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e acordo com a Plataforma Digital do Poder Judiciário - PDPJ-Br, para que uma API seja considerada do tipo RESTful, ela precisa estar em conformidade, dentre outros, com o seguinte critério:

A ter uma arquitetura cliente/servidor formada por clientes, servidores e recursos, com solicitações gerenciadas por meio de HTTP.
B possuir o sistema de comunicação entre os componentes por meio de troca de mensagens REST-Ena, fazendo uso de um Message Broker . No caso da PDPJ, utiliza-se a solução BrokerMQ.
C ter uma interface ampla e livre entre os componentes desde que sejam usados os parâmetros RESTful Config para que as informações sejam transferidas em um formato padronizado.
D ter autenticação por meio de uma solução de RFPJ Sign On baseada no protocolo PDPJ Auth2.
E permitir que as APIs registradas sejam acessíveis por meio do Gateway RESTful-AP|-Sync.
Órgão: Tribunal Regional do Trabalho da 20ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área Tecnologia da Informação Prova: FCC - TRT 20 - Analista Judiciário - Área Tecnologia da Informação - 2024

Correspondem, correta e respectivamente, a um componente do Spring Cloud e à principal função do Spring Cloud Config:

A Spring Security - implementar um padrão de design para a comunicação entre serviços baseados em REST.
B Spring Boot Actuator - gerenciar o ciclo de vida e o monitoramento de aplicações distribuídas em uma arquitetura de microserviços.
C Spring Data JPA - oferecer uma solução para o balanceamento de carga entre instâncias de microserviços.
D Spring Cloud Stream - centralizar a configuração de aplicações e serviços, permitindo que configurações sejam atualizadas dinamicamente.
E Spring Web MVC - fornecer um serviço de autenticação e autorização para microserviços e aplicações.
Órgão: Tribunal Regional do Trabalho da 20ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área Tecnologia da Informação Prova: FCC - TRT 20 - Analista Judiciário - Área Tecnologia da Informação - 2024
Texto associado
Atenção: Para responder às questões de números 8 a 14, baseie-se no texto abaixo.

Ideal do filósofo Jean-Jacques Rousseau

A crítica às sociedades civilizadas e a idealização do homem primitivo, manifestadas a todo passo nas obras do filósofo Rousseau (1713-1784), foram vistas por muitos intérpretes como a expressão de um desejo de retorno à animalidade. Mas o que o filósofo sempre pretendeu não foi exaltar a animalidade do selvagem, mas sua mais profunda humanidade em relação ao homem civilizado.
O homem, para Rousseau, não se regenera pela destruição da sociedade e com o retorno à vida no meio das florestas. Embora privado, no estado social, de muitas vantagens da natureza, ele soube adquirir outras: capacidade de desenvolver-se mais rapidamente, ampliação dos horizontes intelectuais, enobrecimento dos sentimentos e elevação total da alma. Se os abusos do estado social civilizado não o colocassem abaixo da vida primitiva, o homem deveria bendizer sem cessar o instante feliz que o arrancou para sempre da animalidade e fez de um ser estúpido e limitado uma criatura inteligente. O propósito visado por Rousseau é combater os abusos e não repudiar os mais altos valores humanos.
Os abusos centralizam-se, para ele, na perda da consciência a que é conduzido o homem pelo culto dos refinamentos, das mentiras convencionais, da ostentação da inteligência e da cultura, nas quais se busca mais a admiração do próximo do que a satisfação da própria consciência. Rousseau, em uma palavra, não pretende queimar bibliotecas ou destruir universidades e academias; reconhece a função útil das ciências e das artes, mas não quer ver os artistas e intelectuais submetidos aos caprichos frívolos das modas passageiras. Pelo contrário, glorifica os esforços laboriosos da conquista intelectual verdadeira, que se realiza na luta contra os obstáculos da violência e na atividade do espírito crítico, livre de pressões.

(Adaptado do encarte, sem identificação de autoria, do volume Rousseau - Os pensadores. São Paulo: Abril Cultural, 1973, p. 474-475)

Considerando-se o contexto, estabelece-se uma oposição de sentido entre estes segmentos:

A perda da consciência a que é conduzido / ostentação da inteligência (3º parágrafo)
B culto dos refinamentos / atividade do espírito crítico, livre de pressões (3º parágrafo)
C idealização do homem primitivo / sua mais profunda humanidade (1º parágrafo)
D não se regenera pela destruição da sociedade / retorno à vida no meio das florestas (2º parágrafo)
E ampliação dos horizontes intelectuais / arrancou para sempre da animalidade (2º parágrafo)

De acordo oom o Código Civil, as pessoas juridlcas

A de direito público interno são civilmente responsáveis por atos de seus agentes, ainda que não tenham relação com a função pública.
B não se confundem com seus sócios, associados, instituidores ou administradores, mas, se caírem em insolvência, terão sua personalidade desconsiderada por ato administrativo de qualquer agente público que esteja exercendo atividade de fiscalização.
C obrigam-se pelos atos de seus administradores, exercidos nos limites dos poderes definidos no ato constitutivo.
D não possuem proteção a direitos da personalidade.
E de direito privado iniciam sua existência legal com o consentimento sobre sua denominação, fins, sede, tempo de duração e fundo social, quando houver.

