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Paciente do sexo masculino, 35 anos, internado na clínica médica geral, está sendo monitorado pela nefrologia por apresentar hipercalemia e hipernatremia. O termo hipercalemia se refere ao

A nível elevado de potássio no sangue.
B nível elevado de sódio no sangue.
C nível elevado de cálcio no sangue.
D nível reduzido de potássio no sangue.
E nível reduzido de sódio no sangue.
Órgão: Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares - EBSERH Cargo: Residência Multiprofissional em Saúde - Área: Farmácia Prova: Instituto AOCP - EBSERH - Residência Multiprofissional em Saúde - Área: Farmácia - 2022
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Sobre o direito processual penal, julgue os itens a seguir.

Josefina firmou acordo de não persecução penal com o MP, em razão da prática de corrupção passiva. Homologado judicialmente o acordo, o juiz deverá devolver os autos ao MP para que inicie sua execução perante o juízo da vara cível.

C Certo
E Errado
Órgão: Secretaria de Administração Penitenciária do Distrito Federal Cargo: Agente Penitenciário (polícia penal) Prova: Instituto AOCP - SEAPE DF - Agente Penitenciário (polícia penal) - 2022
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O texto a seguir refere-se às questões 1 a 5.

SEMIÁRIDO BRASILEIRO PODE RECRIAR O SOLO DE MARTE

É a aposta de um projeto que simula missões que astronautas terão no planeta

Por: Carolina Fioratti – 11 novembro 2020

Julio Rezende, professor da UFRN e coordenador do projeto Habitat Marte, explica como a ciência pode aproveitar o solo do Pico do Cabugi – um vulcão adormecido no Rio Grande do Norte –, para entender sobre a colonização do planeta vermelho. De forma virtual ou presencial, cerca de 200 pesquisadores já participaram do projeto, que foi fundado em 2017 e organizou mais de 50 missões simuladas.

Por que a escolha dessa região? A Universidade da Flórida Central possui um banco de dados que mostra as várias experiências de solo marciano simulado ao redor do mundo. Lá, encontramos cinco tipos que estão sendo utilizados em testes pela Nasa e são ricos em basalto. As formações vulcânicas também têm uma predominância de basalto e queremos mostrar que o nosso solo, no Pico do Cabugi, possui características similares a esses outros.

Disponível em: https://super.abril.com.br/ciencia/semiaridobrasileiro-pode-recriar-solo-de-marte/. Acesso em: 3 jun. 2022.

Qual é a função textual do excerto “[...] um vulcão adormecido no Rio Grande do Norte [...]”?

A Explicar o que é o Pico do Cabugi.
B Caracterizar positivamente o Pico do Cabugi.
C Apenas fornecer a localização da cidade em que o Pico do Cabugi está situado.
D Inserir um comentário subjetivo do autor sobre o Pico do Cabugi.
E Esclarecer para o leitor que o Pico do Cabugi é um vulcão ativo que fica no Nordeste.
Texto associado
CIÊNCIA E A PERCEPÇÃO INTUITIVA DAS CRIANÇAS

Drauzio Varella

A dificuldade para aceitar fatos científicos é universal na espécie humana. Por isso, por exemplo, tanta gente não sai de casa antes de ler o horóscopo.
Em artigo publicado na revista Science, Paul Bloom e Deena Weisberg, que pertencem ao Departamento de Psicologia da Universidade de Yale, atribuem essa dificuldade a duas características psicológicas das crianças: a primeira, diz respeito ao que elas sabem, e a segunda, a como elas aprendem, conforme os estudos que foram desenvolvidos pelos pesquisadores.
Hoje sabemos que o cérebro das crianças está longe de ser um livro em branco. Bebês de um ano possuem noções claras sobre o mundo físico e o universo das relações sociais. Da mesma forma, percebem que as pessoas respondem a estímulos físicos e sociais, agem e reagem segundo seus objetivos e de acordo com as emoções daquele momento.
Se de um lado tais intuições infantis servem como ponto de partida para entender o universo racional, de outro podem chocar-se com qualquer evidência experimental que esteja em desacordo com elas.
Por exemplo, a percepção de que os objetos caem no chão, adquirida na mais tenra idade, pode dificultar a aceitação de que a Terra é esférica. Como as pessoas situadas no lado oposto não despencam? Apenas aos oito ou nove anos de idade é que esse conceito se torna compreensível.
Em sua ingenuidade, as crianças tendem a achar que tudo foi criado para atender a determinada finalidade, propensão chamada de teleologia promíscua. Para quem tem quatro anos, as borboletas foram feitas para voar, as flores para embelezar, os cachorros para guardar a casa e os golfinhos para fazer acrobacias.
No futuro, essa característica poderá se tornar incompatível com a ideia de que a vida surgiu por acaso e que chegou até nós através da seleção natural.
O caso do dualismo entre cérebro e mente é didático. Para as crianças, parte considerável da vida mental nada tem a ver com o sistema nervoso. Na fase pré-escolar, elas consideram o cérebro responsável pela execução de tarefas como resolver problemas de matemática ou descobrir como funciona um brinquedo, mas imaginam que ele nada tenha a ver com os sentimentos e a imaginação.
Numa experiência clássica, alunos da pré-escola foram colocados diante da questão: “O que aconteceria se um cérebro humano fosse transplantado para um porco?” A maioria respondeu que o animal ficaria muito inteligente, mas que conservaria os desejos e a vida mental de um porco.
A crença nesse dualismo representará um obstáculo para aceitar a lógica de que a vida mental emerge a partir de eventos físico-químicos.
Na vida adulta, avaliar a lógica de uma teoria nem sempre está a nosso alcance. Quantos são capazes de julgar se existe coerência entre a teoria da relatividade e a mecânica quântica, ou avaliar a profundidade das ideias de Darwin e Wallace?
Para fazê-lo, os adultos geralmente se baseiam na credibilidade dos que defendem essas ideias. A criança faz o mesmo. Aos quatro ou cinco anos, ela já sabe que um adulto merece mais crédito quando sua opinião é conflitante com a de outra criança. E que, numa competição de resultado incerto, o contendor que reconhece ter perdido merece mais crédito do que aquele que se declara vencedor.
Esses estudos sugerem que a resistência ao pensamento científico surge nas crianças, quando as evidências se chocam com suas expectativas intuitivas, e que essa resistência poderá ser reforçada na vida adulta.

