QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
27.052 questões encontradas

A configuração de ato de improbidade depende da

A comprovação de dolo específico ou de culpa grave pelo autor do ato.
B demonstração de lesão ao patrimônio de pessoa jurídica de direito público, eis que os entes com natureza jurídica de direito privado podem buscar ressarcimento por melo de execução própria ou com fundamento na legislação específica anticorrupção.
C natureza do vínculo funcional mantido entre o agente que praticou o ato e a Administração Pública, não se tipificando nas hipóteses de contratação por tempo determinado ou de empregos em comissão.
D comprovação de dolo específico do autor do ato, não sendo imprescindível a existência de vínculo funcional estatutário para a caracterização do agente público como legitimado ativo.
E existência de prejuízo ao erário e de enriquecimento lícito do autor do ato, cumulativamente.
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado do Piauí Cargo: Agente de Tributos da Fazenda Estadual - Área: Geral Prova: FCC - SEFAZ PI - Agente de Tributos da Fazenda Estadual - Área: Geral - 2025

A Lei nº 8.429/1992 (Lei de Improbidade Administrativa), em sua redação vigente,

A afasta a responsabilização de particulares, ainda que concorram dolosamente para a prática do ato administrativo por agentes públicos.
B prevê a perda da função pública para todas as hipóteses de improbidade, desde que a conduta seja considerada grave pelo magistrado.
C estabelece rol exemplificativo de condutas atentatórias contra os princípios da Administração Pública.
D afasta o uso da ação de improbidade para controle de legalidade de políticas públicas.
E admite a responsabilidade por culpa grave nas hipóteses de conduta causadora de lesão ao patrimônio público.

Pedro, servidor público, está sendo processado por suposta prática de ato de improbidade administrativa tendo em vista que, no período em que era responsável pelo setor de compras de determinada autarquia, foram constatadas deficiências em pesquisas de preços que resultaram em aquisições de determinados produtos por valores acima dos praticados pelo mercado ou em condições menos vantajosas, segundo apurado em auditoria realizada pelo Tribunal de Contas. De acordo com a Lei de Improbidade Administrativa (Lei nº 8.429/1992, com as alterações introduzidas pela Lei nº 14.230/2021), Pedro

A somente estará sujeito à condenação por ato de improbidade, se condenado pela prática de crime contra a Administração Pública, não mais sendo admitida a independência de instâncias vigente sob a égide da lei anterior.
B poderá ser condenado, se comprovado que se omitiu no dever de zelar pelo patrimônio da autarquia, atuando negligentemente no exercício de suas funções.
C será condenado por ato de improbidade apenas na hipótese de obtenção de vantagem pessoal, não bastando a conduta, dolosa ou culposa, que tenha causado prejuízo à Administração Pública.
D poderá ser condenado por improbidade administrativa, caso comprovado prejuízo à Administração Pública e desde que tenha sido previamente condenado em processo administrativo disciplinar pela prática da ação ou omissão tida como improba.
E somente poderá ser condenado por ato de improbidade, se comprovado que atuou com dolo, consistente na vontade livre e consciente de alcançar o resultado ilícito tipificado na referida lei.

Segundo texto da Emenda Constitucional 132/2023 (Reforma Tributária), ao prever que lei complementar instituirá imposto sobre bens e serviços de competência compartilhada entre Estados, Distrito Federal e Municípios, previu, ainda, que o tributo instituído permite que

A será objeto de concessão de incentivos e benefícios financeiros ou fiscais relativos ao imposto.
B incidirá sobre as exportações.
C será cumulativo, não permitindo compensação.
D será cobrado pelo somatório das alíquotas da União, dos Estados e do Distrito Federal de destino da operação.
E cada ente federativo fixe sua alíquota própria por lei específica.
Órgão: Tribunal Regional Federal da 4ª Região Cargo: Analista Judiciário- Área Judiciária - Especialidade: Oficial de Justiça Avaliador Federal Prova: FCC - TRF 4 - Analista Judiciário - Área Judiciária - Especialidade: Oficial de Justiça Avaliador Federal - 2025

Considere o seguinte diagrama parcial BPMN:

No diagrama, os elementos E1 e E2 representam, correta e respectivamente, Gateway

A Inclusivo e Evento Link .
B Paralelo Complexo e Evento Intermediário de Compensação.
C Inclusivo Baseado em Evento e Evento Intermediário Condicional.
D Exclusivo e Evento Vários paralelos.
E Baseado em Evento e Evento Intermediário de Escalonamento.
Órgão: Tribunal Regional Federal da 4ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área Análise de Sistemas de Informação Prova: FCC - TRF 4 - Analista Judiciário - Área Análise de Sistemas de Informação - 2025

