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A respeito dos procedimentos a serem
observados pela União, Estados,
Distrito Federal e Municípios, com o fim
de garantir o acesso às informações,
assinale a alternativa correta.

A Qualquer interessado poderá apresentar
pedido de acesso a informações aos
órgãos e entidades da União Federal, por
qualquer meio legítimo, podendo o pedido
conter a identificação do requerente ou seu
anonimato, e a especificação da informação
requerida.
B As informações ou documentos que versem
sobre condutas que impliquem violação dos
direitos humanos praticada por agentes
públicos ou a mando de autoridades
públicas poderão ser objeto de restrição de
acesso para fins de preservação das partes
interessadas.
C São consideradas imprescindíveis à
segurança da sociedade ou do Estado e,
portanto, passíveis de classificação as
informações cuja divulgação ou acesso
irrestrito possam oferecer elevado risco
à estabilidade financeira, econômica ou
monetária do País.
D O prazo máximo de restrição de acesso
à informação ultrassecreta é de 20 (vinte)
anos.

Uma solução, no sentido amplo, é uma
dispersão homogênea de duas ou mais
substâncias moleculares ou iônicas.
A maioria das análises é realizada com
soluções da amostra preparadas em um
solvente adequado. Sobre os aspectos
qualitativos e quantitativos do preparo de
soluções, assinale a alternativa correta.

A 100 g de solução concentrada de HCl
a 36% (m/m) contêm 36 g de cloreto de
hidrogênio e 64 g de água.
B Uma solução saturada contêm quantidades
de soluto inferiores ao estabelecido pelo
coeficiente de solubilidade em dada
temperatura.
C Uma solução de HCl 1:4 contêm quatro
volumes de ácido concentrado para cada
volume de água.
D Uma solução de 100 mL de HCl 6,0 mol/L
contém 0,6x10 -1 mol de HCl.
Órgão: Universidade Federal do Recôncavo da Bahia Cargo: Técnico de Laboratório - Área: Química - Análise e Processamento de Alimentos Prova: Instituto AOCP - UFRB - Técnico de Laboratório - Área: Química - Análise e Processamento de Alimentos - 2019
Texto associado
A cidade caminhava devagar

Henrique Fendrich

Então você que é o Henrique? Ah, mas é uma
criança ainda. Meu filho fala muito de você, ele
lê o que você escreve. Mas sente-se! Você gosta
de ouvir sobre essas coisas de antigamente, não
é? Caso raro, menino. A gente já não tem mais
com quem falar, a não ser com os outros velhos.
Só que os velhos vão morrendo, e com eles
vão morrendo as histórias que eles tinham para
contar. Olha, do meu tempo já são poucos por
aqui. Da minha família mesmo, eu sou o último,
não tenho mais irmão, cunhado, nada. Só na
semana passada eu fui a dois enterros. Um foi o
do velho Bubi. Esse você não deve ter conhecido.
Era alfaiate, foi casado com uma prima minha. E
a gente vai a esses enterros e fica pensando que
dali a pouco pode ser a nossa vez. Mas faz parte,
não é? É assim que a vida funciona e a gente só
pode aceitar.

Agora, muita coisa mudou também. A cidade já
é outra, nem se compara com a da minha época.
As coisas caminhavam mais devagar naquele
tempo. Hoje é essa correria toda, ninguém mais
consegue sossegar. Mudou muita coisa, muitos
costumes que a gente tinha foram ficando para
trás. Olha, é preciso que se diga também que
havia mais respeito. Eu vejo pelos meus próprios
netos, quanta diferença no jeito que eles tratam
os pais deles! Se deixar, são eles que governam a
casa. Consegue ver aquele quadro ali na parede?
Papai e mamãe… Eu ainda tinha que pedir bênção
a eles. A gente fazia as refeições juntos todos os
dias, e sempre no mesmo horário. Hoje é cada um
para um lado, uma coisa estranha, sabe? Parece
que as coisas mudam e a gente não se adapta.
E vai a gente tentar falar algo… Ninguém ouve,
olham para você como se tivessem muita pena da
sua velhice.

