QuestLab Plataforma Inteligente de Questões
Banco público de questões

Questões para Concursos

Pesquise questões reais por disciplina, assunto, tópico, banca, órgão, cargo, ano e modalidade.

Questões por banca

29 bancas disponíveis. Clique para visualizar todas.

Encontre as questões que procura
Limpar filtros
14.191 questões encontradas

O arquivamento e a classificação de documentos são procedimentos fundamentais para a organização e a recuperação eficiente da informação nas instituições públicas e privadas.
Os métodos de arquivamento diferem entre si quanto ao critério adotado para ordenação e localização dos documentos.
Considerando os principais métodos de arquivamento, assinale a afirmativa correta.

A O método alfabético é indicado prioritariamente para grandes volumes de documentos, pois elimina a necessidade de índices auxiliares e garante localização imediata em qualquer situação.
B O método numérico dispensa o uso de índice remissivo alfabético, uma vez que os números atribuídos aos documentos permitem sua localização direta e autônoma.
C O método alfabético e o método numérico podem ser utilizados de forma combinada, mas o método cronológico é incompatível com qualquer outro critério de classificação.
D O método numérico é o mais indicado para arquivos de pequeno porte, pois dispensa controles adicionais e permite localização imediata sem necessidade de qualquer instrumento auxiliar.
E O método cronológico organiza os documentos por ordem de data, sendo especialmente útil quando o elemento temporal é o principal critério de busca e recuperação da informação.
Órgão: TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA (TCE-SC) Cargo: AUDITOR FISCAL DE CONTROLE EXTERNO - ADMINISTRAÇÃO Prova: AUDITOR FISCAL DE CONTROLE EXTERNO - ADMINISTRAÇÃO - TCE-SC

A tramitação de documentos oficiais envolve procedimentos que garantem o registro, o controle e o encaminhamento adequado das comunicações na Administração Pública, assegurando rastreabilidade e eficiência no fluxo de informações.
Com base no Manual de Redação da Presidência da República (2018), assinale a afirmativa correta.

A A numeração dos ofícios é facultativa e pode ser suprimida quando o documento se destinar a comunicações internas de baixa complexidade.
B O registro e o controle da tramitação de documentos oficiais dispensam identificação do destinatário, desde que o assunto esteja claramente descrito no corpo do texto.
C A identificação do signatário, o número do documento e o registro do assunto são elementos que contribuem para o controle e a rastreabilidade da tramitação dos expedientes oficiais.
D A tramitação de documentos oficiais prescinde de registro formal quando realizada entre unidades de um mesmo órgão público.
E O arquivamento dos documentos oficiais é uma etapa opcional do processo de tramitação, cabendo a cada unidade definir se adota ou não esse procedimento.
Órgão: TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA (TCE-SC) Cargo: AUDITOR FISCAL DE CONTROLE EXTERNO - ADMINISTRAÇÃO Prova: AUDITOR FISCAL DE CONTROLE EXTERNO - ADMINISTRAÇÃO - TCE-SC

O Manual de Redação da Presidência da República (2018) estabelece padrões para a produção de documentos oficiais, diferenciando-os conforme sua finalidade, seu destinatário e sua forma de circulação.
Com base nesses padrões, assinale a afirmativa correta.

A O memorando é o documento oficial adequado para a comunicação entre órgãos de diferentes esferas federativas, sendo vedado seu uso para comunicações internas de um mesmo órgão.
B A ata é um documento de caráter normativo, utilizado para registrar decisões de caráter vinculante emanadas de autoridade competente.
C O ofício é o documento oficial utilizado tanto para comunicações entre unidades de um mesmo órgão quanto para a comunicação com particulares e outros órgãos públicos.
D O relatório tem como finalidade registrar, de forma sumária e cronológica, acontecimentos e deliberações ocorridos em reuniões ou assembleias.
E A ata é o instrumento adequado para encaminhar documentos ou informações entre diferentes órgãos públicos, devendo conter identificação do remetente e do destinatário.
Órgão: TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA (TCE-SC) Cargo: AUDITOR FISCAL DE CONTROLE EXTERNO - ADMINISTRAÇÃO Prova: AUDITOR FISCAL DE CONTROLE EXTERNO - ADMINISTRAÇÃO - TCE-SC

O modelo PODC (Planejar, Organizar, Dirigir e Controlar) consolidou-se como referência na teoria administrativa moderna, incorporando e reinterpretando as funções originalmente sistematizadas por Fayol. Cada função do modelo corresponde a um conjunto específico de atividades gerenciais.
Assinale a opção que apresenta uma associação correta entre atividade gerencial e função do PODC.

