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A população de determinado bairro de um município de médio porte caracteriza-se como 78% sedentária e 51% acima do peso, com 10% classificada como obesa, aproximando-se bastante dos dados levantados pela Sociedade Brasileira de Cardiologia. O sedentarismo e a obesidade são fatores de risco modificáveis para muitas doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), como a hipertensão arterial sistêmica (HAS), diabete melittus (DM), doenças cardiovasculares, entre outras. Considerando o caráter da longitudinalidade da atenção à saúde, medidas de prevenção são importantes ações de controle das DCNT e que demandam da equipe multiprofissional e de enfermagem ativa participação em seu planejamento, execução e avaliação, destacando-se alguns tipos de prevenção que podem ser desenvolvidos junto à população local. Quando a equipe prioriza programação da condição crônica, mediante o levantamento e a identificação das pessoas portadoras de DCNT, estratificação de risco, planejamento de consultas programadas, supervisão do tratamento medicamentoso e ações de educação em saúde, trata-se majoritariamente de qual tipo de prevenção?

A Prevenção quaternária.
B Prevenção oportunística.
C Prevenção terciária.
D Prevenção primária.
E Prevenção secundária.
Texto associado
Tecnologia inspirada no cérebro pode acelerar diagnóstico de doenças raras

Por CNN Brasil

Sistema inovador cruza dados médicos e genéticos, identifica padrões ocultos e pode reduzir o tempo de espera para conclusão do quadro

Identificar doenças raras no Brasil e no mundo ainda é um desafio para médicos e uma angústia constante para milhares de famílias. Muitas dessas condições são genéticas, complexas e pouco conhecidas, o que dificulta o diagnóstico correto e pode levar anos de incerteza. No entanto, uma tecnologia inovadora, inspirada no funcionamento do cérebro humano, começa a mudar esse cenário e promete acelerar o processo diagnóstico: trata-se dos bancos de dados em grafos.
[...]
São consideradas doenças raras um grupo de 6 mil a 8 mil condições que afetam até 65 pessoas em cada 100 mil indivíduos. Mais de 13 milhões de pessoas convivem com uma dessas condições no Brasil, segundo o Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania. No mundo, estima-se que pelo menos 300 milhões tenham algum tipo de enfermidade do tipo. Apesar do número expressivo, o caminho até um diagnóstico correto costuma ser lento, confuso e exaustivo. Atualmente, ele é feito por meio de uma combinação de avaliação clínica, exames complementares (imagem e bioquímicos) e testes genéticos. “Muitas das síndromes raras apresentam sintomas variados e que se sobrepõem com o quadro clínico de doenças comuns, tornando o diagnóstico clínico ainda mais difícil”, explica Vanessa Montaleone, geneticista do Núcleo de Genética do Hospital Sírio-Libanês.
No Brasil, os desafios se tornam ainda maiores pelas complexidades intrínsecas ao país. Antoine Daher, presidente da Casa Hunter e da Federação Brasileira das Associações de Doenças Raras (Febrararas), destaca as principais dificuldades enfrentadas pelas famílias: demora no diagnóstico (em média, leva de 5 a 7 anos até se chegar a um diagnóstico correto); desinformação e falta de conhecimento adequado sobre o tema (inclusive pelos profissionais de saúde responsáveis pelo caso); custo elevado de exames genéticos, consultas especializadas e terapias de suporte; acesso desigual aos serviços de saúde para as famílias que dependem exclusivamente do SUS.
[...]
Desenvolvida há quase 20 anos pela startup Neo4j, a tecnologia de banco de dados em grafos tem como objetivo identificar e armazenar a relação entre dados – e não apenas os dados em si. “A intenção é apresentar uma conexão visual dessas relações, que funcionam como as ligações promovidas pelas sinapses do cérebro. Assim, é possível descobrir padrões ocultos e obter insights altamente conectados em tempo real”, diz o VP Latam Paulo Farias da Neo4j. Diferentemente dos bancos tradicionais, que dependem de tabelas ou esquemas fixos, os bancos em grafos utilizam nós e conexões para representar, conectar e fornecer contexto às informações de maneira mais intuitiva e flexível. “Sendo até 1.000 vezes mais rápido e consumindo menos recursos de nuvem”, expõe Farias.
No contexto das doenças raras, a tecnologia se torna uma solução que permite a pesquisadores e médicos conectar sintomas, variantes genéticas, publicações científicas e históricos clínicos em uma rede dinâmica e consultável. Isso contribui para a formulação de diagnósticos mais precisos e em menor tempo. “Levando em consideração os mais de 3 bilhões de DNA presentes no corpo humano, analisar e mapear a relação de cada um com diagnósticos, exames e medicamentos seria humanamente impossível. Sem falar nas mais de 6 mil a 8 mil doenças raras catalogadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS)”, analisa Farias. O recurso tem sido utilizado no Hospital Infantil Dr. von Hauner, na Alemanha. Para isso, foi criado o Grafo de Conhecimento Clínico (CKG), que combina tecnologia de grafos, inteligência artificial (IA) e aprendizado de máquina (ML), contendo dados de 2.500 pacientes pediátricos do país (até o momento).
[...]

