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Texto associado
Essa ficção, tão radical quanto aquela da cidade aberta, ajudou a destruir a ordem social estamental que a precedeu. No entanto,
foi só depois de muitas lutas que as definições de quem poderia ser considerado "livre e igual" foram pouco a pouco expandidas.
(3º parágrafo)

O termo sublinhado no trecho acima indica a

A relativização de uma afirmativa anterior.
B oposição entre duas premissas.
C conclusão de um determinado processo.
D negação absoluta de um argumento anterior.
E adição de dois pontos de vista sobre um mesmo objeto.
Texto associado
As ruas abertas à livre circulação de pessoas e veículos representam uma das imagens mais vivas da cidade moderna. Apesar
de as cidades ocidentais incorporarem várias e até contraditórias versões da modernidade, há um grande consenso a respeito de quais
são os elementos básicos da experiência moderna de vida pública urbana: a primazia e a abertura de ruas; a circulação livre; os
encontros impessoais e anônimos de pedestres; o uso público e espontâneo das ruas e praças; e a presença de pessoas de diferentes
grupos sociais passeando e observando os outros que passam, olhando vitrines, fazendo compras, sentando nos cafés, participando
de manifestações políticas, apropriando as ruas para seus festivais e comemorações, ou usando os espaços especialmente designados
para o lazer das massas. Esses elementos são associados à vida moderna em cidades capitalistas pelo menos desde a reforma de
Paris promovida pelo barão de Haussmann na segunda metade do século XIX.
No cerne da concepção de vida pública urbana incorporada na Paris moderna estavam as noções de que o espaço da cidade é
aberto para ser usado e usufruído por qualquer um e de que a sociedade de consumo que ele abriga poderia tornar-se acessível a todos.
É claro que esse nunca foi exatamente o caso, em Paris ou em qualquer outro lugar. As cidades modernas foram sempre marcadas por
desigualdades sociais e segregação espacial e nunca deixaram de ser apropriadas de formas bastante diferentes por diversos grupos,
dependendo de sua posição social e de seu poder. No entanto, a despeito das persistentes desigualdades e injustiças sociais, as cidades
ocidentais modernas sempre mantiveram vários sinais de abertura, sobretudo no que diz respeito à circulação e ao consumo. Esses sinais
contribuíram para manter o valor positivo associado à ideia de um espaço público aberto, acessível a todos e a qualquer um.
As cidades modernas têm servido de cenário para todo tipo de manifestação política. Na verdade, a promessa de incorporação à
sociedade moderna incluía não só a cidade e o consumo, mas também a ordem política. As imagens da cidade moderna são análogas
àquelas da ordem liberal-democrática, consolidada a partir da ficção do contrato social entre pessoas livres e iguais e que moldou a esfera
política moderna. Essa ficção, tão radical quanto aquela da cidade aberta, ajudou a destruir a ordem social estamental que a precedeu.
No entanto, foi só depois de muitas lutas que as definições de quem poderia ser considerado "livre e igual" foram pouco a pouco expandidas.
Tanto a cidade aberta e sem exclusões quanto a ordem política incorporando todos os cidadãos como iguais nunca existiram, mas seus
ideais fundadores e suas promessas de incorporação mantiveram seu poder por pelo menos dois séculos, dando forma a experiências de
cidadania e de vida urbana e legitimando as ações de vários grupos excluídos em suas reivindicações por incorporação.
(Adaptado de: CALDEIRA, Teresa Pires do Rio. Cidade de muros: crime, segregação e cidadania em São Paulo. São Paulo: Editora 34;
Edusp, 2011, pp 302 a 305)

As atribuições da ordem liberal-democrática, presentes no último parágrafo, correspondem a

