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Assinale a alternativa em que todas as formas verbais estão empregadas em conformidade com a norma-padrão da língua.

A Eles se comprometiveram a trabalhar juntos em um canal especializado no ensino de matemática para vestibulandos.
B Desse modo, eles pensaram em uma estratégia que mantivesse o público interessado nas aulas de matemática.
C Com as novas metodologias de ensino, eles reaviram grande parte do público que haviam perdido.
D Após uma reformulação do canal, é possível que eles passam a ter mais pessoas que mantém interesse pelas aulas.
E As aulas que eles virem a formular sofrerá os ajustes que se fazerem necessários para atrair o público.

O ato de planejar e estimar as despesas, os ganhos e os investimentos que a organização terá em um determinado período de tempo, e cujo principal intuito é o de estabelecer objetivos e metas, cujos resultados são acompanhados e comparados, tomando ações corretivas ou preventivas caso sejam necessárias, são atividades pertencentes ao

A Orçamento Empresarial.
B Plano Tático.
C Orçamento Flexível.
D Plano Estratégico Empresarial.
E Orçamento Base Zero.

Avaliar a necessidade de aquisição de suprimentos e equipamentos, evitando a compra de bens desnecessários ou inadequados, é função da

A Avaliação Contábil.
B Auditoria Patrimonial.
C Análise Financeira.
D Análise Patrimonial.
E Auditoria Contábil.
Texto associado
Organograma Dizem que em matéria de organização aquele Ministério é de amargar. De vez em quando um processo cai no vazio e desaparece para nunca mais. Por quê? Porque o único Ministro que se lembrou de organizá-lo, segundo me contaram, tinha mania de organização. Mania oriunda de uma sensibilidade estética o seu tanto exacerbada, capaz de exteriorizar-se em requintes de planejamento burocrático. Aparentemente, essa marca de sua personalidade condizia com as altas funções que já lhe cabiam. Mas só aparentemente: a primazia do fator estético, feito de equilíbrio, proporção e harmonia, passou a ser a determinante principal de todos os seus atos – tudo mais no Ministério que se danasse. Como no remédio para nascer cabelo: não nascia, mas dava brilho. Dizem que, quando tomou posse do cargo, a primeira coisa que fez foi encomendar a confecção de um artístico organograma. Quando lhe trouxeram o trabalho, encomendado no Departamento do Pessoal, que por sua vez o encomendou a um desenhista particular, o Ministro não fez mais nada a não ser estudar a galharia daquela árvore geométrica, em função da qual as atividades de sua Pasta passariam a desenvolver-se. – Este organograma está uma droga. Não posso dependurar uma coisa destas na parede de meu gabinete. Pôs-se imediatamente a inventar novas repartições, serviços disso e daquilo – tudo fictício, irreal, imaginário – para estabelecer o equilíbrio organogramático com departamento disso, departamento daquilo. O certo é que o novo organograma foi executado, e todo aquele que tivesse a ventura de penetrar em seu gabinete podia admirá-lo. – Tudo isso sob seu controle, Ministro? – Para você ver, meu filho: se não fosse eu, todo esse complexo administrativo já teria desabado para um lado, como uma árvore desgalhada. Dizem, mesmo, que até hoje o magnífico organograma figura no tal Ministério, como uma das mais importantes realizações de sua gestão. (Fernando Sabino, A mulher do vizinho. Adaptado)

É caracterizada pelo emprego de palavra(s) em sentido figurado a passagem:

A ... a primeira coisa que fez foi encomendar a confecção de um artístico organograma.
B ... o Ministro não fez mais nada a não ser estudar a galharia daquela árvore geométrica...
C ... todo aquele que tivesse a ventura de penetrar em seu gabinete podia admirá-lo.
D ... essa marca de sua personalidade condizia com as altas funções que lhe cabiam.
E Dizem, mesmo, que até hoje o magnífico organograma figura no tal Ministério...