Aqui para cima tem um colégio. Cinco horas
da tarde, eles saem em bando. A gente até evita
estar na rua nesse horário. Por que você pensa
que eles se preocupam com a gente? Só falta eles
nos derrubarem, de tão rápido que eles andam.
As calçadas são estreitas e, se a gente encontrar
uma turma caminhando na nossa direção, quem
você acha que precisa descer, eles ou nós, os velhos? É a gente… Nem parece que um dia eles
também vão ficar velhos como a gente.

A verdade é que as pessoas estão se
afastando, não estão se importando mais umas
com as outras. Nem os vizinhos a gente conhece
mais. Faz mais de um mês que chegou vizinho
novo na casa que era do Seu Erico e até agora a
gente não sabe quem é que foi morar lá. A Isolda
veio com umas histórias de a gente ir lá fazer
amizade, mas eu falei para ela que essa gente
vive em outro mundo, outros valores, e é capaz
até de pensarem mal da gente se a gente for lá.

Mas você deve achar que eu só sei reclamar,
não é? Tem coisa boa também, claro que tem.
Hoje as pessoas já não sofrem como na nossa
época. Ali faltava tudo, a gente não tinha nem
igreja para ir no domingo, imagine só. O padre
aparecia uma vez a cada dois meses e olhe lá. E
viajar para o centro? Só de carroça, e não tinha
asfalto, não tinha nada. Se chovia, a estrada
virava um lamaçal e a gente tinha que voltar. Isso
mudou, hoje está melhor. Hoje tem todas essas
tecnologias aí, é mais fácil tratar doença também.
Olha, se eu vivesse no tempo do meu pai, acho
que não teria chegado tão longe assim, porque ali
não tinha os remédios que eles precisavam, né?
Só que também tem essa questão da segurança,
que hoje a gente não tem quase nenhuma. A
gente tem até medo que alguém entre aqui em
casa. São dois velhos, o que a gente vai poder
fazer contra o ladrão?

Mas vamos sentar e tomar um café, a Isolda
já preparou. Tem cuque, lá da festa da igreja.
Se você viesse ontem, teria encontrado meu
filho, ele quem trouxe. Depois quero te mostrar
o álbum de fotos do papai. Está meio gasto, as
fotos estão amarelas… Mas é normal, né? São
coisas de outro tempo. Do tempo em que a cidade
caminhava mais devagar.

Adaptado de: < http: a-cidade-caminhava-devagar="" henrique-fendrich="" cronicas="" www.aescotilha.com.br="" >. Acesso em: 28 jun. 2019.

No contexto da oração “Mas sente-se!”,
o “se” é classificado como

A índice de indeterminação do sujeito.
B conjunção subordinativa condicional.
C partícula expletiva.
D conjunção subordinativa integrante.
Órgão: Universidade Federal do Recôncavo da Bahia Cargo: Técnico de Laboratório - Área: Química - Análise e Processamento de Alimentos Prova: Instituto AOCP - UFRB - Técnico de Laboratório - Área: Química - Análise e Processamento de Alimentos - 2019

Dentre as seguintes reações, assinale
aquela que produz um sal pouco solúvel.

A Ácido sulfúrico + cloreto de sódio.
B Ácido sulfúrico + zinco metálico.
C Cloreto de amônio + hidróxido de sódio.
D Dióxido de carbono + hidróxido de cálcio.
Órgão: Universidade Federal do Recôncavo da Bahia Cargo: Técnico de Laboratório - Área: Química - Análise e Processamento de Alimentos Prova: Instituto AOCP - UFRB - Técnico de Laboratório - Área: Química - Análise e Processamento de Alimentos - 2019

Assinale a alternativa que apresenta
um composto que contenha a função
orgânica fenol.

