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Na sala de emergência, observa-se um jovem com padrão respiratório irregular e 36 irpm e dificuldade de formar frases. Como deve ser a anotação de enfermagem referente a estes parâmetros observados, específica e respectivamente?

A Dispneia e ecolalia.
B Taquipneia e disfagia.
C Taquicardia e afasia.
D Taquidispneia e disartria.
E Bradipneia e ecolalia.

São sinais e sintomas de pneumotórax hipertensivo:

A hipertensão arterial e extremidades frias.
B dor precordial e hipotensão arterial.
C tumefação sonora à percussão e hipotensão arterial.
D hipotensão e ausência de murmúrio vesicular unilateral.
E dispneia e crepitações bilateralmente.

Uma paciente teve três episódios de vômitos com sangue em poucos minutos enquanto aguardava por atendimento. Assinale a alternativa que indica a nomenclatura correta para a ocorrência e a classificação provável de sua pressão arterial.

A Henurese e hipertensão.
B Hematêmese e hipotensão.
C Hematúria e hipotensão.
D Epistaxe e hipertensão.
E Epistaxe e normotensão.

Entre as classes de medicamentos mais amplamente utilizadas para controle da hipertensão arterial sistêmica está a dos

A betabloqueadores.
B digitálicos.
C antiarrítmicos.
D inibidores de recaptação de serotonina.
E inibidores da enzima conversora de angiotensina.

No atendimento a um jovem adulto que lesionou membro superior esquerdo, após queda de telhado, observa-se dor, hematoma e o registro escrito de que há contusão. Um dos principais cuidados a serem orientados é:

A imobilização com gesso por duas semanas ao menos.
B realização de exercícios de tonificação no membro.
C aplicação de compressa fria.
D tração do membro.
E manutenção do membro abaixado e garroteado.
Texto associado
Inteligência artificial: a era do “deus” máquina No teatro grego antigo, quando não havia solução para um impasse, um ator interpretando uma divindade descia ao palco pendurado num guindaste, resolvia o problema e, assim, acabava a peça. Era o Deus ex-machina – o deus surgido da máquina. Com o avanço sem precedentes da inteligência artificial (IA), é justo pensar que, no mundo contemporâneo, a máquina é a própria deidade. Para ela, nada parece impossível. Da confecção de discursos em segundos à criação de obras de arte; da identificação de medicamentos promissores ao diagnóstico preciso de doenças, tudo é resolvido pelo “deus algoritmo”. E, ao observar sua invenção “surgindo do guindaste”, o homem pode se perguntar qual lugar ocupará neste enredo. Segundo especialistas, porém, o perigo não está na criatura e, sim, no uso que o criador faz dela. A inteligência artificial faz parte da rotina, ainda que não se perceba. O GPS que indica o percurso, a atendente virtual, o internet banking são exemplos de seu uso no dia a dia. Só que, até agora, ninguém temia os mecanismos de busca dos navegadores, os sistemas de reconhecimento facial dos condomínios ou a sugestão de filmes apresentadas pelos aplicativos de streaming . Então, as máquinas começaram a gerar imagens perfeitas de pessoas inexistentes, escrever reportagens com acurácia, resolver enigmas matemáticos em frações de segundos, dirigir e voar sozinhas, elaborar defesas jurídicas e até “ler” pensamentos em experimentos científicos. A ponto de, em um editorial da revista Science , um grupo de cientistas pedir a moratória de pesquisas até alguma regulamentação ética da IA. A discussão sobre riscos e avanços da IA ultrapassa o campo da ciência da computação; é também filosófica. Já na Grécia Antiga, filósofos questionavam a essência da inteligência e se ela era um atributo somente humano. Hoje, esse é um dos centros da discussão sobre IA: sistemas programados e alimentados por seres humanos poderão ultrapassar em astúcia seus criadores? Não, garante um dos maiores especialistas no tema, o cientista da computação francês Jean-Gabriel Ganascia, da Universidade de Sorbonne que, já em 1980, obteve mestrado em inteligência artificial em Paris. (Paloma Oliveto, Inteligência artificial: a era do ‘deus’ máquina. https://www.correiobraziliense.com.br/ciencia-e-saude. Adaptado)

A expressão destacada contém termo(s) em sentido figurado em:

A ... resolver enigmas matemáticos em frações de segundos ... (4° parágrafo)
B ... e se ela era um atributo somente humano . (5° parágrafo)
C ... o homem pode se perguntar qual lugar ocupará neste enredo . (2° parágrafo)
D ... ninguém temia os mecanismos de busca dos navegadores... (3° parágrafo)
E ... descia ao palco pendurado num guindaste ... (1° parágrafo)
Texto associado
Inteligência artificial: a era do “deus” máquina No teatro grego antigo, quando não havia solução para um impasse, um ator interpretando uma divindade descia ao palco pendurado num guindaste, resolvia o problema e, assim, acabava a peça. Era o Deus ex-machina – o deus surgido da máquina. Com o avanço sem precedentes da inteligência artificial (IA), é justo pensar que, no mundo contemporâneo, a máquina é a própria deidade. Para ela, nada parece impossível. Da confecção de discursos em segundos à criação de obras de arte; da identificação de medicamentos promissores ao diagnóstico preciso de doenças, tudo é resolvido pelo “deus algoritmo”. E, ao observar sua invenção “surgindo do guindaste”, o homem pode se perguntar qual lugar ocupará neste enredo. Segundo especialistas, porém, o perigo não está na criatura e, sim, no uso que o criador faz dela. A inteligência artificial faz parte da rotina, ainda que não se perceba. O GPS que indica o percurso, a atendente virtual, o internet banking são exemplos de seu uso no dia a dia. Só que, até agora, ninguém temia os mecanismos de busca dos navegadores, os sistemas de reconhecimento facial dos condomínios ou a sugestão de filmes apresentadas pelos aplicativos de streaming . Então, as máquinas começaram a gerar imagens perfeitas de pessoas inexistentes, escrever reportagens com acurácia, resolver enigmas matemáticos em frações de segundos, dirigir e voar sozinhas, elaborar defesas jurídicas e até “ler” pensamentos em experimentos científicos. A ponto de, em um editorial da revista Science , um grupo de cientistas pedir a moratória de pesquisas até alguma regulamentação ética da IA. A discussão sobre riscos e avanços da IA ultrapassa o campo da ciência da computação; é também filosófica. Já na Grécia Antiga, filósofos questionavam a essência da inteligência e se ela era um atributo somente humano. Hoje, esse é um dos centros da discussão sobre IA: sistemas programados e alimentados por seres humanos poderão ultrapassar em astúcia seus criadores? Não, garante um dos maiores especialistas no tema, o cientista da computação francês Jean-Gabriel Ganascia, da Universidade de Sorbonne que, já em 1980, obteve mestrado em inteligência artificial em Paris. (Paloma Oliveto, Inteligência artificial: a era do ‘deus’ máquina. https://www.correiobraziliense.com.br/ciencia-e-saude. Adaptado)

Nas passagens – ... da identificação de medicamentos promissores ao diagnóstico preciso de doenças... (2° parágrafo) – e – ... sistemas programados e alimentados por seres humanos poderão ultrapassar em astúcia seus criadores? (6° parágrafo) –, os termos destacados significam, correta e respectivamente:

A rigoroso; comunicação.
B exato; esperteza.
C necessário; rapidez.
D detalhado; originalidade.
E pormenorizado; maldade.

Seja a sequência 21035, 12053, 35021, 53012, 21135, 12153, …, de acordo com o seu padrão de construção, o 40° , 41° e 42° termos são, respectivamente, 53912, 211035 e 121053. O 111° termo dessa sequência é

A 352721.
B 212635.
C 352621.
D 122553.
E 532712.

Sormena é servidora pública federal, mas detectou-se que ela está acumulando ilegalmente o seu cargo público de provimento efetivo com um emprego público que assumiu posteriormente ao cargo. Tendo em vista essa situação hipotética, a Lei n° 8.112/90 estabelece que a autoridade competente deverá

A instaurar processo administrativo disciplinar para a devida apuração e, atendidos os princípios do contraditório e da ampla defesa, devidamente comprovada a acumulação ilegal, promover a exoneração de Sormena do cargo e do emprego públicos.
B notificar a servidora, diretamente, para apresentar opção no prazo improrrogável de trinta dias, contados da data da ciência e, na hipótese de omissão, adotará procedimento sumário para a sua apuração e regularização imediata.
C instaurar processo administrativo disciplinar para a devida apuração e, atendidos os princípios do contraditório e da ampla defesa, devidamente comprovada a acumulação ilegal, decretar a demissão de Sormena do emprego público, podendo ela manter o cargo público.
D encaminhar o caso ao Ministério Público, para instauração de inquérito para a devida apuração dos fatos e, comprovada a infração disciplinar, a sua demissão do cargo ou do emprego, podendo Sormena manter o que assumiu em primeiro.
E notificar a servidora, por intermédio de sua chefia imediata, para apresentar opção no prazo improrrogável de dez dias, contados da data da ciência e, na hipótese de omissão, adotará procedimento sumário para a sua apuração e regularização imediata.

Conforme disposto expressamente na Lei n° 13.146/2015, se, no exercício de suas funções, os juízes e os tribunais tiverem conhecimento de fatos que caracterizem as violações previstas nessa Lei, devem

A mandar instaurar o inquérito policial para apuração e aplicação das sanções cabíveis.
B instituir comissão de sindicância para apuração dos fatos e posterior abertura de processo administrativo.
C instaurar o inquérito civil para apuração dos fatos e, posteriormente, aplicar as sanções previstas na Lei.
D remeter peças ao Ministério Público para as providências cabíveis.
E aplicar as sanções e multas previstas na Lei.