De acordo com o Código Tributário Municipal de Jaboatão dos Guararapes - Lei nº 155/1991, de 27 de dezembro de 1991, no Procedimento Fiscal Administrativo - PFA, a parte interessada será intimada ou notificada dos atos administrativos

A mediante publicação no Diário Oficial do Município, quando a parte interessada tiver domicílio ou residência fora do Município.
B por meio do Domicílio Tributário Eletrônico - DTE, desde que a parte interessada ou seu representante legal tenha até 60 anos de idade.
C mediante publicação no Diário Oficial do Município, quando houver recusa da ciência pessoal.
D mediante comunicação escrita, atestada pela autoridade tributária, e sem necessidade de prova de recebimento.
E mediante expedição de correspondência simples, sem necessidade de prova de recebimento, para o endereço do contribuinte, constante de seu cadastro na Prefeitura, apenas nos casos em que ele tenha residência ou domicílio no Município.

A configuração correta do serviço DHCP ( Dynamic Host Configuration Protocol ) é fundamental para a distribuição automática de endereços IP e outras informações da rede para dispositivos conectados. Um Analista afirma, corretamente, que

A o DHCP opera na porta 443 para comunicações seguras entre clientes e servidores, usando criptografia SSL/TLS para proteger as informações de configuração de rede.
B o DHCP é baseado no BOOTSP, um protocolo bootstrap que permite que um servidor crie seu próprio endereço IP, o endereço IP de um host de servidor e o nome de um arquivo bootstrap.
C o objetivo do DHCP sniffing é impedir que conexões maliciosas ataquem a rede dos usuários, fazendo a interceptação e/ou alteração das mensagens enviadas entre clientes de rede e servidores DHCP.
D no protocolo DHCP, o gerenciamento de assinantes oferece suporte a timers configuráveis que podem ser usados para gerenciar os leasings de endereço DHCPv4 e DHCPv6 fornecidos por pools de atribuição de endereços.
E o servidor DHCP sempre atribui o mesmo endereço IP ao mesmo dispositivo, independentemente de o lease original ter expirado ou não, para garantir a consistência da rede.
Órgão: Tribunal Regional do Trabalho da 20ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área Tecnologia da Informação Prova: FCC - TRT 20 - Analista Judiciário - Área Tecnologia da Informação - 2024

O Estado “Xº, Parte na Convenção sobre a Eliminação de todas as Formas de Discriminação Racial, julgou que o Estado “Yº, igualmente Parte, não aplicou as disposições nela contidas. Assim, chamou a atenção do Comitê, o qual trata da eliminação da discriminação racial, sobre a questão. Então, o Comitê transmitiu a comunicação ao Estado Parte “” que, no prazo de

A um ano, submeterá ao Comitê as explicações ou declarações por escrito, a fim de esclarecer a questão e indicar as medidas corretivas que por acaso tenham sido tomadas por ele. E, se dentro de um prazo de dezoito meses a partir da data do recebimento da comunicação original por esse Estado a questão não for resolvida a contento dos dois estados, por meio de negociações bilaterais ou por qualquer outro processo que estiver à sua disposição, os Estados interessados não terão o direito de submeté-la novamente ao Comitê, devendo recorrer à Assembleia Geral das Nações Unidas.
B três meses, submeterá ao Comitê as explicações ou declarações por escrito, a fim de esclarecer a questão e indicar as medidas corretivas que por acaso tenham sido tomadas por ele. E, se dentro de um prazo de seis meses a partir da data do recebimento da comunicação original por esse Estado a questão não for resolvida a contento dos dois estados, por meio de negociações bilaterais ou por qualquer outro processo que estiver à sua disposição, tanto um como o outro terão o direito de submetê-la novamente ao Comitê, endereçando uma notificação ao Comitê assim como ao outro Estado interessado.
C dois meses, no máximo, submeterá ao Comitê as explicações ou declarações por escrito, a fim de esclarecer a questão & indicar as medidas corretivas que por acaso tenham sido tomadas por ele. E, se dentro de um prazo de um ano a partir da data do recebimento da comunicação original por esse Estado a questão não for resolvida a contento dos dois estados, por meio de negociações bilaterais ou por qualquer outro processo que estiver à sua disposição, os Estados interessados não terão o direito de submetê-la novamente ao Comitê, devendo recorrer à Assembleia Geral das Nações Unidas.
D seis meses, submeterá ao Comitê as explicações ou declarações por escrito, a fim de esclarecer a questão e indicar as medidas corretivas que por acaso tenham sido tomadas por ele. E, se dentro de um prazo de dezoito meses a partir da data do recebimento da comunicação original por esse Estado a questão não for resolvida a contento dos dois estados, por meio de negociações bilaterais ou por qualquer outro processo que estiver à sua disposição, tanto um como o outro terão o direito de submetê-la novamente ao Comitê, endereçando uma notificação ao Comitê assim como ao outro Estado interessado.
E seis meses, submetera ao Comitê as explicações ou declarações por escrito, a fim de esclarecer a questão e indicar as medidas corretivas que por acaso tenham sido tomadas por ele. E, se dentro de um prazo de dezoito meses a partir da data do recebimento da comunicação original por esse Estado a questão não for resolvida a contento dos dois estados, por melo de negociações bilaterais ou por qualquer outro processo que estiver à sua disposição, os Estados interessados não terão o direito de submetê-la novamente ao Comitê, devendo recorrer à Assembleia Geral das Nações Unidas.

