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O método de custeio por absorção é utilizado para apuração de custos tanto das empresas que fabricam produtos em série como das que fabricam produtos sob encomenda. Nesse sentido, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) Os elementos de custos que compõem o custeio por absorção são: matéria-prima, mão de obra direta e custos indiretos de fabricação.

( ) A matéria-prima e os insumos indiretos são recursos que integram fisicamente a parte visível do custo direto.

( ) Os custos com frete e seguro pagos pelo comprador na compra de matéria-prima, são considerados custos diretos.

A F – V – V.
B V – V – F.
C F – F – V.
D V – F – F.
E V – F – V.

Uma Instituição Pública de Ensino, na região Nordeste do Brasil, precisa realizar a compra de materiais e serviços que serão utilizados para as atividades da Instituição no corrente ano, como materiais de expediente e limpeza e manutenção predial. Porém não se sabe exatamente a quantidade que será necessária mensalmente, pois a sua utilização depende de alguns fatores não mensuráveis; tampouco há espaço físico para realizar o estoque desses materiais, caso sejam comprados uma única vez, e também é importante destacar que não há recursos financeiros disponíveis para realizar a compra em sua totalidade. Considerando esse cenário, qual é a melhor opção à Administração Pública?

A Realizar compras mensais por meio de um pregão eletrônico.
B Realizar compras sempre que necessário por meio de dispensa de licitação.
C Realizar um sistema de registro de preços para as contratações futuras.
D Abrir uma concorrência geral para as empresas da região participarem.
E Não é possível ter uma solução imediata devido à precariedade das instalações e recursos disponíveis às Instituições de Ensino no Brasil.

Sobre a ideia de pertencimento racial, assinale a alternativa correta.

A Essa ideia é pertinente apenas à população negra e tem como objetivo somente permitir aos negros que eles saibam se pertencem a uma dada raça.
B Essa ideia envolve apenas a ideia de construção da identidade enquanto sujeito.
C O pertencimento racial aponta o lugar que determinada população deve ocupar no seio da sociedade.
D O pertencimento racial é a consequência indelével da reconstrução da identidade negra positiva que busca desassociar a construção identitária negra com atributos desqualificadores.
E Deixar de falar em raça é uma das maneiras que se busca para combater o racismo e a ideia de pertencimento racial.

No que diz respeito aos regimes contábeis da área pública, assinale a alternativa correta

A No regime de competência, toda receita e toda despesa do exercício pertencem ao próprio exercício, embora já empenhadas, ou seja, uma vez terminada a vigência do orçamento, passam para o exercício seguinte, a fim de serem arrecadadas ou pagas.
B O regime de caixa determina que as receitas e as despesas são atribuídas aos exercícios de acordo com a real incorrência, ou seja, de acordo com a data do fato gerador e não quando são recebidas ou pagas em dinheiro.
C No regime de competência, tanto as receitas por arrecadar, ainda que lançadas, como as despesas empenhadas e a liquidadas, porém não pagas, devem ser transferidas para o orçamento do exercício financeiro seguinte.
D O regime de caixa é o período em que se executa o orçamento. Quando o ano financeiro não coincide com o ano civil, existe a necessidade de um período adicional.
E No regime de competência, a receita é reconhecida no período em que é arrecadada e a despesa paga nesse mesmo período. O regime de caixa compreende todos os recebimentos e pagamentos efetuados no exercício.
Texto associado
Mundo de mentira
Paulo Pestana

Tem muita gente que implica com mentira, esquecendo-se de que as melhores histórias do mundo nascem delas: algumas cabeludas, outras mais inocentes, sempre invenções da mente, fruto da criatividade — ou do aperto, dependendo da situação.

Ademais, se fosse tão ruim estaria na lista das pedras que Moisés recebeu aos pés do monte Sinai, entre as 10 coisas mais feias da humanidade, todas proibidas e que levam ao inferno; ficou de fora. A mentira não está nem entre os pecados capitais, que aliás eram ofensas bem antes de Cristo nascer, formando um rol de virtudes avessas, para controlar os instintos básicos da patuleia. Eram leis. E é preciso lembrar também que ninguém colocou a mentira entre os pecados veniais; talvez, seja por isso que o mundo minta tanto, hoje em dia.