A 3-metil-ciclohexan-1-ol.
B ciclopentanol.
C 1-hidroxi-2-metil-benzeno.
D Metoxi-benzeno.
Órgão: Universidade Federal do Recôncavo da Bahia Cargo: Técnico de Laboratório - Área: Química - Análise e Processamento de Alimentos Prova: Instituto AOCP - UFRB - Técnico de Laboratório - Área: Química - Análise e Processamento de Alimentos - 2019
Texto associado
A cidade caminhava devagar

Henrique Fendrich

Então você que é o Henrique? Ah, mas é uma
criança ainda. Meu filho fala muito de você, ele
lê o que você escreve. Mas sente-se! Você gosta
de ouvir sobre essas coisas de antigamente, não
é? Caso raro, menino. A gente já não tem mais
com quem falar, a não ser com os outros velhos.
Só que os velhos vão morrendo, e com eles
vão morrendo as histórias que eles tinham para
contar. Olha, do meu tempo já são poucos por
aqui. Da minha família mesmo, eu sou o último,
não tenho mais irmão, cunhado, nada. Só na
semana passada eu fui a dois enterros. Um foi o
do velho Bubi. Esse você não deve ter conhecido.
Era alfaiate, foi casado com uma prima minha. E
a gente vai a esses enterros e fica pensando que
dali a pouco pode ser a nossa vez. Mas faz parte,
não é? É assim que a vida funciona e a gente só
pode aceitar.

Agora, muita coisa mudou também. A cidade já
é outra, nem se compara com a da minha época.
As coisas caminhavam mais devagar naquele
tempo. Hoje é essa correria toda, ninguém mais
consegue sossegar. Mudou muita coisa, muitos
costumes que a gente tinha foram ficando para
trás. Olha, é preciso que se diga também que
havia mais respeito. Eu vejo pelos meus próprios
netos, quanta diferença no jeito que eles tratam
os pais deles! Se deixar, são eles que governam a
casa. Consegue ver aquele quadro ali na parede?
Papai e mamãe… Eu ainda tinha que pedir bênção
a eles. A gente fazia as refeições juntos todos os
dias, e sempre no mesmo horário. Hoje é cada um
para um lado, uma coisa estranha, sabe? Parece
que as coisas mudam e a gente não se adapta.
E vai a gente tentar falar algo… Ninguém ouve,
olham para você como se tivessem muita pena da
sua velhice.

Aqui para cima tem um colégio. Cinco horas
da tarde, eles saem em bando. A gente até evita
estar na rua nesse horário. Por que você pensa
que eles se preocupam com a gente? Só falta eles
nos derrubarem, de tão rápido que eles andam.
As calçadas são estreitas e, se a gente encontrar
uma turma caminhando na nossa direção, quem
você acha que precisa descer, eles ou nós, os velhos? É a gente… Nem parece que um dia eles
também vão ficar velhos como a gente.

A verdade é que as pessoas estão se
afastando, não estão se importando mais umas
com as outras. Nem os vizinhos a gente conhece
mais. Faz mais de um mês que chegou vizinho
novo na casa que era do Seu Erico e até agora a
gente não sabe quem é que foi morar lá. A Isolda
veio com umas histórias de a gente ir lá fazer
amizade, mas eu falei para ela que essa gente
vive em outro mundo, outros valores, e é capaz
até de pensarem mal da gente se a gente for lá.

Mas você deve achar que eu só sei reclamar,
não é? Tem coisa boa também, claro que tem.
Hoje as pessoas já não sofrem como na nossa
época. Ali faltava tudo, a gente não tinha nem
igreja para ir no domingo, imagine só. O padre
aparecia uma vez a cada dois meses e olhe lá. E
viajar para o centro? Só de carroça, e não tinha
asfalto, não tinha nada. Se chovia, a estrada
virava um lamaçal e a gente tinha que voltar. Isso
mudou, hoje está melhor. Hoje tem todas essas
tecnologias aí, é mais fácil tratar doença também.
Olha, se eu vivesse no tempo do meu pai, acho
que não teria chegado tão longe assim, porque ali
não tinha os remédios que eles precisavam, né?
Só que também tem essa questão da segurança,
que hoje a gente não tem quase nenhuma. A
gente tem até medo que alguém entre aqui em
casa. São dois velhos, o que a gente vai poder
fazer contra o ladrão?

