Dispositivo emite em tempo real alertas
contra enchentes
Rio Branco, capital do Acre, poderá contar em breve com um sistema de alerta contra inundações criado por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), campus de São Carlos. Em março deste ano, fortes chuvas fizeram com que o nível do rio Acre, que corta a cidade, ultrapassasse a cota de transbordo, de 14 metros, alagando ruas e casas de cinco bairros do município.
Em meados de junho, uma delegação liderada pelo prefeito de Rio Branco, Sebastião Rodrigues, reuniu-se em São Paulo com o cientista da computação Jó Ueyama, do Instituto de Ciências Matemáticas e da Computação (ICMC) da USP, responsável pela tecnologia, e representantes da Agência USP de Inovação, com o objetivo de finalizar os acertos para a aquisição do sistema. “Ficamos satisfeitos com o interesse da prefeitura de Rio Branco e faremos o que for preciso para licenciar a tecnologia para a cidade”, comentou Ueyama. Se a parceria for concretizada, a capital do Acre será a mais nova cidade brasileira a contar com o dispositivo, já instalado em Rio do Sul, em Santa Catarina, e em São Carlos, no interior de São Paulo — no município paulista, ele é utilizado para testes.
Batizado de e-Noé, o sistema de alerta é composto por uma rede de sensores submersos que monitoram o nível de rios e córregos urbanos. Instalados em pontos do manancial sujeitos a transbordamento, os sensores detectam alterações na coluna d'água e trocam informações entre si por meio de uma rede de comunicação sem fio. Em paralelo, câmeras fotografam o leito do rio, registrando o nível das águas. As imagens e as informações dos sensores são enviadas por sinal de celular para uma infraestrutura em nuvem, onde podem ser acessadas pela Defesa Civil do município ou diretamente pela população.
O sistema e-Noé não evita a inundação, mas fornece informações para quem mora em áreas de risco se precaver e sair de casa antes que a água chegue lá. Em Rio do Sul, a população pode acompanhar a situação do rio Itajaí-Açu no site da Defesa Civil, que, além de apresentar em tempo real o nível do manancial, mostra dados sobre o quanto deve chover no dia O órgão envia mensagens alertando a população sobre o risco de inundações. “Em maio deste ano, o Itajaí-Açu atingiu 9,74 metros. O sistema de alerta funcionou e permitiu que os moradores tivessem tempo de tirar as coisas de suas residências e proteger suas vidas.
Adaptado de: https://revistapesquisa.fapesp.br/dispositivoemite-
em-tempo-real-alertas-contra-enchentes/. Acesso em:
25 jul. 2022.
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Em Psicoterapia Clínica, é comum a prática de entrevistas iniciais. Um objetivo essencial das entrevistas é a possibilidade de o analista avaliar a veracidade do paciente, além da qualidade de sua motivação, tanto aquela que ele externaliza conscientemente quanto a que está oculta nas dobras de seu inconsciente. Essas duas vertentes do discurso do paciente são nomeadas pela Psicanálise como
É comum, em pacientes cirúrgicos, a utilização de drenos. Dreno pode ser definido “como um objeto de forma variada, produzido em materiais diversos, cuja finalidade é manter a saída de líquido de uma cavidade para o exterior”. Em relação aos cuidados de enfermagem com drenos, assinale a alternativa correta.
Texto associado
O seguinte excerto adaptado do texto: “Fortes chuvas fizeram com que o nível do rio Acre ultrapassasse a cota de transbordo ” apresenta em destaque uma oração
Referente aos atos administrativos, assinale a alternativa correta.
De acordo com a Lei n° 13.415/2017, a Base Nacional Comum Curricular referente ao Ensino Médio incluirá, obrigatoriamente,
Tubulações e tanques de armazenamento subterrâneos feitos de ferro são revestidos com uma camada de zinco metálico para protegê-los da corrosão. Diante desse processo, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).
I. Esse é um processo de proteção catódica.
II. O metal a ser protegido da corrosão torna-se o ânodo na célula galvânica.
III. O zinco metálico atua como agente oxidante.
A respeito dos entes da geometria plana e espacial, é correto afirmar que
Texto associado
Como evitar a ansiedade e as relações tóxicas e alcançar um novo estilo de vida
Publicado: 18/06/2021
A realidade que estamos vivendo, somada às novas formas de trabalho e ansiedades, implicaram, igualmente, em mudanças significativas no comportamento das relações pessoais e interpessoais dos indivíduos. Esse contexto serviu para revelar, com maior intensidade, as relações tóxicas, tema que exige um cuidadoso debate e, sobretudo, assistência psicológica especializada. Mas, afinal, o que é uma relação tóxica? Como identificá-la e quais são os tratamentos? "São questionamentos que precisam de esclarecimento da nossa sociedade. Vale destacar que cada caso é tratado de forma diferente. No entanto, algumas características se tornam similares nas relações tóxicas. Podem ser resumidas pelo desejo de controlar o(a) parceiro(a) e de tê-lo(la) apenas para si. Esse comportamento surge aos poucos, sutilmente, e vai passando dos limites, causando sofrimento e dor", explica a psicóloga gaúcha, Ilda Nocchi.