Adaptado de: https://drauziovarella.uol.com.br/drauzio/artigos/ciencia-e-a-percepcao-intuitiva-das-criancas-artigo/. Acesso em: 30 jun. 2022.

Observe o excerto retirado do texto “Ciência e a percepção intuitiva das crianças”: “Na fase pré-escolar, elas consideram o cérebro responsável pela execução de tarefas como resolver problemas de matemática ou descobrir como funciona um brinquedo, mas imaginam que ele nada tenha a ver com os sentimentos e a imaginação.” e assinale a alternativa cujas alterações mantêm as relações sintáticas e semânticas originais.

A Na fase pré-escolar, elas consideram o cérebro responsável pela execução de tarefas como resolver problemas de matemática ou descobrir como funciona um brinquedo, porque imaginam que ele nada tenha a ver com os sentimentos e a imaginação.
B Na fase pré-escolar, elas consideram o cérebro responsável pela execução de tarefas como resolver problemas de matemática ou descobrir como funciona um brinquedo, porém imaginam que ele nada tenha a ver com os sentimentos e a imaginação.
C Na fase pré-escolar, elas consideram o cérebro responsável pela execução de tarefas como resolver problemas de matemática ou descobrir como funciona um brinquedo, de modo que imaginam que ele nada tenha a ver com os sentimentos e a imaginação.
D Na fase pré-escolar, como elas consideram o cérebro responsável pela execução de tarefas como resolver problemas de matemática ou descobrir como funciona um brinquedo, motivo pelo qual imaginam que ele nada tenha a ver com os sentimentos e a imaginação.
E Na fase pré-escolar, para que considerem o cérebro responsável pela execução de tarefas como resolver problemas de matemática ou descobrir como funciona um brinquedo, elas imaginam que ele nada tenha a ver com os sentimentos e a imaginação.
Órgão: Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte Cargo: Analista Legislativo - Área Contabilidade Prova: Instituto AOCP - ALE RN - Analista Legislativo - Área Contabilidade - 2022
Texto associado
O texto a seguir refere-se às questões 1 a 9.

ILHA VISITÁVEL

Carlos Castelo
7 de abril de 2022

Eu sou a crônica, sou natural ali do Rio de Janeiro. Sou eu quem leva o dia a dia para milhões de brasileiros.
Esse ano completo 170 primaveras em nossas plagas. Não é pouca coisa. Após tanto tempo, posso afirmar até com certo orgulho: mesmo quem não frequenta jornais e revistas, me conhece. Já viu o Veríssimo, o Otto, a Clarice em minha companhia. Se não reparou, agora vou jogar pesado. Perdoe-me o leitor por abrir um parêntese tão avantajado, mas notem o que Machado de Assis – o próprio, de fardão e pincenê – declarou a meu respeito:

Essas vizinhas, entre o jantar e a merenda, sentaram-se à porta, para debicar os sucessos do dia. Provavelmente começaram a lastimar-se do calor. Uma dizia que não pudera comer ao jantar, outra que tinha a camisa mais ensopada do que as ervas que comera. Passar das ervas às plantações do morador fronteiro, e logo às tropelias amatórias do dito morador, e ao resto, era a coisa mais fácil, natural e possível do mundo. Eis a origem da crônica.

