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Texto associado
Para responder às questões de 6 a 10 , leia o quadrinho abaixo.

(nerdesporte.blogspot.com)

No primeiro balão do quadrinho, a forma "por que" foi utilizada corretamente. Caso o autor do quadrinho optasse por iniciar o segundo balão com uma conjunção que respondesse à pergunta do primeiro balão, a forma correta e coerente seria:

A porquê.
B porque.
C por quê.
D por que.
E pôr quê.
Texto associado
Para responder às questões de 1 a 5 , leia o texto a seguir.

Documentário 'Trans' mostra a vida de transgêneros no
Brasil

Produção mergulha na história de pessoas que mudaram de
sexo ou que ainda não se definiram

Joana era psicóloga, João não tem diploma. Joana se formou em Psicologia, foi professora em três universidades, teve consultório e fez mestrado. Como sempre teve que desempenhar funções que não precisavam de diploma, João foi motorista de táxi, pintor, pedreiro, tradutor, cortador de confecção, vendedor de joias e de roupas e massagista de shiatsu. Joana e João são a mesma pessoa, em diferentes momentos da vida.
Autor do livro ‘Viagem Solitária, Memórias de um Transexual 30 anos depois’, João W. Nery nasceu oficialmente quando Joana já tinha 27 anos. Nasceu com corpo de mulher, mas desde muito cedo, aos 3 ou 4 anos, percebeu que se identificava mais com o gênero masculino. É exatamente sobre a vida de transgêneros no Brasil que trata o documentário ‘Trans’, exibido pela GloboNews. A produção mergulha na história de João e de outras três pessoas que mudaram de sexo ou que ainda não se definiram para mostrar como se sente e como é a vida de quem nasce com um corpo que não corresponde ao que se é.
É o caso também da advogada e professora de Direito Giowana Cambrone, que se assumiu mulher há seis anos, quando as mortes da avó e da tia a fizeram entender que não podia mais esperar para ser feliz. “O processo foi muito rápido, toda a transformação aconteceu em seis meses. Foi libertador”, conta.
Mineira, Giowana foi morar no Rio de Janeiro quando um carioca a pediu em casamento. O relacionamento durou três anos e ela enfrentou grandes dificuldades: “A maioria dos homens que se relaciona com uma pessoa trans, se relaciona de forma esporádica e sexual. Se baseia no fetiche, no sexo, no desejo, que beira a objetificação. A pessoa vira um objeto para satisfazer um desejo. E não pensem que com a cirurgia essa questão se modifica: o homem, muitas vezes, coloca um obstáculo para construir uma relação com uma mulher trans. Se antes da cirurgia ele diz 'você é linda, maravilhosa, inteligente, divertida, mas é trans e não tem vagina', depois da cirurgia de readequação, ele diz 'você é linda, maravilhosa, inteligente, divertida, mas não tem útero e não pode me dar um filho. Sempre haverá um mas...', conclui a advogada, que hoje não alimenta mais expectativas e leva a vida com um único objetivo: ser feliz.
Diferentemente de João e de Giowana, Wallace Rui não se define como homem ou como mulher desde 2010. Aos 30 anos, a atriz, produtora cultural, performer e mulher transgênera explica: “Não sou nem 100% homem, nem 100% mulher, transito nos dois universos ou em nenhum.” Wallace nasceu homem, continua usando seu nome de registro, mas sempre se identificou com o gênero feminino. Ela assume que a violência física é o que mais assusta a ela e a sua família. “O grande receio da minha mãe é que eu seja vítima de violência física, porque moral sempre sou. O grande medo dela é ver, a qualquer momento, ser noticiada minha morte, como assassinada de maneira muito bruta, porque a expectativa de vida de uma mulher trans hoje é de apenas 35 anos. Eu teria apenas cinco ainda pela frente. É grave, as pessoas são assassinadas e não se noticia. É uma realidade cruel, mas não há preço que se pague, não há valor que mensure o valor de ser quem se é”, conclui.
O quarto e último personagem do documentário é o jovem Luan. Aos 16 anos, ele está vivendo há pouco tempo os desafios de mudar de gênero. Nasceu Luana, mas sempre se sentiu mais à vontade no universo dos meninos. Há quatro anos, conseguiu assumir para si mesmo que não gostava de ser menina. “Só precisei dar um nome ao meu sentimento, cortar o cabelo e mudar meu nome social quando a ficha caiu e eu me dei conta de que sou um transgênero”, conclui. Luan sabe que seu caminho está só começando, mas não se sente mais em transição. Ele ainda não começou a tomar hormônio, não fez nenhuma cirurgia, mas assegura que as mudanças que faltam acontecer são só físicas. “Dentro de mim, já está tudo resolvido há muito tempo. Agora também já está firmado para as pessoas que importam para mim”, explica. “Não vejo a hora de a voz engrossar e de fazer a barba”, conta ansioso.
(g1.globo.com)

Observe as palavras em destaque no trecho abaixo, retirado do texto.

