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Um empréstimo no valor de R$ 15.000,00 é concedido pelo prazo de um ano a uma taxa de juros nominal de 36% ao ano com capitalização trimestral. O montante do empréstimo, em reais, pode ser calculado multiplicando 15.000 por

A (1,36/4+1)
B (1,09) 4
C 4(1.36) 1/12
D (1,36) 1/3
E 4(1,09) 1/3
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado do Piauí Cargo: Analista do Tesouro Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ PI - Analista do Tesouro Estadual - Área: Tecnologia da Informação - 2025

Um Tribunal planeja garantir que todos os dispositivos conectados à sua rede sejam devidamente autenticados e estejam em conformidade com as políticas de segurança antes de permitir o acesso. Além disso, deseja minimizar o impacto de possíveis ataques intemos através de segmentação de rede. Nesse contexto, a solução adequada é utilizar

A IDS e VLANS.
B NAC e VLANS.
C Firewall e SIEM.
D IPS e DMZ.
E Proxy e Antivirus.
Órgão: Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região Cargo: Técnico Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Tecnologia da Informação Prova: FCC - TRT 15 - Técnico Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Tecnologia da Informação - 2025
Texto associado
Atenção : Considere o texto abaixo para responder às questões de números 8 a 12.
Muitos e muitos anos atrás, antes do asfalto, quando a rodovia Fernão Dias ou era um mar de pó ou um mar de lama, as viagens eram aventuras. Eu morava no interior de Minas e o jeito de vir a Campinas para ver a namorada era arranjar carona em algum caminhão. Pois foi numa destas vezes que o motorista, delicadamente, para início de uma conversa que prometia ser muito longa, me perguntou: “E O que é que você faz?” Eu poderia ter dito simplesmente: "Sou professor”. isto ele entenderia perfeitamente, pois já havia frequentado escolas, sabia muitas coisas sobre professores, e passaria então a contar de suas proezas na aritmética e suas dificuldades com a língua pátria. Mas eu, tolo, e para dar um ar de importância, respondi: “Sou professor de filosofia..." O rosto do motorista se iluminou num largo sorriso. “Até que enfim”, ele disse. “Faz anos que eu quero saber o que é filosofia e até hoje não encontrei ninguém que me explique. Mas hoje tenho a sorte de ter um professor de filosofia como companheiro de viagem. Afinal de contas, o que é filosofia?”
Não tenho memória alguma do que lhe disse como inútil explicação.
(ALVES, Rubens. O retorno e terno. Papirus, Campinas, 2010)

A expressão do trecho que realça um segmento da frase sem exercer função sintática está sublinhado em:

A quando a rodovia Fernão Dias ou era um mar de pó
B Isto ele entenderia perfeitamente
C “E o que é que você faz?”
D sabia muitas coisas sobre professores
E Não tenho memória alguma do que lhe disse como inútil explicação
Órgão: Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região Cargo: Técnico Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Tecnologia da Informação Prova: FCC - TRT 15 - Técnico Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Tecnologia da Informação - 2025

O Município de São Paulo pretende construir um passeio público em área importante da cidade, de forma a garantir a segurança e a acessibilidade da população paulistana. No que concerne às características do passeio público, previsto expressamente na Lei nº 10.098/2000,

A constitui elemento obrigatório de urbanização, todavia não faz parte da via pública.
B não constitui elemento obrigatório de urbanização, mas consiste em parte da via pública, normalmente segregado e em nível diferente.
C destina-se somente à circulação de pedestres e, quando possível, à implantação de mobiliário urbano e de vegetação.
D trata-se de elemento obrigatório de urbanização e parte da via pública, excepcionalmente segregado e no mesmo nível.
E destina-se somente à circulação de pedestres, não se admitindo sua destinação para implantação de mobiliário urbano ou vegetação.

A equipe de uma Secretaria da Fazenda está analisando pagamentos pendentes de empresas em diferentes categorias de transações. Para isso, foi gerada a tabela 1, de dados financeiros, denominada Dados Brutos. A equipe deseja calcular o total pendente de cada empresa por categoria. Para isso, criou a tabela 2 auxiliar denominada Cálculo de Pendências. Ambas as tabelas foram criadas em uma planilha no Microsoft Excel.

