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Um texto, representado na Figura a seguir, está sendo editado com uma instalação padrão do MS Word 2010 em português. Na Figura, percebe-se que suas seis últimas linhas foram marcadas.

Suponha que o texto marcado tenha sido formatado com a seguinte lista de vários níveis:

Após a formatação, o cursor foi posicionado no início da linha que contém o termo Nafta/Gasolina, e, em seguida, as teclas de tabulação e de Enter foram pressionadas, nessa ordem.

Qual texto é compatível com o resultado da aplicação dessas operações?

A Ao longo da torre de destilação fracionada, há uma série de pratos, onde é efetuada a separação dos derivados do petróleo de acordo com seus pontos de ebulição. Nesta etapa, são obtidos derivados como:
1) Gás combustível
2)Gás Liquefeito de Petróleo (GLP)
3)Nafta/Gasolina
4) |
5) Querosene
6) Óleo Diesel
7) Gasóleo
B Ao longo da torre de destilação fracionada, há uma série de pratos, onde é efetuada a separação dos derivados do petróleo de acordo com seus pontos de ebulição. Nesta etapa, são obtidos derivados como:
1) Gás combustível
2) Gás Liquefeito de Petróleo (GLP)
3) Nafta/Gasolina
4) |
5) Querosene
6) Óleo Diesel
7) Gasóleo
C Ao longo da torre de destilação fracionada, há uma série de pratos, onde é efetuada a separação dos derivados do petróleo de acordo com seus pontos de ebulição. Nesta etapa, são obtidos derivados como:
1) Gás combustível
2) Gás Liquefeito de Petróleo (GLP)

| Nafta/Gasolina
3) Querosene
4) Óleo Diesel
5) Gasóleo
D Ao longo da torre de destilação fracionada, há uma série de pratos, onde é efetuada a separação dos derivados do petróleo de acordo com seus pontos de ebulição. Nesta etapa, são obtidos derivados como:
1) Gás combustível
2) Gás Liquefeito de Petróleo (GLP)
3)
4) | Nafta/Gasolina
5) Querosene
6) Óleo Diesel
7) Gasóleo
E Ao longo da torre de destilação fracionada, há uma série de pratos, onde é efetuada a separação dos derivados do petróleo de acordo com seus pontos de ebulição. Nesta etapa, são obtidos derivados como:
1) Gás combustível
2) Gás Liquefeito de Petróleo (GLP)
a)
b) | Nafta/Gasolina
3) Querosene
4) Óleo Diesel
5) Gasóleo
Órgão: Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Cargo: Técnico em Regulação de Petróleo e Derivados, Álcool Combustível e Gás Natural- Área Técnico em Química Prova: CESGRANRIO - ANP - Técnico em Regulação de Petróleo e Derivados, Álcool Combustível e Gás Natural - Área Técnico em Química - 2016

Os distúrbios sensoriais trazem implicações funcionais significativas para o paciente, sendo importante a identificação dessas alterações.
Um dos testes sensoriais proprioceptivos é o de Cinestesia que avalia a capacidade de

A percepção de movimento
B sentido de posição articular
C localização tátil
D reconhecimento de objetos
E reconhecimento de peso
Texto associado
Texto I

Banhos de mar

Meu pai acreditava que todos os anos se devia
fazer uma cura de banhos de mar. E nunca fui tão fe-
liz quanto naquelas temporadas de banhos em Olin-
da, Recife.
5 Meu pai também acreditava que o banho de mar
salutar era o tomado antes de o sol nascer. Como ex-
plicar o que eu sentia de presente prodigioso em sair
de casa de madrugada e pegar o bonde vazio que
nos levaria para Olinda ainda na escuridão?
10 De noite eu ia dormir, mas o coração se manti-
nha acordado, em expectativa. E de puro alvoroço, eu
acordava às quatro e pouco da madrugada e desper-
tava o resto da família. Nós nos vestíamos depressa
e saíamos em jejum. Porque meu pai acreditava que
15 assim devia ser: em jejum.
Saímos para uma rua toda escura, recebendo
a brisa da pré-madrugada. E esperávamos o bonde.
Até que lá de longe ouvíamos o seu barulho se apro-
ximando. Eu me sentava bem na ponta do banco, e
minha felicidade começava. Atravessar a cidade es
cura me dava algo que jamais tive de novo. No bon
de mesmo o tempo começava a clarear, e uma luz
trêmula de sol escondido nos banhava e banhava o
mundo.
25 Eu olhava tudo: as poucas pessoas na rua, a
passagem pelo campo com os bichos-de-pé: “Olhe,
um porco de verdade!” gritei uma vez, e a frase de
deslumbramento ficou sendo uma das brincadeiras
da minha família, que de vez em quando me dizia
30 rindo: “Olhe, um porco de verdade.”
Eu não sei da infância alheia. Mas essa viagem
diária me tornava uma criança completa de alegria. E
me serviu como promessa de felicidade para o futu-
ro. Minha capacidade de ser feliz se revelava. Eu me
35 agarrava, dentro de uma infância muito infeliz, a essa
ilha encantada que era a viagem diária.
LISPECTOR, C. A Descoberta do Mundo . São Paulo: Rocco,
1999, p. 175. Adaptado

