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Segundo a Lei nº 6.766/1979, que dispõe sobre o parcelamento do solo urbano, em relação aos requisitos urbanísticos para loteamento, os loteamentos deverão atender, pelo menos, entre outros requisitos:

“Ao longo das faixas de domínio público das rodovias, a reserva de faixa não edificável de, no mínimo, __I__ metros de cada lado poderá ser reduzida por lei municipal ou distrital que aprovar o instrumento do planejamento territorial, até o limite mínimo de __II__ metros de cada lado.”

As lacunas I e II são, correta e respectivamente, preenchidas por:

A 10 - 3
B 15 - 5
C 5 - 25
D 12 - 6
E 8 - 4
Órgão: Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Engenharia Civil Prova: FCC - TRT 2 - Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Engenharia Civil - 2025

A viga de concreto armado da figura a seguir apresenta fissuras ao longo do vão.

A causa da ocorrência dessas fissuras é devido

A aos esforços de torção.
B aos esforços de cisalhamento.
C aos esforços de flexão.
D à retração hidráulica.
E à fluência do concreto.
Órgão: Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Engenharia Civil Prova: FCC - TRT 2 - Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Engenharia Civil - 2025

Durante a escavação de um terreno para a execução do subsolo de uma nova edificação, verificou-se que o solo possuía empolamento de 25%. Para tanto, o transporte de 550 m³ de solo solto corresponde ao volume de solo medido no corte de:

A 250,75 m³.
B 650,00 m³.
C 550,00 m³.
D 440,00 m³.
E 687,50 m³.
Órgão: Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região Cargo: Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Engenharia Civil Prova: FCC - TRT 2 - Analista Judiciário - Área Apoio Especializado - Especialidade: Engenharia Civil - 2025

Para mensurar a riqueza criada pela própria entidade, a Demonstração do Valor Adicionado (DVA) dá tratamento específico aos seus componentes, o que a difere da Demonstração do Resultado do Exercício (DRE). Sobre a mensuração da criação de riqueza na DVA para uma empresa não financeira, considere:

I. As receitas de contratos com clientes precisam ser apresentadas brutas, isto é, incluindo os valores correspondentes aos tributos sobre receitas.
II. O custo dos produtos vendidos não deve considerar os gastos com pessoal próprio.
III. As despesas financeiras devem incluir o valor correspondente às variações cambiais passivas.
IV. Os materiais e serviços de terceiros consumidos devem considerar os tributos incluídos no momento da aquisição.

Está correto o que se afirma APENAS em

A II e IV.
B I e III.
C I, II e IV.
D I, III e IV.
E II e III.
Órgão: Controladoria Geral do Município de São Paulo Cargo: Auditor de Controle Interno - Área: Geral Prova: FCC - CGM SP - Auditor de Controle Interno - Área: Geral Conhecimentos Especializados - Prova 3 - 2025

São parâmetros a se considerar na escolha de avaliadores externos de políticas públicas:

I. Experiência e conhecimento técnico.
II. Experiência na execução de projetos com o setor privado.
III. Reconhecimento e credibilidade institucional perante os interessados.
IV. Ausência de confito de interesses.

Está correto o que se afirma APENAS em

A II e III.
B I e III.
C I, II e IV.
D II e IV.
E I, III e IV.
Órgão: Controladoria Geral do Município de São Paulo Cargo: Auditor de Controle Interno - Área: Geral Prova: FCC - CGM SP - Auditor de Controle Interno - Área: Geral Conhecimentos Especializados - Prova 3 - 2025
Texto associado
Atenção: Considere o texto abaixo para responder às questões de números 1 a 6.

