Para responder às questões de 6 a
10, leia os quadrinhos a seguir.
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Na evolução da administração de recursos humanos, o
Assumindo que uma milha corresponda a 1,6 Km, quantos centímetros há em 0,5 milha?
A armazenagem dos materiais é uma das fases do processo de estocagem/almoxarifado e obedece a cuidados especiais, que devem ser definidos no sistema de instalação e no layout adotado, proporcionando condições físicas que preservem a qualidade dos materiais, objetivando a ocupação plena do espaço destinado para tal e a ordenação da arrumação. Compreendem as fases da armazenagem dos materiais:
I. Verificação das condições de recebimento do material;
II. Identificação do material;
III. Guarda na localização adotada;
IV. Informação da localização física de guarda;
V. Liberação parcial de pagamento ao fornecedor;
VI. Verificação periódica das condições de proteção e armazenamento.
Quantas estão corretas?
Texto associado
No segundo quadrinho, o verbo "adicionei" está corretamente escrito com "c" e não existe a forma "adisionei", com "s"; no entanto existem pares de palavras que têm significados diferentes se são escritas com "c" ou com "s". Dentre as alternativas a seguir, assinale aquela que contenha três palavras que podem ser escritas com "c" ou com "s", com mudança de significado.
Texto associado
Para responder às questões de 1 a 5 , leia o texto abaixo.
Genética "inocenta" canadense acusado erroneamente de ser "Paciente Zero" da Aids nos EUA
O vírus HIV chegou aos Estados Unidos no começo da década de 1970, segundo novos estudos. O canadense Gaetan Dugas foi um dos pacientes mais demonizados da história. Sua fama era nada mais, nada menos do que a de ter sido responsável por propagar o vírus da imunodeficiência humana (HIV) nos Estados Unidos.
Porém, a ciência mostrou que não foi bem assim. Um estudo genético publicado na revista Nature limpou a reputação de Dugas, que ficou conhecido como o "Paciente Zero" de Aids. Na verdade, mostraram os exames, ele foi mais uma entre as milhares de vítimas infectadas pela doença na década de 1970.
O erro se originou de um mal-entendido que confundiu a letra O com o numeral zero. Um "paciente ó" era alguém infectado com vírus HIV de fora do Estado da Califórnia ("out-of-California", na sigla em inglês utilizada pela entidade Centros de Controle da Doença dos EUA). Com o tempo, porém, a letra foi sendo confundida com o numeral e Dugas passou a ser conhecido como o Paciente Zero - supostamente o primeiro a contrair a doença, no jargão médico.
"Gaetan Dugas foi um dos pacientes mais demonizados da história e um dos muitos indivíduos e grupos apontados como responsáveis por espalhar a epidemia intencionalmente ", disse Richard McKay, historiador da ciência da Universidade de Cambridge. Dugas era homossexual e comissário de bordo da companhia Air Canada. Ele morreu em 1984 em decorrência de complicações por causa da Aids.
A expressão "Paciente Zero" é utilizada em referência ao histórico de algumas doenças - por exemplo, em relação ao primeiro caso do surto de Ebola no continente africano. Mas no caso da Aids - a síndrome da imunodeficiência adquirida -, a disseminação ocorreu de maneira diferente.
A Aids começou a ficar conhecida em 1981, quando sintomas até então incomuns começaram a aparecer em homens gays. Mas os investigadores do estudo conseguiram ir além e analisaram amostras de sangue armazenadas como provas de hepatite na década de 1970 e concluíram que algumas delas já continham HIV.
A equipe da Universidade do Arizona desenvolveu um novo método para reconstruir o código genético do vírus nesses pacientes. Depois de avaliar 2 mil amostras de Nova York e São Francisco, os cientistas conseguiram achar oito códigos genéticos completos do HIV.
Isso deu a eles a informação de que precisavam para construir uma árvore genealógica do HIV e descobrir quando ele chegou aos EUA. "As amostras apresentam tamanha diversidade genética que não é possível que elas tenham origem no final da década de 1970", disse Michael Worobey, um dos pesquisadores do estudo.
