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Na Resolução nº 886/2024 do Conselho da Justiça Federal – CJF (que dispõe sobre o Programa de Gestão Documental e Memória da Justiça Federal de 1º e 2º graus), “conjunto de ações e práticas de preservação, valorização e difusão do patrimônio cultural dos órgãos que compõem a Justiça Federal” é uma definição de:

A Gestão da Memória.
B Gestão Documental.
C Unidade de Gestão da Memória.
D Unidade de Gestão Documental.
E Unidade de Arquivo.

Assinale a alternativa que apresenta um critério que NÃO deve ser considerado para definir um organismo produtor de fundos de arquivos.

A A organização interna do organismo deve obrigatoriamente ser conhecida e fixada em um organograma.
B O organismo que seja público ou privado deve possuir um nome e uma existência jurídica própria resultantes de ata, lei, decreto etc. precisos e datados.
C O organismo deve possuir atribuições precisas e estáveis, definidas por um texto tendo valor legal e regulamentar.
D A posição hierárquica administrativa do organismo deve ser definida com precisão pela ata que lhe deu origem; em particular a sua subordinação a outro organismo de nível mais elevado deve ser claramente conhecida.
E O organismo deve ter um chefe responsável, beneficiando do poder de decisão correspondente ao seu nível hierárquico, ou seja, ele deve tratar dos trabalhos de sua competência sem tê-los que submeter automaticamente por decisão a uma autoridade superior.

Como encarregado da gestão de documentos da CODEBA, alguns dos procedimentos que você precisa realizar são

A planejar a estratégia para a realização do processo e garantir um bom desempenho.
B definir a identidade da instituição e assegurar um bom processo de avaliação.
C ensinar o processo de gestão e medir as expectativas com indicadores.
D mapear os processos prioritários e identificar os processos mais urgentes.
E conhecer a estrutura e as funções da instituição e analisar os fluxos de trabalho.
Texto associado
Leia o Texto 1: Virou moda Oferta de obras que tratam do mundo dos livros cresce a olhos vistos. Aqui em casa há uma pilha delas... e continuo comprando outras Por Cora Rónai, Rio de Janeiro Sempre houve livros sobre livros, mas não me lembro de uma época em que houvesse tantos livros sobre livreiros, livrarias e bibliotecas. Não foi caso pensado, mas, semana passada, às voltas com os livros selvagens (aqueles que ainda não encontraram o seu lugar na estante) percebi que certas palavras andam se repetindo pelos títulos. Fui juntando os que me pareciam meio irmãos, e logo tinha mais de dez volumes empilhados. Estendi a pesquisa à internet — e acabei comprando mais dois, como se ainda tivesse espaço sobrando em casa. Mas reparem só: “A livraria mágica de Paris”, “O segredo da livraria de Paris”, “A biblioteca de Paris”, “A livreira de Paris”. Depois há Londres: “A biblioteca secreta de Londres”, “A última livraria de Londres”. E “A pequena livraria dos sonhos”, “A livraria dos achados e perdidos”, “A biblioteca da meia-noite”, “O diário de um livreiro”, “O passeador de livros”. E nem falo de livros mais antigos, como “O livreiro de Cabul”, ou “84, Charing Cross Road”, que deu origem ao filme “Nunca te vi, sempre te amei”, e que continua sendo o meu livro favorito sobre livros, livreiros e livrarias. O fenômeno não é apenas ocidental. “Bem-vindos à livraria Hyunam-Dong” vendeu mais de 250 mil exemplares na Coreia do Sul, e “O que você procura está na biblioteca” é um sucesso no Japão e nos países para os quais já foi traduzido (o Brasil não é um deles, por enquanto, mas escrevi o título em português porque não faria sentido usar alemão, francês ou inglês; em Portugal ele se chama “O que procuras está na biblioteca”). Eles têm capas parecidas, sobretudo os que se passam em Paris e Londres, e que compõem um subgênero ambientado na Segunda Guerra: as suas capas são nostálgicas, com cenas que poderiam ter saído de filmes de época. A de “A livraria mágica de Paris” é luxuosa, com verniz, filetes dourados, corte pintado de rosa. “A biblioteca da meia-noite” também capricha no brilho, mas fala menos sobre livros do que sobre oportunidades perdidas e vidas em planos paralelos, uma espécie de “Tudo em todo o lugar ao mesmo tempo” em papel (mas menos confuso e mais tocante). Ainda não li boa parte da pilha; folheei alguns, estou pelo meio de dois ou três. Todos têm uma enorme quantidade de resenhas positivas na Amazon, mas isso não significa necessariamente que sejam bons: é normal que pessoas que gostam de livros se sintam atraídas por livros que falam sobre livros, coletivos de livros e... pessoas que gostam de livros. Apesar das coincidências de títulos, eles são animais distintos. “A livreira de Paris” é uma história de Sylvia Beach, da Shakespeare and Company e da antológica edição de “Ulisses”; “O diário de um livreiro” conta as aventuras do proprietário do maior sebo da Escócia. Já “A pequena livraria dos sonhos” e “A livraria dos achados e perdidos” são sessões da tarde em papel, romances ligeiros para quem quer ler na praia sem pensar muito. E vejam que coincidência: eu estava fotografando todos esses livros para o meu Instagram quando chegou um pacote vindo de Santos. Era “Um intrépido livreiro dos trópicos: crônicas, causos e resmungos”, de José Luiz Tahan, o destemido proprietário da Livraria Realejo. Não estou dizendo?

