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A era digital trouxe uma quantidade enorme de dados para o mundo, o que tornou o Big Data uma preocupação cada vez mais importante para empresas e organizações em diversos países. Para entender e aproveitar ao máximo as informações disponíveis, é fundamental conhecer os chamados “5 V's” desse complexo conjunto de dados, que são: Volume, Velocidade,

A Versatilidade, Volatilidade e Valor.
B Variedade, Veracidade e Valor.
C Variedade, Vencimento e Vertente.
D Veracidade. Vertente e Valor.
E Valor, Verificação e Versatilidade.

Uma Técnica de um Tribunal Regional do Trabalho vai utilizar o O Auth 2.0 como protocolo padrão de autorização para que aplicativos como Web App, Mobile e Desktop obtenham acesso limitado às informações de usuários através do protocolo HTTP. O O Auth 2.0 define quatro papéis, sendo que um deles é

A Owner Role , aplicação que interage com o Resource Owner,
B Client , pessoa (entidade) que concede o acesso aos dados.
C Authorization Server, API exposta na internet e que contém os dados do usuário.
D Resource Server, API exposta na internet e que contém os dados do usuário.
E Authorization Server, pessoa (entidade) que concede o acesso aos dados.

Um Técnico de um Tribunal Regional do Trabalho está trabalhando com a pilha ELK ( Elasticsearch, Logstash e Kibana ) para uso em análise de dados. Pesquisando sobre a aplicação dessa pilha a fim de poder utilizá-la de modo otimizado, ele verificou que shard é

A uma ferramenta de visualização e gerenciamento de dados usado para o Logstash.
B um código usado para agregar e processar dados e enviá-los ao Elasticsearch.
C uma capacidade fornecida pelo Elasticsearch para subdividir o índice em várias partes.
D usado para agregar e processar dados e enviá-los ao Kibana. É um pipeline de processamento de dados do lado client que ingere dados de uma infinidade de fontes simultaneamente, os transforma e os envia para coleta.
E um grupo ( cluster ) Elasticsearch de uma ou mais instâncias de nó que ficam no front end para enviar os resultados de uma pesquisa para o Kibana.

O Modelo de Referência MPS para Software (MR-MPS-SW) define níveis de maturidade que são uma combinação entre processos e sua capacidade. Os processos estão divididos em

A processos administrativos e processos de capacitação técnica.
B conjuntos de processos estratégicos. táticos e operacionais.
C processos que são orientados por fases para níveis de capacidade e de maturidade.
D conjuntos de processos de capacitação, de motivação e de implantação.
E conjuntos de processos de projetos e de processos organizacionais.

Considere, por hipótese, que um Técnico de um tribunal está estudando o Capability Maturity Model Integration (CMMI-DEV v2.0) para aplicação no órgão. Ele estudou bastante as Áreas de Prática (Practice Areas) e verificou, corretamente, que as práticas 1. Desenvolvimento e Gerenciamento de Requisitos ( Requirements Development and Management ) (RDM) e 2. Solução Técnica ( Technical Solution ) (TS) são classificadas, respectivamente, nas Areas de Capacidade ( Capabilities Areas )

A Delivering and Managing Services e Engineering & Developing Pro ducts.
B Planning and Managing Work e Ensuring Quality.
C Ensuring Quality e Engineering & Developing Products.
D Sustaining Habit and Persistence e Delivering and Managing Services.
E Improving Performance e Planning and Managing Work.

Uma Técnica está utilizando o JUnit na fase de testes de um sistema. Para aprovação de uso pelo coordenador da equipe, ela preparou um material com alguns exemplos. Em um desses exemplos, ela explica que os testes JUnit são organizados em classes de teste em que cada método de teste representa um caso de teste específico e que o JUnit fornece anotações para definir os métodos de teste e os métodos de configuração/desmontagem, tais como:

A @endTest, @geiParameter e @initXcution
B @Complete, @sendData e @whileBetore
C @makeEquals, @makeTrue e @makeFalse
D @After, @Before e @Test
E @indentCase, @Feed e @endTest

Das abordagens principais dos processos de software , apresenta pelo menos três princípios ou características do método Extreme Programming (XP):

A propriedade coletiva, diagrama de bolhas, product owner e modelo de visão.
B modelagem de negócio, revisão de sprint, refatoração e diagrama funcional
C revisão de sprint , programação em pares, diagrama de fluxo de dados e product owner.
D diagrama funcional, modelo de processo, product backlog e refatoração.
E refatoração, product backlog, propriedade coletiva e programação em pares.
Texto associado
Atenção : Para responder à questão, considere o texto abaixo. Blefes Ninguém conhece a alma humana melhor do que um jogador de pôquer. A sua e a do próximo. Numa mesa de pôquer o homem chega ao pior e ao melhor de si mesmo, e vai da euforia ao ódio numa rodada. Mas sempre como se nada estivesse acontecendo. Os americanos falam do poker face, a cara de quem consegue apostar tendo uma boa carta ou nada na mão com a mesma impassividade, embora a lava esteja turbilhonando lá dentro. Porque sabe que está rodeado de fingidos, o jogador de pôquer deve tentar distinguir quem tem jogo de quem não tem e está blefando por um tremor na pálpebra, por um tique na orelha. Ou ultrapassando a fachada e mergulhando na alma do outro. Não se trata de adivinhar seu caráter. Não é uma questão de caráter. O blefe é um lance tão legítimo quanto qualquer outro no pôquer. Os puros são até melhores blefadores, pois só quem não tem culpa pode sustentar um poker face perfeito sob o escrutínio hostil da mesa. Há quem diga que ganhar com um blefe supera ganhar com boas cartas e que é no blefe que o pôquer deixa de ser um jogo de azar, e portanto de acaso, e se torna um jogo de talento. Já fora do pôquer o blefe perde sua respeitabilidade. É apenas sinônimo de engodo. Geralmente aplicado a pessoas que não eram o que pareciam ou fingiam ser. (Adaptado de: VERÍSSIMO, Luis Fernando. As mentiras que os homens contam. São Paulo: Cia das Letras, 2015)

Os puros são até melhores blefadores. O uso de “até” no trecho acima permite afirmar que

A o escrutínio hostil da mesa depende da pureza dos jogadores.
B não se espera que os puros sejam melhores blefadores.
C não é preciso ser puro para ser um bom blefador.
D a pureza é apenas um detalhe por não ser considerada ao se blefar.
E o blefe está intimamente ligado à culpa do jogador.

Em uma papelaria, 10 lápis custam tanto quanto 8 canetas; 16 canetas custam tanto quanto 12 lapiseiras; 4 lapiseiras custam tanto quanto 1 caderno; 1 caderno custa tanto quanto 24 apontadores. O número de apontadores que se pode comprar pelo preço de 5 lápis é

A 36
B 18
C 9
D 12
E 24

Entre as relações formais presentes em uma estrutura organizacional, aquela denominada autoridade de linha corresponde

A à existente apenas em organizações que adotem o critério de departamentalização funcional, com segregação de atividades por áreas de especialização.
B ao poder que um chefe de um órgão tem de dar ordens aos seus subordinados, coordenar suas ações e cobrar resultados.
C à linha de comando que parte do topo da organização para os órgãos de execução, estando presente de forma mais pronunciada em organizações do tipo divisional.
D à função de coordenação atribuída aos órgãos de assessoria de primeiro nível em uma organização que adote o modelo matricial.
E ao ajuste espontâneo realizado entre integrantes de uma mesma equipe, que prescinde de relação de subordinação ou hierarquia.