O emprego dos verbos destacados no trecho “‘Eu me sentava bem na ponta do banco, e minha felicidade começava .” (l. 19-20) mostra as lembranças da narradora sobre um fato que ocorreu com ela repetidas vezes no passado.
Se, respeitando-se o contexto original, a frase mostrasse um fato que ocorreu com ela uma única vez no passado, os verbos adequados seriam os que se destacam em:

A Eu me sentaria bem na ponta do banco, e minha felicidade começaria.
B Eu me sentei bem na ponta do banco, e minha felicidade começou.
C Se eu me sentasse bem na ponta do banco, minha felicidade começaria.
D Eu me sento bem na ponta do banco para que minha felicidade comece .
E Eu f icava sentada bem na ponta do banco, e minha felicidade estava começando.
Texto associado
Texto III

Quando eu for bem velhinho — continuação 2

O tempo do carnaval era obrigatório. A despeito
de todas as mudanças, ele continua sendo a pausa
que dá sentido e razão ao tempo como uma majes-
tade humana. Este imperador sem rivais que diz que
5 passa quando, de fato, quem passa somos nós.
Uma lenda escandinava, traduzida à luz da
análise pelo sábio das línguas e costumes euro-
-europeus Georges Dumézil, conta a história de um
camponês que, sem querer, libertou o diabo de um
10 caixote que ele transportava para um padre na sua
carroça. Livre e solto, o diabo — que está sempre
fazendo alguma coisa — começou a surrar o seu
involuntário libertador, perguntando ansiosamente:
“O que devo fazer?” O camponês mandou que ele
15 construísse uma ponte de pedra e, em instantes, ela
ficou pronta. E logo o diabo perguntou novamente:
“O que devo fazer?” O camponês mandou que o
diabo juntasse todos os excrementos de cavalo do
reino da Dinamarca e, num instante, a tarefa estava
20 cumprida. Aterrorizado porque ia apanhar novamen-
te, o camponês teve a feliz ideia de mandar que o
diabo recuperasse o tempo. Sabendo que o tempo
era precioso, o diabo saiu em sua busca, mas não
conseguia alcançá-lo. Trouxe dele pedaços, mas
25 não o tempo inteiro como ordenara o camponês.
Não tendo observado a tarefa, o diabo voltou para
a caixa.
O tempo como potência impossível de ser apa-
nhada foi brilhantemente descrito por Frei Antônio
30 das Chagas num poema escrito nos mil seiscentos
e tanto:
Deus pede estrita conta de meu tempo.
E eu vou do meu tempo dar-lhe conta.
Mas como dar, sem tempo, tanta conta
35 ___ Eu, que gastei, sem conta, tanto tempo?

Para dar minha conta feita a tempo,
O tempo me foi dado e não fiz conta,
Não quis, sobrando tempo, fazer conta.
Hoje, quero acertar conta, e não há tempo.
_
40 ___ Oh, vós, que tendes tempo sem ter conta,
Não gasteis vosso tempo em passatempo.
Cuidai, enquanto é tempo, em vossa conta!
_
Pois aqueles que, sem conta, gastam tempo,
Quando o tempo chegar de prestar conta,
45 ___ Chorarão, como eu, o não ter tempo...

Afinal, somos nós que brincamos o carnaval ou
é o carnaval que brinca conosco o tempo todo?

DAMATTA, R. O Globo, Rio de Janeiro, 10 fev. 2016. Primeiro
Caderno, p. 13. Adaptado.

No final do primeiro parágrafo do Texto III, o autor compara o tempo a um imperador sem rivais, pois é o tempo “que diz que passa quando, de fato, quem passa somos nós” (l. 4-5).

O presente do indicativo, empregado três vezes nessa passagem, produz o seguinte efeito de sentido:

A atribui validade permanente a uma afirmação.
B confere atualidade a uma ação ocorrida no passado.
C retrata algo ocorrido no momento da fala do imperador.
D indica um fato próximo, cuja realização é dada como certa.
E infere à cena apresentada uma descrição do momento vivido.