Era só o começo. Andei na pena e no tinteiro de um sem-número de coroados das letras nacionais. Bandeira disse que sou um conjunto de quase nadas. Drummond foi mais longe, defendeu a minha inutilidade:

O inútil tem sua forma particular de utilidade. É a pausa, o descanso, o refrigério do desmedido afã de racionalizar todos os atos de nossa vida (e a do próximo) sob o critério exclusivo de eficiência, produtividade, rentabilidade e tal e coisa. Tão compensatória é essa pausa que o inútil acaba por se tornar da maior utilidade, exagero que não hesito em combater, como nocivo ao equilíbrio moral.

E não são apenas poetas apontando a minha conveniência. Eis aí o crítico Antonio Candido, que não me deixa mentir (apesar de que, como sou cruza de ficção com jornalismo, até poderia).

A crônica está sempre ajudando a estabelecer ou restabelecer a dimensão das coisas e das pessoas. Em lugar de oferecer um cenário excelso, numa revoada de adjetivos e períodos candentes, pega o miúdo e mostra nele uma grandeza, uma beleza ou uma singularidade insuspeitadas.

Era para ficar inflada de contentamento. Acontece que, apesar de tanta fortuna crítica, desafortunadamente os anos 20 de hoje não são os 50 do século passado. [...]

De lá para cá, muita coisa mudou. Jornais e revistas estão longe de ser o que foram sob Samuel Wainer ou Assis Chateaubriand. Minha presença era massiva, terminou sendo substituída por fotos de pratos de comida, gatinhos fofos, cãezinhos hilários, frases de autoajuda e dancinhas nas redes sociais.

Os candidatos a me representar foram minguando. Refiro-me aos ótimos, os regulares fervilham por aí. Entretanto, como os talentosos ainda existem e não desistem, vou ocupando espaços como este.

Afinal, eu sou a crônica. Nunca pretendi ser monumental, nem ciência exata. Sempre fui, e serei, como dizia o poeta, uma ilha visitável, sem acomodações de residência.

Adaptado de: https://revistacult.uol.com.br/home/ilha-visitavel/. Acesso em: 18 de abr. 2022.

Qual é a figura de linguagem presente no excerto “Sempre fui, e serei, [...] uma ilha visitável.”?

A Comparação.
B Hipérbole.
C Metáfora.
D Eufemismo.
E Pleonasmo.

Em relação aos créditos adicionais, assinale a alternativa correta.

A Os créditos extraordinários devem ser abertos por decreto do poder executivo e submetidos ao poder legislativo correspondente.
B O superávit financeiro apurado no balanço patrimonial do exercício é fonte para fins de abertura de créditos suplementares.
C A vigência dos créditos adicionais restringe-se ao exercício financeiro, exceto os créditos suplementares e especiais abertos nos últimos quatro meses do exercício financeiro.
D Os créditos suplementares são destinados a despesas para as quais não haja dotação orçamentária específica.
E Os créditos especiais serão abertos por decreto do poder executivo, independentemente de autorização legislativa.

Em determinado setor da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, trabalham 200 pessoas, das quais 92 possuem ensino superior. Constatou-se, também, que, dos 56 servidores que falavam inglês, 12 não possuíam o ensino superior. Ao abordar um servidor qualquer desse setor, qual é a probabilidade de ele possuir ensino superior e não falar inglês?

A 20%.
B 22%.
C 24%.
D 33%.
E 48%.
Órgão: Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte Cargo: Técnico Legislativo - Área Técnico de Contabilidade Prova: Instituto AOCP - ALE RN - Técnico Legislativo - Área Técnico de Contabilidade - 2022
Texto associado
O texto a seguir refere-se às questões 1 a 9.

ILHA VISITÁVEL

Carlos Castelo
7 de abril de 2022

Eu sou a crônica, sou natural ali do Rio de Janeiro. Sou eu quem leva o dia a dia para milhões de brasileiros.
Esse ano completo 170 primaveras em nossas plagas. Não é pouca coisa. Após tanto tempo, posso afirmar até com certo orgulho: mesmo quem não frequenta jornais e revistas, me conhece. Já viu o Veríssimo, o Otto, a Clarice em minha companhia. Se não reparou, agora vou jogar pesado. Perdoe-me o leitor por abrir um parêntese tão avantajado, mas notem o que Machado de Assis – o próprio, de fardão e pincenê – declarou a meu respeito:

Essas vizinhas, entre o jantar e a merenda, sentaram-se à porta, para debicar os sucessos do dia. Provavelmente começaram a lastimar-se do calor. Uma dizia que não pudera comer ao jantar, outra que tinha a camisa mais ensopada do que as ervas que comera. Passar das ervas às plantações do morador fronteiro, e logo às tropelias amatórias do dito morador, e ao resto, era a coisa mais fácil, natural e possível do mundo. Eis a origem da crônica.