Fonte: https://oglobo.globo.com/cultura/cora-ronai/noticia/2023/09/07/virou-moda.ghtml . Acesso em 06/09/2023

Leia o trecho a seguir, extraído do 6º parágrafo, para responder à questão: “A biblioteca da meia-noite” também capricha no brilho , mas fala menos sobre livros do que sobre oportunidades perdidas e vidas em planos paralelos, uma espécie de “Tudo em todo o lugar ao mesmo tempo” em papel (mas menos confuso e mais tocante) Com relação às classes, as palavras destacadas são respectivamente:

A substantivo – preposição – preposição
B substantivo – preposição – conjunção
C substantivo – conjunção – preposição
D adjetivo – preposição – conjunção
E adjetivo – conjunção – preposição
Texto associado
Leia o Texto 1: América Latina tem número recorde de migrantes menores de idade, alerta Unicef Menores de 11 anos representam 91% das crianças e adolescentes que frequentemente viajam desacompanhados Nova York – A América Latina e o Caribe estão enfrentando “uma das maiores e mais complexas crises” de migração infantil do mundo, com quantidades recordes de crianças cruzando seus principais pontos de trânsito, alertou o Unicef nesta quarta-feira (6). Cerca de 25% dos migrantes na região são menores de idade, em comparação com 15% globalmente, de acordo com um relatório do Fundo das Nações Unidas para a Infância, que aponta a pobreza, a violência e a degradação do meio ambiente como causas do êxodo em massa. Os menores de 11 anos representam 91% das crianças e adolescentes que frequentemente viajam desacompanhados pelos três principais pontos de trânsito de migração: a perigosa e inóspita selva do Darién, entre Colômbia e Panamá, o norte da América Central e o México, de acordo com o relatório “O rosto em transformação da infância migrante na América Latina e no Caribe”. A situação da infância migrante na região “não tem parâmetro por sua complexidade e magnitude”, alertou o diretor-regional do Unicef para a América Latina e o Caribe, Gary Conille, durante coletiva de imprensa. Trata-se, disse ele, de um “problema continental”, que exige uma “resposta unificada”. A pobreza, as consequências socioeconômicas da pandemia de covid-19, a violência de quadrilhas armadas, os impactos de desastres naturais, exacerbados pelas mudanças climáticas, e o desejo de se reunir com suas famílias explicam esse êxodo. Os menores desacompanhados correm mais riscos de serem alvo de traficantes, criminosos, quadrilhas organizadas e outras pessoas que desejam explorá-los, feri-los, se viajarem sozinhos ou em pequenos grupos, segundo o relatório. Independentemente de serem migrantes ou solicitantes de asilo, “estas crianças estão expostas a um enorme nível de riscos” e o “tratamento deveria ser padronizado, sistemático”, disse Conille. Nos primeiros seis meses de 2023, mais de 40.000 menores e adolescentes cruzaram a selva do Darién. Por sua vez, o Serviço de Alfândega e Proteção de Fronteiras dos Estados Unidos registrou no primeiro semestre deste ano 83.000 menores, em comparação com 149.000 em 2021 e 155.000 no ano seguinte.