Tendo em vista o RIPEAM-72, uma embarcação de propulsão mecânica com comprimento igual a 150 metros, em movimento durante a noite, deve, SOMENTE , exibir as

A luzes de bordos
B luzes de bordos e uma luz de alcançado
C luzes de bordos, uma luz de alcançado e uma luz de mastro a vante
D luzes de bordos, uma luz de alcançado, uma luz de mastro a vante e uma segunda luz de mastro, à ré e mais baixa que a de vante
E luzes de bordos, uma luz de alcançado, uma luz de mastro a vante e uma segunda luz de mastro, à ré e mais alta que a de vante

De acordo com o RIPEAM-72, uma embarcação de propulsão mecânica, quando rebocando à noite, deve exibir, nos casos em que o comprimento de reboque for menor que 200 metros: luzes de bordos, luz de alcançado, e, ainda,

A duas luzes de mastro em linha vertical, no lugar da luz de mastro a vante ou de mastro a ré, e luz de reboque, em linha vertical, acima da luz de alcançado.
B duas luzes de mastro em linha vertical, no lugar da luz de mastro a vante ou de mastro a ré, e luz de reboque, em linha vertical, abaixo da luz de alcançado.
C três luzes de mastro em linha vertical, no lugar da luz de mastro a vante ou de mastro a ré, e luz de reboque, em linha vertical, acima da luz de alcançado.
D uma marca em forma de losango, situada onde melhor possa ser vista, e luz de reboque, em linha vertical, abaixo da luz de alcançado.
E duas marcas em forma de losango, situadas onde melhor possam ser vistas, e luz de reboque, em linha vertical, acima da luz de alcançado.

A resolução ANP no 45 de 2014, entre outras coisas, indica as especificações sobre o biodiesel, dentre elas, os parâmetros teor de água, cinzas sulfuradas, índice de acidez, estabilidade à oxidação e fósforo total.
Desses parâmetros, o único cuja unidade NÃO está diretamente relacionada com massa, quantidade de matéria ou concentração é

A o teor de água
B o fósforo total
C o índice de acidez
D a estabilidade à oxidação
E as cinzas sulfuradas
Órgão: Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis Cargo: Técnico em Regulação de Petróleo e Derivados, Álcool Combustível e Gás Natural- Área Técnico em Química Prova: CESGRANRIO - ANP - Técnico em Regulação de Petróleo e Derivados, Álcool Combustível e Gás Natural - Área Técnico em Química - 2016
Texto associado
Texto III

Quando eu for bem velhinho — continuação 2

O tempo do carnaval era obrigatório. A despeito
de todas as mudanças, ele continua sendo a pausa
que dá sentido e razão ao tempo como uma majes-
tade humana. Este imperador sem rivais que diz que
5 passa quando, de fato, quem passa somos nós.
Uma lenda escandinava, traduzida à luz da
análise pelo sábio das línguas e costumes euro-
-europeus Georges Dumézil, conta a história de um
camponês que, sem querer, libertou o diabo de um
10 caixote que ele transportava para um padre na sua
carroça. Livre e solto, o diabo — que está sempre
fazendo alguma coisa — começou a surrar o seu
involuntário libertador, perguntando ansiosamente:
“O que devo fazer?” O camponês mandou que ele
15 construísse uma ponte de pedra e, em instantes, ela
ficou pronta. E logo o diabo perguntou novamente:
“O que devo fazer?” O camponês mandou que o
diabo juntasse todos os excrementos de cavalo do
reino da Dinamarca e, num instante, a tarefa estava
20 cumprida. Aterrorizado porque ia apanhar novamen-
te, o camponês teve a feliz ideia de mandar que o
diabo recuperasse o tempo. Sabendo que o tempo
era precioso, o diabo saiu em sua busca, mas não
conseguia alcançá-lo. Trouxe dele pedaços, mas
25 não o tempo inteiro como ordenara o camponês.
Não tendo observado a tarefa, o diabo voltou para
a caixa.
O tempo como potência impossível de ser apa-
nhada foi brilhantemente descrito por Frei Antônio
30 das Chagas num poema escrito nos mil seiscentos
e tanto:
Deus pede estrita conta de meu tempo.
E eu vou do meu tempo dar-lhe conta.
Mas como dar, sem tempo, tanta conta
35 ___ Eu, que gastei, sem conta, tanto tempo?

