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De acordo com o Código Civil, os bens

A móveis são suscetíveis de movimento próprio ou de remoção por força alheia, ainda que haja alteração da substância ou da destinação econômico-social.
B naturalmente divisíveis podem tornar-se indivisíveis por determinação da lei ou por vontade das partes.
C fungíveis são aqueles cujo uso importa destruição imediata da própria substância.
D públicos de uso especial estão sujeitos a usucapião.
E consumíveis são aqueles que podem substituir-se por outros da mesma espécie, qualidade e quantidade.

Gisele realizou negócio jurídico mediante coação, a qual lhe viciou a declaração da vontade. Nessa hipótese, ela poderá requerer a anulação do negócio jurídico

A no prazo prescricional de 3 anos, contado da data de celebração do negócio jurídico.
B no prazo decadencial de 4 anos, contado do dia em que a coação cessar.
C no prazo prescricional de 2 anos, contado da data de celebração do negócio jurídico.
D a qualquer momento, já que se trata de ato insuscetível de convalidação pelo decurso do tempo.
E no prazo decadencial de 5 anos, contado do dia em que a coação cessar.
Texto associado
Direito natural e direito dos homens O direito natural é aquele que a natureza mesma determina a todos os homens. Educastes vossos filhos, ele vos deve respeito como seu paí, reconhecimento como seu benfeitor. Tendes direito sobre a terra que cultivastes com vossas próprias mãos. O direito humano só pode ser fundado no direito da natureza, e o grande princípio, o princípio universal de um e outro, é em toda terra: “Não faças o que não gostarias que te fizessem”. Contentam-se alguns, noutras terras, em afirmar: “Crê em mim, ou eu te odiarei; crê, ou te farei todo o mal que eu puder. Monstro, não tens a minha religião, então não tens religião nenhuma.” O direito da intolerância é, então, absurdo e bárbaro: é o direito dos tigres, sendo no entanto bem pior, pois os tigres só se dilaceram por comida, e nós nos exterminamos por parágrafos. (Adaptado de: VOLTAIRE. Tratado sobre a tolerância. Trad. Ana Luiza Reis Bedê. São Paula: Martim Cererê, 2017. p. 36)

Tendes direito sobre a terra que cultivastes com vossas próprias mãos. Transpondo-se adequadamente o tratamento verbal para 2ª pessoa do singular e a forma ativa para a passiva da frase acima, ela ficará:

A Terás sobre a terra o direito de a cultivares com suas próprias mãos.
B Tem teu direito sobre a terra que tuas próprias mãos cultivam.
C Tens direito sobre a terra que cultivou-se por suas próprias mãos.
D Tens direito sobre a terra que foi cultivada por tuas próprias mãos.
E Tereis sobre a terra o direito que fora cultivado por tuas próprias mãos.
Texto associado
Direito natural e direito dos homens O direito natural é aquele que a natureza mesma determina a todos os homens. Educastes vossos filhos, ele vos deve respeito como seu paí, reconhecimento como seu benfeitor. Tendes direito sobre a terra que cultivastes com vossas próprias mãos. O direito humano só pode ser fundado no direito da natureza, e o grande princípio, o princípio universal de um e outro, é em toda terra: “Não faças o que não gostarias que te fizessem”. Contentam-se alguns, noutras terras, em afirmar: “Crê em mim, ou eu te odiarei; crê, ou te farei todo o mal que eu puder. Monstro, não tens a minha religião, então não tens religião nenhuma.” O direito da intolerância é, então, absurdo e bárbaro: é o direito dos tigres, sendo no entanto bem pior, pois os tigres só se dilaceram por comida, e nós nos exterminamos por parágrafos. (Adaptado de: VOLTAIRE. Tratado sobre a tolerância. Trad. Ana Luiza Reis Bedê. São Paula: Martim Cererê, 2017. p. 36)

Monstro, não tens a minha religião, então não tens religião nenhuma. À frase acima segue correta e explicita seu sentido coerente nesta outra forma:

A Foste um monstro, não tendo minha religião, posto que nenhuma outra.
B Sendo o monstro que és, não tens a minha religião e, portanto, nenhuma outra.
C Ainda és um monstro, por que não tens minha religião, visto que não tens nenhuma.
D Por monstro que sejas, ao não teres religião, nenhuma religião virá a ler.
E Se és um monstro, não terás minha religião, nem terás nenhuma outra.
Texto associado
Direito natural e direito dos homens O direito natural é aquele que a natureza mesma determina a todos os homens. Educastes vossos filhos, ele vos deve respeito como seu paí, reconhecimento como seu benfeitor. Tendes direito sobre a terra que cultivastes com vossas próprias mãos. O direito humano só pode ser fundado no direito da natureza, e o grande princípio, o princípio universal de um e outro, é em toda terra: “Não faças o que não gostarias que te fizessem”. Contentam-se alguns, noutras terras, em afirmar: “Crê em mim, ou eu te odiarei; crê, ou te farei todo o mal que eu puder. Monstro, não tens a minha religião, então não tens religião nenhuma.” O direito da intolerância é, então, absurdo e bárbaro: é o direito dos tigres, sendo no entanto bem pior, pois os tigres só se dilaceram por comida, e nós nos exterminamos por parágrafos. (Adaptado de: VOLTAIRE. Tratado sobre a tolerância. Trad. Ana Luiza Reis Bedê. São Paula: Martim Cererê, 2017. p. 36)

De acordo com Voltaire, o direito natural e o direito dos homens

A caracterizam-se pelo afastamento que mantêm de valores morais ou de mérito.
B mantêm entre eles um grau de tolerância reciproca altamente inspiradora.
C complementam-se, acima de qualquer pressuposto de hierarquização ou precedência.
D inspiram-se reciprocamente ao longo da história, numa permanente relação dialética.
E ligam-se pela absorção dos fundamentos da natureza pelos do direito humano.
Texto associado
Direito natural e direito dos homens O direito natural é aquele que a natureza mesma determina a todos os homens. Educastes vossos filhos, ele vos deve respeito como seu paí, reconhecimento como seu benfeitor. Tendes direito sobre a terra que cultivastes com vossas próprias mãos. O direito humano só pode ser fundado no direito da natureza, e o grande princípio, o princípio universal de um e outro, é em toda terra: “Não faças o que não gostarias que te fizessem”. Contentam-se alguns, noutras terras, em afirmar: “Crê em mim, ou eu te odiarei; crê, ou te farei todo o mal que eu puder. Monstro, não tens a minha religião, então não tens religião nenhuma.” O direito da intolerância é, então, absurdo e bárbaro: é o direito dos tigres, sendo no entanto bem pior, pois os tigres só se dilaceram por comida, e nós nos exterminamos por parágrafos. (Adaptado de: VOLTAIRE. Tratado sobre a tolerância. Trad. Ana Luiza Reis Bedê. São Paula: Martim Cererê, 2017. p. 36)

Analisando-se a relação entre os parágrafos do texto, é coerente afirmar que

A o princípio universal identificado no 2º parágrafo tem como contraponto antitético o direito da intolerância, no 4º parágrafo.
B o 2º e o 3º parágrafos ligam-se pela exemplificação dos princípios universais que devem ligar o homem à natureza.
C o conceito de direito presente no 1º parágrafo contesta o conceito de direito presente no 2º parágrafo.
D o que se declara entre aspas no 3º parágrafo exemplifica a intolerância a que se refere o 4º parágrafo.
E a expressão direito sobre a terra, do 1º parágrafo, ilustra um dos abusos acusados no 4º parágrafo.

Os amigos Leonardo, Marcos e Nilton encontram-se no aeroporto e cada um deles irá para uma cidade diferente: Campinas, Salvador e Belém, não necessariamente nessa ordem. Além disso, um deles está viajando a trabalho, outro para estudar e outro a passeio. São fornecidas as seguintes informações: 1. Leonardo não vai trabalhar e não vai para Belém. 2. Marcos vai para Campinas, mas não é para estudar. 3. Um dos amigos vai para Belém a passeio. Considerando essas informações, é correto concluir que

A Um dos amigos vai estudar em Salvador.
B Um dos amigos val passear em Campinas.
C Nilton não vai para Belém.
D Marcos val passear.
E Leonardo val para Salvador a passeio.

Ana compra uma revista por mês e um livro a cada dois meses. Em janeiro de 2021, ela comprou uma revista e um livro. O preço de um livro é 5 vezes o preço de uma revista. No final de dezembro, Ana constatou que gastou R$ 546,00 em livros e revistas. Ao comprar um livro e uma revista, Ana gasta

A R$ 26,00
B R$ 39,00
C R$ 78,00
D R$ 65,00
E R$ 52,00

Considere todos os números maiores do que 99 e menores do que 1000 tais que: 1. todos os algarismos sejam distintos. 2. o algarismo da unidade é igual à soma dos outros dois algarismos. A quantidade de números que obedecem a essas condições é:

A 48
B 41
C 16
D 32
E 64