Mas vamos sentar e tomar um café, a Isolda
já preparou. Tem cuque, lá da festa da igreja.
Se você viesse ontem, teria encontrado meu
filho, ele quem trouxe. Depois quero te mostrar
o álbum de fotos do papai. Está meio gasto, as
fotos estão amarelas… Mas é normal, né? São
coisas de outro tempo. Do tempo em que a cidade
caminhava mais devagar.

Adaptado de: < http: a-cidade-caminhava-devagar="" henrique-fendrich="" cronicas="" www.aescotilha.com.br="" >. Acesso em: 28 jun. 2019.

Em “Olha, é preciso que se diga também
que havia mais respeito.”, o verbo haver

A não possui um sujeito.
B tem como sujeito “mais respeito”.
C tem como complemento “mais respeito”,
sendo, portanto, transitivo indireto.
D é um verbo auxiliar, pois não tem sentido
quando empregado isoladamente.
Órgão: Universidade Federal do Recôncavo da Bahia Cargo: Técnico de Laboratório - Área: Química - Análise e Processamento de Alimentos Prova: Instituto AOCP - UFRB - Técnico de Laboratório - Área: Química - Análise e Processamento de Alimentos - 2019

A respeito dos direitos e vantagens dos
servidores públicos previstos no Regime
Jurídico Único, assinale a alternativa
correta.

A Remuneração é a retribuição pecuniária
pelo exercício de cargo público, com valor
fixado em lei.
B O servidor perderá a remuneração do dia em
que faltar ao serviço, com motivo justificado.
C Vencimento é a retribuição pecuniária
pelo exercício de cargo efetivo, acrescido
das vantagens pecuniárias permanentes
estabelecidas em lei.
D O vencimento do cargo efetivo, acrescido
das vantagens de caráter permanente, é
irredutível.

Um microrganismo gram-positivo foi
observado em amostras de tecido
obtidas de um paciente com uma doença
previamente não diagnosticada. Qual,
dentre as seguintes técnicas, seria mais
útil para identificar esse microrganismo?

A Eletroforese em gel com
poliacrilamida.
B Espectrofotometria de absorção
atômica.
C Eletroforese com enzimas
poliavançadas.
D Amplificação por PCR e sequenciamento de
DNA.
Texto associado
Mentalidade Self-service e a ilusão
de liberdade

Simone Ribeiro Cabral Fuzaro

Hoje, gostaria de refletir sobre uma ideia que
foi entrando em nosso cotidiano, foi se enraizando
em nossas vidas e transformando nosso modo
de ver o mundo e as coisas: a mentalidade “selfservice”.
Essa expressão da língua inglesa,
traduzida livremente ao Português, significa
“serviço próprio” ou “autosserviço”. O selfservice
é um sistema de atendimento adotado
principalmente em restaurantes, pelo qual o
cliente tem a possibilidade de servir o seu próprio
prato, de acordo com as opções disponibilizadas
pelo estabelecimento.

Apesar de ter tido seu início em restaurantes,
esse tipo de serviço foi se expandindo a diversos
outros estabelecimentos, em que é possível que o
próprio cliente execute integral ou parcialmente o
atendimento (lavanderias, postos de combustível,
caixas eletrônicos...).

Apesar dos benefícios e facilidades inegáveis
trazidas por esse tipo de serviço, é importante
olharmos para os demais efeitos que causa em
nosso modo de ver as coisas e, consequentemente,
em nossas vidas. Essa possibilidade de
autosserviço, no qual se paga por exatamente
aquilo que se deseja consumir, foi aos poucos
contribuindo na transformação das relações, uma
vez que foi fomentando a possibilidade de que
cada um atenda efetivamente aos seus próprios
desejos e interesses sem restrições relativas ao
grupo que o acompanha ou àquele que presta
o serviço. Já não há mais a necessidade de se
escolher em família (ou em grupo) que prato
pedir no restaurante e, com isso, de se negociar
desejos, gostos, preferências. Mesmo que não
percebamos com muita clareza, está implícito aí
um engrandecimento do eu em detrimento do nós.

