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A Assembleia Legislativa precisa contratar o desenvolvimento de um sistema de gestão parlamentar sob demanda e garantir sua
sustentação contínua. O Analista de Segurança deve estruturar o modelo contratual que melhor equilibre controle técnico,
conformidade e economicidade. A solução adequada prevê que

A o desenvolvimento sob demanda seja contratado via fábrica de software com métrica de ponto de função, a sustentação
seja objeto de contrato autônomo com ANS por severidade, e a escolha entre laas e PaaS seja orientada pelo nível de
controle operacional que o órgão pretende manter sobre o ambiente.
B o sistema seja desenvolvido sob demanda com entrega por sprints documentados, a sustentação seja incorporada ao
contrato de desenvolvimento para simplificar a gestão e a infraestrutura seja contratada via SaaS para eliminar a neces-
sidade de gerenciamento de plataforma pela equipe interna.
C o desenvolvimento seja contratado como software sob demanda via fábrica de software, com entregas medidas por pontos
de função, e a sustentação seja coberta por contrato SaaS com o mesmo fornecedor, unificando responsabilidades
técnicas e contratuais.
D o licenciamento de software pronto cubra as funcionalidades parlamentares, com customizações entregues pela fábrica de
software sob contrato separado, e a infraestrutura seja provisionada via laas para manter o controle do ambiente pelo
órgão.
E a fábrica de software desenvolva o sistema sob demanda com métricas de produtividade por ponto de função, a susten-
tação seja contratada separadamente com SLA definido por severidade de chamados e a infraestrutura seja provisionada
via PaaS para reduzir a gestão operacional.

A Assembleia Legislativa está na fase de planejamento para a contratação de uma solução de Disaster Recovery (DR). Para ga-
rantir a sustentabilidade econômica e a governança operacional do contrato, o Analista de Segurança deve estruturar o processo
de forma que a

A pesquisa de preços priorize as notas fiscais de fornecedores locais, a matriz RACI defina as sanções contratuais por atraso
e a gestão de riscos analise a compatibilidade do software com o sistema de Compras Corporativas.
B gestão de riscos estabeleça o orçamento máximo da contratação, enquanto a matriz RACI gerencie o inventário de ativos
em nuvem e a pesquisa de preços utilize orçamentos de empresas sem registro no SICAF (Sistema de Cadastramento
Unificado de Fornecedores).
C pesquisa de preços utilize fontes diversificadas como o Painel de Preços e contratações similares, enquanto a matriz RACI
defina as responsabilidades de execução, aprovação, consulta e informação de cada entrega técnica.
D análise de riscos mapeie as falhas de hardware no site principal, a pesquisa de preços ocorra via cotação direta com
fabricantes e a matriz RACI estabeleça os níveis de serviço para a equipe de suporte.
E matriz RACI identifique os riscos de indisponibilidade do link de dados, a pesquisa de preços valide o menor valor global e
a gestão de riscos oriente o plano de comunicação entre os parlamentares.

Uma Assembleia Legislativa opera sistemas críticos em nuvem pública e precisa estruturar um modelo integrado de controle de
acesso, monitoramento e proteção de dados. O Analista de Segurança deve implementar mecanismos que garantam rastreabili-
dade, segregação de funções e proteção contra acesso indevido, considerando ambientes distribuídos e dinâmicos.
A solução técnica adequada exige que

A o controle de acesso seja estruturado por identidades de serviço com permissões dinâmicas baseadas em contexto, o
monitoramento utilize coleta de métricas e eventos em múltiplas camadas e a proteção de dados adote criptografia em
repouso com chaves vinculadas ao ciclo de vida das aplicações.
B a gestão de acesso utilize autenticação adaptativa com base em risco, o monitoramento correlacione eventos de rede e
aplicação com análise comportamental e a proteção de dados utilize criptografia com segregação lógica por ambiente e
classificação da informação.
C o controle de acesso utilize perfis agregados por função organizacional com permissões herdadas, o monitoramento cor-
relacione eventos via logs de aplicação e a proteção de dados adote criptografia gerenciada pelo provedor com
rotatividade automática padrão.
D a autenticação federada seja integrada a diretórios corporativos com emissão de tokens de curta duração, o monito-
ramento consolide eventos em plataforma de SIEM e a proteção de dados utilize criptografia em trânsito com certificados
emitidos por autoridade interna.
E o controle de acesso implemente políticas granulares com least privilege e segregação de funções via IAM, o monitora-
mento centralize logs, trilhas de auditoria e eventos em serviços nativos integrados a análise contínua, e a proteção de da-
dos utilize criptografia em repouso e em trânsito com gerenciamento de chaves por KMS sob controle da organização.

