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Um analista de segurança da informação de um órgão governamental está revisando a arquitetura do servidor de e-mail
corporativo. O objetivo é mitigar ataques de interceptação (sniffing) de credenciais transmitidas em texto claro e do conteúdo das
mensagens durante a comunicação entre os clientes de e-mail dos funcionários e o servidor. Para garantir a confidencialidade
tanto no envio quanto no recebimento das mensagens, o analista deve configurar as portas e os protocolos adequados.
Considerando as boas práticas de segurança para comunicação de serviços de e-mail, a configuração mais adequada que o
analista deve implementar consiste em

A utilizar o SMTPS na porta 2525 para o envio de mensagens e o IMAP encapsulado na porta 22, aproveitando a criptografia
do protocolo SSH para a sincronização das caixas de entrada.
B exigir o uso de IMAPS na porta 993 ou POP3S na porta 995 para o recebimento de mensagens, e configurar o envio por
submissão SMTP na porta 587 com uso obrigatório de STARTTLS.
C utilizar o SMTP na porta 25, o POP3 na porta 110 e o IMAP na porta 143, aplicando as tecnologias SPF e DKIM para
garantir a criptografia do tráfego.
D desabilitar os protocolos IMAP e POP3, centralizando o envio e o recebimento de e-mails de forma bidirecional e criptogra-
fada na porta 25 do protocolo SMTP.
E manter o IMAP na porta 143 e o POP3 na porta 110, pois esses protocolos possuem criptografia nativa para a autenti-
cação, exigindo o uso de TLS para o SMTP via porta 465.

Um analista de segurança da informação de uma Assembleia Legislativa Estadual está estudando os principais conceitos rela-
cionados à autenticação, controle de acesso e gerenciamento de identidades para implementar na Assembleia. Sobre esses
temas ele concluiu corretamente que

A Federação de identidades é um conceito aplicável a redes sociais, não podendo ser implementado em ambientes corpora-
tivos com servidores locais.
B OpenID Connect (OIDC) é uma camada de autenticação que fornece informações sobre a identidade do usuário
autenticado através de um token ID.
C IAM tem como função o gerenciamento de senhas de usuários e a autenticação por mecanismos biométricos.
D RBAC é um modelo de controle de acesso onde as permissões são atribuídas diretamente a usuários individuais de cada
grupo.
E OAuth 2.0 é um protocolo de autenticação que substitui o uso de senhas, permitindo que o usuário acesse sistemas sem
fornecer credenciais que ele conhece.

Um analista de segurança precisa realizar o hardening de um servidor Ubuntu que hospeda uma aplicação web (https) crítica. О
objetivo é garantir que o servidor obtenha proteção contra ataques de interceptação. De acordo com as melhores práticas e
recomendações, e considerando as capacidades nativas das versões recentes do Ubuntu, o conjunto de ações que representa a
implementação correta do hardening de transporte é:

A Instalar o módulo mod ssl via repositórios universe e definir a diretiva SSLHonorCipherOrder como off, permitindo
que o navegador do cliente escolha a cifra mais segura disponível, independentemente da configuração do servidor.
B Habilitar o cabeçalho Strict-Transport-Security (HSTS) com o parâmetro includeSubDomains, configurar o
ssl_protocols para utilizar TLSv1.2 e TLSv1.3.
C Configurar o parâmetro ssl_protocols para aceitar TLSv1.1 e TLSv1.2, desabilitar o suporte a compressão GZIP no
nível do HTTP para evitar ataques CRIME e forçar o uso de cifras baseadas em RC4 para maior compatibilidade.
D Migrar os certificados para o formato PKCS#7 (P7B), desabilitar a renovação automática para evitar alterações não
autorizadas no sistema de arquivos e configurar o parâmetro keepalive_timeout para 0, visando fechar conexões
HTTPS imediatamente após cada requisição.
E Desabilitar o firewall UFW para evitar latência no handshake TLS, configurar o servidor para operar na porta 80 e realizar o
redirecionamento via software para a porta 443, garantindo que o tráfego inicial seja sempre monitorado.

