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Em relação à avaliação da expansibilidade torácica, a forma correta de realizar este procedimento é:

A Para expansão torácica anterior, as mãos do examinador devem ser posicionadas no segmento anterolateral de ambas as bases pulmonares, com os polegares estendidos ao longo da margem costal em direção ao processo xifoide.
B Para expansão posterior, as mãos do examinador devem ser posicionadas no segmento posterior de ambos os hemitórax, com os polegares se encontrando na região interescapular.
C Para expansão torácica anterior, as mãos do examinador devem ser posicionadas no segmento anterosuperior de ambas as bases pulmonares, com os polegares tocando o processo xifóide e com o paciente em decúbito dorsal.
D Para expansão lateral, as mãos do examinador devem ser posicionadas no segmento anteroposterior de ambas as bases pulmonares, com os polegares tocando a linha látero-posterior, e com o paciente em posição dorsal.
E Para expansão posterior, as mãos do examinador devem ser posicionadas no segmento póstero-lateral de ambas as bases pulmonares, com os polegares tocando a linha inferior do manúbrio e com o paciente na posição sentada.
Órgão: Tribunal Regional do Trabalho da 20ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Fisioterapia Prova: FCC - TRT 20 - Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Fisioterapia - 2016
Texto associado
Atenção : As questões de números 7 a 14 referem-se ao texto seguinte.

A música relativa

Parece existir uma série enorme de mal-entendidos em torno do lugar-comum que afirma ser a música uma linguagem universal, passível de ser compreendida por todos. “Fenômeno universal” − está claro que sim; mas “linguagem universal” − até que ponto?
Ao que tudo indica, todos os povos do planeta desenvolvem manifestações sonoras. Falo tanto dos povos que ainda se encontram em estágio dito “primitivo” − entre os quais ela continua a fazer parte da magia − como das civilizações tecnicamente desenvolvidas, nas quais a música chega até mesmo a possuir valor de mercadoria, a propiciar lucro, a se propagar em escala industrial, transformando-se em um novo fetiche.
Contudo, se essa tendência a expressar-se através de sons dá mostras de ser algo inerente ao ser humano, ela se concretiza de maneira tão diferente em cada comunidade, dá-se de forma tão particular em cada cultura que é muito difícil acreditar que cada uma de suas manifestações possua um sentido universal. Talvez seja melhor dizer que a linguagem musical só existe concretizada por meio de “línguas” particulares ou de “falas” determinadas; e que essas manifestações podem até, em parte, ser compreendidas, mas nunca vivenciadas em alguns de seus elementos de base por aqueles que não pertençam à cultura que as gerou .

(Adaptado de: MORAES, J. Jota de. O que é música. São Paulo: Brasiliense, 2001, p.12-14)

Está correta a seguinte afirmação sobre a pontuação empregada no texto:

A Os travessões presentes no 1 o e no 2 o parágrafos precisam ser todos substituídos por sinais de dois-pontos.
B O sinal de interrogação em até que ponto? (1 o parágrafo) está servindo a uma pergunta retórica, cuja precisa resposta já é sabida.
C A vírgula na expressão Ao que tudo indica , (2 o parágrafo) é excessiva e prejudica o sentido da frase.
D O ponto e vírgula em “falas” determinadas; (3 o parágrafo) pode dar lugar ao emprego alternativo de uma vírgula
E A expressão , em parte, (3 o parágrafo) não pode ser empregada entre vírgulas, neste contexto.