A um sistema político centrado exclusivamente no desenvolvimento econômico, sem qualquer conexão com os direitos civis.
B um sistema político baseado na hierarquia estamental, no qual os direitos são definidos pela posição social de cada indivíduo.
C um modelo que restringe o acesso à cidade e à organização social apenas a determinados grupos econômicos e políticos.
D uma organização política fundamentada no contrato social entre indivíduos livres e iguais, associada ao ideal de participação
plena na vida pública.
E uma estrutura social que valoriza relações pessoais restritivas. A participação na esfera pública não deve estabelecer uma
correlação de forças entre igualdade e cidadania.
Texto associado
As ruas abertas à livre circulação de pessoas e veículos representam uma das imagens mais vivas da cidade moderna. Apesar
de as cidades ocidentais incorporarem várias e até contraditórias versões da modernidade, há um grande consenso a respeito de quais
são os elementos básicos da experiência moderna de vida pública urbana: a primazia e a abertura de ruas; a circulação livre; os
encontros impessoais e anônimos de pedestres; o uso público e espontâneo das ruas e praças; e a presença de pessoas de diferentes
grupos sociais passeando e observando os outros que passam, olhando vitrines, fazendo compras, sentando nos cafés, participando
de manifestações políticas, apropriando as ruas para seus festivais e comemorações, ou usando os espaços especialmente designados
para o lazer das massas. Esses elementos são associados à vida moderna em cidades capitalistas pelo menos desde a reforma de
Paris promovida pelo barão de Haussmann na segunda metade do século XIX.
No cerne da concepção de vida pública urbana incorporada na Paris moderna estavam as noções de que o espaço da cidade é
aberto para ser usado e usufruído por qualquer um e de que a sociedade de consumo que ele abriga poderia tornar-se acessível a todos.
É claro que esse nunca foi exatamente o caso, em Paris ou em qualquer outro lugar. As cidades modernas foram sempre marcadas por
desigualdades sociais e segregação espacial e nunca deixaram de ser apropriadas de formas bastante diferentes por diversos grupos,
dependendo de sua posição social e de seu poder. No entanto, a despeito das persistentes desigualdades e injustiças sociais, as cidades
ocidentais modernas sempre mantiveram vários sinais de abertura, sobretudo no que diz respeito à circulação e ao consumo. Esses sinais
contribuíram para manter o valor positivo associado à ideia de um espaço público aberto, acessível a todos e a qualquer um.
As cidades modernas têm servido de cenário para todo tipo de manifestação política. Na verdade, a promessa de incorporação à
sociedade moderna incluía não só a cidade e o consumo, mas também a ordem política. As imagens da cidade moderna são análogas
àquelas da ordem liberal-democrática, consolidada a partir da ficção do contrato social entre pessoas livres e iguais e que moldou a esfera
política moderna. Essa ficção, tão radical quanto aquela da cidade aberta, ajudou a destruir a ordem social estamental que a precedeu.
No entanto, foi só depois de muitas lutas que as definições de quem poderia ser considerado "livre e igual" foram pouco a pouco expandidas.
Tanto a cidade aberta e sem exclusões quanto a ordem política incorporando todos os cidadãos como iguais nunca existiram, mas seus
ideais fundadores e suas promessas de incorporação mantiveram seu poder por pelo menos dois séculos, dando forma a experiências de
cidadania e de vida urbana e legitimando as ações de vários grupos excluídos em suas reivindicações por incorporação.
(Adaptado de: CALDEIRA, Teresa Pires do Rio. Cidade de muros: crime, segregação e cidadania em São Paulo. São Paulo: Editora 34;
Edusp, 2011, pp 302 a 305)

Conforme o texto, ilustra fatores concretos da experiência de vida pública urbana no Ocidente, ao menos nos últimos dois séculos,
o que se encontra em:

A A primazia de espaços privados, a centralidade da produção industrial e a divisão rígida entre espaços de trabalho, de
circulação e de moradia.
B Apesar das persistentes desigualdades e injustiças, as cidades ocidentais modernas conservam indícios de abertura,
especialmente no que se refere à circulação e ao consumo.
C A construção de ambientes planejados cujo símbolo maior é a previsibilidade. É a cidade do movimento estritamente ne-
cessário, de preferência em automóveis.
D A organização comunitária baseada em laços pessoais estratificados, com forte controle estatal nos espaços urbanos e
pouca mobilidade social.
E A nova cidade já não é marcada por um tempo em que se produz uma identidade; ela é marcada pela consolidação de um
terreno de disputas políticas silenciosas.
Texto associado
As ruas abertas à livre circulação de pessoas e veículos representam uma das imagens mais vivas da cidade moderna. Apesar
de as cidades ocidentais incorporarem várias e até contraditórias versões da modernidade, há um grande consenso a respeito de quais
são os elementos básicos da experiência moderna de vida pública urbana: a primazia e a abertura de ruas; a circulação livre; os
encontros impessoais e anônimos de pedestres; o uso público e espontâneo das ruas e praças; e a presença de pessoas de diferentes
grupos sociais passeando e observando os outros que passam, olhando vitrines, fazendo compras, sentando nos cafés, participando
de manifestações políticas, apropriando as ruas para seus festivais e comemorações, ou usando os espaços especialmente designados
para o lazer das massas. Esses elementos são associados à vida moderna em cidades capitalistas pelo menos desde a reforma de
Paris promovida pelo barão de Haussmann na segunda metade do século XIX.
No cerne da concepção de vida pública urbana incorporada na Paris moderna estavam as noções de que o espaço da cidade é
aberto para ser usado e usufruído por qualquer um e de que a sociedade de consumo que ele abriga poderia tornar-se acessível a todos.
É claro que esse nunca foi exatamente o caso, em Paris ou em qualquer outro lugar. As cidades modernas foram sempre marcadas por
desigualdades sociais e segregação espacial e nunca deixaram de ser apropriadas de formas bastante diferentes por diversos grupos,
dependendo de sua posição social e de seu poder. No entanto, a despeito das persistentes desigualdades e injustiças sociais, as cidades
ocidentais modernas sempre mantiveram vários sinais de abertura, sobretudo no que diz respeito à circulação e ao consumo. Esses sinais
contribuíram para manter o valor positivo associado à ideia de um espaço público aberto, acessível a todos e a qualquer um.
As cidades modernas têm servido de cenário para todo tipo de manifestação política. Na verdade, a promessa de incorporação à
sociedade moderna incluía não só a cidade e o consumo, mas também a ordem política. As imagens da cidade moderna são análogas
àquelas da ordem liberal-democrática, consolidada a partir da ficção do contrato social entre pessoas livres e iguais e que moldou a esfera
política moderna. Essa ficção, tão radical quanto aquela da cidade aberta, ajudou a destruir a ordem social estamental que a precedeu.
No entanto, foi só depois de muitas lutas que as definições de quem poderia ser considerado "livre e igual" foram pouco a pouco expandidas.
Tanto a cidade aberta e sem exclusões quanto a ordem política incorporando todos os cidadãos como iguais nunca existiram, mas seus
ideais fundadores e suas promessas de incorporação mantiveram seu poder por pelo menos dois séculos, dando forma a experiências de
cidadania e de vida urbana e legitimando as ações de vários grupos excluídos em suas reivindicações por incorporação.
(Adaptado de: CALDEIRA, Teresa Pires do Rio. Cidade de muros: crime, segregação e cidadania em São Paulo. São Paulo: Editora 34;
Edusp, 2011, pp 302 a 305)

Segundo o texto de Teresa Caldeira, a cidade moderna ideal seria

A uma cidade em que o controle estatal limitaria o uso dos espaços públicos, priorizando a ordem e a segurança em detrimento
da plena liberdade de circulação.
B caracterizada pela forte segregação espacial, na qual diferentes grupos sociais ocupam áreas rigidamente separadas e com
pouca interação entre si.
C um espaço urbano voltado prioritariamente à produção industrial, onde o acesso aos bens e serviços se restringiria às elites
econômicas.
D organizada em torno de tradições comunitárias estáveis, com relações pessoais duradouras e pouca circulação de grupos
sociais cuja identidade instaurasse diferenças radicais.
E um espaço público aberto e acessível a todos, marcado pela livre circulação, encontros anônimos, diversidade social e uso
coletivo das ruas e praças.

Um analista de segurança da informação do Ministério da Fazenda é responsável por proteger um banco de dados corporativo
com informações fiscais e cadastrais de milhões de contribuintes, incluindo CPF, renda, endereços e dados bancários. O SGBD
utilizado é um banco de dados relacional moderno, com acesso simultâneo de aplicações web internas, sistemas legados e
equipes de suporte que realizam consultas administrativas diretamente via SQL. O analista identificou os seguintes requisitos
obrigatórios:
1. Garantir que usuários de suporte vejam apenas os 4 primeiros dígitos do CPF em consultas diretas, mantendo o valor
completo apenas para aplicações autorizadas.
2. Proteger os dados armazenados em disco contra acesso físico não autorizado ao storage.
A infraestrutura atual conta apenas com a autenticação nativa do SGBD (usuário e senha) e permissões básicas
(GRANT/REVOKE). Não há qualquer mecanismo de ofuscação ou criptografia implementado.
Considerando esse cenário e as boas práticas de segurança em SGBDs, a solução mais adequada que o analista deve
implementar consiste em