Os mitos existem para esconder a realidade. Por isso mesmo, eles revelam a realidade íntima de uma sociedade ou de uma civilização. Como se poderia, no Brasil colonial ou imperial, acreditar que a escravidão seria, aqui, por causa de nossa “Índole cristã”, mais humana, suave e doce que em outros lugares? Ou, então, propagar-se, no ocaso do século XIX, no próprio país no qual o partido republicano preparava-se para trair simultaneamente a ideologia e a utopia republicanas, optando pelos interesses dos fazendeiros contra os escravos, que a ordem social! nascente seria democrática? Por fim, como ficar indiferente ao drama humano intrínseco à Abolição, que largou a massa dos ex-escravos, dos libertos e dos ingênuos à própria sorte, como se eles fossem um simples bagaço do antigo sistema de produção?
Entretanto, a ideia da democracia racial não só se arraigou. Ela se tornou um mores, como dizem alguns sociólogos, algo intocável, a pedra de toque da “contribuição brasileira” ao progresso civilizatório da Humanidade.
Ora, a revolução social vinculada à desagregação da produção escravista e da ordem social correspondente não se fazia para toda a sociedade brasileira. Seus limites históricos eram fechados, embora seus dinamismos históricos fossem abertos e duráveis. Naqueles limites. não cablam nem o escravo e o liberto, nem o “negro” ou o “branco pobre” como categorias sociais. Tratava-se de uma revolução das elites, pelas elites e para as elites; no plano racial, de uma revolução do BRANCO para o BRANCO, ainda que se tenha de entender essa noção em sentido etnológico e sociológico.
Colocando-se a ideia de democracia racial dentro desse vasto pano de fundo, ela expressa algo muito claro: um meio de evasão dos estratos dominantes de uma classe social diante de obrigações e responsabilidades intransferíveis e inarredáveis. Daí a necessidade do mito. A falsa consciência oculta a realidade e simplifica as coisas. Todo o complexo de privilégios, padrões de comportamento e “valores” de uma ordem social arcaica podia manter-se intacto, em proveito dos estratos dominantes da “raça branca”, embora em prejuízo fatal da Nação.
As elites e as classes privilegiadas não precisavam levar a revolução social à esfera das relações raciais, na qual a democracia germinaria espontaneamente... Cinismo? Não! A consciência social turva, obstinada e mesquinha dos egoísmos enraizados, que não se viam postos à prova (antes, se protegiam) contra as exigências cruéis de uma estratificação racial extremamente desigual.

(Adaptado de: FERNANDES, Florestan. “Um Mito Revelador, em Significado do Protesto Negro, São Paulo: Cortez/Editores Associados, 1589, p. 13-14)

Para a coerente leitura do texto, uma noção adequada de mito é a que o considera

A representação arquetípica de fatos ou personagens históricos, amplificados pelo imaginário coletivo.
B narrativa atemporal e a-histórica que fornece orientação ética para ações humanas.
C narrativa fantástica com o objetivo de explicar a existência do que foge ao alcance da racionalidade.
D representação fictícia de um acontecimento, com vistas a justificar as condutas adotadas.
E enredo de caráter alegórico, com a pretensão de justificar costumes e tradições.

Considerando a atenção à saúde do homem, a prevenção do câncer de próstata é uma das preocupações dos profissionais de saúde. Nesse contexto, é importante considerar que

A o rastreamento do câncer de próstata é a identificação da doença em estágios iniciais em pessoas com sinais e sintomas.
B a idade é o segundo principal fator de risco para o câncer de próstata, sendo mais incidente em homens a partir da quadragésima década de vida.
C o câncer de próstata é o primeiro tipo de câncer mais incidente na população masculina em todas as regiões do país.
D a exposição a agentes químicos relacionados ao trabalho é responsável por 1% dos casos de câncer de próstata.
E o diagnóstico precoce do câncer de próstata se caracteriza pela aplicação sistemática de exames em pessoas assintomáticas, com o intuito de identificar o câncer em estágio inicial.
Órgão: Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região Cargo: Técnico Judiciário - Área Apoio Especializado - Enfermagem do Trabalho Prova: FCC - TRT 15 - Técnico Judiciário - Área Apoio Especializado - Enfermagem do Trabalho - 2025
Texto associado
Atenção: Para responder às questões de números 1 a 7, baseie-se no texto abaixo.

Perigo da Inteligência Artificial (IA) não vem dos robôs, mas de nós

Em seu livro mais recente, "The Al Mirror" ("O espelho da IA"), a filósofa americana Shannon Vallor sustenta que o perigo oferecido pela inteligência artificial é muito diferente do que se costuma imaginar. O "risco existencial" para nossa espécie não viria da progressiva substituição de gente por máquinas, geradora de desemprego e, no limite, de nossa extinção. O perigo estaria em nós mesmos, em nosso enamoramento pela imagem que a IA reflete, como o de Narciso em seu lago.
Especialista em ética da tecnologia, a autora acredita que, se não abrirmos o olho, veremos "os poderes e virtudes mais vigorosos da espécie - nossa capacidade de pensamento criativo, ambição moral, imaginação política e, acima de tudo, sabedoria serem afogados no espelho da lA". Afogados porque rendidos, entregues de graça ou em troca de miçangas coloridas. Terceirizados, por narcisismo e preguiça, a algoritmos que se baseiam no que decidimos no passado para decidir em nosso nome no futuro. Decidir tudo: escolher gente para vagas de emprego, prender gente com base em reconhecimento facial, dosar fluxos de socorro humanitário para populações flageladas, resumir um grosso relatório em meia página.
Mas qual seria o problema disso tudo, ferramentas que podem ser tão úteis na solução de problemas? Segundo a autora, o risco é nada menos que a estagnação da espécie. Junto com o poder de decidir, estamos abrindo mão do domínio dos próprios meios para a tomada de decisões: escrever, fazer contas, projetar, raciocinar, escolher.
Todas as tecnologias sempre desafiaram moralmente os seres humanos, levando-os a conceber novos valores e formas de viver em sociedade. A seta sempre apontou para o futuro - até agora. "Precisamos abraçar, renovar e aprofundar esse aprendizado moral", prega a autora, "porque a IA representa uma forte tentação de esquecé-lo, aceitando em seu lugar um reflexo pálido e estático daquilo que um dia soubemos a nosso respeito. Estamos diante de crises planetárias e civilizacionais que a humanidade nunca enfrentou antes. Você planejaria sua escalada de uma montanha perigosa e desconhecida olhando pelo espelho, para aquilo que ficou para trás?"

