ao passar de uma era para outra, as espécies vivas adaptam seus órgãos para novas funções ou desaparecem, assim também as cidades. E não podemos esquecer que na história da evolução toda espécie carrega consigo características que parecem de outras eras, na medida em que já não correspondem a necessidades vitais, mas que talvez um dia, em condições ambientais transformadas, serão as que salvarão a espécie da extinção. Assim a força da continuidade de uma cidade pode consistir em características e elementos que hoje parecem prescindíveis, porque esquecidos ou contraditos por seu funcionamento atual. Os antigos representavam o espirita de uma cidade com aquele tanto de vago e aquele tanto de preciso que essa operação implica, evocando os nomes dos deuses que presidiram sua fundação: nomes que equivalem a personificações de posturas vitais do comportamento humano e que tinham de garantir a vocação profunda da cidade. Uma cidade pode passar por catástrofes e anacronismos, ver estirpes diferentes sucedendo-se em suas casas, ver suas casas mudarem cada pedra, mas deve, no momento certo, sob formas diferentes, reencontrar os próprios deuses. (Adaptado de CALVINO, ltalo. Assunto encerrado Trad. Roberta Barni. São Paulo: Companhia das Letras, 2006, p. 333-336, passim )

É preciso descartar tudo aquilo que impede a visão real de uma cidade. Uma nova, correta e coerente redação da frase acima processa-se no seguinte caso:

A Deve-se expurgar de uma cidade a imagem daquilo que lhe visivelmente lhe tolhe.
B É mister de que se descarte aquilo que obste com a visão real de uma cidade.
C Impõe-se a exclusão de tudo aquilo que obstrui a efetiva visão de uma cidade.
D Faculta-se eliminar à tudo que empana o visionário realista de uma cidade.
E É de boa prática afastar os impedimentos em que tolhem uma vista da cidade.

Considera-se, para os efeitos do Decreto n° 5.296/2004, que regulamenta as Leis n°10.04812000 e 10.098/2000, pessoa commobilidade reduzida aquela que,

A não se enquadrando no conceito de pessoa portadora de deficiência. tenha, por qualquer motivo, dificuldade de movimentar-se, de forma exclusivamente temporária, gerando redução efetiva ou potencial da mobilidade, flexibilidade, coordenação motora e percepção.
B enquadrando-se no conceito de pessoa portadora de deficiência, tenha, por qualquer motivo, dificuldade de movimentar-se, de forma exclusivamente permanente, gerando redução efetiva da mobilidade, flexibilidade, coordenação motora e percepção
C não se enquadrando no conceito de pessoa portadora de deficiência, tenha, por qualquer motivo, dificuldade de movimentar-se, permanente ou temporariamente. gerando redução efetiva da mobilidade, flexibilidade, coordenação motora e percepção.
D enquadrando-se no conceito de pessoa portadora de deficiência, tenha, por qualquer motivo, dificuldade de movimentar-se, de forma exclusivamente temporária, gerando redução efetiva ou potencial da mobilidade, flexibilidade. coordenação motora e percepção.
E não se enquadrando no conceito de pessoa portadora de deficiência, tenha, por qualquer motivo, dificuldade de movimentar-se. de forma exclusivamente permanente. gerando redução efetiva da mobilidade, flexibilidade, coordenação motora e percepção.

Um Técnico de TI de um Tribunal foi solicitado a organizar os arquivos e programas utilizados por uma equipe para facilitar o acesso e melhorar a eficiência. Ele decidiu criar uma estrutura de pastas no Windows 11. que esta instalado e funcionando em condições ideais, e configurar os programas mais utilizados para serem executados automaticamente ao iniciar o sistema. As ações corretas para atingir esse objetivo são:

A Organizar os arquivos "Explorador de Arquivos" e configurar os programas no "Gerenciador de Tarefas", na aba "Inicializar".
B Configurar as pastas diretamente no "Gerenciador de Tarefas", na aba "inicializar", juntamente com os programas mais utilizados.
C Configurar os programas no "Menu Iniciar" e ativar a opção "Executar como administrador· para os programas mais utilizados.
D Utilizar o recurso "Pastas Personalizadas" no Explorador de Arquivos e o utilitário " startconfíg " para gerenciar a inicialização.
E Criar uma nova conta de usuário no Windows com privilégios administrativos para a equipe definir os critérios de inicialização.

"Os arquivos - na sua missão de preserv81 e conservar o patrimônio cultural documental - são fontes de informação e conhecimento que proporcionam a gestão adequada do patrimônio documental e iconográfico relativo á memória de uma nação ". (Toutain, 2012, p. 18) Para que os arquivos cumpram tal missão, é necessário

A restringir o uso de arquivos documentais a pesquisadores profissionais, excluindo o público em geral.
B utilizar exclusivamente tecnologias analógicas para a conservação do patrimônio documental.
C proibir o acesso público aos arquivos, preservando a segurança da informação.
D organizá-los e conservá-los para servir de referência de informação, prova, testemunho e fonte de pesquisa.
E priorizar a destruição de documentos antigos para dar espaço a novos arquivos.

O código de referência é um dos elementos de descrição obrigatórios da Norma Brasileira de Descrição Arquivística (Nobrade). Para sua formação é necessário registrar, obrigatoriamente, os códigos do pais da

A entidade custodiadora e da unidade de descrição, respectivamente.
B entidade custodladora e da unidade de descrição. previamente configuradas por norma Internacional.
C entidade custodiadora e da unidade de descrição, aleatoriamente.
D unidade de descrição, da entidade custodiadora e da unidade de arquivamento.
E unidade federativa, da entidade custodiadora e da unidade de descrição.