A Mensurar resultados, identificar desvios e adotar medidas corretivas vinculam-se à função de organizar.
B Alocar pessoas, distribuir tarefas e estruturar recursos materiais vinculam-se à função de dirigir.
C Liderar equipes, orientar comportamentos e estimular o engajamento vinculam-se à função de controlar.
D Definir metas, antecipar cenários e estabelecer programas de ação vinculam-se à função de planejar.
E Harmonizar esforços coletivos e sincronizar atividades vinculam-se à função de organizar.
Órgão: TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA (TCE-SC) Cargo: AUDITOR FISCAL DE CONTROLE EXTERNO - ADMINISTRAÇÃO Prova: AUDITOR FISCAL DE CONTROLE EXTERNO - ADMINISTRAÇÃO - TCE-SC

Henri Fayol foi um dos primeiros teóricos a sistematizar as funções do administrador, propondo que prever, organizar, comandar, coordenar e controlar constituem atividades fundamentais presentes em todos os níveis da hierarquia organizacional.
No âmbito dessas funções, coordenar significa

A verificar a conformidade entre os resultados obtidos e as metas, regras e orientações previamente definidas.
B harmonizar atividades e esforços coletivos para que a organização atinja seus objetivos de forma coerente.
C estabelecer a estrutura material e humana necessária para o funcionamento adequado da organização.
D antecipar o futuro por meio da formulação de objetivos, planos e programas de ação.
E orientar e conduzir o comportamento das pessoas na execução das atividades sob sua responsabilidade.
Órgão: TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA (TCE-SC) Cargo: AUDITOR FISCAL DE CONTROLE EXTERNO - ADMINISTRAÇÃO Prova: AUDITOR FISCAL DE CONTROLE EXTERNO - ADMINISTRAÇÃO - TCE-SC

A administração está presente tanto na vida cotidiana quanto na das organizações, manifestando-se na forma como recursos são combinados, decisões são tomadas e esforços são coordenados para que objetivos sejam alcançados.
Com base nessa compreensão, é correto afirmar que administrar significa

A seguir um conjunto fixo de regras e procedimentos operacionais, garantindo uniformidade nas ações.
B supervisionar diretamente os colaboradores, assegurando o cumprimento de tarefas previamente estabelecidas.
C aplicar técnicas padronizadas de gestão, independentemente do contexto organizacional em que se atua.
D executar rotinas funcionais voltadas ao atendimento de demandas internas da organização.
E tomar decisões de forma contínua, coordenando recursos e esforços com vistas ao alcance de resultados.
Órgão: TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA (TCE-SC) Cargo: AUDITOR FISCAL DE CONTROLE EXTERNO - ADMINISTRAÇÃO Prova: AUDITOR FISCAL DE CONTROLE EXTERNO - ADMINISTRAÇÃO - TCE-SC

A Lei Orgânica do TCE-SC (LC N. 202/2000) prevê expressamente que os Poderes Legislativo, Executivo e Judiciário manterão, de forma integrada, sistema de controle interno.
Nos termos de referida lei, é correto afirmar que o controle interno terá a finalidade, entre outras, de

A promover o intercâmbio de informações entre o Estado e os demais Tribunais de Contas do país.
B apoiar o controle externo, o Ministério Público e o Poder Judiciário no exercício de sua missão institucional.
C exercer o controle das operações do Estado, excetuadas as operações de créditos, avais e outras garantias, bem como dos direitos e haveres do Estado.
D avaliar o cumprimento das metas previstas no Plano Plurianual, na Lei de Diretrizes Orçamentárias e na Lei de Responsabilidade Fiscal, bem como a execução de programas de governo e dos orçamentos do Estado.
E comprovar a legalidade e avaliar os resultados, quanto à eficácia e eficiência das gestões orçamentária, financeira e patrimonial, nos órgãos e entidades da administração estadual, bem como da aplicação de recursos públicos por entidades de direito privado.
Órgão: TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA (TCE-SC) Cargo: AUDITOR FISCAL DE CONTROLE EXTERNO - ADMINISTRAÇÃO Prova: AUDITOR FISCAL DE CONTROLE EXTERNO - ADMINISTRAÇÃO - TCE-SC

Caio, contador, logra êxito em ser aprovado no concurso de Auditor Fiscal de Controle Externo do TCE-SC, passando a titularizar o concorrido e renomado cargo para o qual estudou por tantos anos.
Após o curso de formação e o início efetivo das atividades, o titular da unidade técnica lhe distribuiu dois processos para fins de instrução.
Em um deles, processo X, havia como documento anexo à defesa do jurisdicionado uma perícia realizada pelo próprio Caio, quando ainda trabalhava como contador em escritório renomado do Estado, do qual foi desligado antes mesmo da sua nomeação e posse no cargo público em questão.
No outro, processo Y, figurava como jurisdicionado seu tio distante, com quem nunca teve laço de afetividade, de amizade ou de inimizade.
Considerando as disposições do Código de Conduta Ética dos Servidores do Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina, é correto afirmar, com relação aos processos X e Y, que