Leia o trecho de um discurso do General Emilio Garrastazu Médici, proferido em Manaus em 08 de outubro de 1970:

A Amazônia ainda não encontrou sua vocação econômica. O café e o cacau, a madeira e a borracha, o boi a juta e a castanha têm sido momentos passageiros de riqueza; momentos que não trouxeram mais duradouras mudanças na infraestrutura socioeconômica. [...] Somente depois da Revolução é que vieram os tratores e o idealismo da engenharia militar, desvendando e aproximando a Amazônia. [...] O coração da Amazônia é O cenário para que se diga ao povo que a Revolução e este governo são essencialmente nacionalistas, entendido o nacionalismo como a afirmação do interesse nacional sobre quaisquer interesses e a prevalência das soluções brasileiras para os problemas do Brasil.

(APUD MIRANDA, Camila Barbosa Monção. Ditadura militar s Amazônia: as promessas desenvolvimentistas de um governo autoritário. Anais do XXTX Simpósio Nacional de História, Brasília (DF), 2017, p. 9. Disponível em: https:/!/snh2017 .anpuh.org )

A partir do trecho acima e considerando as ações do governo militar na Amazônia, o discurso

A propagandeia os feitos do governo militar na região, que decide eliminar a pecuária e práticas extrativistas como a castanha, a madeira, entre outras para dar lugar a obras de engenharia e infraestrutura geradas pela instalação de empresas na Zona Franca de Manaus.
B defende o povoamento do coração da Amazônia, uma vez que o vazio demográfico, na visão daquele governo, deveria ser combatido com idealismo e a militarização da região.
C revela uma interpretação do golpe de 1964 como uma revolução e um diagnóstico de que o governo militar estava proporcionando desenvolvimento econômico perene para a região e de viés nacionalista.
D atesta a falta de desenvolvimento econômico na região como um desafio ainda sem solução e celebra Manaus como sendo o centro político e econômico da Amazônia.
E alerta para o fato de que as atividades econômicas realizadas na região até aquele momento foram iniciativas estrangeiras, havendo a necessidade de uma revolução imediata para alterar essa situação.

Na gestão por resultados, em relação à produção de serviços públicos, há a etapa de formulação da política pública e a de implementação de ações. Nesta última, considerando que a formulação traduz os objetivos da política pública em resultados, a coordenação para atingi-los se dá

A pela indicação de metas burocráticas.
B por avaliação sem definição de indicadores.
C por anotação de eixos cumpridos.
D pela orientação por resultados.
E pela busca de menor autonomia.

A avaliação de desempenho de determinada equipe com base na metodologia 360º ou circular deve, necessariamente,

A realizar dinâmicas de grupo com vistas a aferir a capacidade dos avaliados de responderem a diferentes cenários, com desafios emulados a partir de potenciais situações reais.
B identificar os talentos existentes na organização, que serão elegíveis para as próximas promoções, devendo, antes, atuar em todos os setores da organização.
C incluir a autoavaliação, além da avaliação por stakeholders que se relacionam com o avaliado, tais como colegas e clientes, e não apenas por superiores.
D ranquear os avaliados de acordo com faixas de desempenho, de forma a estratificar a equipe para a alocação de tarefas e responsabilidades.
E contar com a supervisão de um avaliador externo, para evitar que os superiores apresentem viés na avaliação decorrente de preconceitos e idiossincrasias.