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Considerando o avanço na área das finanças públicas e a edição da Lei Complementar de responsabilidade Fiscal – LRF, que estabeleceu regras e controles com o intuito de propiciar o equilíbrio das finanças públicas, segundo o Manual de Contabilidade Aplicada ao Setor Público – MCASP

( 2017 ), o que NÃO foi estabelecido pela LRF?

A Reinvestimento.
B Limite de dívida consolidada.
C Garantias.
D Restos a pagar.
E Despesas de pessoal.

Assinale a alternativa que apresenta algumas das vantagens do orçamentoprograma em relação a métodos de elaboração orçamentária tradicionais.

A Programa de trabalho, contendo as ações desenvolvidas, enfatiza o desempenho organizacional e alto grau de mobilização social.
B Transparência dos critérios e informações que nortearão a tomada de decisões e estabelecimento de um quantitativo financeiro fixo.
C Necessidade de justificativa de todos os programas cada vez que se inicia um novo ciclo orçamentário e maior discricionariedade.
D Facilidade de elaboração através de ajustes marginais nas receitas e despesas e esses ajustes servem de base para as propostas orçamentárias parciais.
E Melhor planejamento de trabalho, maior determinação das responsabilidades e facilidade para identificação de duplicação de funções.
Texto associado
Mundo de mentira Paulo Pestana

Tem muita gente que implica com mentira, esquecendo-se de que as melhores histórias do mundo nascem delas: algumas cabeludas, outras mais inocentes, sempre invenções da mente, fruto da criatividade — ou do aperto, dependendo da situação. Ademais, se fosse tão ruim estaria na lista das pedras que Moisés recebeu aos pés do monte Sinai, entre as 10 coisas mais feias da humanidade, todas proibidas e que levam ao inferno; ficou de fora. A mentira não está nem entre os pecados capitais, que aliás eram ofensas bem antes de Cristo nascer, formando um rol de virtudes avessas, para controlar os instintos básicos da patuleia. Eram leis. E é preciso lembrar também que ninguém colocou a mentira entre os pecados veniais; talvez, seja por isso que o mundo minta tanto, hoje em dia.

E tudo nasceu na forma mais poética possível, com os mitos — e não vamos falar de presidentes aqui — às lendas, narrativas fantásticas que serviam para educar ou entreter. Entre tantas notícias falsas, há muitas lendas que, inclusive, explicam por que fazemos tanta festa para o ano que começa.

Os japoneses, por exemplo, contam que um velhinho, na véspera do ano-novo, não conseguiu vender os chapéus que fabricava e colocou-os na cabeça de seis estátuas de pedra; chegou em casa coberto de neve e sem um tostão. No dia seguinte, recebeu comida farta e dinheiro das próprias estátuas, para mostrar que a bondade é sempre reconhecida e recompensada.

Os brasileiros vestem roupas brancas na passagem do ano, mas poucos sabem que esta é uma tradição recente, de pouco mais de 50 anos, e que veio do candomblé, mais precisamente da cultura yorubá, com os irúnmolés’s funfun — as divindades do branco. E atenção: para eles, o regente de 2019 é Ogum, o guerreiro, orixá associado às forças armadas, ao mesmo tempo impiedoso, impaciente e amável. Ogunhê!

Mas na minha profunda ignorância eu não conhecia a lenda da Noite de São Silvestre, que marca a passagem do ano. E assim foime contada pelo Doutor João, culto advogado, entre suaves goles de vinho — um Quinta do Crasto Douro (sorry, periferia, diria o Ibrahim Sued).

Disse-me ele: ao ver a Virgem Maria desolada contemplando o Oceano Atlântico, São Silvestre se aproximou para consolá-la, quando ela disse que estava com saudades da Atlântida, o reino submerso por Deus, em resposta aos desafios e à soberba de seu soberano e dos pecados de seu povo. As lágrimas da Virgem Maria — transformadas em pérolas — caíram no oceano; e uma delas deu origem à Ilha da Madeira — chamada Pérola do Atlântico, na modesta visão dos locais — ao mesmo tempo em que surgiram misteriosas luzes no céu, que se repetiriam por anos a fio; e é por isso que festejamos a chegada do ano-novo com fogos de artifício.