E tudo nasceu na forma mais poética possível, com os mitos — e não vamos falar de presidentes aqui — às lendas, narrativas fantásticas que serviam para educar ou entreter. Entre tantas notícias falsas, há muitas lendas que, inclusive, explicam por que fazemos tanta festa para o ano que começa.

Os japoneses, por exemplo, contam que um velhinho, na véspera do ano-novo, não conseguiu vender os chapéus que fabricava e colocou-os na cabeça de seis estátuas de pedra; chegou em casa coberto de neve e sem um tostão. No dia seguinte, recebeu comida farta e dinheiro das próprias estátuas, para mostrar que a bondade é sempre reconhecida e recompensada.

Os brasileiros vestem roupas brancas na passagem do ano, mas poucos sabem que esta é uma tradição recente, de pouco mais de 50 anos, e que veio do candomblé, mais precisamente da cultura yorubá, com os irúnmolés’s funfun — as divindades do branco. E atenção: para eles, o regente de 2019 é Ogum, o guerreiro, orixá associado às forças armadas, ao mesmo tempo impiedoso, impaciente e amável. Ogunhê!

Mas na minha profunda ignorância eu não conhecia a lenda da Noite de São Silvestre, que marca a passagem do ano. E assim foime contada pelo Doutor João, culto advogado, entre suaves goles de vinho — um Quinta do Crasto Douro (sorry, periferia, diria o Ibrahim Sued).

Disse-me ele: ao ver a Virgem Maria desolada contemplando o Oceano Atlântico, São Silvestre se aproximou para consolá-la, quando ela disse que estava com saudades da Atlântida, o reino submerso por Deus, em resposta aos desafios e à soberba de seu soberano e dos pecados de seu povo. As lágrimas da Virgem Maria — transformadas em pérolas — caíram no oceano; e uma delas deu origem à Ilha da Madeira — chamada Pérola do Atlântico, na modesta visão dos locais — ao mesmo tempo em que surgiram misteriosas luzes no céu, que se repetiriam por anos a fio; e é por isso que festejamos a chegada do ano-novo com fogos de artifício.

Aliás, agora inventaram fogo de artifício sem barulho para não incomodar os cachorros. A próxima jogada politicamente correta será lançar fogos sem luz para não perturbar as corujas buraqueiras. E isso está longe de ser lenda: é só um mundo mais chato.

Disponível em: . Acesso em: 18 fev. 2019.

O texto apresentado é considerado uma crônica devido a diversos fatores, EXCETO por:

A apresentar vocabulário variado e expressivo de acordo com a intenção do autor.
B abordar aspectos da vida social e quotidiana.
C não utilizar a 1ª pessoa do discurso em todo o texto.
D apresentar marcas de subjetividade – discursos na 1ª e na 3ª pessoa.
E apresentar intertextualidades.
Texto associado
Mundo de mentira Paulo Pestana

Tem muita gente que implica com mentira, esquecendo-se de que as melhores histórias do mundo nascem delas: algumas cabeludas, outras mais inocentes, sempre invenções da mente, fruto da criatividade — ou do aperto, dependendo da situação. Ademais, se fosse tão ruim estaria na lista das pedras que Moisés recebeu aos pés do monte Sinai, entre as 10 coisas mais feias da humanidade, todas proibidas e que levam ao inferno; ficou de fora. A mentira não está nem entre os pecados capitais, que aliás eram ofensas bem antes de Cristo nascer, formando um rol de virtudes avessas, para controlar os instintos básicos da patuleia. Eram leis. E é preciso lembrar também que ninguém colocou a mentira entre os pecados veniais; talvez, seja por isso que o mundo minta tanto, hoje em dia.

E tudo nasceu na forma mais poética possível, com os mitos — e não vamos falar de presidentes aqui — às lendas, narrativas fantásticas que serviam para educar ou entreter. Entre tantas notícias falsas, há muitas lendas que, inclusive, explicam por que fazemos tanta festa para o ano que começa.

Os japoneses, por exemplo, contam que um velhinho, na véspera do ano-novo, não conseguiu vender os chapéus que fabricava e colocou-os na cabeça de seis estátuas de pedra; chegou em casa coberto de neve e sem um tostão. No dia seguinte, recebeu comida farta e dinheiro das próprias estátuas, para mostrar que a bondade é sempre reconhecida e recompensada.

