De acordo com o Regulamento da
Inspeção Industrial e Sanitária de
Produtos de Origem Animal – RIISPOA –
(decreto n° 30691, de 29/03/1952), ficam
sujeitos à inspeção e reinspeção, os
animais de açougue, a caça, o pescado,
o leite, o ovo, o mel, a cera de abelhas e
seus subprodutos derivados. De acordo
com as normas de inspeção e tecnologia
de produtos de origem animal, julgue,
como VERDADEIRO ou FALSO, os itens
a seguir.
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CEBRASPE
51.483 questões
FGV
25.316 questões
FCC
24.632 questões
AOCP
23.456 questões
IBFC
11.190 questões
VUNESP
11.173 questões
Instituto Quadrix
10.156 questões
FUNDATEC
9.088 questões
IBADE
7.820 questões
CESGRANRIO
6.013 questões
OBJETIVA
4.740 questões
CONSULPLAN
4.174 questões
FEPESE
3.585 questões
IADES
3.439 questões
IESES
2.627 questões
SELECON
2.377 questões
IDECAN
1.907 questões
MS CONCURSOS
1.485 questões
Instituto Legalle
1.281 questões
FAFIPA
1.161 questões
FUMARC
842 questões
ACAFE
551 questões
INSTITUTO AOCP
430 questões
NUCEPE
378 questões
FUNIVERSA
348 questões
FAURGS
203 questões
FIOCRUZ
48 questões
MACKENZIE
48 questões
CETRO
17 questões
12.297 questões encontradas
O microrganismo do botulismo se prolifera
Considere as seguintes informações registradas pela contabilidade de um Município e referentes ao exercício financeiro de 2016:
Previsão Inicial da Receita
300.000,00
Previsão Atualizada da Receita
310.000,00
Dotação Inicial da Despesa
280.000,00
Dotação Atualizada
290.000,00
Despesa Empenhada
250.000,00
Despesa Paga
230.000,00
Restos a Pagar Não Processados inscritos em 31/12/2016
10.000,00
Com base nas informações apresentadas, de acordo a Lei n° 4.320/64, o valor dos Restos a Pagar Processados, inscritos em 31/12/2016, foi, em reais,
Uma das principais preocupações em
relação ao tratamento da fibrilação atrial é
a prevenção de eventos cardioembólicos. O
estudo ARISTOTLE estudou qual das drogas
a seguir?
Texto associado
TEXTO II
IBGE: 24,8 milhões das pessoas de 14 a 29
anos não frequentam escolas no país
21/12/2017 11h43 - Rio de Janeiro
A Pesquisa Nacional por Amostra de
Domicílios Contínua (Pnad Contínua) 2016
divulgada hoje (21) pelo Instituto Brasileiro
de Geografia e Estatística (IBGE) estima que
24,8 milhões das pessoas de 14 a 29 anos
de idade não frequentavam escola, cursos
pré-vestibular, técnico de nível médio ou de
qualificação profissional no ano passado.
As razões mais frequentes para não estarem
estudando foram por motivo de trabalho,
seja porque trabalhava, estava procurando
trabalho ou conseguiu trabalho que iria
começar em breve (41%); não tinha interesse
em continuar os estudos (19,7%); e por ter
Agente Prisional 7
que cuidar dos afazeres domésticos ou de
criança, adolescente, idosos ou pessoa com
necessidades especiais (12,8%).
Os motivos relacionados ao mercado
de trabalho para não ir à escola foram mais
frequentes entre os homens (50,5%). Além
disso, entre eles, 24,1% disseram não ter
interesse, e 8,2% já tinham concluído o nível
de estudo que desejavam.
Para as mulheres, o motivo relacionado a
trabalho para não estudar também foi o mais
frequente (30,5%); 26,1% delas alegaram ter
que cuidar dos afazeres domésticos ou de
criança, adolescente, idosos ou pessoa com
necessidades especiais, proporção 30 vezes
superior à observada entre os homens; e
14,9% não tinham interesse.
No Brasil, em 2016, havia 51,6 milhões de
pessoas de 14 a 29 anos de idade. Desse total,
13,3% estavam ocupadas e estudavam; 20,5%
não trabalhavam e não estudavam; 32,7% não
trabalhavam, mas estudavam e 33,4% estavam
ocupadas e não estudavam. [...]