Para dar minha conta feita a tempo,
O tempo me foi dado e não fiz conta,
Não quis, sobrando tempo, fazer conta.
Hoje, quero acertar conta, e não há tempo.
_
40 ___ Oh, vós, que tendes tempo sem ter conta,
Não gasteis vosso tempo em passatempo.
Cuidai, enquanto é tempo, em vossa conta!
_
Pois aqueles que, sem conta, gastam tempo,
Quando o tempo chegar de prestar conta,
45 ___ Chorarão, como eu, o não ter tempo...

Afinal, somos nós que brincamos o carnaval ou
é o carnaval que brinca conosco o tempo todo?

DAMATTA, R. O Globo, Rio de Janeiro, 10 fev. 2016. Primeiro
Caderno, p. 13. Adaptado.

Das palavras acentuadas (todas retiradas do Texto III)
história , camponês , construísse e impossível , quais
recebem acento em razão da mesma norma ortográfica?

A Apenas duas, história e construísse , por serem
paroxítonas terminadas em vogal.
B Apenas duas, construísse e impossível , por terem a
mesma vogal tônica.
C Três delas, história , construísse e impossível , por
serem proparoxítonas.
D Apenas duas, história e camponês , por serem substantivos.
E Nenhuma delas, pois as quatro palavras recebem
acento em razão de normas ortográficas diferentes.
Texto associado
Texto III

Quando eu for bem velhinho — continuação 2

O tempo do carnaval era obrigatório. A despeito
de todas as mudanças, ele continua sendo a pausa
que dá sentido e razão ao tempo como uma majes-
tade humana. Este imperador sem rivais que diz que
5 passa quando, de fato, quem passa somos nós.
Uma lenda escandinava, traduzida à luz da
análise pelo sábio das línguas e costumes euro-
-europeus Georges Dumézil, conta a história de um
camponês que, sem querer, libertou o diabo de um
10 caixote que ele transportava para um padre na sua
carroça. Livre e solto, o diabo — que está sempre
fazendo alguma coisa — começou a surrar o seu
involuntário libertador, perguntando ansiosamente:
“O que devo fazer?” O camponês mandou que ele
15 construísse uma ponte de pedra e, em instantes, ela
ficou pronta. E logo o diabo perguntou novamente:
“O que devo fazer?” O camponês mandou que o
diabo juntasse todos os excrementos de cavalo do
reino da Dinamarca e, num instante, a tarefa estava
20 cumprida. Aterrorizado porque ia apanhar novamen-
te, o camponês teve a feliz ideia de mandar que o
diabo recuperasse o tempo. Sabendo que o tempo
era precioso, o diabo saiu em sua busca, mas não
conseguia alcançá-lo. Trouxe dele pedaços, mas
25 não o tempo inteiro como ordenara o camponês.
Não tendo observado a tarefa, o diabo voltou para
a caixa.
O tempo como potência impossível de ser apa-
nhada foi brilhantemente descrito por Frei Antônio
30 das Chagas num poema escrito nos mil seiscentos
e tanto:
Deus pede estrita conta de meu tempo.
E eu vou do meu tempo dar-lhe conta.
Mas como dar, sem tempo, tanta conta
35 ___ Eu, que gastei, sem conta, tanto tempo?

Para dar minha conta feita a tempo,
O tempo me foi dado e não fiz conta,
Não quis, sobrando tempo, fazer conta.
Hoje, quero acertar conta, e não há tempo.
_
40 ___ Oh, vós, que tendes tempo sem ter conta,
Não gasteis vosso tempo em passatempo.
Cuidai, enquanto é tempo, em vossa conta!
_
Pois aqueles que, sem conta, gastam tempo,
Quando o tempo chegar de prestar conta,
45 ___ Chorarão, como eu, o não ter tempo...

Afinal, somos nós que brincamos o carnaval ou
é o carnaval que brinca conosco o tempo todo?

DAMATTA, R. O Globo, Rio de Janeiro, 10 fev. 2016. Primeiro
Caderno, p. 13. Adaptado.

No poema citado pelo autor no Texto III, emprega-se a palavra conta com vários sentidos.

O contexto no qual ela figura em uma expressão que significa “realizar uma operação aritmética” é o seguinte:

A “Eu, que gastei, sem conta, tanto tempo?” (l. 35)
B “Não quis, sobrando tempo, fazer conta.” (l. 38)
C “Oh, vós, que tendes tempo sem ter conta,” (l. 40)
D “Pois aqueles que, sem conta, gastam tempo” (l. 43)
E “Quando o tempo chegar de prestar conta,” (l. 44)