Já não se faz mais necessário abrir mão de um
gosto, de comer um pouco do que não aprecio
tanto para satisfazer alguém com quem me
importo. Pouco a pouco, sem percebermos, vamos
vivendo cada vez mais um modo autocentrado de
ver os serviços que utilizamos, as pessoas que
nos rodeiam.... o mundo. Vai ficando forte a ideia
de que pago somente pelo que quero consumir,
consumo somente aquilo que me interessa do serviço oferecido, ganhando o direito de “recortálo”
segundo meus interesses e sem considerar os
interesses daqueles que prestam o serviço e, às
vezes, até mesmo se o serviço prestado será de
qualidade se for adaptado ao meu querer.

Se olharmos a realidade, por exemplo, das
escolas infantis, veremos uma quantidade cada
vez maior de pais que querem escolher livremente
o horário de entrada e saída dos filhos sem
levar em conta os períodos escolares que são
importantíssimos por vários motivos: contemplam
uma rotina necessária para as crianças pequenas,
asseguram um mesmo grupo de colegas e
professores, o que transmite segurança e conforto
afetivo, possibilitam que participem das atividades
planejadas à fase escolar em que se encontram
etc. O que os pais estão buscando, no entanto,
é uma “escola self-service” e não percebem que
acabam por prejudicar o próprio filho, que terá um
serviço que não garantirá o atendimento às suas
necessidades básicas para um desenvolvimento
saudável.

Reina uma ideia de que temos o direito de ser
“livres” para escolher segundo nossos desejos
e nossas necessidades. Questiono, porém:
podemos considerar essa possibilidade de
escolha como liberdade? Parece-me haver um
equívoco claro nessa ideia, afinal, a liberdade nos
leva a escolher o bem. O que há hoje são pessoas
absolutamente escravizadas, em primeiro lugar,
pelos seus próprios desejos de satisfação,
conforto, facilidade. Depois, escravizadas ao
ter – é preciso muito para viver nessa gana de
satisfações, e, então, escravizamo-nos às rotinas
malucas de trabalho que roubam o direito de
atendermos às necessidades reais de nossa
saúde, de nossa família, de uma vida mais
equilibrada.

Vale refletirmos: em que situações estamos
nos deixando levar por essa “mentalidade selfservice”
exagerada? Vamos olhar de modo crítico
as facilidades, afinal, já sabemos: as grandes e
fundamentais aprendizagens acontecem quando
enfrentamos as dificuldades e não quando nos
desviamos delas.

Disponível em: < http: e-a-ilusao-de-liberdade="" mentalidade-selfservice-="" colunas="" www.osaopaulo.org.br="" >. Acesso em: 25 jun. 2019.

Em “Essa possibilidade de
autosserviço, no qual se paga por
exatamente aquilo que se deseja
consumir, foi aos poucos contribuindo
na transformação das relações, uma
vez que foi fomentando a possibilidade
de que cada um atenda efetivamente
aos seus próprios desejos...”, o termo
destacado poderia ser substituído, sem
alteração de sentido no contexto em que
está inserido, por

A friccionando.
B protegendo.
C preparando.
D potencializando.

Os tecidos conjuntivos são responsáveis pelo estabelecimento e pela manutenção da forma do corpo. Este papel mecânico é dado por um conjunto de moléculas que conecta as células e os órgãos, dando, dessa maneira, suporte ao corpo. O enunciado diz respeito a qual estrutura do tecido conjuntivo?

A Matriz extracelular.
B Fibroblastos.
C Célula-tronco hematopoética.
D Célula mesenquimal indiferenciada.
Órgão: Universidade Federal do Recôncavo da Bahia Cargo: Técnico de Laboratório - Área Microscopia Prova: Instituto AOCP - UFRB - Técnico de Laboratório - Área Microscopia - 2019