A usar criptografia de coluna usando AES-256 configurada estaticamente via stored procedures, e mascaramento de CPF
nas telas da aplicação (não no banco).
B substituir o banco de dados relacional por um SGBD NoSQL que ofereça criptografia nativa, e utilizar ofuscação estática
de CPF via funções de hash irreversíveis.
C mascaramento estático de dados (Static Data Masking) aplicar uma única vez sobre a coluna CPF, e criptografia de disco
full-disk no storage.
D usar criptografia em nível de aplicação (antes de enviar ao banco) para todos os dados sensíveis, e visões para controlar o
acesso ao CPF.
E usar criptografia transparente de dados (TDE) para proteger os dados em disco, e mascaramento dinâmico de dados para
ofuscar o CPF conforme o perfil do usuário.

Um analista de segurança da informação de uma Assembleia Legislativa Estadual está revisando um Acordo de Confiden-
cialidade (NDA) proposto por uma empresa terceirizada que prestará serviços de suporte técnico em bancos de dados contendo
informações sigilosas de parlamentares e servidores. O documento apresentado pela empresa contém cinco cláusulas. Consi-
derando as boas práticas de segurança da informação e a legislação aplicável, o analista verificou que apenas uma das
cláusulas está totalmente adequada e deve ser mantida em um NDA válido:

A A qualificação das informações como confidenciais dependerá de notificação por escrito da contratante a cada documento
específico a ser protegido.
B O signatário fica isento de responsabilidade em caso de vazamento de informações ocorrido por meio de equipamento
pessoal não fornecido pela contratante.
C O signatário poderá reter cópias das informações confidenciais após o término do contrato para fins de comprovação de
suas atividades profissionais.
D As informações confidenciais poderão ser utilizadas pelo signatário para fins de treinamento de novos funcionários da
contratante, desde que os dados sejam anonimizados internamente.
E Ao término do contrato, o signatário deverá devolver ou destruir todas as informações confidenciais, mediante compro-
vação documental.

Um analista de segurança da informação de uma Assembleia Legislativa Estadual atende a um incidente no qual um servidor
público suspeito de desviar recursos públicos teve seu notebook apreendido em sua sala. O equipamento está ligado e com a
sessão de usuário aberta, exibindo uma planilha e um terminal de acesso a um sistema interno não autorizado. O analista
precisa coletar evidências para uma investigação criminal, garantindo a integridade dos dados originais. Considerando as boas
práticas de forense computacional, a conduta inicial mais adequada do analista é

A manter o notebook ligado, capturar a memória RAM e os processos ativos, documentar tudo, e então proceder ao
desligamento conforme protocolo pericial, antes de realizar a imagem bit a bit do disco.
B fotografar a tela aberta exibindo a planilha e o terminal, desligar o notebook normalmente pelo sistema operacional e lacrar
o equipamento em um saco antiestático.
C desligar o notebook imediatamente puxando o cabo de energia e a bateria, para evitar alterações acidentais nos arquivos,
e depois realizar uma cópia bit a bit do disco rígido do equipamento apreendido.
D remover o disco rígido do notebook, conectá-lo a um segundo computador já limpo e copiar as pastas de documentos e os
e-mails do servidor público suspeito investigado na operação.
E fazer login no sistema com uma conta administrativa alternativa, copiar a planilha e o histórico do terminal para um
pendrive, e depois desligar o equipamento.

Uma Assembleia Legislativa Estadual utiliza 300 estações (Windows) e 30 servidores (Linux/Windows) para atividades legislati-
vase, incluindo votação eletrônica, acesso a sistemas sigilosos e armazenamento de projetos de lei. Recentemente, um ataque de
ransomware propagou-se via dispositivo USB infectado utilizado por um assessor parlamentar, explorando uma vulnerabilidade
dia-zero em um editor de PDF. O antivírus tradicional baseado apenas em assinaturas não detectou a ameaça. A equipe de se-
gurança da Assembleia determinou a implantação de uma solução moderna de proteção de endpoints que atenda aos seguintes
requisitos obrigatórios:
Detecção baseada em comportamentos;
Resposta automatizada a incidentes (isolamento de máquina, encerramento de processos suspeitos);
Monitoramento contínuo de processos e chamadas de sistema;
Controle rigoroso de dispositivos removíveis (USB, CD/DVD);
Capacidade de análise forense em memória e disco.
Considerando as melhores práticas de segurança para órgãos públicos e os requisitos estabelecidos, a solução que melhor
atende os requisitos da equipe de segurança é:

A Implementação de uma plataforma unificada de proteção de endpoints que integra capacidades de EDR, permitindo
resposta automatizada a incidentes e controle nativo de dispositivos removíveis.
B Antimalware open-source configurado para varreduras diárias completas nos servidores da Câmara, associado a uma política
interna de proibição de uso de dispositivos USB por meio de assinatura de termo de compromisso pelos deputados.
C Solução XDR com a capacidade de isolamento de endpoints e suporte a controle de dispositivos USB por meio de um
antivírus tradicional.
D Configurar Antivírus corporativo com atualizações de assinaturas a cada 4 horas, combinado com uma GPO que desabilita
todas as portas USB dos computadores do Legislativo.
E Firewall de próxima geração (NGFW) posicionado no Data Center do Legislativo com inspeção TLS, combinado com um
antivírus gratuito em cada estação parlamentar, com agente central de gerenciamento.

Um analista de segurança da informação de uma Assembleia Legislativa Estadual precisa proteger o sistema de consulta de
processos licitatórios, hospedado em um ambiente de nuvem híbrida. O sistema é acessado por servidores públicos internos,
prefeitura municipal e cidadãos em geral, armazenando dados sigilosos sobre lances e propostas comerciais. O analista
identificou tentativas recentes de ataque do tipo Path Traversal e um ataque de DDoS do tipo HTTP Slowloris, que sobrecarrega
a camada de aplicação. A infraestrutura atual conta com um firewall de última geração (NGFW) com inspeção superficial de
tráfego HTTPS e um balanceador de carga básico, sem proteção específica para ataques de camada 7. Considerando o cenário
e as boas práticas de segurança para proteção de aplicações web e de perímetro, a solução que o analista deve implementar
consiste em

A um NAC na rede interna, pois CSRF geralmente se origina de estações internas comprometidas, e um UTM na borda para
bloquear Path Traversal e DDoS simultaneamente.
B uma VPN SSL para cada usuário externo, criptografando todo o tráfego do portal contra ataques de aplicação, e um
balanceador de carga avançado contra DDoS de camada 7.
C um WAF para proteção específica contra Path Traversal e uma solução DDoS de camada de aplicação baseada em
comportamento ou desafios para mitigar ataques como Slowloris.
D um IDS em linha na porta espelhada do switch para detectar CSRF e um firewall de borda com regras estáticas para
bloquear Path Traversal, mantendo o NGFW existente contra DDoS.
E um proxy reverso com cache para aliviar a carga de requisições repetitivas e um antivírus de gateway para impedir Path
Traversal, pois CSRF é mitigado com token anti-CSRF no código.

O SOC de uma Assembleia Legislativa Estadual identificou diversos alertas no SIEM nas últimas 24 horas. Após a triagem
inicial, o analista isolou os seguintes eventos:
1. Evento 1: Múltiplas tentativas de autenticação com falha para um usuário de nível estagiário, seguidas de um login bem-
-sucedido em horário comercial.
2. Evento 2: Execução de um binário em uma estação de trabalho com nome svchost.exe, porém localizado no diretório
C:\Users\Public\, sem conexões de rede ativas.
3. Evento 3: Identificação de tráfego de saída massivo (exfiltração) para um endereço IP listado em bases de Threat
Intelligence como comando e controle (C2), originado da estação de trabalho de um assessor legislativo.
4. Evento 4: Notificação de alteração de configuração em um terminal de autoatendimento que não processa dados sigilosos.
Considerando os Indicadores de Comprometimento (loC) apresentados e as melhores práticas de resposta a incidentes, o
evento que deve ser priorizado pelo SOC e a primeira ação técnica a ser tomada são: Evento

A 4; primeira ação: desligar o servidor central de arquivos da assembleia imediatamente para evitar propagação.
B 3; primeira ação: realizar o backup completo do disco rígido antes de desconectar a máquina da rede.
C 2; primeira ação: desabilitar o antivírus para permitir que a equipe de forense execute ferramentas de análise sem interferência.
D 1; primeira ação: resetar a senha do usuário e aguardar o próximo relatório semanal de auditoria.
E 3; primeira ação: isolar a estação de trabalho da rede para conter a exfiltração de dados e a comunicação com o invasor.