Adaptado de: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/tecnologia-inspirada-no-cerebro-pode-acelerar-diagnostico-de-doencas-raras/. Acesso em: 10 jun. 2025.

O trecho “Muitas das síndromes raras apresentam sintomas variados e que se sobrepõem com o quadro clínico de doenças comuns [...]” pode ser reescrito da seguinte maneira:

A Numerosas síndromes raras manifestam sinais clínicos, os quais são distintos dos observados em enfermidades comuns.
B Muitas síndromes raras compartilham sintomatologia diversa, o que dificulta sua adequada classificação entre as doenças raras.
C Diversas síndromes raras manifestam sintomas heterogêneos, os quais podem se sobrepor ao quadro clínico de doenças comuns.
D Certas síndromes raras apresentam manifestações específicas, o que favorece seu diagnóstico em relação às doenças mais conhecidas.
E Determinadas síndromes raras revelam sinais atípicos que não se confundem com as condições clínicas mais recorrentes.
Órgão: Instituto do Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte Cargo: Analista Administrativo - Área Contabilidade Prova: Instituto AOCP - IDEMA - Analista Administrativo - Área Contabilidade - 2025

Com a crescente adoção de modelos híbridos e remotos, as práticas de direção passaram por adaptações significativas na administração contemporânea. Nesse novo cenário, aspectos como liderança situacional, comunicação digital assíncrona, monitoramento de resultados por metas, autonomia supervisionada e feedback contínuo tornaram-se centrais no cotidiano das equipes. Considerando a função administrativa da direção aplicada à gestão de equipes remotas, assinale a alternativa correta.

A A direção eficaz em equipes remotas baseia-se na definição de metas claras, no acompanhamento por indicadores e na manutenção de uma comunicação constante, mesmo que não seja simultânea.
B Nas equipes híbridas, o controle direto e presencial ainda é considerado mais eficaz para manter o alinhamento organizacional, mesmo que a produtividade remota tenha demonstrado eficiência.
C A autonomia nas equipes remotas elimina a necessidade de supervisão direta, sendo suficiente a distribuição de tarefas para que os objetivos sejam alcançados.
D O modelo remoto prescinde de processos formais de motivação e feedback, pois a flexibilidade do trabalho à distância compensa possíveis lacunas de acompanhamento.
E A principal dificuldade na gestão remota é a limitação tecnológica, sendo esse fator mais relevante do que aspectos humanos como motivação, engajamento ou liderança.
Órgão: Universidade Estadual do Norte Fluminense Darcy Ribeiro Cargo: Técnico - Administração de Empresas Prova: Instituto AOCP - UENF - Técnico - Administração de Empresas - 2025
Texto associado
Dopamina: por que busca desenfreada por
estímulos pode tirar satisfação da vida