A Assembleia Legislativa migrou parte de seu banco de dados parlamentar para um ambiente de nuvem pública. Para garantir a
proteção dos dados em repouso, seguindo as melhores práticas de governança e conformidade técnica, o Analista de Seguran-
ça deve implementar uma solução que preveja

A a implementação de perímetros de segurança via Azure Bastion para acesso externo, mantendo os logs de auditoria de lei-
tura e escrita no Audit Database Cloud para otimizar o custo operacional da solução de monitoramento.
B a segregação de redes via VPC/VNet, o gerenciamento de chaves criptográficas através de serviços de KMS e a aplicação
do princípio do menor privilégio via políticas de IAM em todos os recursos.
C o uso de grupos de segurança (Security Groups) para gerenciar a criptografia de disco, responsabilizando o provedor de
nuvem pela gestão das chaves privadas do banco de dados via política de acesso IAM.
D a configuração de instâncias em sub-redes públicas para permitir a inspeção de tráfego pelo WAF, utilizando chaves SSH
globais compartilhadas como processo facilitador da administração remota da infraestrutura.
E o isolamento de recursos via VPC e a proteção contra ataques de negação de serviço através do Cloud Armor, controlando
a integridade dos dados da aplicação via protection engine SAV.

O Analista de Segurança deve estruturar um programa de conscientização em segurança da informação para a Assembleia
Legislativa, integrando boas práticas educacionais às diretrizes do PMBOK 7ª edição. A solução técnica adequada prevê que

A o domínio de measurement do PMBOK 7 seja adotado para estruturar indicadores de maturidade dos usuários, integrando os
resultados das simulações de phishing ao painel de desempenho do programa e revisando trilhas conforme os dados
coletados.
B o programa seja estruturado com base no domínio de stakeholders do PMBOK 7, mapeando perfis de usuários como par-
tes interessadas, definindo planos de engajamento por grupo e usando lessons learned de incidentes para atualizar os
conteúdos de conscientização.
C o programa seja gerenciado como projeto com escopo fixo, usando o princípio de stewardship do PMBOK 7 para orientar a
entrega de trilhas de treinamento, com métricas de conclusão como principal indicador de valor gerado.
D o programa aplique os princípios de value delivery e stakeholder engagement do PMBOK 7, com trilhas diferenciadas por
perfil, simulações de ameaças reais, indicadores de efetividade revisados em ciclos adaptativos e alinhamento às políticas
de governança institucional.
E a gestão do programa utilize o domínio de uncertainty do PMBOK 7 para mapear ameaças ao programa
de treinamento, com campanhas baseadas em incidentes anteriores e revisão de conteúdo vinculada ao registro de riscos
do ambiente de TI.

A Assembleia Legislativa promoveu um ciclo de conscientização em segurança da informação para equipes técnicas e usuários
finais. O Analista de Segurança deve estruturar esse programa alinhando boas práticas operacionais às diretrizes do ITIL v4, ga-
rantindo que os processos de educação continuada integrem a gestão de serviços de TI. A solução técnica correta prevê que

A o programa integre continual improvement e knowledge management do ITIL v4, com trilhas diferenciadas por perfil, simu-
lações práticas de ameaças reais, indicadores de efetividade revisados periodicamente e alinhamento às políticas de
governança institucional.
B a conscientização seja incorporada à prática de service desk do ITIL v4, com o registro de chamados de segurança alimen-
tando os conteúdos de treinamento, métricas de reincidência orientando as campanhas e revisão anual do programa
vinculada ao ciclo de release management.
C o programa de conscientização seja conduzido como projeto especial, com trilhas distintas para usuários e equipes
técnicas, avaliado por métricas de conclusão de módulos e integrado ao processo de change management do ITIL v4 para
registro das atualizações de conteúdo.
D a educação em segurança seja tratada como prática de continual improvement no ITIL v4, com campanhas periódicas
baseadas em incidentes recorrentes, simulações de phishing e indicadores de efetividade revisados em ciclos de melhoria
documentados.
E o programa seja estruturado com base no catálogo de serviços do ITIL v4, vinculando cada módulo de treinamento a um
serviço crítico da instituição, usando knowledge management para manter a base de conteúdos atualizada conforme
mudanças no ambiente.