Com base nos dados fornecidos e em condições ideais, a fórmula correta para calcular o Total Pendente da empresa Beta S.A., na célula 12, de forma que ela possa ser arrastada para preencher corretamente o valor da empresa Alfa Ltda, abaixo, na célula 13, é:

A =SOMASE (D:D;E:E;"Pendente")
B =SOMASE (D:D;E:E; "Pendente";B:B;G2)
C =SOMASES (D:D; C:C;G2;B:B;H2;E:E; "Pendente")
D =SOMAPRODUTO((B:B=G2)*(C:C=H2)*(E:E="Pendente")* (D: D))
E =SOMASES (D:D;E:E; "Pendente";B:B;G2;C:C;H2)

Suponha que dois eventos, A e B, ocorram independentemente, com P(A) = 0,4 e P(B)= 0,5. Então a probabilidade de ocorrer, pelo menos, um desses eventos é de

A 80%
B 90%
C 60%
D 50%
E 70%
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado do Piauí Cargo: Agente de Tributos da Fazenda Estadual - Área: Geral Prova: FCC - SEFAZ PI - Agente de Tributos da Fazenda Estadual - Área: Geral - 2025

A educação corporativa

A tem como finalidade o currículo de funcionários e colaboradores.
B reflete positivamente nos serviços públicos disponibilizados à sociedade.
C visa estabelecer concorrência entre recursos humanos de órgãos públicos.
D só é possível na iniciativa privada.
E reconhece modelo clássico e estático de proteção ao órgão.
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 1 a 8, baseie-se no texto abaixo.

[Respirar, conhecer]

Quando as pessoas fazem as grandes perguntas da vida, normalmente não têm interesse em saber quando a respiração está penetrando em suas narinas e quando está saindo. E, sim, querem saber coisas como o que acontece depois que se morre. Mas o real enigma da vida não é o que acontece depois que se morre, e sim o que acontece antes de morrer. Se você quer compreender a morte, precisa compreendera vida.
As pessoas perguntam: “Quando eu morrer, simplesmente desapareço por completo? Irei para o céu? Renascerei num novo corpo?”. Essas perguntas fundamentam-se na suposição de que existe um eu que perdura do nascimento até a morte, e a pergunta é: “O que acontece com este eu na morte?”. Mas o que é que perdura do nascimento até a morte? O corpo muda a cada momento, o cérebro muda a cada momento, a mente muda a cada momento. Quanto mais de perto você se observa, mais óbvio fica que nada perdura, mesmo que de um momento para o momento seguinte. Então o que dá unidade à vida? Se você não sabe qual é a resposta para isso, não compreende a vida, e certamente não compreende a morte. Se e quando você alguma vez descobrir o que dá unidade à vida, a resposta à grande questão da morte também ficará aparente.
As pessoas dizem: “A alma perdura do nascimento até a morte e portanto dá unidade à vida” - mas isso é só uma narrativa. Você alguma vez já observou uma alma? Você é capaz de explorar isso a qualquer momento, não só no momento da morte. Se for capaz de compreender o que acontece com você quando um momento termina e outro começa — você também compreenderá o que vai acontecer com você no momento da morte. Se for realmente capaz de observar a si mesmo na duração de uma única respiração — você vai compreender tudo isso.

(Adaptado de: HARARI, Yuval Noah. 21 lições para o século 21. São Paulo: Companhia das Letras, tradução de Paulo Geiger, 2018, p. 380-381)

O autor analisa o fenômeno da nossa respiração corporal para demonstrar o fato de que

A os movimentos típicos da nossa respiração trazem, em si mesmos, indícios da vulnerável condição humana.
B nosso sistema respiratório deve ser qualificado como um obstáculo para a compreensão da morte.
C não costumamos nos preocupar com essa mecânica essencial da vida, por julgá-la simplesmente natural.
D o ritmo dos acontecimentos vitais está diretamente relacionado com o ritmo da nossa respiração.
E o ato de respirar confere à nossa vida a qualidade de uma experiência clara, ininterrupta e invariável.
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 1 a 5, baseie-se no texto seguinte.

