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A partir do estabelecimento de um esquema elétrico e do diagrama de conexões, durante a elaboração do projeto de uma placa de circuito impresso, são necessárias várias etapas de design. A respeito dessas etapas, é correto afirmar que:

A a etapa de floorplaning, ou planejamento posicional, é utilizada para se determinar os encapsulamentos dos componentes eletrônicos e sua tolerância mecânica.
B o estabelecimento das restrições mecânicas e do housing do dispositivo permite determinar a área da placa de circuito impresso que poderá ser explorada durante a elaboração do projeto.
C a etapa de escolha de encapsulamentos é usada para se determinar qual será o formato final da placa de circuito impresso, durante sua etapa de miniaturização para incorporação em um único circuito integrado.
D a etapa de roteamento, ou routing, permite determinar os locais de fresagem para criação de furos de passagem e interconexões da placa de circuito impresso com outras placas do sistema.
E a etapa de pré-visualização tridimensional permite observar os locais de maior dissipação térmica entre os componentes posicionados, para criar um stencil ou gabarito de aplicação de solda, para uso durante o processo de fabricação.

Pela normalização documentária brasileira para apresentação de artigo em publicação periódica científica, é correto afirmar que:

A legenda é uma lista em ordem alfabética de palavras ou expressões técnicas de uso restrito ou de sentido obscuro, utilizadas no texto, acompanhadas das respectivas definições.
B glossário é um texto explicativo redigido de forma clara, concisa e sem ambiguidade, para descrever uma ilustração ou tabela.
C seção é a parte em que se divide o texto de um documento, que contém as matérias consideradas afins em exposição ordenada conforme o assunto.
D resumo é o conjunto padronizado de elementos descritivos, retirados de um documento, que permite sua identificação individual.
E referência é a apresentação concisa dos pontos relevantes de um documento.

Os elementos de padrão de metadados Dublin Core que contemplam exclusivamente as informações relacionadas com a propriedade intelectual do recurso descrito são:

A criador, colaborador, editor e direitos.
B título, cobertura, direitos e identificador.
C criador, título, fonte e relações.
D editor, direitos, cobertura e data.
E colaborador, editor, título e identificador.
Texto associado
Página infeliz O mercado editorial no Brasil nunca pareceu tão próximo de uma catástrofe – com as duas principais redes de livrarias do país, Saraiva e Cultura, em uma crise profunda, reduzindo o número de lojas e com dívidas que parecem sem fim. Líder do mercado, a Saraiva, que já acumula atrasos de pagamentos a editores nos últimos anos, anunciou nesta semana o fechamento de 20 lojas. Em nota, a rede afirma que a medida tem a ver com “desafios econômicos e operacionais”, além de uma mudança na “dinâmica do varejo”. Na semana anterior, a Livraria Cultura entrou em recuperação judicial. No pedido à Justiça, a rede afirma acumular prejuízos nos últimos quatro anos, ter custos que só crescem e vendas menores. Mesmo assim, diz a petição enviada ao juiz, não teria aumentado seus preços. O enrosco da Cultura está explicado aí. Diante da crise, a empresa passou a pegar dinheiro emprestado com os bancos – o tamanho da dívida é de R$ 63 milhões. Com os atrasos nos pagamentos das duas redes, editoras já promoveram uma série de demissões ao longo dos últimos dois anos. O cenário de derrocada, contudo, parece estar em descompasso com os números de vendas. Desde o começo do ano, os dados compilados pela Nielsen, empresa de pesquisa de mercado, levantados a pedido do Sindicato Nacional dos Editores de Livros, mostravam que o meio livreiro vinha dando sinais de melhoras pela primeira vez, desde o início da recessão econômica que abala o país. Simone Paulino, da Nós, editora independente de São Paulo, enxerga um descompasso entre as vendas em alta e a crise. Nas palavras dela, “um paradoxo assustador.” A editora nunca vendeu tanto na Cultura quanto nesses últimos seis meses”, diz. E é justamente nesse período que eles não têm sido pagos. “O modelo de produção do livro é muito complicado. Você investe desde a compra do direito autoral ou tradução e vai investindo ao longo de todo o processo. Na hora que você deveria receber, esse dinheiro não volta”, diz Paulino. “Os grandes grupos têm uma estrutura de advogados que vão ter estratégia para tentar receber. E para os pequenos? O que vai acontecer?” Mas há uma esperança para os editores do país: o preço fixo do livro. Diante do cenário de crise, a maior parte dos editores aposta em uma carta tirada da manga no apagar das luzes do atual governo – a criação, no país, do preço fixo do livro – norma a ser implantada por medida provisória – nos moldes de boa parte de países europeus, como França e Alemanha. Os editores se inspiram no pujante mercado europeu. Por lá, o preço fixo existe desde 1837, quando a Dinamarca criou a sua lei limitando descontos, abolida só em 2001. A crença é a de que a crise atual é em parte causada pela guerra de preço. Unificar o valor de capa permitiria um florescimento das livrarias independentes, uma vez que elas competiriam de forma mais justa com as grandes redes. (Folha de S. Paulo, 03.11.2018. Adaptado)