Diante do que prevê as Diretrizes Nacionais do Saneamento Básico para a prestação dos serviços de saneamento básico, a Administração Pública poderá

A utilizar os recursos hídricos como integrantes dos serviços públicos de saneamento básico, para disposição ou diluição de esgotos, independentemente de outorga de direito de uso.
B considerar como serviço público de saneamento as ações e serviços de saneamento básico de responsabilidade privada, incluindo o manejo de resíduos de responsabilidade do gerador, inclusive para fins de taxação.
C contratar a prestação regionalizada do serviço, em conjunto com outro Município, hipótese em que cada Município deve elaborar seu próprio plano de saneamento.
D instituir fundos, isoladamente ou em consórcio com outros entes federados, aos quais poderão ser destinadas, entre outros recursos, parcelas das receitas dos serviços, com a finalidade de custear, na conformidade do disposto nos respectivos planos de saneamento básico, a universalização dos serviços públicos de saneamento básico.
E considerar como serviço público de saneamento as soluções individuais, nas quais o usuário não dependa de terceiros para operar os serviços, inclusive para fins de taxação.
Órgão: Prefeitura de Teresina Cargo: Técnico de Nível Superior - Área: Engenheiro Ambiental e/ou Sanitarista Prova: FCC - Prefeitura de Teresina - Técnico de Nível Superior - Área: Engenheiro Ambiental e/ou Sanitarista - 2016

A posse agrária originária

A está presente nos contratos agrários de arrendamento.
B está presente nos contratos agrários de parceria.
C não se diferencia da posse civil.
D acarretará a perda da propriedade pela desapropriação para fins de reforma agrária, se exercida com um dos vícios da
posse.
E gera a aquisição da propriedade por meio da usucapião especial rural.

Após acidente com material biológico, quando indicada a profilaxia para HIV, deve ser iniciada o mais precocemente possível, idealmente nas primeiras 2 horas após o acidente até no prazo máximo de

A 72 horas.
B 24 horas.
C 48 horas.
D 36 horas.
E 12 horas.

A Cia. Rex adquiriu mercadorias para serem comercializadas e desembolsou os seguintes valores:

Mercadorias: R$ 660.000,00, valor líquido dos tributos

Frete para transporte até a empresa: R$ 10.000,00, valor líquido dos tributos

Seguro das mercadorias: R$ 5.000,00

Tributos recuperáveis: R$ 65.000,00

Tributos não recuperáveis: R$ 40.000,00

Com base nestas informações, o valor das mercadorias adquiridas reconhecido como Estoque da Cia. Rex foi, em reais, de

A 660.000,00.
B 715.000,00.
C 780.000,00.
D 675.000,00.
E 740.000,00.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado do Maranhão Cargo: Técnico da Receita Estadual - Área Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ MA - Técnico da Receita Estadual - Área Tecnologia da Informação - 2016

Considere a imagem abaixo.

A imagem faz parte do conjunto de pinturas rupestres do Parque Nacional da Serra da
Capivara no Estado do Piauí.

Este costume de se exprimir graficamente é uma manifestação do sistema de comunicação social. Como tal, a representação gráfica é portadora de uma mensagem cujo significado só pode ser compreendido no contexto social no qual foi formulado.

É correto afirmar:

A A imagem representa um ato de afeto pois apresenta uma cena de beijo entre duas pessoas.
B A imagem representa uma situação de manutenção da espécie pois apresenta uma mãe transferindo alimento de sua boca para seu filho.
C Não é possível decifrar seu código visual, pois a imagem é composta por elementos icônicos, cuja completa significação perdeu-se definitivamente no tempo por não conhecermos o código social dos grupos que o fizeram.
D Não é possível afirmar seu código visual no momento. Antropólogos e artistas do FUMDHAM ainda estão no início das investigações arqueológicas no Parque.
E Para que a imagem seja compreendida em sua totalidade visual é fundamental uma política voltada a preservação do patrimônio nacional. Infelizmente a falta de verbas e subsídios ao Parque Nacional da Serra da Capivara impede uma investigação aprofundada relativa as temáticas de suas pinturas rupestres.

Em 1949, quando o pai morreu, Manoel herdou suas terras em Corumbá. Pensou inicialmente em vender as terras , mas a mulher convenceu Manoel a restabelecer raízes no Pantanal. Por ocasião do lançamento de "O Guardador das Águas", que daria a Manoel o seu primeiro Prêmio Jabuti, afirmou: "Entre o poeta e a natureza ocorre uma eucaristia”.