“É o caso também da advogada e professora de Direito Giowana Cambrone , que se assumiu mulher há seis anos, quando as mortes da avó e da tia a fizeram entender que não podia mais esperar para ser feliz.”

A respeito da morfologia das quatro palavras sublinhadas no trecho, assinale a análise correta.

A A primeira palavra sublinhada é um substantivo classificado como próprio e não há pronomes em destaque.
B Classifica-se como artigo definido uma das palavras sublinhadas, ou seja, trata-se de termo que precede substantivo.
C As palavras “que” e “a” pertencem à mesma classe gramatical, mas “Cambrone” e “há” são de classes gramaticais diferentes.
D Todas as palavras destacadas pertencem à mesma classe gramatical, a dos nomes.
E A primeira palavra, assim como a quarta, é exemplo de substantivo; as demais são conjunções que, nos períodos em que aparecem, introduzem ideias de causa e finalidade, respectivamente.
Texto associado
Para responder às questões de 6 a 10 , leia a tirinha abaixo.

(linguagensinfancia.blogspot.com.br)

No primeiro quadrinho, aparece a passagem “eu quero andar na cacunda”. Sobre a morfologia das palavras que a compõem, pode-se afirmar corretamente que:

A há apenas pronomes pessoais oblíquos, sem exemplos de pronomes retos.
B não há exemplos de formas verbais, já que o único verbo existente é de ligação e está no particípio, que é uma forma nominal.
C ocorre uma palavra que representa a contração de palavras de classes gramaticais diferentes: uma preposição e um artigo.
D a palavra “eu” é um pronome que, no contexto, funciona como indefinido, representando sujeito indeterminado.
E a palavra “cacunda” não pode ter sua classe gramatical determinada, já que não existe nos dicionários formais de nossa língua.
Texto associado
Para responder às questões de 1 a 5 , leia o texto abaixo.

Tudo é Química

Se pensarmos bem, a Química está em quase tudo o que vemos no nosso cotidiano. Diariamente – ou quase diariamente – todos nós usamos produtos de limpeza, cosméticos, cozinhamos. Fazer um bolo é química pura. O fermento, seu modo de funcionamento na hora de fazer crescer a massa, os processos que levam uma mistura de ingredientes secos e molhados a se transformar em um alimento macio, sem gosto de farinha e (se tudo der certo) de sabor agradável, que em nada lembra o gosto da farinha crua.
Mas não é assim que pensamos a Química. Assim como as demais ciências exatas, ela nos é apresentada como algo distante, difícil, um obstáculo a ser vencido, um problema a ser resolvido com paciência e perseverança. Isso só traz prejuízos: o aluno se sente obrigado a 1 aprender, o professor se sente desestimulado a 2 ensinar e, por fim, o jovem termina o Ensino Médio com a certeza de que as ciências exatas, dentre elas a 3 Química, são apenas disciplinas que exigem o treino mecânico, a 4 repetição e o cálculo.
As ciências exatas, então, são apresentadas de maneira limitada, como se fossem apenas a representação de átomos, equações e fórmulas escritos em um papel. Quando, na verdade, as ciências exatas são muito, muito mais do que isso. Física, Química e Matemática são maneiras de explicar o mundo. E não há nada que possa ser mais próximo de nós todos do que isso. Vivemos este mundo e ele só é assim porque o homem, por meio dos instrumentos mentais e práticos que possui (como as ciências exatas), transformou-o até chegar a este ponto.

Beatriz Duarte de Alcântara

No último parágrafo do texto, está destacada a forma "transformou-o", sobre a qual são feitas as seguintes afirmativas, considerando-se o contexto em que ela aparece. Analise-as e assinale a alternativa correta.

I. O "o", um pronome que se junta a "transformou", caracteriza um tempo verbal, o futuro do presente.
II. Caso o sujeito desse verbo fosse feminino, o certo seria escrever "transformou-a".
III. Do verbo "transformou", o "o", que é um pronome, exerce a função de complemento.
IV. Se no texto estivesse escrito "Vivemos esta natureza...", além de outras transformações necessárias, o certo seria escrever "transformou-a", para se manterem as mesmas relações sintáticas do trecho original.
V. A forma "transformou" é de um verbo da primeira conjugação.