CAMPOS, Ana Cristina. IBGE: 24,8 milhões das pessoas de 14 a
29 anos não frequentam escolas no país. Disponível em: < http://
agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2017-12/ibge-248-milhoesdas-
pessoas -de-14-29-anos-nao-frequentam-escolas-no-pais >. Acesso
em: 10 jan. 2018
As questões de 8 a 10 referem-se ao TEXTO II.
IBGE: 24,8 milhões das pessoas de 14 a 29
anos não frequentam escolas no país
21/12/2017 11h43 - Rio de Janeiro
A Pesquisa Nacional por Amostra de
Domicílios Contínua (Pnad Contínua) 2016
divulgada hoje (21) pelo Instituto Brasileiro
de Geografia e Estatística (IBGE) estima que
24,8 milhões das pessoas de 14 a 29 anos
de idade não frequentavam escola, cursos
pré-vestibular, técnico de nível médio ou de
qualificação profissional no ano passado.
As razões mais frequentes para não estarem
estudando foram por motivo de trabalho,
seja porque trabalhava, estava procurando
trabalho ou conseguiu trabalho que iria
começar em breve (41%); não tinha interesse
em continuar os estudos (19,7%); e por ter
Agente Prisional 7
que cuidar dos afazeres domésticos ou de
criança, adolescente, idosos ou pessoa com
necessidades especiais (12,8%).
Os motivos relacionados ao mercado
de trabalho para não ir à escola foram mais
frequentes entre os homens (50,5%). Além
disso, entre eles, 24,1% disseram não ter
interesse, e 8,2% já tinham concluído o nível
de estudo que desejavam.
Para as mulheres, o motivo relacionado a
trabalho para não estudar também foi o mais
frequente (30,5%); 26,1% delas alegaram ter
que cuidar dos afazeres domésticos ou de
criança, adolescente, idosos ou pessoa com
necessidades especiais, proporção 30 vezes
superior à observada entre os homens; e
14,9% não tinham interesse.
No Brasil, em 2016, havia 51,6 milhões de
pessoas de 14 a 29 anos de idade. Desse total,
13,3% estavam ocupadas e estudavam; 20,5%
não trabalhavam e não estudavam; 32,7% não
trabalhavam, mas estudavam e 33,4% estavam
ocupadas e não estudavam. [...]
CAMPOS, Ana Cristina. IBGE: 24,8 milhões das pessoas de 14 a
29 anos não frequentam escolas no país. Disponível em: < http://
agenciabrasil.ebc.com.br/educacao/noticia/2017-12/ibge-248-milhoesdas-
pessoas -de-14-29-anos-nao-frequentam-escolas-no-pais >. Acesso
em: 10 jan. 2018
As questões de 8 a 10 referem-se ao TEXTO II.
Em “ Além disso , entre eles, 24,1%
disseram não ter interesse, e 8,2% já
tinham concluído o nível de estudo que
desejavam.”, a expressão em destaque
imprime ao excerto uma ideia de
Em relação aos métodos anticoncepcionais, assinale a alternativa correta.
Texto associado
Segundo a estrutura dos Planos de Contas, julgue, como VERDADEIRO ou FALSO, o item a seguir.
Segundo a Lei 6404/76, as contas do Ativo devem ser classificadas em crescente grau de exigibilidade.
No caso da proposição composta pela
disjunção exclusiva das proposições simples
P e Q (P V Q), temos que
Texto associado
A implantação de boas práticas e normas de biossegurança visa orientar e proteger os profissionais no exercício da sua função, tais normas são regidas principalmente pela NR-32. Em relação a esse assunto, julgue, como VERDADEIRO ou FALSO, os itens a seguir.
O uso de propés é permitido e substitui o uso de sapatos fechados.
Qual das alternativas a seguir apresenta apenas programas pré-instalados no Windows XP Profissional (versão padrão em português do Brasil).
Texto associado
Texto 1
Alteridade é colocar-se no lugar do mais fraco
Thiago Burckhart
A alteridade é uma das palavras que nascem nos contextos em que a figura do outro é negada. Trata-se de uma categoria que carrega na sua semântica a questão do “tu” (alter) e não do “eu” (ego), rompendo com o pensamento filosófico que colocava a figura do “ego” na centralidade do pensamento e da existência. Em sua essência, a alteridade – que também pode ser chamada de outridade – significa a condição do que é o outro, do que é distinto de mim. A implicação dessa categoria nos remete a necessidade de colocar-se no lugar do outro, de desenvolver o sentimento de empatia pelo outro, diferente de mim.