A não está configurado conflito de interesse no exercício do cargo.
B está configurado conflito de interesse no exercício do cargo, ainda que Caio não tenha obtido qualquer vantagem ou retribuição.
C está configurado conflito de interesse no exercício do cargo com relação ao processo X, mas não em relação ao processo Y.
D está configurado conflito de interesse no exercício do cargo com relação ao processo Y, mas não em relação ao processo X.
E está configurado conflito de interesse no exercício do cargo, apenas se Caio tiver obtido vantagem ou retribuição mensuráveis.
Órgão: TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA (TCE-SC) Cargo: AUDITOR FISCAL DE CONTROLE EXTERNO - ADMINISTRAÇÃO Prova: AUDITOR FISCAL DE CONTROLE EXTERNO - ADMINISTRAÇÃO - TCE-SC

Na era da informação, o uso responsável de redes sociais e de comunicação digital pelos servidores públicos é mandatório.
Considerando as previsões expressas sobre a temática no Código de Conduta Ética dos Servidores do Tribunal de Contas do Estado de Santa Catarina (Resolução N. TC-252/2024) é correto afirmar que, ao utilizar as suas redes sociais e mídias digitais, o Auditor Fiscal de Controle Externo deve

A se abster de se identificar expressamente como servidor do Tribunal de Contas em seu perfil pessoal, o que afasta a possibilidade de penalização por eventuais manifestações fora do ambiente de trabalho.
B se abster de possuir perfis abertos ao público nas redes sociais, cautela que por si só já demonstra reserva e discrição suficientes para afastar eventuais violações de deveres funcionais.
C evitar, no seu perfil das redes sociais, pronunciamentos oficiais sobre casos decorrentes de sua atuação funcional, exceto o compartilhamento de publicações veiculadas nos perfis institucionais ou de notícias já publicadas oficialmente na página eletrônica do Tribunal de Contas.
D se abster de antecipar resultados de estudos, de projetos, de trabalhos ou de informações de caráter estratégico e funcional, antes de divulgação oficial, inclusive nos casos em que a divulgação esteja acordada com a Administração Superior, por imperativo de ética.
E evitar publicações em redes sociais que possam ser percebidas como discriminatórias em relação à raça, ao gênero, à orientação sexual, à religião e a outros valores ou direitos protegidos, e que possam comprometer os ideais defendidos pela instituição, salvo se publicadas em perfil fechado ao público e sem identificação da qualidade de servidor do TCE-SC.
Órgão: TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA (TCE-SC) Cargo: AUDITOR FISCAL DE CONTROLE EXTERNO - ADMINISTRAÇÃO Prova: AUDITOR FISCAL DE CONTROLE EXTERNO - ADMINISTRAÇÃO - TCE-SC

No TCE-SC, a Diretoria-Geral de Controle Externo (DGCE) é o órgão competente para realização de atividades fiscalizatórias, sendo composto, dentre outros, por Auditores Fiscais de Controle Externo, carreira essencial e exclusiva de Estado, competindo-lhe privativamente as atribuições relacionadas ao exercício das competências constitucionais e legais do Tribunal de Contas.
Nesse contexto, é correto afirmar que, nos termos da Resolução TC-149-2019, uma competência da DGCE é

A promover pesquisas, seminários, debates, palestras e similares e concursos, com intuito de criar, incentivar e disseminar novas técnicas de gestão e controle da coisa pública.
B propor e estimular a realização de pesquisas, seminários e outros eventos sobre assuntos relativos ao exercício da cidadania e sua importância em participar da fiscalização e avaliação das ações da Administração Pública.
C propor a elaboração do Plano de Ação do Controle Externo, considerando os objetivos estratégicos do Tribunal de Contas e fatores como risco, relevância e oportunidade, bem como supervisionar a sua execução.
D propor e definir critérios junto às unidades do Tribunal de Contas no encaminhamento, exame da demanda e comunicação do resultado da averiguação e das providências requeridas, para garantir ao cidadão o retorno de orientação, informação ou resposta.
E receber e registrar comunicações contendo informações relevantes sobre atos administrativos e de gestão praticados por órgãos e entidades da Administração Pública, aptos a subsidiar os procedimentos de controle externo, sem prejuízo da autuação, quando for o caso, de processo de denúncia ou representação junto ao Tribunal de Contas.
Órgão: TRIBUNAL DE CONTAS DO ESTADO DE SANTA CATARINA (TCE-SC) Cargo: AUDITOR FISCAL DE CONTROLE EXTERNO - ADMINISTRAÇÃO Prova: AUDITOR FISCAL DE CONTROLE EXTERNO - ADMINISTRAÇÃO - TCE-SC