Um prefeito de um município percebeu a ausência de alternativas de saúde, educação, saneamento, cultura, lazer e creches para atender as demandas das mulheres da periferia. Além disso, verificou que tais mulheres têm sofrido com a violência doméstica e a falta crônica de emprego e renda. Diante dessa situação, ele convocou o seu Secretariado para corretamente definir

A um planejamento estratégico para a prefeitura de tal forma a garantir projetos para as famílias pobresda periferia, assim como orçamento para o atendimento pontual das principais demandas.
B ações e atividades articuladas com foco em gênero, de forma pontual e no curto prazo, paracontentar essa parcela do eleitorado, buscando-se constituir soluções paliativas ao que se verificou.
C um volume de recursos via orçamento público para atender, de forma sistêmica, mas pontual, asnecessidades das mulheres da periferia, assim como a dos seus familiares, sem privilégios.
D uma política pública para as mulheres da periferia, ou seja, um conjunto de programas, projetos,ações e atividades, inclusive em parceria com o setor privado, para a garantia de direitos e cidadaniadessa parcela da população.
E ações integrativas para as mulheres da periferia, ou seja, a reunião de esforços da sociedade civilpara a resolução dos problemas vividos, nas diferentes dimensões, por essa parcela da população.

No contexto atual da Administração Pública, o modelo de gestão por competências tem conquistado espaço em diferentes setores e níveis de governo. Assinale a alternativa que descreve corretamente esse tipo de modelo de gestão.

A Prioriza-se selecionar funcionários públicos competentes para lidar com as atuais demandas da gestãoburocrática.
B Busca-se alinhar as competências dos servidores públicos necessárias à realização da estratégiaorganizacional.
C Estrutura-se a gestão pública a partir de setores especializados, ou seja, com departamentos comcompetência técnica para execução das políticas públicas.
D Focaliza-se o tipo de gestor público competente para colocar em prática as políticas públicas comênfase nos cidadãos.
E Organizam-se a missão, a visão e os princípios organizacionais para o alcance de resultados adespeito do envolvimento dos funcionários.
Texto associado
Redes pessoais e vulnerabilidade social Redes sociais têm sido cada vez mais consideradas como elementos importantes na construção de uma grande variedade de processos, desde a mobilização política em movimentos sociais ou partidos políticos, até as ações e a estrutura de relações formais e informais entre as elites políticas e econômicas ou na estruturação de áreas de políticas públicas, entre muitos outros temas. Número significativo de estudos tem examinado as redes pessoais, aquelas que cercam os indivíduos em particular. Essas análises visam a estudar os efeitos da sociabilidade de diversos grupos sociais, para compreender como os laços sociais são construídos e transformados e suas consequências para fenômenos como integração social, imigração e apoio social. No caso específico da pobreza, a literatura tem estabelecido de forma cada vez mais eloquente como tais redes medeiam o acesso a recursos materiais e imateriais e, ao fazê-lo, contribuem de forma destacada para a reprodução das condições de privação e das desigualdades sociais. A integração das redes ao estudo da pobreza pode permitir a construção de análises que escapem dos polos analíticos da responsabilização individual dos pobres por sua pobreza (e seus atributos), assim como de análises sistêmicas que foquem apenas os macroprocessos e constrangimentos estruturais que cercam o fenômeno. A literatura brasileira sobre o tema tem sido marcada por uma oposição entre enfoques centrados nesses dois campos, embora os últimos anos tenham assistido a uma clara hegemonia dos estudos baseados em atributos e ações individuais para a explicação da pobreza. Parece-nos evidente que tanto constrangimentos e processos supraindividuais (incluindo os econômicos) quanto estratégias e credenciais dos indivíduos importam para a constituição e a reprodução de situações de pobreza. Entretanto, essas devem ser analisadas no cotidiano dos indivíduos, de maneira que compreendamos de que forma medeiam o seu acesso a mercados, ao Estado e às trocas sociais que provêm bem-estar. (Eduardo Marques, Gabriela Castello e Renata M. Bichir. Revista USP, no 92, 2011-2012. Adaptado)

(I) A literatura brasileira sobre o tema tem sido marcada por uma oposição entre enfoques centrados nesses dois campos, (II) embora os últimos anos tenham assistido (III) a uma clara hegemonia dos estudos baseados em atributos e ações individuais (IV) para a explicação da pobreza. Assinale a alternativa contendo afirmação correta.

A O trecho (II) expressa, em relação ao (I), a ideia de restrição, podendo ser substituído por “contantoque os últimos anos assistiram”.
B O trecho (IV) expressa, em relação ao (III), a ideia de intenção, podendo ser substituído por “enfimexplicando a pobreza”.
C O trecho (II) expressa, em relação ao (I), a ideia de concessão, podendo ser substituído por “apesarde os últimos anos terem assistido”.
D O trecho (II) expressa, em relação ao (I), a ideia de limitação, podendo ser substituído por “desdeque os últimos anos assistiram”.
E O trecho (IV) expressa, em relação ao (III), a ideia de proximidade, podendo ser substituído por “aoencontro da explicação da pobreza”.