Está correto o que se afirma em:

A todas.
B I, II e III, somente.
C II, III e IV, somente.
D III, IV e V, somente.
E nenhuma.
Texto associado
Nas questões que avaliam os conhecimentos de noções de informática, a menos que seja explicitamente informado o contrário, considere que todos os programas mencionados estão em configuração padrão, em português, que o mouse está configurado para pessoas destras, que expressões como clicar, clique simples e clique duplo referem-se a cliques com o botão esquerdo do mouse e que teclar corresponde à operação de pressionar uma tecla e, rapidamente, liberá-la, acionando-a apenas uma vez. Considere também que não há restrições de proteção, de funcionamento e de uso em relação aos programas, arquivos, diretórios, recursos e equipamentos mencionados.

Originalmente chamado de Solid State Disk, o SSD está atualizando seu nome para Solid State Drive. O que a palavra Solid (sólido) do nome está informando?

A Informa que a unidade é sólida, não líquida.
B Informa que um SSD não possui peças móveis.
C Informa que um SSD é construído de metal.
D Informa que a unidade é resistente a impactos e choques.
E Informa que a unidade é compacta.

Leia as assertivas concernentes às entidades paraestatais.

I. São aquelas que prestam serviços de interesse público
de maneira paralela ao Estado.

II. Elas não compõem a estrutura da Administração
Pública Indireta, como as autarquias, as fundações
públicas, as empresas estatais e os consórcios públicos.
Como não pertencem à estrutura da Administração
Pública, as entidades paraestatais sempre possuem
personalidade jurídica de direito privado.

III. Basicamente, as entidades paraestatais podem ser
divididas em três espécies: a) os serviços sociais
autônomos (SSA); b) as organizações sociais (OS); e c)
as organizações da sociedade civil de interesse público
(OSCIP).

Está correto o que se afirma em:

A I, somente.
B I e II, somente.
C III, somente.
D I e III, somente.
E todas.
Texto associado
Para responder às questões de 6 a
10, leia os quadrinhos a seguir.


(https://rhnasorganizacoes.files.wordpress.co
m
/2013/04/dilbert.jpg)

A respeito das palavras "coletei" e "contextualizei",
presentes nos quadrinhos, assinale a alternativa totalmente
correta.

A A palavra "coletei" é um verbo", mas a palavra
"contextualizei" é um substantivo.
B As duas palavras pertencem à classe dos verbos cujos
infinitivos terminam em "er".
C As duas palavras pertencem à classe dos verbos da
primeira conjugação.
D A palavra "coletei" pertence à classe dos verbos
regulares, mas a palavra "contextualizei" pertence à
classe dos verbos irregulares.
E As duas palavras pertencem à classe dos adjetivos.

A Resolução Normativa CFA nº 462/15 estabelece que o Plenário do CRA poderá? cancelar ex officio o registro profissional na ocorrência de algumas hipóteses. Assinale a alternativa incorreta entre as que seguem.

A Em razão do falecimento do profissional, mediante comprovação do óbito.
B Na reincidência da mesma infração, prevista no art. 16, alíneas "b" e "c", da Lei nº 4.769/65, e no art. 52, alíneas "b" e "c", do Regulamento aprovado pelo Decreto nº 61.934/67, praticada dentro do prazo de 5 (cinco) anos após a primeira.
C Quando houver débitos de anuidades que, mesmo depois de pelo menos 2 (duas) cobranças, consecutivas ou não, permanecerem em aberto.
D Em caso de desentendimento do profissional com quaisquer dos membros do conselho profissional ao qual está formalmente vinculado.
E Quando o profissional houver feito falsa prova de quaisquer dos documentos ou condições para a obtenção de registro.

A Resolução Normativa nº 397/10 estabelece, entre outras, a seguinte competência para a Diretoria Executiva:

A aprovar designação de Delegados e Representantes do CRA-AC.
B indicar, em lista tríplice, Administradores em dia com as obrigações para com o CRA-AC, para funcionarem como Vogais da Junta Comercial do Estado do Acre.
C homologar o Plano de Cargos e Salários e a Tabela Salarial dos Empregados do Quadro de Pessoal do CRA-AC.
D instituir as Comissões Especiais e os Grupos de Trabalho, homologando a designação de seus integrantes.
E deliberar sobre as viagens de Conselheiros, Representantes, Delegados e Empregados, com ônus para o CRA-AC.