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Em uma Assembleia Legislativa, o sistema de acesso interno permite autenticação de servidores via endpoint POST /graphql,
com limitação de 3 requisições por minuto por IP. Durante uma auditoria, verificou-se que um agente malicioso utilizou batching
de queries GraphQL para submeter múltiplas combinações de credenciais em uma única requisição, contornando o controle
existente. Considerando esse cenário e a necessidade de mitigar ataques de força bruta e credential stuffing, o controle que
deve ser utilizado é

A adotar assinatura criptográfica robusta nos JSON Web Tokens e ampliar seu tempo de expiração para o tempo de duração
da sessão, reduzindo assim a frequência de autenticação.
B registrar eventos de autenticação malsucedida, implementar mecanismo de cache para respostas de autenticação inválida
e acionar alertas automáticos para o SOC após volume elevado de tentativas oriundas de um mesmo endereço IP.
C aplicar limitação de tentativas de autenticação no nível lógico da operação de login, contabilizando individualmente cada
par usuário-senha processado dentro de requisições compostas.
D reduzir o tamanho máximo permitido das requisições GraphQL para menos de 256 bytes, limitando a quantidade de opera-
ções incluídas em um único payload para menos de 3 requisições.
E exigir uso obrigatório de canal criptografado TLS para todas as requisições de autenticação realizadas pelos sistemas
internos e usar criptografia AES para as transações internas.

Uma Assembleia Legislativa disponibiliza uma API REST para consulta e gestão de documentos legislativos. Um endpoint per-
mite acessar documentos por meio da seguinte requisição:

GET /api/documentos/ {document.Id}
Authorization: Bearer

Durante testes de segurança, foi identificado que usuários autenticados conseguem acessar documentos de outros gabinetes
simplesmente alterando o valor de {document.Id} na URL, sem qualquer validação adicional no backend.
Considerando o cenário descrito e as boas práticas de segurança da OWASP API Security Top 10 (2023), é possível concluir
que se trata de uma vulnerabilidade

A que poderia ser completamente mitigada somente substituindo os identificadores sequenciais por UUIDs aleatórios.
B que poderia ser prevenida por meio da comparação entre o ID do usuário presente no JWT e o {document.Id) na requi-
sição.
C de autenticação, pois o uso de JWT não impede que usuários acessem recursos de outros usuários.
D de Broken Object Level Authorization (BOLA), pois o sistema não valida se o usuário autenticado tem permissão para
acessar o objeto identificado por {documentId}.
E de Broken Function Level Authorization (BFLA), pois o endpoint não restringe quais funções podem ser executadas.

Considere uma Assembleia Legislativa responsável por sistemas eletrônicos de tramitação de projetos de lei e registros de
votação, submetida a auditorias institucionais e a requisitos de conformidade baseados na norma ABNT NBR ISO/IEC
27001:2024 e na LGPD, operando em ambiente distribuído e sujeita à necessidade de apresentar registros de eventos como
evidência técnica verificável sob contestação administrativa ou judicial, inclusive diante de possíveis tentativas de adulteração
interna. Nesse cenário, o mecanismo que assegura a detectabilidade inequívoca de modificações na sequência histórica dos
logs é

A encadeamento criptográfico sequencial dos registros de log, no qual cada entrada incorpora o hash da entrada anterior.
B replicação síncrona dos logs em múltiplos domínios administrativos com verificação de consistência entre cópias.
C aplicação de função de hash criptográfico individual sobre cada registro de log, armazenado juntamente com seu res-
pectivo valor de verificação.
D assinatura digital periódica de lotes de logs utilizando chaves assimétricas sob controle da organização.
E armazenamento de logs em repositório imutável com controle de versão e restrição de sobrescrita.

Uma Assembleia Legislativa opera um sistema de tramitação eletrônica com backup completo diário à Oh e backups incremen-
tais realizados em intervalos regulares de 4 horas. O ambiente possui replicação assíncrona para um site de contingência, na
qual as atualizações são propagadas periodicamente, admitindo defasagem limitada ao ciclo de replicação configurado. Em caso
de falha do ambiente principal, a restauração por backups exige 100 minutos, enquanto a ativação do ambiente contingente
depende da execução sequencial de cinco procedimentos operacionais de 5 minutos cada. Considerando um incidente ocorrido
às 13h10 e a alternativa de recuperação que reduz simultaneamente a perda de dados e o tempo de indisponibilidade do servi-
ço, o valor do RTO, em minutos, é

A 70.
B 100.
C 15.
D 25.
E 40.

Uma Assembleia Legislativa implementa criptografia de dados sensíveis em repouso utilizando AES, sob requisito de confiden-
cialidade e integridade sem aumento significativo de latência. Diante da necessidade de evitar vulnerabilidades como padding
oracle e reutilização de IV, o modo de operação correto é

A o uso do modo OFB, que transforma o bloco em fluxo e evita reutilização de estados internos.
B a aplicação do modo CFB com segmentação variável, garantindo proteção contra análise de padrões.
C a aplicação do modo CBC com IV fixo, pois garante encadeamento determinístico entre blocos.
D a utilização do modo CTR com contador reiniciado por chave, permitindo paralelismo e integridade implícita.
E a adoção do modo GCM, que combina criptografia e autenticação com uso de IV único por operação.