Em um ambiente com Active Directory executando Windows Server, um analista de segurança descobre que o domínio permite
consultas LDAP anônimas. Para resolver essa vulnerabilidade de forma nativa, segura e garantindo a compatibilidade do am-
biente, o analista deve

A ativar a política RestrictAnonymous no nível 0 para impedir qualquer comunicação de rede que não utilize autenticação
mútua Kerberos.
B ativar a política RestrictALL no nível 0 para impedir qualquer comunicação de rede que não utilize autenticação mútua
LDAP.
C configurar uma GPO para exigir LDAP Signing e ajustar as permissões de controle de acesso (ACLs) para remover o
acesso de leitura do grupo Logon Anônimo.
D habilitar o serviço de DNSSec do Active Directory e forçar a comunicação via protocolo SMB assinado de forma anônima.
E migrar os serviços para a porta 636, e forçar a utilização de certificados autoassinados gerados individualmente em cada
estação de trabalho para garantir que o atacante utilize um certificado comum a todos os usuários.

Um analista de segurança da informação de uma Assembleia Legislativa Estadual está projetando a arquitetura de rede para um
novo anexo funcional. O analista decidiu implementar uma DMZ em um firewall para hospedar os servidores de aplicações web
(10.20.30.41/29) e o servidor de arquivos públicos (10.20.30.42/29), enquanto a rede interna (10.10.0.0/16) está conectada a
outra interface do firewall. Considerando as boas práticas de segurança para implementação de DMZ, o analista deve

A permitir seletivamente o tráfego da rede interna para a DMZ e bloquear todo o tráfego da internet para a DMZ, pois os
servidores devem ser acessados apenas pelos funcionários internos.
B configurar um túnel VPN entre a DMZ e cada estação de trabalho da rede interna, garantindo que o tráfego entre essas
redes seja criptografado, dispensando regras de firewall específicas.
C permitir todo o tráfego da internet para a DMZ sem restrições e bloquear todo o tráfego da DMZ para a rede interna,
garantindo que servidores comprometidos não afetem a rede interna.
D permitir apenas o tráfego necessário da internet para a DMZ para o servidor web e servidor de arquivos e permitir apenas
o tráfego essencial da DMZ para a rede interna.
E configurar a DMZ em modo bridge com a interface externa, eliminando a necessidade de regras de firewall, pois o
isolamento é garantido pelo próprio conceito de DMZ.

A Assembleia Legislativa planeja migrar seus sistemas legados para um ambiente de nuvem e contratar o desenvolvimento de
um novo portal de transparência. Para garantir a segurança e a conformidade técnica no modelo contratual, a solução deve
prever que

A a migração ocorra para um modelo Public Cloud com criptografia de ponta a ponta gerida pelo provedor, os requisitos
técnicos de sustentabilidade foquem no descarte de hardware e o desenvolvimento seja entregue via SaaS para reduzir a
superfície de ataque local.
B o contrato de infraestrutura priorize o modelo On-premises para manter a soberania dos dados, a segurança da informação
seja tratada como um requisito funcional específico de cada entrega e a acessibilidade seja orientada por meio do uso de
ferramentas de tradução automática.
C o desenvolvimento seja medido por story points em regime Agile, a infraestrutura utilize o modelo Community Cloud para
isolamento lógico total e os requisitos de acessibilidade sigam a norma ISO 27001 para garantir a inclusão digital dos cida-
dãos.
D o edital exija certificações SOC 2 Type II (Service Organization Control 2) do provedor de nuvem, o desenvolvimento utilize
métricas de Ponto de Função com análise estática de código (SAST) integrada e o contrato preveja sanções por
descumprimento de níveis de serviço de segurança.
E a arquitetura seja baseada em Multicloud para evitar o vendor lock-in, a sustentação seja contratada por postos de trabalho
presenciais para controle físico e os requisitos não funcionais de segurança sejam validados após a homologação final do
software.

Um analista de segurança da informação de uma Assembleia Legislativa Estadual está configurando o portal institucional para
garantir a confidencialidade e integridade dos dados trafegados entre os cidadãos e o servidor web. O analista está em dúvida
sobre a implantação do protocolo HTTPS utilizando certificados digitais baseados nos padrões TLS e SSL. Durante a configura-
ção, o analista precisa escolher as opções corretas para garantir um nível adequado de segurança, considerando as vulnerabili-
dades conhecidas. Considerando as boas práticas atuais para implementação segura de HTTPS, o analista deve configurar o
protocolo

A SSL 2.0 com certificado de chave simétrica, pois esse algoritmo é mais rápido que a criptografia assimétrica utilizada no
TLS.
B TLS 3.0 com certificado wildcard para os subdomínios, e autoassinado por uma Autoridade Certificadora (CA) confiável.
C SSL 3.0 com certificado autoassinado, emitido por uma Autoridade Certificadora (CA) confiável.
D TLS 1.0 com certificado wildcard para os subdomínios, e estabelecendo a validação da origem do emissor do certificado.
E TLS 1.3 com certificado emitido por uma Autoridade Certificadora (CA) pública confiável, e desabilitar versões antigas.