Estruturalmente a alteridade é uma tarefa ética, pois implica na reflexão sobre a condição humana deste outro, partindo do pressuposto que o outro não é um inimigo desumanizado, mas que deve ser visto como um ser humano ao mesmo tempo igual e diferente de mim. A experiência de se colocar no lugar do outro implica a conduta ética de perceber, a partir dos olhos deste outro, o mundo em que ele se insere, que é fruto de suas experiências, seus hábitos, sua história e seus conhecimentos. Num contexto marcado pela “falta de ética”, ou seja, a falta de uma reflexão sobre nossas ações, hábitos e costumes, a alteridade enquanto proposta torna-se difícil de concretizar-se.
Talvez, como afirma Márcia Tiburi, já estejamos acostumados com uma racionalidade técnica que domina o mundo, que se vale da pseudocomunicação de nosso tempo. Talvez as pessoas estejam agarradas a um tipo de materialidade das coisas e das mercadorias que não promove a transcendência, e não melhora o olhar sobre o mundo. Nesse sentido, a proposta da alteridade é também voltar-se à estética e (re)construir a sensibilidade perdida em meio a brutalidade da vida. Isso implica no deslocamento do ego e na criação de um elo com o outro, na superação de uma racionalidade irracional que tenta, a todo custo, nos governar e dominar.
Disponível em: http://justificando.cartacapital.com.br/2016/06/30/alteridade-e-colocar-se-no-lugar-do-mais-fraco/ Acesso em: 19/08/2017.
Com referência às relações sintático-semânticas estabelecidas entre termos oracionais, orações, períodos e parágrafos do Texto 1, julgue, como VERDADEIRO ou FALSO, os itens a seguir.
Alteridade é colocar-se no lugar do mais fraco
Thiago Burckhart
A alteridade é uma das palavras que nascem nos contextos em que a figura do outro é negada. Trata-se de uma categoria que carrega na sua semântica a questão do “tu” (alter) e não do “eu” (ego), rompendo com o pensamento filosófico que colocava a figura do “ego” na centralidade do pensamento e da existência. Em sua essência, a alteridade – que também pode ser chamada de outridade – significa a condição do que é o outro, do que é distinto de mim. A implicação dessa categoria nos remete a necessidade de colocar-se no lugar do outro, de desenvolver o sentimento de empatia pelo outro, diferente de mim.
Estruturalmente a alteridade é uma tarefa ética, pois implica na reflexão sobre a condição humana deste outro, partindo do pressuposto que o outro não é um inimigo desumanizado, mas que deve ser visto como um ser humano ao mesmo tempo igual e diferente de mim. A experiência de se colocar no lugar do outro implica a conduta ética de perceber, a partir dos olhos deste outro, o mundo em que ele se insere, que é fruto de suas experiências, seus hábitos, sua história e seus conhecimentos. Num contexto marcado pela “falta de ética”, ou seja, a falta de uma reflexão sobre nossas ações, hábitos e costumes, a alteridade enquanto proposta torna-se difícil de concretizar-se.
Talvez, como afirma Márcia Tiburi, já estejamos acostumados com uma racionalidade técnica que domina o mundo, que se vale da pseudocomunicação de nosso tempo. Talvez as pessoas estejam agarradas a um tipo de materialidade das coisas e das mercadorias que não promove a transcendência, e não melhora o olhar sobre o mundo. Nesse sentido, a proposta da alteridade é também voltar-se à estética e (re)construir a sensibilidade perdida em meio a brutalidade da vida. Isso implica no deslocamento do ego e na criação de um elo com o outro, na superação de uma racionalidade irracional que tenta, a todo custo, nos governar e dominar.
Disponível em: http://justificando.cartacapital.com.br/2016/06/30/alteridade-e-colocar-se-no-lugar-do-mais-fraco/ Acesso em: 19/08/2017.
Com referência às relações sintático-semânticas estabelecidas entre termos oracionais, orações, períodos e parágrafos do Texto 1, julgue, como VERDADEIRO ou FALSO, os itens a seguir.