Uma instituição pública está sujeita a auditorias que exigem verificação de assinaturas digitais anos após sua emissão, inclusive
em cenários onde certificados possam estar expirados ou revogados, assumindo o uso de infraestrutura de chaves públicas com
mecanismos de validação e preservação de evidências ao longo do ciclo de vida das assinaturas. Nesse cenário, o recurso
técnico que a instituição deverá utilizar é

A a aplicação de carimbo do tempo emitido por autoridade confiável, associando o resumo criptográfico do documento a um
instante verificável.
B a utilização de certificado digital válido no momento da geração da assinatura, considerando sua cadeia de certificação e
período de vigência.
C a verificação do estado do certificado por meio de consulta a serviço OCSP quando a assinatura é analisada pelo sistema.
D a validação da cadeia de certificação com base em listas de certificados revogados disponíveis durante o processo de
conferência da assinatura digital.
E o armazenamento do documento assinado juntamente com seu resumo criptográfico e metadados estruturados de identifi-
cação do signatário e do contexto da transação realizada.

Uma Assembleia Legislativa mantém uma base de dados de cidadãos para participação em consultas públicas digitais, obser-
vando requisitos de transparência e controle institucional. Com o objetivo de reduzir riscos aos titulares e limitar o tratamento ao
mínimo necessário, adotou técnica de pseudonimização, com segregação da informação adicional de reidentificação em am-
biente controlado e seguro. De acordo com a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), representa uma prática compatível com a
técnica adotada e com o princípio da necessidade, a

A aplicação de mascaramento dos dados em relatórios externos, preservando integralmente os dados identificáveis no am-
biente operacional para uso amplo.
B utilização de criptografia com compartilhamento de chaves entre unidades administrativas, permitindo acesso descen-
tralizado aos dados completos conforme demanda institucional.
C substituição dos identificadores por funções criptográficas, eliminando a possibilidade de reidentificação e reduzindo per-
manentemente o conjunto de dados tratados.
D manutenção dos dados identificáveis em base única, com controle de acesso por perfis institucionais, garantindo que ape-
nas usuários autorizados acessem todos os dados disponíveis.
E separação dos identificadores diretos em ambiente distinto, permitindo reidentificação apenas mediante uso de informação
adicional protegida, com acesso restrito aos dados estritamente necessários.

Considere a infraestrutura de Tl de uma Assembleia Legislativa que possui sistema de processo legislativo eletrônico, portal
institucional exposto à internet, integração com órgãos externos (como tribunais e portais de transparência) e estações de traba-
lho de gabinetes e áreas administrativas na mesma infraestrutura IP. Após um incidente de segurança com movimentação lateral
entre sistemas internos, a arquitetura que melhor atende ao requisito de reduzir a exposição do perímetro e conter a propagação
entre ambientes é a

A disponibilização dos serviços de integração com órgãos externos diretamente na rede corporativa, com uso de listas de
controle de acesso (ACLs) no roteamento central e monitoramento contínuo das conexões estabelecidas.
B replicação dos sistemas críticos da assembleia em sub-redes distintas, com conectividade operacional entre elas e priori-
dade para continuidade de serviço em caso de falhas localizadas.
C publicação do portal institucional em uma DMZ, com segmentação interna da rede por função e sensibilidade, definição de
políticas explícitas de comunicação entre zonas e bloqueio por padrão de todo tráfego não autorizado entre os segmentos.
D concentração dos sistemas legislativos, administrativos e de apoio parlamentar em uma mesma VLAN lógica, com inspe-
ção reforçada no tráfego de entrada e aplicação de controles adicionais nos dispositivos internos.
E concentração dos controles de segurança no firewall de borda, mantendo os sistemas legislativos, administrativos e de
gabinets no mesmo segmento interno, desde que o NAT oculte os endereços privados.

Em uma Assembleia Legislativa, um sistema eletrônico de votação é utilizado para registrar votos de parlamentares em sessões
deliberativas, exigindo que cada voto registrado seja posteriormente auditável e não possa ser negado pelo parlamentar que o
proferiu, mesmo em processos administrativos ou judiciais. Considerando esse cenário, com requisitos de integridade, autentici-
dade e impossibilidade de retratação da autoria do voto, o mecanismo criptográfico que deve ser utilizado é

A o armazenamento dos votos em banco de dados redundante e criptografado com replicação síncrona entre servidores.
B a utilização de assinatura digital baseada em criptografia assimétrica vinculada à identidade do parlamentar.
C o uso de funções de hash criptográfico para garantir que o conteúdo do voto não seja alterado após o registro.
D a aplicação de criptografia simétrica com chave compartilhada entre os parlamentares e o sistema de votação.
E o estabelecimento de canal seguro utilizando protocolo de transporte criptografado para envio dos votos.

Uma Assembleia Legislativa realiza estudos estatísticos para subsidiar políticas públicas com base em dados coletados em
audiências públicas, operando sob necessidade de proteção de direitos fundamentais e governança institucional, e pretende di-
vulgar resultados agregados. Nesse caso, de acordo com a LGPD, a condição que caracteriza a conformidade com a base legal
e com as técnicas de proteção de dados é

A a realização de estudos com dados pessoais, com aplicação de anonimização quando tecnicamente viável e uso de am-
biente controlado.
B a pseudonimização dos dados com circulação entre unidades administrativas para análise descentralizada conforme de-
manda institucional.
C o tratamento fundamentado em consentimento formal dos titulares, com aplicação de anonimização na etapa de divulga-
ção dos resultados.
D a utilização de dados sensíveis com aplicação de anonimização antes da disponibilização para análise estatística interna.
E o tratamento voltado à execução de políticas públicas, com adoção de controles administrativos e registro das operações.