Atenção : Considere o texto abaixo para responder às questões de números 7 a 9.
Padre Alfredo visitou-o pela primeira vez naquela semana. O capitão estava tão desacostumado de ter visitas que, ao ouvir tocar o sino, não foi logo ao portão. "Senhor padre, bons dias, o que o traz por cá? Estava a fazer uma sesta, entre, entre" - e dirigiu-o ao quintal. "Então é aqui que passa os seus dias o bravo capitão Celestino. Que esplendoroso roseiral", e abeirou-se da roseira. As rosas pareciam envernizadas, tão túrgidas que cantavam. Na verdade, viera ver o que havia atrás das sebes. As flores calaram-no. perfume, intensificado pela luz do Sol que, àquela hora, estava a pique, abafou o sermão que trazia preparado. Celestino foi amistoso. "Plantou caril, capitão? Anda por aqui um perfume intenso." Misturados uns aos outros, picados pela luz, os aromas dos frutos e das flores adquiriam um odor inebriante, com várias notas confusas, cítricas, mas também fundas, amadeiradas e apimentadas. O jardim em volta, com o seu canteiro de cravos e sardinheiras vermelhas, as ervilhas de cheiro rosa vivo, a ameixoeira cuidadosamente podada, cada folha desenhada por um pintor apaixonado e por ele lacada, os condutos do sistema de rega inventado pelo jardineiro, os atilhos coloridos que prendiam os ramos mais altos das rosinhas cor de chá às paredes da casa, a paz do quintal, o amor posto em tudo, dissonante da figura sorumbática que tinha à sua frente e que, acabara de dar conta, não se calava, assim que se aflorou pretexto dos cuidados de jardinagem que preservavam o quintal na perfeição em que estava. Celestino falava sozinho enquanto padre tirava as suas conclusões.
Gesticulava como há muito ansiasse ter com quem conversar e, ao mesmo tempo, como se o padre tivesse tocado o único tema que lhe importava.
(Adaptado de: ALMEIDA, Djaimilia Pereira de. A visão das plantas. Todavia, 2022)
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O psicodiagnóstico contempla algumas finalidades. Quando objetiva explicar o que acontece além do que o avaliando consegue expressar de forma consciente, refere-se à finalidade de
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Padre Alfredo visitou-o pela primeira vez naquela semana. O capitão estava tão desacostumado de ter visitas que, ao ouvir tocar o sino, não foi logo ao portão. "Senhor padre, bons dias, o que o traz por cá? Estava a fazer uma sesta, entre, entre" - e dirigiu-o ao quintal. "Então é aqui que passa os seus dias o bravo capitão Celestino. Que esplendoroso roseiral", e abeirou-se da roseira. As rosas pareciam envernizadas, tão túrgidas que cantavam. Na verdade, viera ver o que havia atrás das sebes. As flores calaram-no. perfume, intensificado pela luz do Sol que, àquela hora, estava a pique, abafou o sermão que trazia preparado. Celestino foi amistoso. "Plantou caril, capitão? Anda por aqui um perfume intenso." Misturados uns aos outros, picados pela luz, os aromas dos frutos e das flores adquiriam um odor inebriante, com várias notas confusas, cítricas, mas também fundas, amadeiradas e apimentadas. O jardim em volta, com o seu canteiro de cravos e sardinheiras vermelhas, as ervilhas de cheiro rosa vivo, a ameixoeira cuidadosamente podada, cada folha desenhada por um pintor apaixonado e por ele lacada, os condutos do sistema de rega inventado pelo jardineiro, os atilhos coloridos que prendiam os ramos mais altos das rosinhas cor de chá às paredes da casa, a paz do quintal, o amor posto em tudo, dissonante da figura sorumbática que tinha à sua frente e que, acabara de dar conta, não se calava, assim que se aflorou pretexto dos cuidados de jardinagem que preservavam o quintal na perfeição em que estava. Celestino falava sozinho enquanto padre tirava as suas conclusões.
Gesticulava como há muito ansiasse ter com quem conversar e, ao mesmo tempo, como se o padre tivesse tocado o único tema que lhe importava.
(Adaptado de: ALMEIDA, Djaimilia Pereira de. A visão das plantas. Todavia, 2022)
Padre Alfredo visitou-o pela primeira vez naquela semana. O capitão estava tão desacostumado de ter visitas que, ao ouvir tocar o sino, não foi logo ao portão. "Senhor padre, bons dias, o que o traz por cá? Estava a fazer uma sesta, entre, entre" - e dirigiu-o ao quintal. "Então é aqui que passa os seus dias o bravo capitão Celestino. Que esplendoroso roseiral", e abeirou-se da roseira. As rosas pareciam envernizadas, tão túrgidas que cantavam. Na verdade, viera ver o que havia atrás das sebes. As flores calaram-no. perfume, intensificado pela luz do Sol que, àquela hora, estava a pique, abafou o sermão que trazia preparado. Celestino foi amistoso. "Plantou caril, capitão? Anda por aqui um perfume intenso." Misturados uns aos outros, picados pela luz, os aromas dos frutos e das flores adquiriam um odor inebriante, com várias notas confusas, cítricas, mas também fundas, amadeiradas e apimentadas. O jardim em volta, com o seu canteiro de cravos e sardinheiras vermelhas, as ervilhas de cheiro rosa vivo, a ameixoeira cuidadosamente podada, cada folha desenhada por um pintor apaixonado e por ele lacada, os condutos do sistema de rega inventado pelo jardineiro, os atilhos coloridos que prendiam os ramos mais altos das rosinhas cor de chá às paredes da casa, a paz do quintal, o amor posto em tudo, dissonante da figura sorumbática que tinha à sua frente e que, acabara de dar conta, não se calava, assim que se aflorou pretexto dos cuidados de jardinagem que preservavam o quintal na perfeição em que estava. Celestino falava sozinho enquanto padre tirava as suas conclusões.