Os brasileiros vestem roupas brancas na passagem do ano, mas poucos sabem que esta é uma tradição recente, de pouco mais de 50 anos, e que veio do candomblé, mais precisamente da cultura yorubá, com os irúnmolés’s funfun — as divindades do branco. E atenção: para eles, o regente de 2019 é Ogum, o guerreiro, orixá associado às forças armadas, ao mesmo tempo impiedoso, impaciente e amável. Ogunhê!

Mas na minha profunda ignorância eu não conhecia a lenda da Noite de São Silvestre, que marca a passagem do ano. E assim foime contada pelo Doutor João, culto advogado, entre suaves goles de vinho — um Quinta do Crasto Douro (sorry, periferia, diria o Ibrahim Sued).

Disse-me ele: ao ver a Virgem Maria desolada contemplando o Oceano Atlântico, São Silvestre se aproximou para consolá-la, quando ela disse que estava com saudades da Atlântida, o reino submerso por Deus, em resposta aos desafios e à soberba de seu soberano e dos pecados de seu povo. As lágrimas da Virgem Maria — transformadas em pérolas — caíram no oceano; e uma delas deu origem à Ilha da Madeira — chamada Pérola do Atlântico, na modesta visão dos locais — ao mesmo tempo em que surgiram misteriosas luzes no céu, que se repetiriam por anos a fio; e é por isso que festejamos a chegada do ano-novo com fogos de artifício.

Aliás, agora inventaram fogo de artifício sem barulho para não incomodar os cachorros. A próxima jogada politicamente correta será lançar fogos sem luz para não perturbar as corujas buraqueiras. E isso está longe de ser lenda: é só um mundo mais chato.

Disponível em: .> Acesso em: 18 fev. 2019

Em relação às ideias apresentadas pelo autor do texto, é possível interpretar que

A os brasileiros só passaram a comemorar a chegada de um novo ano há 50 anos.
B o costume de usar roupas brancas durante a passagem de um ano para outro advém do candomblé, que é a religião mais seguida no país.
C os fogos, durante a passagem de ano, representam as lágrimas da Virgem Maria.
D a mentira era um fator de coerção, a fim de controlar comportamentos revoltosos durante os primórdios do mundo.
E as pessoas costumam mentir, uma vez que a mentira não é considerada um pecado que leva à condenação eterna.

Dentre as funções do orçamento público, assinale a alternativa que apresenta uma medida ou ação da função estabilizadora do orçamento público.

A Oferta de bens e serviços.
B Transferências financeiras.
C Política monetária.
D Incentivos fiscais.
E Tributação.

No Microsoft Word 2016, é possível gerenciar quebras de seções em um documento. Sobre esse recurso, assinale a alternativa correta.

A Existe apenas um tipo de quebra de seção, a chamada “Próxima Página”, que inicia a nova seção na página seguinte.
B Não é possível ter várias seções diferentes dentro de uma mesma página do documento.
C Iniciar uma nova seção em um documento é praticamente iniciar um documento novo dentro de um mesmo documento. Com isso, é possível determinar diferentes formatações de texto dentro de um mesmo documento.
D Inserir seções dentro de um documento é somente uma maneira de organizar o documento para o usuário, mas não serve para alterar o documento em diferentes layouts.
E Ao excluir uma quebra de seção, todo texto que estiver antes da quebra perderá sua formatação.

O que a lei de diretrizes orçamentárias define?

A O orçamento anual da administração pública.
B As metas e as prioridades da administração pública.
C Os arranjos políticos e gerenciais da administração pública.
D As articulações e alianças partidárias da administração pública.
E O planejamento plurianual do novo governo da administração pública.

Assinale a alternativa que evidencie a definição de Receitas Tributárias.

A É resultante de recursos financeiros recebidos de outras entidades de direito público.
B É resultante da prestação de serviços comerciais, financeiros, de transporte, de comunicação e outros.
C É resultante da cobrança de multas e juros de mora, indenizações e restituições, receita da dívida ativa e receitas diversas.
D É resultante das rendas provenientes da utilização de bens pertencentes ao Estado, como aluguéis, arrendamentos, foros, laudêmios, juros, participações e dividendos.
E É resultante da cobrança de tributos pagos pelos contribuintes em razão de suas atividades, suas rendas e suas propriedades