Shin Suzuk

[...] Para a psiquiatra norte-americana Anna Lembke, seja em redes sociais, seja em jogos ou em compras online, por exemplo – instantes usando o celular vêm permeando a vida moderna de um modo excessivo e contribuindo para uma constante sensação de insatisfação, em que picos de empolgação ficam cada vez mais raros. [...]
A dopamina, mensageiro químico do cérebro, é conhecido erroneamente como “hormônio do prazer”. Na realidade, suas características estão ligadas à motivação ou estímulo reforçador, com destacada atuação no sistema de recompensa cerebral. A sensação de prazer tem outros componentes químicos envolvidos. A dopamina, no entanto, é uma molécula fundamental em um processo maturado durante milhões de anos de evolução: o corpo instintivamente evita a dor. Procura o oposto. “Quando a dopamina é liberada e seus níveis sobem em resposta a algo que ingerimos ou fizemos, o corpo sente prazer, recompensa, euforia. E, então, claro, nós sempre estamos buscando recriar essa sensação”, diz Lembke em entrevista à BBC News Brasil.
[...] Mas o nosso organismo sempre tenta restabelecer um equilíbrio interno, chamado de homeostase. Ou seja, se o nível de dopamina foi para as alturas, o corpo tenta compensar o outro lado da balança. “É aquela ‘descida’ após qualquer experiência prazerosa. Às vezes essa descida ocorre de forma óbvia, como a ressaca depois de uma bebedeira, mas outras vezes é muito mais sutil”, diz a psiquiatra. “Essencialmente, é a dopamina em queda livre, que não volta apenas a níveis basais, mas cai para abaixo deles. Então, para cada prazer, há um custo. E o custo é uma sensação temporária da abstinência de uma substância. Algo universalmente traduzido em ansiedade, irritabilidade, depressão e fissura pela droga de preferência”.
[...] Lembke trata na clínica em Stanford casos graves de abusos de substâncias ou de dependência em sexo ou apostas, mas observa que os atrativos surgidos com a internet e a tecnologia digital massificaram e banalizaram a dinâmica dos disparos de dopamina e da compulsão. Ela acredita que todos nós podemos aprender com casos graves de dependência, “versões extremas do que todos nós somos capazes”. “A riqueza, a abundância e a tecnologia da nossa época fazem com que quase toda experiência humana tenha o potencial de vício, de uma droga. As mídias sociais são conexão humana em forma de droga. O que torna algo viciante? Algo que dispara dopamina no sistema de recompensa do cérebro de forma rápida”, diz ela. “E nós temos acesso fácil, quantidade ilimitada, grande potência e novidades ilimitadas. A dopamina responde a todas essas condições”.
[...] A psiquiatra da Universidade Stanford acredita que a ideia de eliminar a dor a qualquer custo como paradigma trouxe desvantagens para a sociedade. Lembke se refere tanto à fuga automática de desconfortos como o tédio e a monotonia quanto ao uso indiscriminado de medicamentos para combater a dor – algo que teve grande papel na crise dos opioides, que vitimou centenas de milhares de norte-americanos nas últimas décadas.
“Evitar a dor nos priva de experiências que constroem os calos mentais para encarar desafios futuros. E eu falo de dor de uma forma ampla: emocional, espiritual, todos os diferentes tipos de sofrimento físico e psicológico”.
Lembke explica que a retomada do contato com o desconforto é exemplificada por algo frugal: a terapia do banho gelado (e, de fato, pesquisas sugerem benefícios da água fria não só para melhorar a circulação, mas também para aliviar depressão).
[...] Mas uma pergunta paira: não será justamente a vida moderna, com toda a sua pressão e desafios, que impõe peso sobre todos que a habitam e dessa forma precisamos de algo para sanar essas dores?
Ela responde: “Eu concordo que nós vivemos em um mundo muito estranho e em uma época muito estranha, e que a vida em tempos modernos é difícil por razões paradoxais”.
“Acho que medicamentos psicotrópicos têm representado uma maneira para nos adaptar a um mundo para o qual a nossa evolução ainda não chegou. Mas, em geral, eu acho que esses remédios são prescritos de forma excessiva, sem o reconhecimento de seus lados negativos, incluindo o potencial para se viciar ou nos privar de sentir as intensas emoções que nos tornam humanos." "A sugestão é que, em vez de usar medicamentos para nos adaptar a esse novo mundo, tentemos mudar as nossas experiências nele”.

Adaptado de: https://www.bbc.com/portuguese/internacional61303597. Acesso em: 17 fev. 2025.

Tendo em vista as regras de uso do sinal indicativo de crase, analise as assertivas e assinale a alternativa que aponta a(s) correta(s).

I. Em “Na realidade, suas características estão ligadas à motivação ou estímulo reforçador [...]”, há crase, no “a” destacado, devido à fusão do “a” preposição, exigido por “ligadas”, com o “a” artigo definido feminino, que acompanha “motivação”.
II. No trecho “[...] diz Lembke em entrevista à BBC News Brasil.”, a crase ocorre, no item destacado, em razão de a expressão “à BBC News” corresponder a uma locução adverbial locativa, formada por palavra feminina.
III. Em “Lembke se refere tanto à fuga automática de desconfortos como o tédio e a monotonia quanto ao uso indiscriminado de medicamentos [...]”, o acento grave, indicativo de crase, usado no elemento em destaque é facultativo.