Em um projeto de modernização da infraestrutura tecnológica de um tribunal, a equipe de analistas foi encarregada de implantar práticas de DevSecOps, integrando mecanismos de monitoramento contínuo e coleta estruturada de logs de aplicações em produção. Para isso, definiu-se a utilização do conjunto de ferramentas conhecido como ELK Stack (Elasticsearch, Logstash e Kibana). Com base nessa arquitetura e nos princípios de segurança no pipeline de desenvolvimento, a equipe deverá adotar práticas que

A mantenham o Elasticsearch configurado com permissões amplas para facilitar a consulta aos dados operacionais por equipes diversas, priorizando a visibilidade sobre a segmentação por perfis.
B configurem o Logstash para aplicar transformações nos dados coletados e realizar pré-processamento antes de encaminhá-los ao destino configurado, priorizando regras de filtragem voltadas à observabilidade.
C utilizem o Logstash como parte do fluxo de ingestão de dados, mas concentrem o controle de acesso aos logs ao nível de dashboard , assumindo que as fontes são sempre confiáveis.
D empregam o Elasticsearch para indexação e busca eficiente de logs , utilizando o Kibana para visualização e análise gráfica dos dados.
E integrem o Kibana ao pipeline de CI/CD como ferramenta de apoio à auditoria de eventos, evitando correlações automáticas entre logs de diferentes fontes.
Órgão: Tribunal Regional Federal da 4ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área Análise de Sistemas de Informação Prova: FCC - TRF 4 - Analista Judiciário - Área Análise de Sistemas de Informação - 2025

Uma Analista está desenvolvendo uma aplicação para uso na rede interna que envia e recebe dados por TCP. Para tanto, ele criou na aplicação o endereço do soquete TCP/IP que

A combina os endereços lógicos das camadas de aplicação e transporte com o endereço físico da placa de rede.
B concatena o endereço IP da interface do host local com o número da porta TCP local.
C combina o endereço da camada de enlace do host local com o endereço da camada de rede do host de destino.
D concatena o endereço TCP da interface do host local com o endereço lógico da camada de transporte.
E concatena o id da aplicação com o endereço TCP da camada de internet.
Órgão: Tribunal Regional Federal da 4ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área Análise de Sistemas de Informação Prova: FCC - TRF 4 - Analista Judiciário - Área Análise de Sistemas de Informação - 2025
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 1 a 5, baseie-se no texto abaixo.

Escolha ética do sujeito

Afirma o psiquiatra e terapeuta suiço Carl Gustav Jung, em seu livro Memórias, sonhos e reflexões : “Quando se toca no mal, corre-se o risco iminente de se sucumbir a ele. O homem, de um modo geral, não deve sucumbir nem mesmo ao bem. Um pretenso bem ao qual se sucumbe perde seu caráter moral, não porque tenha se tomado um mal em si, mas porque simplesmente se sucumbiu a ele.”
Nessa passagem Jung faz compreender a condicionante decisiva desse especial e mais grave “sucumbir” que nos vitima: nossa submissão sem volta a um campo de julgamento em que os valores já estão firmados e cristalizados em polarizações mecânicas.
Para Jung, o bem e o mal “constituem, juntamente, um todo paradoxal”. E continua: “o indivíduo [...] procura ansiosamente as regras e as leis exteriores às quais possa ater-se cegamente nos momentos de perplexidade”. E lembra ele que é comum atribuir a essas regras e leis exteriores a qualificação definitiva de “fatos”, antes mesmo de qualquer busca de comprovação.
Pode parecer-nos oportuno abandonar, por exemplo, a complexidade dos desafios do nosso tempo para nos submetermos à ideologia mais confortável e simplificadora, à qual passamos a nos agarrar sem sombra de reflexão mais séria. Escolhemos aquilo que nos parece mais natural, mais fácil. No entanto, antes de julgar o valor da específica escolha adotada no cardápio vicioso de valores já assentados, Jung considera, assim, o malefício fundamental do nosso acatamento irrefletido de uma escolha que, a rigor, sequer chegamos a escolher.
(Silvério Tárrega, a editar)

A complexa e contraditória moral do homem pode ser deduzida da seguinte passagem do texto:

A nosso acatamento irrefletido de uma escolha.
B Quando se toca no mal, corre-se o risco iminente de se sucumbir a ele.
C nossa submissão sem volta a um campo de julgamento em que os valores já estão firmados.
D o bem e o mal "constituem, juntamente, um todo paradoxal".
E nos submetermos à ideologia mais confortável e simplificadora.
Órgão: Tribunal Regional Federal da 4ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área Análise de Sistemas de Informação Prova: FCC - TRF 4 - Analista Judiciário - Área Análise de Sistemas de Informação - 2025
Texto associado
Atenção : Para responder às questões de números 1 a 5, baseie-se no texto abaixo.