Aliás, agora inventaram fogo de artifício sem barulho para não incomodar os cachorros. A próxima jogada politicamente correta será lançar fogos sem luz para não perturbar as corujas buraqueiras. E isso está longe de ser lenda: é só um mundo mais chato.

Disponível em: .> Acesso em: 18 fev. 2019

Assinale a alternativa em que as vírgulas empregadas em destaque estão demarcando um aposto.

A “[...] quando ela disse que estava com saudades da Atlântida, o reino submerso por Deus , em resposta aos desafios e à soberba de seu soberano [...]”.
B “[...] talvez , seja por isso que o mundo minta tanto, hoje em dia.”.
C “Os japoneses, por exemplo , contam que um velhinho, na véspera do ano-novo, não conseguiu vender os chapéus que fabricava [...]”
D “[...] algumas cabeludas, outras mais inocentes , sempre invenções da mente, fruto da criatividade [...]”.
E “[...] mas poucos sabem que esta é uma tradição recente, de pouco mais de 50 anos , e que veio do candomblé [...]”

Na contabilidade pública, empenho representa o processo de pagamento da administração pública. Sendo assim, assinale a alternativa correta sobre as três modalidades de empenho.

A Secundário, por estimativa e mundial.
B Bimestral, fixação e normal.
C Ordinário ou normal, por estimativa e global.
D Orçamentário, global e secundário.
E Ordinário ou normal, secundário e global.

Assinale a alternativa que apresenta as duas formas de se calcular a quota de exaustão no caso de recursos minerais.

A Exaustão acelerada e exaustão de bens usados
B Taxa maior que a permitida e taxa menor que a permitida.
C Em função do prazo (por estimativa) e em função da exploração efetiva
D Métodos de quotas decrescente e método não linear.
E Linha reta e unidades produzidas.

No Microsoft Word 2016, é possível gerenciar quebras de seções em um documento. Sobre esse recurso, assinale a alternativa correta.

A Existe apenas um tipo de quebra de seção, a chamada “Próxima Página”, que inicia a nova seção na página seguinte.
B Não é possível ter várias seções diferentes dentro de uma mesma página do documento.
C Iniciar uma nova seção em um documento é praticamente iniciar um documento novo dentro de um mesmo documento. Com isso, é possível determinar diferentes formatações de texto dentro de um mesmo documento.
D Inserir seções dentro de um documento é somente uma maneira de organizar o documento para o usuário, mas não serve para alterar o documento em diferentes layouts.
E Ao excluir uma quebra de seção, todo texto que estiver antes da quebra perderá sua formatação.

Em relação às contas do Demonstrativo do Resultado (DRE), assinale a alternativa correta.

A A receita bruta representa as receitas obtidas na atividade principal da empresa com a venda à vista e a prazo de mercadorias e serviços.
B As devoluções ou cancelamentos de vendas representam simplesmente os valores referentes às mercadorias devolvidas pelos clientes.
C Os descontos e abatimentos representam os acréscimos sobre os preços concedidos em momentos diferentes
D Os impostos e as contribuições sobre vendas ou serviços são os valores exclusos nas operações de vendas que são pagos pela empresa vendedora.
E A receita líquida é o valor que, de fato, pertence ao fisco sobre as operações de venda.

O Browser é um programa desenvolvido para permitir a navegação pela web e capaz de processar diversas linguagens. Assinale a alternativa que apresenta somente exemplos de Browsers.

A Firefox, Filezilla, Safari, Edge.
B Tor, Chrome, Thunderbird, Safari.
C Filezilla, Thunderbird, Internet Explorer, Chrome.
D Edge, Filezilla, Thunderbird, Chrome.
E Chrome, Safari, Tor, Edge.