A I, II e III.
B Apenas I.
C Apenas II.
D Apenas I e II.
E Apenas II e III.
Texto associado
Tecnologia amplia papel das crianças como motores do conhecimento nas famílias

Por Jornal da USP

Estudo mostra como crianças nascidas após 2010 intensificaram a socialização do conhecimento com gerações anteriores, o que pode ser facilitado de acordo com a tecnologia, a escola e o tipo de interação entre pais e filhos

Uma pesquisa feita na Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Atuária (FEA) da USP investiga quais são os fatores que influenciam o processo de socialização reversa de famílias brasileiras. Tal socialização ocorre quando a criança cresce adquirindo mais conhecimento que seus pais, o que acaba por gerar neles o interesse em aprender com os filhos. O trabalho foi idealizado por Murilo Lima Araújo, com orientação do professor Andres Rodrigues Veloso, do Departamento de Administração.
“[Para o desenvolvimento do trabalho] me baseei na teoria da socialização do consumidor e da socialização reversa, que é um fenômeno estudado desde os anos 1970. Então, discorri sobre essa socialização nas características cotidianas: no futebol, na alimentação, viagens, roupas, sustentabilidade e tecnologia”, declarou o pesquisador. De acordo com Araújo, nas últimas décadas, as crianças têm desempenhado um papel dentro do contexto familiar diferente do que acontecia nas gerações anteriores. Esse cenário ocorre em virtude das mudanças na sociedade atual, por exemplo, as políticas garantidoras de educação e a alteração do currículo escolar. Além disso, a acessibilidade à tecnologia, proteção contra trabalho infantil, proteção contra abusos físicos, diminuição da fertilidade da população e alteração de estilos parentais mais restritivos para mais abertos desempenham um papel importante na geração atual.
Levando essas questões em consideração, o estudo focou a geração de indivíduos que nasceram a partir do ano de 2010, também denominada Geração Alfa, a qual possui um elevado potencial cognitivo (AV1), consequência de estarem sendo socializados em um ambiente com altos estímulos provocados pela revolução digital. “As gerações anteriores a essa [Alfa] tiveram menos oportunidade de estudo, nasceram no mundo analógico. E sabemos que isso impacta muito na comunicação das pessoas”, analisou.
A metodologia utilizada para o desenvolvimento do projeto se deu em uma pesquisa qualitativa em duas etapas: foram coletados desenhos feitos por crianças de 7 a 11 anos em uma escola estadual, bem como a realização de entrevistas em profundidade com as famílias. Já a análise dos dados ocorreu por meio de triangulação de ambas as coletas. Dessa forma, os desenhos foram analisados, conforme a literatura pesquisada, e as entrevistas foram transcritas verbatim e codificadas por meio do software Atlas.ti.
Dessa maneira, foi evidenciado que os fatores que facilitam a socialização reversa são: tecnologia, escola e estilo parental, isto é, a natureza da interação de pais e filhos. Com efeito, os resultados da pesquisa indicam que esse tipo de socialização é manifestado através do consumo de eletrônicos, consumo de roupas, atitudes pró-ambientais, atividade física, relações interpessoais e inteligência emocional.
Segundo Costa, os achados de seu trabalho podem auxiliar na elaboração de ações educacionais para gerações mais velhas no intuito de diminuir as lacunas geracionais. “Como contribuição social, é interessante para gestores públicos pensar em estratégias de marketing político, para, de repente, utilizar a criança como socializadora no combate à obesidade”. Ademais, a sociedade, em geral, poderá refletir sobre a educação que está propiciando aos seus filhos e suas possíveis consequências positivas e negativas.

Adaptado de: https://jornal.usp.br/ciencias/cienciashumanas/tecnologia-amplia-papel-das-criancas-como-motores-doconhecimento-nas-familias/. Acesso em: 10 jun. 2025.

Tomando como referência fragmentos adaptados do texto de apoio, assinale a alternativa redigida em conformidade com as normas de concordância verbal e de regência.

A Fazem-se necessárias adaptações curriculares que atendam às demandas da nova geração.
B Devem haver, no contexto atual, mecanismos que favoreçam o diálogo entre escola e família.
C O processo de socialização reversa necessita apoio das famílias e da escola.
D Não se tratam apenas de preferências individuais, mas de padrões consolidados.
E As diretrizes educacionais deveriam visar em preparar os pais para os desafios digitais.

Um município implementou um programa de avaliação de desempenho de políticas públicas para analisar uma política pública, e sua secretaria de gestão municipal organizou fóruns comunitários, enquetes on-line e relatórios de custos para acompanhar essa nova política. Nesse contexto, considerando os princípios constitucionais e a gestão pública contemporânea, assinale a alternativa correta.

