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Nas reflexões éticas em filosofia, há, pelo menos, duas estratégias, abordadas pelos mais diversos autores, que podem ser consideradas como de suma importância. Uma dessas estratégias discursivas tem a ética kantiana como representante, enquanto a outra tem a ética utilitarista. Quanto às estratégias discursivas da filosofia nas questões éticas e, em particular, à ética kantiana e à ética utilitarista, julgue os itens seguintes. A felicidade é um princípio heterônomo na ética kantiana.

A Certo
B Errado

Nas reflexões éticas em filosofia, há, pelo menos, duas estratégias, abordadas pelos mais diversos autores, que podem ser consideradas como de suma importância. Uma dessas estratégias discursivas tem a ética kantiana como representante, enquanto a outra tem a ética utilitarista. Quanto às estratégias discursivas da filosofia nas questões éticas e, em particular, à ética kantiana e à ética utilitarista, julgue os itens seguintes. A filosofia de Nietzsche, ao negar a filosofia kantiana em sua totalidade, em particular sua ética, aproxima-se de uma ética de características utilitaristas.

A Certo
B Errado

Nas reflexões éticas em filosofia, há, pelo menos, duas estratégias, abordadas pelos mais diversos autores, que podem ser consideradas como de suma importância. Uma dessas estratégias discursivas tem a ética kantiana como representante, enquanto a outra tem a ética utilitarista. Quanto às estratégias discursivas da filosofia nas questões éticas e, em particular, à ética kantiana e à ética utilitarista, julgue os itens seguintes. A ética utilitarista não possui um princípio diretor, contrariamente à ética kantiana.

A Certo
B Errado

Nas reflexões éticas em filosofia, há, pelo menos, duas estratégias, abordadas pelos mais diversos autores, que podem ser consideradas como de suma importância. Uma dessas estratégias discursivas tem a ética kantiana como representante, enquanto a outra tem a ética utilitarista. Quanto às estratégias discursivas da filosofia nas questões éticas e, em particular, à ética kantiana e à ética utilitarista, julgue os itens seguintes. Em Kant, a ética pertence à dimensão do entendimento.

A Certo
B Errado

Nas reflexões éticas em filosofia, há, pelo menos, duas estratégias, abordadas pelos mais diversos autores, que podem ser consideradas como de suma importância. Uma dessas estratégias discursivas tem a ética kantiana como representante, enquanto a outra tem a ética utilitarista. Quanto às estratégias discursivas da filosofia nas questões éticas e, em particular, à ética kantiana e à ética utilitarista, julgue os itens seguintes. Na ética utilitarista, comportamentos como mentir ou assassinar são considerados como essencialmente errados.

A Certo
B Errado

Nas reflexões éticas em filosofia, há, pelo menos, duas estratégias, abordadas pelos mais diversos autores, que podem ser consideradas como de suma importância. Uma dessas estratégias discursivas tem a ética kantiana como representante, enquanto a outra tem a ética utilitarista. Quanto às estratégias discursivas da filosofia nas questões éticas e, em particular, à ética kantiana e à ética utilitarista, julgue os itens seguintes. A ética kantiana é uma forma de consequencialismo.

A Certo
B Errado

Segundo o conceito do filósofo Aristóteles, o conhecimento que propicia ao homem alcançar a virtude cardeal, consistente na ação justa, prudente, corajosa e temperada consiste na:

A justiça.
B moral.
C ética.
D cidadania.
E dignidade.
Órgão: Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano PB Cargo: Agente de Controle Urbano Prova: IBADE - Secretaria de Estado de Desenvolvimento Urbano PB - Agente de Controle Urbano - 2018

Leia o texto a seguir: “Não se nasce mulher, torna-se mulher. Nenhum destino biológico, psíquico ou econômico define a forma que a mulher ou a fêmea humana assume no seio da sociedade” (BEAUVOIR, Simone de. O segundo sexo. v.

II. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1980. p. 9. Adaptado). Com o trecho acima, Beauvoir afirma que ser mulher é uma

A determinação biológica da natureza.
B pessoa com ovários e útero.
C representação da cultura patriarcal.
D representação mítica de um ideal.
E trabalhadora oprimida economicamente.

Leia o texto a seguir: “Os pensamentos da classe dominante são também, em todas as épocas, os pensamentos dominan-tes, ou seja, a classe que tem o poder material dominante numa dada sociedade é também a potência dominante espiritual. A classe que dispõe dos meios de produção material dispõe igualmente dos meios de produção intelectual, de tal modo que o pensamento daqueles a quem são recusados os meios de produção intelectual está submetido igualmente à classe dominante. Os pensamentos do-minantes nada mais são do que a expressão idealizada das relações materiais dominantes, portanto, a expressão das relações que fazem de uma classe a classe dominante; em outras palavras, são as ideias de sua dominação” (MARX, Karl. A ideologia alemã. São Paulo: Martins Fontes, 1998, p. 48. Adaptado). Marx, no trecho acima, está se referindo à ideologia, cuja função é fazer com que as ideias

A da classe dominada sejam a expressão real das relações materiais dominantes, expondo a do-minação de uma classe.
B da classe dominante sejam também as ideias da classe dominada, mascarando a dominação material de uma sobre a outra.
C da classe dominante tenham validade universal, já que elas efetivamente são justas e garantem a sobrevivência de todos.
D daqueles que detêm os meios de produção intelectual permitam a classe dominada se libertar através do trabalho.
E daqueles que efetivamente trabalham e produzem as condições materiais da sociedade sejam as ideias de todos.

Leia o texto a seguir: “Os Sofistas surgem na Grécia antiga, século V a. C. na passagem da oligarquia para a democracia. São os mestres de retórica e oratória, muitas vezes mestres itinerantes, que percorrem as cidades-estados fornecendo seus ensinamentos, sua técnica, suas habilidades aos cidadãos em geral. Eram relativistas. Sócrates também ensinava nas praças públicas através de perguntas e respostas que despertavam a verdade que está no interior de cada um. Sócrates afirmava que a opinião (doxa) é uma expressão individual, já o conhecimento (episteme) é universal. Desta forma, os sofistas ensina-vam a retórica para convencer aos outros que sua opinião é a melhor e Sócrates ensinava a dialética, que através de questionamentos (só sei que nada sei) levava ao conhecimento verdadeiro” (MAR-CONDES, Danilo. Iniciação à História da Filosofia. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2004, p. 42-48. Adap-tado). De acordo com o texto acima, Sócrates não era um sofista, pois ele

A buscava a verdade da episteme, enquanto os sofistas despertavam a verdade dentro de cada um.
B defendia a existência de uma verdade universal, enquanto os sofistas eram relativistas.
C ensinava nas praças públicas apenas de Atenas, enquanto os sofistas eram itinerantes.
D era cético, seu lema era “só sei que nada sei”, enquanto os sofistas defendiam uma verdade.
E persuadia através da retórica de que estava certo, enquanto os sofistas eram dialéticos.