O descompasso apontado pela empresa Nielsen e por Simone Paulino decorre:

A do desestímulo entre os grupos editoriais provocado pela crise econômica e pela ausência de uma política de leitura no país.
B das poucas vendas e grandes pagamentos recebidos das editoras independentes, por parte dos grupos editoriais.
C da incompatibilidade entre o aquecimento nas vendas e a má fase da economia brasileira.
D do modelo de produção do livro no país e das práticas empregadas pelas pequenas editoras, incapacitadas de competir.
E dos desafios econômicos por que passa o país e da adoção de estratégias equivocadas do mercado livreiro.

Menção no texto de informações extraídas de uma fonte documental, que tem o propósito de esclarecer ou fundamentar as ideias do autor, inserida no interior do texto ou anexada em nota, permite identificar a publicação na qual foram obtidas as ideias, o excerto, e indicar a localização na fonte, respeitando-se os direitos do autor. Essa definição refere-se:

A à coautoria.
B à colaboração.
C à autocitação.
D a referências.
E à citação.
Texto associado
Knowledge and the library It was not until the development of monastic libraries in Europe around 1200 that humanity amassed in a single place what approached the collective wisdom and knowledge of the age. Libraries may be exchanges of information and market places for ideas but they are also the buildings which contain the bulk of human knowledge. Or, at least they were until the electronic digitally stored information revolution of the 1980s. Now knowledge is virtually everywhere; it has broken free of the constraint of buildings. Today if you were today to destroy all theworld’s libraries, it is unlikely that more than 20% of human knowledge would be lost. Certainly, a large amount of archival material would disappear forever, but a substantial volume of knowledge would survive. If a library is a repository of knowledge, this is now just one of its functions. The library’s prime function is now making that knowledge available and encouraging exchange and reflection upon it. Electronic knowledge is nowadays available to everybody – in the home, workplace, airport terminal, school, and so on. The Internet has liberated the library; nevertheless, it has not removed the justification for library facilities. (www.sciencedirect.com/science/article/pii/B978185617619410017X. Adaptado)

No trecho do terceiro parágrafo – nevertheless , it has not removed the justification for library facilities. –, o termo em destaque indica

A contraste.
B conclusão.
C decorrência.
D exclusão.
E simultaneidade.

A estratégia de preservação digital realizada pela transferência periódica de materiais digitais de uma configuração de hardware/software para outra, ou de uma geração de tecnologia computacional para a geração seguinte, é denominada:

A emulação.
B migração.
C empacotamento.
D arquivamento.
E refrescamento.

No Spice é possível realizar uma “análise transitória” ou “análise de transientes”, o que significa que o circuito será simulado:

A considerando as variações paramétricas, dispersões e tolerâncias dos componentes eletrônicos e circuitos integrados disponibilizados, para levantar a variabilidade e desvio padrão de tensões e correntes, em um dado modo de operação em corrente contínua.
B considerando as variações em temperatura, pressão e outras condições ambientais aos quais os componentes eletrônicos e circuitos integrados estão submetidos, para levantar a variabilidade e desvio padrão de tensões e correntes, em um dado modo de operação em corrente alternada.
C para encontrar o ponto de operação estável de sua fonte de alimentação (ou Bias Point Stability) se as fontes de alimentação usadas no circuito forem de corrente contínua.
D de forma a encontrar, em regime permanente senoidal, os fatores de todas as tensões e correntes de interesse no circuito, considerando que todas as fontes de tensão contínua são colocadas em curto, e que todas as fontes de corrente alternada possuem a mesma frequência de oscilação.
E considerando sua dinâmica ao longo do tempo, com o uso de modelos matemáticos descritos por equações algébricas e diferenciais, integradas durante um determinado período, para determinar o comportamento das tensões e correntes de interesse no período.