Mundo de mentira Paulo Pestana Tem muita gente que implica com mentira, esquecendo-se de que as melhores histórias do mundo nascem delas: algumas cabeludas, outras mais inocentes, sempre invenções da mente, fruto da criatividade — ou do aperto, dependendo da situação. Ademais, se fosse tão ruim estaria na lista das pedras que Moisés recebeu aos pés do monte Sinai, entre as 10 coisas mais feias da humanidade, todas proibidas e que levam ao inferno; ficou de fora. A mentira não está nem entre os pecados capitais, que aliás eram ofensas bem antes de Cristo nascer, formando um rol de virtudes avessas, para controlar os instintos básicos da patuleia. Eram leis. E é preciso lembrar também que ninguém colocou a mentira entre os pecados veniais; talvez, seja por isso que o mundo minta tanto, hoje em dia. E tudo nasceu na forma mais poética possível, com os mitos — e não vamos falar de presidentes aqui — às lendas, narrativas fantásticas que serviam para educar ou entreter. Entre tantas notícias falsas, há muitas lendas que, inclusive, explicam por que fazemos tanta festa para o ano que começa. Os japoneses, por exemplo, contam que um velhinho, na véspera do ano-novo, não conseguiu vender os chapéus que fabricava e colocou-os na cabeça de seis estátuas de pedra; chegou em casa coberto de neve e sem um tostão. No dia seguinte, recebeu comida farta e dinheiro das próprias estátuas, para mostrar que a bondade é sempre reconhecida e recompensada. Os brasileiros vestem roupas brancas na passagem do ano, mas poucos sabem que esta é uma tradição recente, de pouco mais de 50 anos, e que veio do candomblé, mais precisamente da cultura yorubá, com os irúnmolés’s funfun — as divindades do branco. E atenção: para eles, o regente de 2019 é Ogum, o guerreiro, orixá associado às forças armadas, ao mesmo tempo impiedoso, impaciente e amável. Ogunhê! Mas na minha profunda ignorância eu não conhecia a lenda da Noite de São Silvestre, que marca a passagem do ano. E assim foime contada pelo Doutor João, culto advogado, entre suaves goles de vinho — um Quinta do Crasto Douro (sorry, periferia, diria o Ibrahim Sued). Disse-me ele: ao ver a Virgem Maria desolada contemplando o Oceano Atlântico, São Silvestre se aproximou para consolá-la, quando ela disse que estava com saudades da Atlântida, o reino submerso por Deus, em resposta aos desafios e à soberba de seu soberano e dos pecados de seu povo. As lágrimas da Virgem Maria — transformadas em pérolas — caíram no oceano; e uma delas deu origem à Ilha da Madeira — chamada Pérola do Atlântico, na modesta visão dos locais — ao mesmo tempo em que surgiram misteriosas luzes no céu, que se repetiriam por anos a fio; e é por isso que festejamos a chegada do ano-novo com fogos de artifício. Aliás, agora inventaram fogo de artifício sem barulho para não incomodar os cachorros. A próxima jogada politicamente correta será lançar fogos sem luz para não perturbar as corujas buraqueiras. E isso está longe de ser lenda: é só um mundo mais chato. Disponível em: < http://df.divirtasemais.com.br/app/noticia/mais-lei-tor/2018/12/28/noticia-mais-leitor,160970/cronica-de-paulo-pestana>. Acesso em: 18 fev. 2019. O texto apresentado é considerado uma crônica devido a diversos fatores, EXCETO por

A apresentar vocabulário variado e expressivo de acordo com a intenção do autor.
B abordar aspectos da vida social e quotidiana.
C não utilizar a 1ª pessoa do discurso em todo o texto.
D apresentar marcas de subjetividade – discursos na 1ª e na 3ª pessoa.
E apresentar intertextualidades.