O Analista de Segurança deve implementar o ciclo de gestão de vulnerabilidades nos servidores que hospedam os sistemas de
votação da Assembleia. Para assegurar a integridade do ambiente e a continuidade dos serviços, a solução técnica que equilibra
proteção proativa e remediação exige que

A a gestão de vulnerabilidades dependa da substituição integral do hardware afetado, enquanto a gestão de patches ocorra
via atualização de tabelas de roteamento na base de segurança do provedor de nuvem.
B a priorização das falhas seja baseada no volume de logs gerados pelos sistemas, enquanto o contexto do hardening foque
na instalação de agentes de monitoramento de tráfego em redes locais e virtuais.
C o escaneamento identifique falhas e as priorize via CVSS (Common Vulnerability Scoring System), aplicando o hardening
para reduzir a superfície de ataque e automatizando a gestão de patches em ambiente de homologação.
D a análise de vulnerabilidades ocorra via varredura de portas na rede de borda, responsabilizando, para a correção de
falhas, o suporte do fabricante e aplicando o hardening para evitar latência nos serviços.
E o ciclo de correção priorize a instalação imediata de patches em servidores de produção, enquanto o hardening foque na
alteração de chaves de criptografia assimétrica em dispositivos de rede.

A Assembleia Legislativa precisa estabelecer uma política de gestão de ativos para assegurar a proteção de dados parlamen-
tares e administrativos. Para implementar o inventário e a classificação de acordo com a criticidade e o ciclo de vida, a solução
correta determina que

A a proteção dos ativos de informação dependa da instalação de agentes de monitoramento no hardware fisico, enquanto as
garantias associadas sejam imputadas ao provedor de nuvem pública.
B o ciclo de vida da informação seja definido pela gestão de capacidade de armazenamento dos storages, vinculando a pro-
teção do ativo ao provedor de nuvem pública.
C o inventário de ativos seja atualizado via cloud security e as responsabilidades de classificação sejam delegadas aos
usuários finais com base no volume de dados armazenados em cada servidor da nuvem.
D a classificação de criticidade dos ativos ocorra via protocolos de criptografia assimétrica na rede de borda (edge network),
garantindo que o ciclo de vida da informação seja gerido por ferramentas de gestão da informação.
E o inventário identifique a propriedade e a criticidade de cada ativo, permitindo que a classificação oriente os controles de
proteção e os procedimentos de descarte seguro ao final do ciclo de vida.

A Assembleia Legislativa detectou ataques de spear phishing direcionados ao setor financeiro, utilizando e-mail spoofing para si-
mular ordens de pagamento da presidência. Para mitigar esses ataques e proteger os usuários, a solução técnica correta deve
prever que

A o servidor de correio desabilite o tráfego de saída para domínios externos não mapeados e o sistema de proteção de
usuários utilize criptografia de disco para evitar o redirecionamento de DNS.
B a política de segurança implemente o bloqueio de scripts em navegadores, fazendo com que a proteção contra spoofing
ocorra via inspeção de pacotes em redes locais para identificar o endereço MAC do remetente.
C o filtro de Anti-Spam bloqueie mensagens com base em palavras-chave de engenharia social, enquanto o treinamento de
conscientização substitua o uso de chaves de segurança física em dispositivos móveis.
D a solução de e-mail gateway valide o alinhamento de protocolos de autenticação de domínio, enquanto a proteção de
endpoint monitore comportamentos de phishing em URLs e anexos suspeitos.
E o mecanismo de spoofing protection realize o bloqueio de domínios similares (typosquatting) via firewall de aplicação, com
base nos certificados de segurança do site.

A Assembleia Legislativa identificou o uso indevido de seu domínio para campanhas de spoofing e alta incidência de mensagens
maliciosas. Para implementar uma solução técnica que proteja a reputação institucional e a integridade das comunicações, o
Analista de Segurança deve garantir que

A o SPF liste os servidores autorizados, o DKIM garanta a integridade via assinatura criptográfica e o DMARC oriente a
política de descarte ou quarentena para falhas de autenticação.
B a política de DMARC substitua a necessidade de filtros de antivírus e Anti-Spam, sendo que o DKIM gerencie o limite de
conexões simultâneas via protocolo SMTP nos servidores de correio da nuvem.
C o registro SPF autentique o conteúdo da mensagem via criptografia e o DKIM limite o envio de anexos por servidores ex-
ternos, permitindo que o firewall filtre o tráfego de entrada.
D o mecanismo de Anti-Spam valide o cabeçalho das mensagens via chaves públicas, enquanto o registro DMARC auto-
matize a exclusão de e-mails que não contenham assinaturas digitais do tipo S/MIME.
E o registro SPF identifique os endereços IP autorizados a enviar mensagens, e o DMARC realize a verificação de integri-
dade do corpo do e-mail através de certificados de infraestrutura de rede.