(Adaptado de: RODRIGUES, Sérgio. Folha de S.Paulo. 02/04/2025)

Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:

A geradora de desemprego e, no limite, de nossa extinção (1° parágrafo) = operadora de vacância e, limitadamente, da nossa absorção.
B os poderes e virtudes mais vigorosos da espécie (2º parágrafo) = as pujanças virtuais da condição humana.
C Terceirizados, por narcisismo e preguiça, a algoritmos (2º parágrafo) = transpostos por fórmulas de orgulho e desleixo.
D o risco é nada menos que a estagnação da espécie (3º parágrafo) = a ameaça é precisamente o embotamento do gênero humano.
E aceitando em seu lugar um reflexo pálido e estático (4º parágrafo) = substituindo-o por uma impressão vacilante e acomodada.

Considere uma regressão linear simples da forma y i = b 0 + b 1 x i +e i onde b 0 e b 1 são parâmetros a serem estimados e e i o termo aleatório, com média 0 e desvio-padrão 2. Sabe-se que a média dos valores de x i = 10 e a média dos valores de y; = 50. Utilizando o método dos mínimos quadrados, o valor estimado de b 1 foi 4, então o valor estimado do intercepto (b 0 ) é dado por

A 20
B 30
C 10
D 40
E 15
Órgão: Secretaria da Fazenda do Estado do Piauí Cargo: Analista do Tesouro Estadual - Área: Tecnologia da Informação Prova: FCC - SEFAZ PI - Analista do Tesouro Estadual - Área: Tecnologia da Informação - 2025
Texto associado
Atenção : Considere o texto abaixo para responder às questões de números 8 a 12.
Muitos e muitos anos atrás, antes do asfalto, quando a rodovia Fernão Dias ou era um mar de pó ou um mar de lama, as viagens eram aventuras. Eu morava no interior de Minas e o jeito de vir a Campinas para ver a namorada era arranjar carona em algum caminhão. Pois foi numa destas vezes que o motorista, delicadamente, para início de uma conversa que prometia ser muito longa, me perguntou: “E O que é que você faz?” Eu poderia ter dito simplesmente: "Sou professor”. isto ele entenderia perfeitamente, pois já havia frequentado escolas, sabia muitas coisas sobre professores, e passaria então a contar de suas proezas na aritmética e suas dificuldades com a língua pátria. Mas eu, tolo, e para dar um ar de importância, respondi: “Sou professor de filosofia..." O rosto do motorista se iluminou num largo sorriso. “Até que enfim”, ele disse. “Faz anos que eu quero saber o que é filosofia e até hoje não encontrei ninguém que me explique. Mas hoje tenho a sorte de ter um professor de filosofia como companheiro de viagem. Afinal de contas, o que é filosofia?”
Não tenho memória alguma do que lhe disse como inútil explicação.
(ALVES, Rubens. O retorno e terno. Papirus, Campinas, 2010)

Considerado o contexto, o trecho em que a forma verbal sublinhada indica uma hipótese está em:

A Eu morava no interior de Minas.
B sabia muitas coisas sobre professores.
C Faz anos que eu quero saber o que é filosofia.
D Isto ele entenderia perfeitamente.
E Não tenho memória alguma do que lhe disse como inútil explicação.
Órgão: Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região Cargo: Técnico Judiciário - Área Apoio Especializado - Enfermagem do Trabalho Prova: FCC - TRT 15 - Técnico Judiciário - Área Apoio Especializado - Enfermagem do Trabalho - 2025