As duas memórias

O filósofo francês Henri Bergson distinguiu dois tipos de memória, dos quais nos servimos ao longo da vida: a memória-hábito e a memória-pura. Na memória-hábito, o corpo guarda esquemas de comportamento de que se vale muitas vezes automaticamente na sua ação sobre as coisas; na memória-pura, ocorrem lembranças independentes de quaisquer hábitos, lembranças isoladas, que constituiriam autênticas ressurreições do passado.
A análise do cotidiano mostra que a relação entre essas duas formas de memória é, não raro, conflitiva. Na medida em que a vida psicológica entra na bitola dos hábitos, e move-se para a ação, restaria pouca margem para o devaneio onde flui a evocação espontânea das imagens e das lembranças avulsas. O contrário também é verdadeiro: o sonhador resiste ao enquadramento nos hábitos, que é peculiar ao homem de ação.
A memória-hábito adquire-se pelo esforço da atenção e pela repetição de gestos e palavras. Ela é um processo que se dá pelas exigências da socialização. Graças à memória-hábito, sabemos "de cor" os movimentos que exigem, por exemplo, o comer segundo as regras da etiqueta, o falar uma língua estrangeira, o dirigir um automóvel, o costurar, o datilografar etc.
No outro extremo, a lembrança pura, quando se atualiza na imagem-lembrança, traz à tona a consciência de um momento único, singular, não repetido, irreversível, da vida. Sonho e poesia são, tantas vezes, feitos dessa matéria que estaria latente nas zonas profundas do psiquismo, a que Bergson não hesitará em dar o nome de "inconsciente".
A imagem-lembrança tem data certa: refere-se a uma situação definida, individualizada, ao passo que a memória-hábito já se incorporou às práticas do dia a dia. A memória-hábito parece fazer um só todo com a percepção do presente. "Memória-sonho" e "memória-trabalho" também seriam denominações justas, para bem distingui-las.

(Adaptado de: BOSI, Ecléa. Memória e sociedade - Lembranças de velhos. São Paulo: T. A. Queiroz. 1979, p. 11)

Está plenamente correta a redação da seguinte frase:

A A resistência de que se aplica ao esquecimento aproximam essas imagens da poesia.
B Diante do aspecto prático da memória-trabalho opõem-se a poesia das imagens-lembranças.
C Das memórias em que nos valemos nem sempre nos cabem reconhecer sua utilidade.
D Imprime-se nas memórias caracterizadas por Bergson a distinção entre suas duas naturezas.
E Resultam com o esforço da atenção e da repetição a utilidade desse tipo de memória.
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 1 a 5, baseie-se no texto seguinte.

As duas memórias

O filósofo francês Henri Bergson distinguiu dois tipos de memória, dos quais nos servimos ao longo da vida: a memória-hábito e a memória-pura. Na memória-hábito, o corpo guarda esquemas de comportamento de que se vale muitas vezes automaticamente na sua ação sobre as coisas; na memória-pura, ocorrem lembranças independentes de quaisquer hábitos, lembranças isoladas, que constituiriam autênticas ressurreições do passado.
A análise do cotidiano mostra que a relação entre essas duas formas de memória é, não raro, conflitiva. Na medida em que a vida psicológica entra na bitola dos hábitos, e move-se para a ação, restaria pouca margem para o devaneio onde flui a evocação espontânea das imagens e das lembranças avulsas. O contrário também é verdadeiro: o sonhador resiste ao enquadramento nos hábitos, que é peculiar ao homem de ação.
A memória-hábito adquire-se pelo esforço da atenção e pela repetição de gestos e palavras. Ela é um processo que se dá pelas exigências da socialização. Graças à memória-hábito, sabemos "de cor" os movimentos que exigem, por exemplo, o comer segundo as regras da etiqueta, o falar uma língua estrangeira, o dirigir um automóvel, o costurar, o datilografar etc.
No outro extremo, a lembrança pura, quando se atualiza na imagem-lembrança, traz à tona a consciência de um momento único, singular, não repetido, irreversível, da vida. Sonho e poesia são, tantas vezes, feitos dessa matéria que estaria latente nas zonas profundas do psiquismo, a que Bergson não hesitará em dar o nome de "inconsciente".
A imagem-lembrança tem data certa: refere-se a uma situação definida, individualizada, ao passo que a memória-hábito já se incorporou às práticas do dia a dia. A memória-hábito parece fazer um só todo com a percepção do presente. "Memória-sonho" e "memória-trabalho" também seriam denominações justas, para bem distingui-las.

(Adaptado de: BOSI, Ecléa. Memória e sociedade - Lembranças de velhos. São Paulo: T. A. Queiroz. 1979, p. 11)

Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:

A se dá pelas exigências da socialização (3º parágrafo) = vai de encontro aos fins sociais.
B latente nas zonas profundas do psiquismo (4º parágrafo) = emerso do fundo da consciência.
C autênticas ressurreições do passado (1º parágrafo) = legítimas ressuscitações do decorrido.
D entra na bitola dos hábitos (2º parágrafo) = expande-se pelos trilhos habituais.
E evocação espontânea das imagens (2º parágrafo) = interpelação natural das figuras.
Órgão: Tribunal Regional do Trabalho da 1ª Região Cargo: Técnico Judiciário - Área Apoio Especializado - Enfermagem do Trabalho Prova: FCC - TRT 1 - Técnico Judiciário - Área Apoio Especializado - Enfermagem do Trabalho - 2025