Fazendo-se as alterações necessárias, os elementos sublinhados acima foram corretamente substituídos por um pronome, na ordem dada, em:

A vendê-las − convenceu-o − lhe daria
B vender-lhes − convenceu-lhe − daria-lhe
C as vender − convenceu-lhe − o daria
D vendê-las − lhe convenceu − daria-no
E vender-lhes − o convenceu − lhe daria
Texto associado
Atenção : As questões de números 1 a 7 referem-se ao texto abaixo.

Medo da eternidade

Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade.
Quando eu era muito pequena ainda não tinha provado chicles e mesmo em Recife falava-se pouco deles. Eu nem sabia bem de que espécie de bala ou bombom se tratava. Mesmo o dinheiro que eu tinha não dava para comprar: com o mesmo dinheiro eu lucraria não sei quantas balas.
Afinal minha irmã juntou dinheiro, comprou e ao sairmos de casa para a escola me explicou:
− Tome cuidado para não perder, porque esta bala nunca se acaba. Dura a vida inteira.
− Como não acaba? – Parei um instante na rua, perplexa.
− Não acaba nunca, e pronto.
Eu estava boba: parecia-me ter sido transportada para o reino de histórias de príncipes e fadas. Peguei a pequena pastilha cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer. Examinei-a, quase não podia acreditar no milagre. Eu que, como outras crianças, às vezes tirava da boca uma bala ainda inteira, para chupar depois, só para fazê-la durar mais. E eis-me com aquela coisa cor-de-rosa, de aparência tão inocente, tornando possível o mundo impossível do qual eu já começara a me dar conta.
Com delicadeza, terminei afinal pondo o chicle na boca.
− E agora que é que eu faço? − perguntei para não errar no ritual que certamente deveria haver.
− Agora chupe o chicle para ir gostando do docinho dele, e só depois que passar o gosto você começa a mastigar. E aí mastiga a vida inteira. A menos que você perca, eu já perdi vários.
Perder a eternidade? Nunca.
O adocicado do chicle era bonzinho, não podia dizer que era ótimo. E, ainda perplexa, encaminhávamo-nos para a escola.
− Acabou-se o docinho. E agora?
− Agora mastigue para sempre.
Assustei-me, não saberia dizer por quê. Comecei a mastigar e em breve tinha na boca aquele puxa-puxa cinzento de borracha que não tinha gosto de nada. Mastigava, mastigava. Mas me sentia contrafeita. Na verdade eu não estava gostando do gosto. E a vantagem de ser bala eterna me enchia de uma espécie de medo, como se tem diante da ideia de eternidade ou de infinito.
Eu não quis confessar que não estava à altura da eternidade. Que só me dava era aflição. Enquanto isso, eu mastigava obedientemente, sem parar.
Até que não suportei mais, e, atravessando o portão da escola, dei um jeito de o chicle mastigado cair no chão de areia.
− Olha só o que me aconteceu! – disse eu em fingidos espanto e tristeza. Agora não posso mastigar mais! A bala acabou!
− Já lhe disse, repetiu minha irmã, que ela não acaba nunca. Mas a gente às vezes perde. Até de noite a gente pode ir mastigando, mas para não engolir no sono a gente prega o chicle na cama. Não fique triste, um dia lhe dou outro, e esse você não perderá.
Eu estava envergonhada diante da bondade de minha irmã, envergonhada da mentira que pregara dizendo que o chicle caíra da boca por acaso.
Mas aliviada. Sem o peso da eternidade sobre mim.

06 de junho de 1970

(LISPECTOR, Clarice. A descoberta do mundo – crônicas. Rio de Janeiro: Rocco, 1999, p.289-91)

Parei um instante na rua, perplexa . (5º parágrafo)
Peguei a pequena pastilha cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer. (7º parágrafo)
– E agora que é que eu faço? – perguntei para não errar no ritual que certamente deveria haver. (9º parágrafo)

As palavras grifadas nessas frases assumem no texto, respectivamente, o sentido de:

A atônita – figurava – cerimônia
B inerme – transcendia – liturgia
C atônita – simbolizava – périplo
D desorientada – figurava – imolação
E assustada – transcendia – périplo