A A avaliação da política pública tem como foco a eficiência, porque a redução dos custos operacionais é suficiente para demonstrar bom desempenho do serviço público.
B A avaliação da política pública tem como modelo, para além de indicadores, a participação cidadã, alinhando-se à ideia de valores democráticos.
C A participação comunitária compromete a neutralidade técnica, portanto não deve compor os critérios de avaliação de desempenho.
D A avaliação da política pública tem como modo o desempenho do serviço público a partir de indicadores quantitativos, pois a participação cidadã não é objetiva.
E A avaliação da política pública tem como desempenho métricas subjetivas de percepção popular, para além de técnica e custo, com o foco no atendimento do bem-estar da população.

Assinale a alternativa correta em relação à deficiência congênita do fêmur.

A Ocorre nas fases finais do desenvolvimento embrionário.
B É pouco evidente ao nascimento.
C É mais frequente bilateralmente.
D O fêmur proximal é o local mais acometido.
E Displasia acetabular é infrequente.

Paciente masculino de 45 anos dá entrada na UPA com febre, tosse produtiva com expectoração amarelada, dor torácica ao inspirar do lado direto e dispneia progressiva há 4 dias. Relata ser portador de HIV, tendo sido diagnosticado há 8 anos, em uso irregular de Terapia Antirretroviral (TARV). Última contagem de CD4 há 3 meses: 100 células/mm3 e carga viral detectável. Ao exame, encontra-se confuso, desidratado, com capacidade de deglutir presente, sem náuseas, PA = 80/60 mmHg, FR = 32 ipm, SatO2 = 92%, TA = 39 ºC, ausculta pulmonar diminuída à direita. Hemograma: leucócitos = 18900, U = 45 mg/dl e aguardando outros. Foi solicitada radiografia de tórax que apresentou a seguinte imagem:

Considerando o caso relatado, a evolução das doenças pulmonares, os protocolos de saúde e as recomendações da Sociedade Brasileira de Pneumologia 2018, assinale a alternativa correta.

A O paciente possui indicação de internação em ambiente de enfermaria. Iniciar tratamento empírico com Azitromicina 500 mg 1 x dia por 5 dias, orientando o paciente sobre os sinais que indicam piora.
B Preconizar o uso do Raios X de tórax ao invés da USG de tórax na pneumonia comunitária por apresentar maior sensibilidade e maior acurácia na identificação de alterações parenquimatosas como consolidações, padrão intersticial focal, lesões subpleurais e anormalidades na linha pleural.
C Cerca de 1 minuto após a dipirona EV para hipertermia, o paciente iniciou prurido, síncope, náuseas, sibilos e hipotensão. Nesse caso, a melhor conduta é a ressuscitação volêmica cuidadosa, adrenalina IM na face anterolateral da coxa, seguida pela avaliação da necessidade de infusão contínua.
D Paciente, no terceiro dia de internação, evolui com piora da dor torácica, da dispneia, sinal de esforço para respirar, hemoptise, pele fria, confusão mental, turgência de jugular e hipotensão refratária e d-dímero de 8000 ng/ml. Nesse caso, a conduta terapêutica de imediato é a anticoagulação plena.
E Na drenagem torácica, o médico sofre acidente profundo com agulha que tem o sangue do paciente. Nesse caso, deve-se lavar de imediato o local perfurado com água e sabão, abrir CAT, notificar o SINAN, confirmar exame sorológico, além de solicitar sorologia para hepatite B e C do paciente. Iniciar a PEP com Dolutegravir por 28 dias no máximo nas primeiras 2 horas após o acidente.

A respeito das patologias ginecológicas e do agente etiológico ou via de transmissão, relacione as colunas e assinale a alternativa com a sequência correta.

1. HIV.
2. Sífilis.
3. Candidíase.
4. Gonorreia.

( ) Causado(a) pelo Treponema pallidum.
( ) Pode ser transmitido(a) via sexual, transmissão vertical, por leite materno contaminado pelo vírus.
( ) Pode ser transmitido(a) em contato com mucosas que contenham o fungo.
( ) Causado(a) pela bactéria chamada Neisseria gonorrhoeae .

A 2 – 1 – 3 – 4.
B 1 – 2 – 3 – 4.
C 3 – 1 – 2 – 4.
D 4 – 1 – 3 – 2.
E 3 – 4 – 2 – 1.