"Podemos considerar as datas mais precisas sobre a origem da epidemia nos Estados Unidos por volta de 1970 e 1971", acrescenta. Os cientistas também avaliaram o código genético do vírus da imunodeficiência humana tirado do sangue de Dugas - e o resultado é que ele não é a origem da epidemia nos Estados Unidos.
Dugas foi identificado como "Paciente Zero" no livro "And the Band Played on" ("E a vida continua", em tradução livre).
Pontos de disseminação
O estudo também explorou o papel chave de Nova York na propagação da doença. A cidade de Kinshasa, na República Democrática do Congo, foi indicada como a cidade em que a pandemia mundial teve início. Dali, expandiu-se para o Caribe e os Estados Unidos por volta de 1970.
"Na cidade de Nova York, o vírus encontrou uma população que era como lenha seca , fazendo com que a epidemia se espalhasse muito rápido, infectando uma grande quantidade de gente e chamando a atenção do mundo pela primeira vez", disse Worobey.
"Da mesma forma como Kinshasa foi um lugar crítico para a pandemia, a cidade de Nova York também o foi , porque o vírus chegou à Costa Oeste e depois à Europa Ocidental, Austrália, Japão, América Latina e outros lugares", acrescentou.
Segundo Oliver Pybus, especialista em doenças infecciosas da Universidade de Oxford, "esses novos dados ajudam a confirmar as origens do HIV nos Estados Unidos".
"O 'Paciente Zero' se tornou um tema de discussão relacionado às origens da Aids, porém, por mais que a narrativa pareça atraente, não tem nenhuma base científica", diz o cientista. "É realmente lamentável que essa pessoa tenha sido identificada assim."
(Adaptado de g1.globo.com)
Genética "inocenta" canadense acusado erroneamente de ser "Paciente Zero" da Aids nos EUA
O vírus HIV chegou aos Estados Unidos no começo da década de 1970, segundo novos estudos. O canadense Gaetan Dugas foi um dos pacientes mais demonizados da história. Sua fama era nada mais, nada menos do que a de ter sido responsável por propagar o vírus da imunodeficiência humana (HIV) nos Estados Unidos.
Porém, a ciência mostrou que não foi bem assim. Um estudo genético publicado na revista Nature limpou a reputação de Dugas, que ficou conhecido como o "Paciente Zero" de Aids. Na verdade, mostraram os exames, ele foi mais uma entre as milhares de vítimas infectadas pela doença na década de 1970.
O erro se originou de um mal-entendido que confundiu a letra O com o numeral zero. Um "paciente ó" era alguém infectado com vírus HIV de fora do Estado da Califórnia ("out-of-California", na sigla em inglês utilizada pela entidade Centros de Controle da Doença dos EUA). Com o tempo, porém, a letra foi sendo confundida com o numeral e Dugas passou a ser conhecido como o Paciente Zero - supostamente o primeiro a contrair a doença, no jargão médico.
"Gaetan Dugas foi um dos pacientes mais demonizados da história e um dos muitos indivíduos e grupos apontados como responsáveis por espalhar a epidemia intencionalmente ", disse Richard McKay, historiador da ciência da Universidade de Cambridge. Dugas era homossexual e comissário de bordo da companhia Air Canada. Ele morreu em 1984 em decorrência de complicações por causa da Aids.
A expressão "Paciente Zero" é utilizada em referência ao histórico de algumas doenças - por exemplo, em relação ao primeiro caso do surto de Ebola no continente africano. Mas no caso da Aids - a síndrome da imunodeficiência adquirida -, a disseminação ocorreu de maneira diferente.
A Aids começou a ficar conhecida em 1981, quando sintomas até então incomuns começaram a aparecer em homens gays. Mas os investigadores do estudo conseguiram ir além e analisaram amostras de sangue armazenadas como provas de hepatite na década de 1970 e concluíram que algumas delas já continham HIV.