Um analista de segurança da informação de uma Assembleia Legislativa Estadual precisa proteger o portal institucional
hospedado em um servidor web na DMZ. O portal recebe diariamente milhares de acessos de cidadãos e servidores externos,
armazena dados sensíveis de parlamentares e funcionários e integra-se a sistemas internos de tramitação de projetos. O
analista identificou que o portal já sofreu tentativas de ataque do tipo SQL Injection e Cross-Site Scripting (XSS), além de
ataques de DDoS do tipo SYN flood originados de redes externas. A Assembleia possui um link dedicado de 10 Gbps e um
firewall de borda com funcionalidades básicas de estado de conexão. Considerando o cenário e as boas práticas de segurança
para proteção de aplicações web e mitigação de DDoS em perímetro, a solução consiste em

A um IPS posicionado na rede interna, pois os ataques identificados são geralmente originados a partir de computadores
internos comprometidos e uma solução WAF para lidar com ataques do DDoS.
B uma VPN site-to-site entre a DMZ e cada usuário externo, criptografando o tráfego do portal contra ataques web e uma
solução UTM contra ataques de camada de aplicação.
C um WAF para proteção específica contra SQL Injection e XSS, e uma solução UTM com anti-DDoS para proteção contra
DDoS e outras ameaças de perímetro.
D um sistema IPS em modo passivo contra SQL Injection na porta SPAN do switch da DMZ e um IDS com capacidade
reativa para detecção e eliminação de ataques do tipo DDoS.
E um proxy reverso como balanceamento de carga entre múltiplos servidores web para suportar ataques DDoS, e uma
inspeção proteção do tipo NAC para controle de acesso às aplicações.

A Assembleia Legislativa planeja contratar uma nova solução de Security Operations Center (SOC). Para assegurar a conformi-
dade com o rito administrativo e a eficácia técnica da aquisição, a equipe de planejamento da contratação deve garantir que

A o Projeto Básico contenha a estimativa de preços baseada em notas fiscais de órgãos parceiros, enquanto o Estudo
Técnico Preliminar (ETP) foque na descrição dos requisitos de hardware e o Termo de Referência na governança.
B o planejamento das contratações utilize o Termo de Referência para avaliar alternativas de mercado, enquanto o Estudo
Técnico Preliminar (ETP) defina as sanções administrativas e o Projeto Básico determine o indice de reajuste.
C o Estudo Técnico Preliminar (ETP) defina o modelo de licenciamento de software, enquanto o Termo de Referência esta-
beleça a análise de viabilidade econômica e o Projeto Básico foque no mapa de riscos.
D o Estudo Técnico Preliminar (ETP) demonstre a viabilidade técnica e a justificativa da solução, enquanto o Termo de
Referência detalhe o objeto, deveres da contratada e critérios de aceitação baseados em níveis de serviço.
E as etapas da contratação iniciem pela elaboração do Termo de Referência para balizar o mercado e, depois, o Estudo
Técnico Preliminar (ETP) complete o processo com a descrição da metodologia de execução e medição.

A Assembleia Legislativa deve revisar sua estrutura de governança para assegurar o alinhamento das ações de segurança da
informação às metas institucionais. Para integrar o planejamento estratégico à gestão operacional de riscos e conformidade, a
solução técnica correta determina que

A a gestão de riscos foque na identificação de falhas de hardware em switches, orientando o PETIC no treinamento de
suporte técnico para que a governança monitore o tráfego de dados do portal.
B o PETIC estabeleça a visão estratégica de segurança, o PDTIC detalhe os projetos e investimentos na área e a gestão de
mudanças e riscos garanta a conformidade técnica das alterações no ambiente.
C o PETIC defina as especificações de hardening de servidores, delegando ao PDTIC a definição da periodicidade de trocas
de senhas e à gestão de mudanças a automação dos backups em nuvem.
D a gestão de riscos identifique ameaças ao ambiente físico, possibilitando que a conformidade valide a substituição de perí-
metros de firewall por políticas de conscientização em redes sociais no PETIC.
E o PDTIC priorize a aquisição de licenças de antivírus, cabendo à gestão de mudanças o inventário de ativos de rede e à
conformidade técnica a validação do uso de software livre no setor de RH.