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Texto associado
TEXTO 2

Disponível em: . Acesso em: 30 jun. 2019.

As questões de n° 14 a 17 referem-se ao TEXTO 2.

Em “Faça bonito”, o termo “bonito”, pertencente à classe gramatical dos adjetivos, nessa
frase, funciona como

A adjunto adverbial de modo, pois se refere ao verbo “fazer”.
B adjunto adnominal, visto que apresenta uma característica.
C palavra substantivada, já que é um adjetivo nominalizado.
D predicativo do sujeito, porque indica estado.
Texto associado
TEXTO 1

Brumadinho, Mariana, impunidade e descaso

Nenhum dos envolvidos no desastre de 2015 foi responsabilizado, e a fiscalização continuou precária mesmo depois da primeira tragédia: ingredientes para mais uma catástrofe

Pouco mais de três anos depois do desastre de Mariana, do qual Minas Gerais ainda luta para se recuperar, mais um rompimento de barragem da mineradora Vale assombra o país. Desta vez, como afirmou o presidente da empresa, Fabio Schvartsman, o custo ambiental pode até ter sido menor que o de Mariana, mas o custo humano foi muito maior. (...) Como é possível que dois desastres dessas dimensões tenham ocorrido em um espaço que, para este tipo de situação, pode ser considerado curto?
Mariana – cuja barragem pertencia à Samarco, joint-venture entre a Vale e a britânica BHP Billiton – deveria ter servido de aprendizado, mas todas as informações que surgiram após o desastre de Brumadinho mostram que os esforços nem das empresas responsáveis, nem do Estado brasileiro foram suficientes para evitar que outro episódio catastrófico ocorresse. A empresa certamente sabe que a preservação e a prevenção compensam; os danos de imagem podem ser diferentes daqueles que atingem outros tipos de negócios – o público não pode simplesmente “boicotar” uma mineradora, por exemplo –, mas também existem, e a Vale sentiu, nesta segunda-feira, a perda de seu valor de mercado. Schvartsman chegou a dizer que a empresa fez todo o possível para garantir a segurança de suas barragens depois de Mariana, mas agora se sabe que “todo o possível” não bastou.
A palavra ausente neste período entre Mariana e Brumadinho é “responsabilização”. O Ministério Público Federal denunciou 21 pessoas e as três empresas (Samarco, Vale e BHP Billiton) pelo desastre de Mariana, mas ainda não houve julgamento. A Gazeta do Povo apurou que, das 68 multas aplicadas após a tragédia de 2015, apenas uma está sendo paga, em 59 parcelas. A demora para que os responsáveis paguem pela sucessão de irresponsabilidades que levou ao desastre certamente não incentiva as mineradoras a manter boas práticas de prevenção de desastres que possam ir além do estritamente necessário.
Os dados mais estarrecedores, no entanto, vieram dos relatórios governamentais que mostram uma inação quase completa do poder público na fiscalização do estado das barragens no país. O Relatório de Segurança de Barragens de 2017, da Agência Nacional de Águas, mostra que apenas 27% das barragens de rejeitos (caso tanto de Mariana quanto de Brumadinho) foram vistoriadas em 2017 pela Agência Nacional de Mineração. Há 45 barragens com “algum comprometimento importante que impacte a sua segurança”. A informalidade é a regra: 42% das barragens cadastradas nos órgãos de fiscalização não têm nenhum tipo de documento como outorga, autorização ou licença. E, nos poucos casos em que há vistoria, ela é feita por amostragem de algumas áreas da barragem, o que pode ignorar pontos críticos. É assim que tanto a barragem de Fundão, em Mariana, como a da Mina Córrego do Feijão, em Brumadinho, foram consideradas seguras. Ainda mais revoltante é a informação de que a Câmara de Atividades Minerárias da Secretaria de Meio Ambiente de Minas Gerais aprovou uma ampliação de 70% no complexo Paraopeba (onde se encontrava a barragem que estourou em Brumadinho) de forma apressada, rebaixando o potencial poluidor da operação para que o licenciamento ambiental pudesse pular fases.
A atividade mineradora é atribuição da iniciativa privada, mas a fiscalização é uma obrigação do Estado. E os relatórios demonstram que o governo não deu importância a esse trabalho nem mesmo depois de Mariana. Como resultado desta omissão coletiva, dezenas, possivelmente centenas, de vidas perderam-se em Brumadinho. Mortes que poderiam ter sido evitadas se o caso de 2015 tivesse levado a uma responsabilização rápida por parte da Justiça, um trabalho mais cuidadoso por parte das empresas de mineração e uma fiscalização abrangente feita pelo governo.

Adaptado de: < https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao/editoriais/brumadinho-mariana-impunidade-e-descaso-6621e4i8qg00dhyqctji1wdh2/ >. Acesso em: 04 abr. 2019.

No trecho “Ainda mais revoltante é a informação de que a Câmara de Atividades Minerárias da Secretaria de Meio Ambiente de Minas Gerais aprovou uma ampliação de 70% no complexo Paraopeba (onde se encontrava a barragem que estourou em Brumadinho) de forma apressada, rebaixando o potencial poluidor da operação para que o licenciamento ambiental pudesse pular fases .”, a oração destacada tem valor de

A causa.
B finalidade.
C justificativa.
D consequência.

Qual é o processo de administração
de pessoas que tem por objetivo
proporcionar informações, ao pessoal
de nível gerencial da empresa, para
a tomada de decisões quanto ao
aproveitamento e encarceramento das
pessoas?

A Avaliação de desempenho.
B Relações trabalhistas.
C Plano de benefícios.
D Cargos e salários.
Texto associado
TEXTO 3

Disponível em: . Acesso em: 04 jul. 2019.

As questões de n° 18 a 20 referem-se ao TEXTO 3.

No trecho “VOCÊ PODE TRAZER
SUA DOAÇÃO NA AÇÃO SOCIAL DA
PRIMEIRAIEQ OU ENVIE UM EMAIL
PARA contato@projetogadareno.com.
br QUE VAMOS ATÉ VOCÊ BUSCAR.”,
pode-se identificar ausência de
paralelismo sintático em um trecho. A
respeito disso, assinale a alternativa
INCORRETA.

A Para conferir paralelismo à frase, o verbo
“enviar” poderia estar na forma infinitiva,
a fim de encontrar simetria com o verbo
“trazer”, empregado anteriormente.
B Uma opção é deixar ambas as estruturas
no modo imperativo, como está o verbo
“envie”. A sentença, então, ficaria assim:
“TRAGA SUA DOAÇÃO NA AÇÃO SOCIAL
DA PRIMEIRAIEQ OU ENVIE UM EMAIL
(...)”.
C Também se poderia escrever o trecho da
seguinte forma: “VOCÊ PODE TRAZER
SUA DOAÇÃO NA AÇÃO SOCIAL DA
PRIMEIRAIEQ OU PODE ENVIAR UM
EMAIL (...)”.
D Há a seguinte possibilidade de construção:
“TRAGA SUA DOAÇÃO NA AÇÃO SOCIAL
DA PRIMEIRAIEQ OU PODE ENVIAR
UM EMAIL (...)”, que atribui paralelismo e
precisão ao discurso.