Membro da Sociedade Brasileira de Psicologia, Ilda possui ampla experiência de atuação nas áreas social, comportamental e humana. A profissional tem observado, nos últimos meses, um gradual crescimento nos seus atendimentos no Brasil e no exterior, por pessoas que estão em crise ou estão passando por momentos difíceis, afastadas de seus familiares. De acordo com ela, cresceu o número de pacientes que relatam um contexto que envolve relações tóxicas. "O(a) agressor(a) após o fato ocorrido pede desculpas, dizendo que isso não irá mais acontecer. Entre as características mais comuns das relações tóxicas estão o ciúmes exacerbado, a desconfiança, a possessividade, o controle exagerado sobre uma pessoa, as agressões verbais, entre outros", explica Ilda.
Ainda de acordo com a profissional da psicologia, agir com superioridade, com desrespeito e diminuindo a pessoa – tanto em âmbito profissional quanto pessoal – pode acabar causando sintomas na vítima, entre eles: isolamento social, vergonha dos amigos e da família, além de sensações como humilhação e desprezo, que podem provocar graves mudanças de humor. "Todas essas situações acabam por afetar a saúde mental e emocional do outro", adianta Ilda. [...]
No contexto das relações tóxicas, a profissional de saúde destaca ainda que a parte mais difícil é aceitar a necessidade de se denunciar o(a) abusivo(a) e tomar medidas legais, quando necessário for. "Esse contexto exige muita ajuda psicológica, atendimento e apoio especializado, sempre com a condução de um profissional capacitado, que tenha sensibilidade e experiência no assunto e que possa, de forma bastante responsável, apresentar e fornecer todos os vieses e a orientação necessária, especialmente, em casos mais graves", diz Ilda.
Adaptado de: https://www.sbponline.org.br/2021/06/como-evitar-a-ansiedade-e-as-relacoes-toxicas-e-alcancar-um-novo-estilo-devida. Acesso em: 10 fev. 2022.
Publicado: 18/06/2021
A realidade que estamos vivendo, somada às novas formas de trabalho e ansiedades, implicaram, igualmente, em mudanças significativas no comportamento das relações pessoais e interpessoais dos indivíduos. Esse contexto serviu para revelar, com maior intensidade, as relações tóxicas, tema que exige um cuidadoso debate e, sobretudo, assistência psicológica especializada. Mas, afinal, o que é uma relação tóxica? Como identificá-la e quais são os tratamentos? "São questionamentos que precisam de esclarecimento da nossa sociedade. Vale destacar que cada caso é tratado de forma diferente. No entanto, algumas características se tornam similares nas relações tóxicas. Podem ser resumidas pelo desejo de controlar o(a) parceiro(a) e de tê-lo(la) apenas para si. Esse comportamento surge aos poucos, sutilmente, e vai passando dos limites, causando sofrimento e dor", explica a psicóloga gaúcha, Ilda Nocchi.
Membro da Sociedade Brasileira de Psicologia, Ilda possui ampla experiência de atuação nas áreas social, comportamental e humana. A profissional tem observado, nos últimos meses, um gradual crescimento nos seus atendimentos no Brasil e no exterior, por pessoas que estão em crise ou estão passando por momentos difíceis, afastadas de seus familiares. De acordo com ela, cresceu o número de pacientes que relatam um contexto que envolve relações tóxicas. "O(a) agressor(a) após o fato ocorrido pede desculpas, dizendo que isso não irá mais acontecer. Entre as características mais comuns das relações tóxicas estão o ciúmes exacerbado, a desconfiança, a possessividade, o controle exagerado sobre uma pessoa, as agressões verbais, entre outros", explica Ilda.
Ainda de acordo com a profissional da psicologia, agir com superioridade, com desrespeito e diminuindo a pessoa – tanto em âmbito profissional quanto pessoal – pode acabar causando sintomas na vítima, entre eles: isolamento social, vergonha dos amigos e da família, além de sensações como humilhação e desprezo, que podem provocar graves mudanças de humor. "Todas essas situações acabam por afetar a saúde mental e emocional do outro", adianta Ilda. [...]
No contexto das relações tóxicas, a profissional de saúde destaca ainda que a parte mais difícil é aceitar a necessidade de se denunciar o(a) abusivo(a) e tomar medidas legais, quando necessário for. "Esse contexto exige muita ajuda psicológica, atendimento e apoio especializado, sempre com a condução de um profissional capacitado, que tenha sensibilidade e experiência no assunto e que possa, de forma bastante responsável, apresentar e fornecer todos os vieses e a orientação necessária, especialmente, em casos mais graves", diz Ilda.
Adaptado de: https://www.sbponline.org.br/2021/06/como-evitar-a-ansiedade-e-as-relacoes-toxicas-e-alcancar-um-novo-estilo-devida. Acesso em: 10 fev. 2022.