A equipe da Universidade do Arizona desenvolveu um novo método para reconstruir o código genético do vírus nesses pacientes. Depois de avaliar 2 mil amostras de Nova York e São Francisco, os cientistas conseguiram achar oito códigos genéticos completos do HIV.
Isso deu a eles a informação de que precisavam para construir uma árvore genealógica do HIV e descobrir quando ele chegou aos EUA. "As amostras apresentam tamanha diversidade genética que não é possível que elas tenham origem no final da década de 1970", disse Michael Worobey, um dos pesquisadores do estudo.
"Podemos considerar as datas mais precisas sobre a origem da epidemia nos Estados Unidos por volta de 1970 e 1971", acrescenta. Os cientistas também avaliaram o código genético do vírus da imunodeficiência humana tirado do sangue de Dugas - e o resultado é que ele não é a origem da epidemia nos Estados Unidos.
Dugas foi identificado como "Paciente Zero" no livro "And the Band Played on" ("E a vida continua", em tradução livre).
Pontos de disseminação
O estudo também explorou o papel chave de Nova York na propagação da doença. A cidade de Kinshasa, na República Democrática do Congo, foi indicada como a cidade em que a pandemia mundial teve início. Dali, expandiu-se para o Caribe e os Estados Unidos por volta de 1970.
"Na cidade de Nova York, o vírus encontrou uma população que era como lenha seca , fazendo com que a epidemia se espalhasse muito rápido, infectando uma grande quantidade de gente e chamando a atenção do mundo pela primeira vez", disse Worobey.
"Da mesma forma como Kinshasa foi um lugar crítico para a pandemia, a cidade de Nova York também o foi , porque o vírus chegou à Costa Oeste e depois à Europa Ocidental, Austrália, Japão, América Latina e outros lugares", acrescentou.
Segundo Oliver Pybus, especialista em doenças infecciosas da Universidade de Oxford, "esses novos dados ajudam a confirmar as origens do HIV nos Estados Unidos".
"O 'Paciente Zero' se tornou um tema de discussão relacionado às origens da Aids, porém, por mais que a narrativa pareça atraente, não tem nenhuma base científica", diz o cientista. "É realmente lamentável que essa pessoa tenha sido identificada assim."
(Adaptado de g1.globo.com)
Considerando o texto como um todo e analisando tanto suas informações explícitas quanto as interpretações que delas decorrem, assinale a alternativa totalmente correta.
Texto associado
Para
responder às questões
de 1 a 5 , leia o texto abaixo.
Tomada de decisão
O que um administrador
faz é tomar decisões.
No
seu dia a dia, dentre outras funções e
atividades
secundárias, o que um gestor
da pequena
empresa faz é
apurar as informações provenientes dos
relatórios e
identificar a melhor alternativa.
O planejamento é crucial para
uma decisão
concisa
e adequada, o que, porém, não garante o
acerto. Existirá
sempre uma probabilidade de erro e, dessa
maneira, o risco
deve ser administrado da
melhor maneira
possível.
Em um contexto
corporativo, muitos observam
somente seus objetivos para tomar suas
decisões – o que é
um procedimento aceitável ,
desde que se
deseje
administrar sempre com o foco no curto
prazo, como um
bombeiro ao apagar um incêndio. Os gestores
devem se
preocupar com o longo prazo, com decisões
que irão
render frutos no futuro e, dessa maneira,
que colaborem
para relações mais lucrativas e projetos
mais estáveis.
Temos 4 regras primordiais para o
processo
decisório:
1. Tenha vontade de decidir;
2. Não tome decisões
desnecessárias;
3. Procure não decidir
precocemente;
4. Evite chegar a uma conclusão tarde
demais.
Identificamos
que uma simples decisão de
comprar
um produto à vista ou a prazo pode
prejudicar a
organização. Internalizar tais questões e
abranger toda a
organização nesse processo poderá facilitar
o trabalho do
administrador da pequena empresa, contudo a
palavra final
é sempre dele.