São requisitos essenciais da responsabilidade na gestão fiscal a instituição, a previsão e a efetiva arrecadação de todos os tributos da competência constitucional do ente da Federação. De acordo com a Lei Complementar n° 101/2000, as previsões de receita observarão as normas técnicas e legais, considerarão os efeitos

A das alterações na legislação; da variação do índice de preços, do crescimento econômico ou dequalquer outro fator relevante ao longo dos últimos três anos.
B da transição de governos; do índice de variação do PIB e da inflação; do mercado externo e dastendências dos últimos cinco anos.
C do aumento da capacidade de arrecadação; do combate à evasão de recursos; da variabilidade deconcessões, das Leis de incentivo e da potencialidade de crescimento econômico.
D do índice de formalização econômica; da variação da inflação; da compra e da venda de estatais; daquantidade de parcerias público-privadas previstas para os próximos cinco anos.
E do comportamento dos gastos e arrecadação dos últimos três anos; da projeção de crescimentoeconômico e da fiscalização e das tendências do mercado externo.

Na Gestão Pública Contemporânea, entre outras características, busca-se a ênfase no cidadão, ou seja, mais do que o controle dos processos, pretende-se alcançar resultados que possam satisfazer as reais demandas das pessoas. Dentro desse contexto, privilegia-se o que está descrito na seguinte alternativa:

A o foco está na qualidade percebida pelo cliente, ou seja, mesmo que exista ineficiência, o que importaé a visão do cidadão.
B para além da eficiência, busca-se alcançar a eficácia e a efetividade nas políticas públicas com foconos resultados aos cidadãos.
C a ênfase está no acompanhamento contínuo dos resultados, de tal forma a ajustar permanentementeas políticas públicas de acordo com as demandas.
D o ciclo PDCA, ou seja, o controle e melhoria pontual de processos e produtos, de tal forma a buscar oreconhecimento dos cidadãos.
E o foco está na desburocratização dos serviços públicos, de forma a acompanhar as mudanças nasociedade moderna e as novas tecnologias.
Texto associado
Redes pessoais e vulnerabilidade social Redes sociais têm sido cada vez mais consideradas como elementos importantes na construção de uma grande variedade de processos, desde a mobilização política em movimentos sociais ou partidos políticos, até as ações e a estrutura de relações formais e informais entre as elites políticas e econômicas ou na estruturação de áreas de políticas públicas, entre muitos outros temas. Número significativo de estudos tem examinado as redes pessoais, aquelas que cercam os indivíduos em particular. Essas análises visam a estudar os efeitos da sociabilidade de diversos grupos sociais, para compreender como os laços sociais são construídos e transformados e suas consequências para fenômenos como integração social, imigração e apoio social. No caso específico da pobreza, a literatura tem estabelecido de forma cada vez mais eloquente como tais redes medeiam o acesso a recursos materiais e imateriais e, ao fazê-lo, contribuem de forma destacada para a reprodução das condições de privação e das desigualdades sociais. A integração das redes ao estudo da pobreza pode permitir a construção de análises que escapem dos polos analíticos da responsabilização individual dos pobres por sua pobreza (e seus atributos), assim como de análises sistêmicas que foquem apenas os macroprocessos e constrangimentos estruturais que cercam o fenômeno. A literatura brasileira sobre o tema tem sido marcada por uma oposição entre enfoques centrados nesses dois campos, embora os últimos anos tenham assistido a uma clara hegemonia dos estudos baseados em atributos e ações individuais para a explicação da pobreza. Parece-nos evidente que tanto constrangimentos e processos supraindividuais (incluindo os econômicos) quanto estratégias e credenciais dos indivíduos importam para a constituição e a reprodução de situações de pobreza. Entretanto, essas devem ser analisadas no cotidiano dos indivíduos, de maneira que compreendamos de que forma medeiam o seu acesso a mercados, ao Estado e às trocas sociais que provêm bem-estar. (Eduardo Marques, Gabriela Castello e Renata M. Bichir. Revista USP, no 92, 2011-2012. Adaptado)

Assinale a alternativa em que o trecho destacado está reescrito de acordo com a norma-padrão de emprego de pronomes.

A ... constrangimentos estruturais que cercam o fenômeno [cercam-lo].
B ... como tais redes medeiam o acesso [medeiam-no].
C Número significativo de estudos tem examinado as redes pessoais [tem examinado elas].
D ... trocas sociais que provêm bem-estar [provêm-lhe].
E Essas análises visam a estudar os efeitos da sociabilidade [estudar eles].