Era só o começo. Andei na pena e no tinteiro de um sem-número de coroados das letras nacionais. Bandeira disse que sou um conjunto de quase nadas. Drummond foi mais longe, defendeu a minha inutilidade:

O inútil tem sua forma particular de utilidade. É a pausa, o descanso, o refrigério do desmedido afã de racionalizar todos os atos de nossa vida (e a do próximo) sob o critério exclusivo de eficiência, produtividade, rentabilidade e tal e coisa. Tão compensatória é essa pausa que o inútil acaba por se tornar da maior utilidade, exagero que não hesito em combater, como nocivo ao equilíbrio moral.

E não são apenas poetas apontando a minha conveniência. Eis aí o crítico Antonio Candido, que não me deixa mentir (apesar de que, como sou cruza de ficção com jornalismo, até poderia).

A crônica está sempre ajudando a estabelecer ou restabelecer a dimensão das coisas e das pessoas. Em lugar de oferecer um cenário excelso, numa revoada de adjetivos e períodos candentes, pega o miúdo e mostra nele uma grandeza, uma beleza ou uma singularidade insuspeitadas.

Era para ficar inflada de contentamento. Acontece que, apesar de tanta fortuna crítica, desafortunadamente os anos 20 de hoje não são os 50 do século passado. [...]

De lá para cá, muita coisa mudou. Jornais e revistas estão longe de ser o que foram sob Samuel Wainer ou Assis Chateaubriand. Minha presença era massiva, terminou sendo substituída por fotos de pratos de comida, gatinhos fofos, cãezinhos hilários, frases de autoajuda e dancinhas nas redes sociais.

Os candidatos a me representar foram minguando. Refiro-me aos ótimos, os regulares fervilham por aí. Entretanto, como os talentosos ainda existem e não desistem, vou ocupando espaços como este.

Afinal, eu sou a crônica. Nunca pretendi ser monumental, nem ciência exata. Sempre fui, e serei, como dizia o poeta, uma ilha visitável, sem acomodações de residência.

Adaptado de: https://revistacult.uol.com.br/home/ilha-visitavel/. Acesso em: 18 de abr. 2022.

Em relação aos mecanismos de coesão empregados no texto, assinale a alternativa correta.

A A expressão “De lá para cá”, no nono parágrafo, refere-se aos anos de 1920 e 1950, nessa ordem.
B O item “Afinal”, no último parágrafo, é um conectivo com sentido de conclusão, podendo ser substituído pelas expressões “ao final” ou “no final”.
C Em “Refiro-me aos ótimos [...]”, no décimo parágrafo, há uma elipse que poderia ser substituída pelo termo “cronistas”.
D A expressão “Acontece que”, no oitavo parágrafo, embora não seja uma conjunção, atua como um conectivo com sentido de explicação, podendo ser substituído por “Por isso”.
E Em “ Esse ano completo 170 primaveras [...]”, no segundo parágrafo, o termo destacado é catafórico e aponta para algo que será dito posteriormente.

Em relação ao estágio da receita orçamentária, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta as corretas.

I. As etapas da receita orçamentária seguem a ordem cronológica dos fenômenos econômicos.
II. A etapa da execução da receita orçamentária engloba os estágios de previsão, lançamento, arrecadação e recolhimento.
III. Poderão ocorrer casos de receitas orçamentárias que não percorrem o estágio da previsão e do lançamento.
IV. No estágio do recolhimento, deverá ser observado o princípio da unidade de tesouraria ou de caixa.

A Apenas I, III e IV.
B Apenas II, III e IV.
C Apenas II e III.
D Apenas III e IV.
E I, II, III e IV.

Em segurança da informação, há diversas terminologias do mundo hacker que revelam suas atividades e seu modo de agir. De acordo com essas terminologias, informe se é verdadeiro (V) ou falso (F) o que se afirma a seguir e assinale a alternativa com a sequência correta.

( ) Trojan horse: os cavalos de Tróia são softwares legítimos que têm códigos escondidos e executam atividades não previstas.
( ) Worm: programa que tem a capacidade de autorreplicação, espalhando-se de uma rede para outra rapidamente.
( ) Warez: software pirata distribuído ilegalmente pela internet.
( ) Phreaking: são os funcionários de organizações que trabalham para combater os hackers.

A V – V – V – F.
B V – V – V – V.
C V – F – F – V.
D F – V – V – F.
E F – F – F – V.
Órgão: Instituto Federal de Educação do Norte de Minas Gerais Cargo: Técnico em Tecnologia da Informação Prova: Instituto AOCP - IFNMG - Técnico em Tecnologia da Informação - 2022