Decisões muito precoces podem
prejudicar a
organização, ou por revelarem estratégias
corporativas
para os concorrentes, ou por deixarem vazar
alguma
informação sigilosa.
Em contrapartida, decisões tomadas
tarde
demais
também podem prejudicar a
organização . O
gestor da
pequena empresa deve estar antenado com o
mercado
para novas tecnologias e processos, para
qual tendência de
consumo ele está se dirigindo.
O administrador que objetiva somente
o lucro
de
sua organização está com o que especialistas
denominam
visão estratégica míope, ou seja, com
dificuldades de
estabelecer projetos de longo prazo.
Para
colher bons
frutos, o administrador deve plantar boas
sementes na
época correta , como contratar
profissionais
competentes,
ter um produto de qualidade e se posicionar
ativamente no
mercado.
Tais decisões
irão desencadear um processo
de
agregação de valor e maior entrada de
recursos de maneira
secundária e, com certeza, serão mais
lucrativas a longo
prazo. Portanto, o administrador deve
ponderar como tal
processo pode ser construído, para que suas
decisões
sejam elaboradas com argumentos
concretos.
(
www.portaleducacao.com.br )
responder às questões
de 1 a 5 , leia o texto abaixo.
Tomada de decisão
O que um administrador
faz é tomar decisões.
No
seu dia a dia, dentre outras funções e
atividades
secundárias, o que um gestor
da pequena
empresa faz é
apurar as informações provenientes dos
relatórios e
identificar a melhor alternativa.
O planejamento é crucial para
uma decisão
concisa
e adequada, o que, porém, não garante o
acerto. Existirá
sempre uma probabilidade de erro e, dessa
maneira, o risco
deve ser administrado da
melhor maneira
possível.
Em um contexto
corporativo, muitos observam
somente seus objetivos para tomar suas
decisões – o que é
um procedimento aceitável ,
desde que se
deseje
administrar sempre com o foco no curto
prazo, como um
bombeiro ao apagar um incêndio. Os gestores
devem se
preocupar com o longo prazo, com decisões
que irão
render frutos no futuro e, dessa maneira,
que colaborem
para relações mais lucrativas e projetos
mais estáveis.
Temos 4 regras primordiais para o
processo
decisório:
1. Tenha vontade de decidir;
2. Não tome decisões
desnecessárias;
3. Procure não decidir
precocemente;
4. Evite chegar a uma conclusão tarde
demais.
Identificamos
que uma simples decisão de
comprar
um produto à vista ou a prazo pode
prejudicar a
organização. Internalizar tais questões e
abranger toda a
organização nesse processo poderá facilitar
o trabalho do
administrador da pequena empresa, contudo a
palavra final
é sempre dele.
Decisões muito precoces podem
prejudicar a
organização, ou por revelarem estratégias
corporativas
para os concorrentes, ou por deixarem vazar
alguma
informação sigilosa.
Em contrapartida, decisões tomadas
tarde
demais
também podem prejudicar a
organização . O
gestor da
pequena empresa deve estar antenado com o
mercado
para novas tecnologias e processos, para
qual tendência de
consumo ele está se dirigindo.
O administrador que objetiva somente
o lucro
de
sua organização está com o que especialistas
denominam
visão estratégica míope, ou seja, com
dificuldades de
estabelecer projetos de longo prazo.
Para
colher bons
frutos, o administrador deve plantar boas
sementes na
época correta , como contratar
profissionais
competentes,
ter um produto de qualidade e se posicionar
ativamente no
mercado.
Tais decisões
irão desencadear um processo
de
agregação de valor e maior entrada de
recursos de maneira
secundária e, com certeza, serão mais
lucrativas a longo
prazo. Portanto, o administrador deve
ponderar como tal
processo pode ser construído, para que suas
decisões
sejam elaboradas com argumentos
concretos.
(
www.portaleducacao.com.br )