Escolha ética do sujeito

Afirma o psiquiatra e terapeuta suiço Carl Gustav Jung, em seu livro Memórias, sonhos e reflexões : “Quando se toca no mal, corre-se o risco iminente de se sucumbir a ele. O homem, de um modo geral, não deve sucumbir nem mesmo ao bem. Um pretenso bem ao qual se sucumbe perde seu caráter moral, não porque tenha se tomado um mal em si, mas porque simplesmente se sucumbiu a ele.”
Nessa passagem Jung faz compreender a condicionante decisiva desse especial e mais grave “sucumbir” que nos vitima: nossa submissão sem volta a um campo de julgamento em que os valores já estão firmados e cristalizados em polarizações mecânicas.
Para Jung, o bem e o mal “constituem, juntamente, um todo paradoxal”. E continua: “o indivíduo [...] procura ansiosamente as regras e as leis exteriores às quais possa ater-se cegamente nos momentos de perplexidade”. E lembra ele que é comum atribuir a essas regras e leis exteriores a qualificação definitiva de “fatos”, antes mesmo de qualquer busca de comprovação.
Pode parecer-nos oportuno abandonar, por exemplo, a complexidade dos desafios do nosso tempo para nos submetermos à ideologia mais confortável e simplificadora, à qual passamos a nos agarrar sem sombra de reflexão mais séria. Escolhemos aquilo que nos parece mais natural, mais fácil. No entanto, antes de julgar o valor da específica escolha adotada no cardápio vicioso de valores já assentados, Jung considera, assim, o malefício fundamental do nosso acatamento irrefletido de uma escolha que, a rigor, sequer chegamos a escolher.
(Silvério Tárrega, a editar)

Ao considerar os valores a que podemos sucumbir, Jung considera que

A nos momentos de perplexidade devemos avaliar a possibilidade de se escolher com ligeireza entre o bem e o mal.
B só os parâmetros marcadamente benévolos podem ser aceitos por nós sem qualquer restrição.
C a submissão ao mal é uma característica de quem não avaliou as vantagens inequívocas do bem.
D para virmos a adotar qualquer atitude ética precisamos confiar na nossa capacidade intuitiva.
E a mais grave das submissões está em nos resignarmos a acatar irreftetidamente normas externas de conduta.
Órgão: Tribunal Regional Federal da 4ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área Análise de Sistemas de Informação Prova: FCC - TRF 4 - Analista Judiciário - Área Análise de Sistemas de Informação - 2025

Considere a seguinte situação hipotética: Xisto é Prefeito de determinado Município do Estado do Rio Grande do Sul e está sendo processado pela prática de ato de improbidade administrativa causador de prejuízo ao erário. Na petição inicial, o Ministério Público, autor da ação, enquadrou a conduta de Xisto em um dos incisos do artigo 10, da Lei nº 8.429/1992. Nos termos da Lei de Improbidade Administrativa (Lei nº 8.429/1992), caso Xisto seja condenado, uma das sanções passíveis de lhe ser aplicada, dentre outras, é o pagamento de multa civil

A equivalente ao valor do dano, podendo ser aumentada até o dobro, se o juiz considerar que, em virtude da situação econômica do réu, o valor for ineficaz para reprovação e prevenção do ato de improbidade.
B de até 12 vezes o valor da remuneração percebida pelo agente, podendo ser aumentada até o triplo, se o juiz considerar que, em virtude da situação econômica do réu, o valor for ineficaz para reprovação e prevenção do ato de improbidade.
C de até 24 vezes o valor da remuneração percebida pelo agente, podendo ser aumentada até o dobro, em virtude da gravidade do ato praticado, independentemente da situação econômica do réu.
D equivalente ao valor do dano, não podendo ser aumentada em nenhuma circunstância, haja vista expressa disposição legal nesse sentido.
E equivalente a 2 vezes o valor do dano, podendo ser aumentada até o triplo, em virtude da gravidade do ato praticado, independentemente da situação econômica do réu.
Órgão: Tribunal Regional Federal da 4ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área Análise de Sistemas de Informação Prova: FCC - TRF 4 - Analista Judiciário - Área Análise de Sistemas de Informação - 2025