Gesticulava como há muito ansiasse ter com quem conversar e, ao mesmo tempo, como se o padre tivesse tocado o único tema que lhe importava.
(Adaptado de: ALMEIDA, Djaimilia Pereira de. A visão das plantas. Todavia, 2022)
Celestino falava sozinho enquanto o padre tirava suas conclusões.
O termo enquanto , no contexto, expressa
Texto associado
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Padre Alfredo visitou-o pela primeira vez naquela semana. O capitão estava tão desacostumado de ter visitas que, ao ouvir tocar o sino, não foi logo ao portão. "Senhor padre, bons dias, o que o traz por cá? Estava a fazer uma sesta, entre, entre" - e dirigiu-o ao quintal. "Então é aqui que passa os seus dias o bravo capitão Celestino. Que esplendoroso roseiral", e abeirou-se da roseira. As rosas pareciam envernizadas, tão túrgidas que cantavam. Na verdade, viera ver o que havia atrás das sebes. As flores calaram-no. perfume, intensificado pela luz do Sol que, àquela hora, estava a pique, abafou o sermão que trazia preparado. Celestino foi amistoso. "Plantou caril, capitão? Anda por aqui um perfume intenso." Misturados uns aos outros, picados pela luz, os aromas dos frutos e das flores adquiriam um odor inebriante, com várias notas confusas, cítricas, mas também fundas, amadeiradas e apimentadas. O jardim em volta, com o seu canteiro de cravos e sardinheiras vermelhas, as ervilhas de cheiro rosa vivo, a ameixoeira cuidadosamente podada, cada folha desenhada por um pintor apaixonado e por ele lacada, os condutos do sistema de rega inventado pelo jardineiro, os atilhos coloridos que prendiam os ramos mais altos das rosinhas cor de chá às paredes da casa, a paz do quintal, o amor posto em tudo, dissonante da figura sorumbática que tinha à sua frente e que, acabara de dar conta, não se calava, assim que se aflorou pretexto dos cuidados de jardinagem que preservavam o quintal na perfeição em que estava. Celestino falava sozinho enquanto padre tirava as suas conclusões.
Gesticulava como há muito ansiasse ter com quem conversar e, ao mesmo tempo, como se o padre tivesse tocado o único tema que lhe importava.
(Adaptado de: ALMEIDA, Djaimilia Pereira de. A visão das plantas. Todavia, 2022)
Padre Alfredo visitou-o pela primeira vez naquela semana. O capitão estava tão desacostumado de ter visitas que, ao ouvir tocar o sino, não foi logo ao portão. "Senhor padre, bons dias, o que o traz por cá? Estava a fazer uma sesta, entre, entre" - e dirigiu-o ao quintal. "Então é aqui que passa os seus dias o bravo capitão Celestino. Que esplendoroso roseiral", e abeirou-se da roseira. As rosas pareciam envernizadas, tão túrgidas que cantavam. Na verdade, viera ver o que havia atrás das sebes. As flores calaram-no. perfume, intensificado pela luz do Sol que, àquela hora, estava a pique, abafou o sermão que trazia preparado. Celestino foi amistoso. "Plantou caril, capitão? Anda por aqui um perfume intenso." Misturados uns aos outros, picados pela luz, os aromas dos frutos e das flores adquiriam um odor inebriante, com várias notas confusas, cítricas, mas também fundas, amadeiradas e apimentadas. O jardim em volta, com o seu canteiro de cravos e sardinheiras vermelhas, as ervilhas de cheiro rosa vivo, a ameixoeira cuidadosamente podada, cada folha desenhada por um pintor apaixonado e por ele lacada, os condutos do sistema de rega inventado pelo jardineiro, os atilhos coloridos que prendiam os ramos mais altos das rosinhas cor de chá às paredes da casa, a paz do quintal, o amor posto em tudo, dissonante da figura sorumbática que tinha à sua frente e que, acabara de dar conta, não se calava, assim que se aflorou pretexto dos cuidados de jardinagem que preservavam o quintal na perfeição em que estava. Celestino falava sozinho enquanto padre tirava as suas conclusões.
Gesticulava como há muito ansiasse ter com quem conversar e, ao mesmo tempo, como se o padre tivesse tocado o único tema que lhe importava.
(Adaptado de: ALMEIDA, Djaimilia Pereira de. A visão das plantas. Todavia, 2022)