Fonte: https://odia.ig.com.br/mundo-e-ciencia/2023/09/6704354-america-latinatem-numero-recorde-de-migrantes-menores-de-idade-alerta-unicef.html. Acesso em 06/09/2023

No trecho “Cerca de 25% dos migrantes na região são menores de idade, em comparação com 15% globalmente ” (2º parágrafo), as palavras destacadas são respectivamente:

A adjetivo – conjunção - adjetivo
B adjetivo – preposição – advérbio
C substantivo – preposição – advérbio
D substantivo – conjunção – conjunção
E substantivo – preposição – conjunção
Texto associado
Inclusão: com quase 60 anos, atração da Disneylândia ganha personagens cadeirantes pela primeira vez. Na Disneylândia, o primeiro parque da Disney, que fica na Califórnia (EUA), as celebrações natalinas começaram e uma de suas principais atrações, “It’s a Small World”, ganhou dois novos personagens em cadeiras de rodas. É a primeira vez em 67 anos de história do parque que personagens em cadeiras de rodas aparecem na atração. A iniciativa faz parte de ações da companhia para ampliar a inclusão e a representação da diversidade em seus brinquedos. Os dois novos integrantes estão entre os cerca de 300 bonecos fantasiados que representam crianças de diversas nações cantando. Na verdade, ambos apareciam na atração de pé anteriormente. Agora, um deles está na ________ latino-americana enquanto o outro surge na ________ final. Ambos devem se tornar fixos na atração. As versões do brinquedo nos parques da Disney em Orlando, na Flórida, e em Paris também vão receber personagens cadeirantes no próximo ano. “A Disney claramente vê o benefício de atrair um público maior ao se tornar mais inclusiva. Precisamos ver mais disso na cultura, nos parques temáticos e no entretenimento como um todo se quisermos ser representantes do maior grupo minoritário do mundo”, afirma Jillian Houghton, CEO da Disability: IN, organização sem fins lucrativos que luta por uma maior inclusão de pessoas com deficiência na sociedade. “Esse ___________ é parte dos nossos esforços de olhar para o nosso resort com uma lupa para que possamos encontrar oportunidades de aumentar nossa inclusão”, confirma Kim Irvine, da Walt Disney Imagineering. Criada para a Feira Mundial de Nova York de 1964- 1965, “It’s a Small World” fez grande sucesso e foi levada para parque da Califórnia em 1966 e atualmente está presente também nos parques de Orlando, Tóquio, Paris e Hong Kong.

(Fonte: Hypeness - adaptado.)

Quanto à manchete “Rússia envia navio com mísseis hipersônicos ao Oceano Atlântico” (G1), analisar os itens abaixo:

I. O predicado da frase é verbo-nominal, pois conta com dois núcleos (“envia” e “hipersônicos”).

II. Na frase, o verbo em questão designa-se como bitransitivo.

III. A expressão “ao Oceano Atlântico” configura-se, na sentença, como adjunto adverbial de lugar.

IV. A expressão “com mísseis hipersônicos” se caracteriza como adjunto adnominal. Está(ão) CORRETO(S):

A Somente os itens I e II.
B Somente os itens II e IV.
C Somente os itens II e III.
D Somente os itens III e IV.
Texto associado
TEXTO PARA A QUESTÃO. A última conferida Paulo Pestana Crônica “Para o cemitério, só vou se for levado – e na horizontal”, me diz um amigo, pragmático, depois de ter sido constrangido por outro camarada com o pior tipo de pergunta que se pode fazer, aquela que traz, antes da interrogação, uma afirmação. É de perder o rebolado. “Não te vi no cemitério, a que horas você esteve lá?”. Ele não se deu o trabalho de usar a frase anterior porque sentiu que seria pior, teria que se estender. Teria que dizer que não é superstição, mas porque não vê sentido nessas cerimônias de despedida; mas era muita explicação, exigiria alguma filosofia e muita paciência e ele preferiu se escorar em mim para mudar o rumo da prosa. Falamos de futebol. A tradição manda que a gente vá dar uma conferida final naquele parente, amigo ou camarada que se foi, mas eu também evito. Gosto de lembrar das pessoas vivas e não me sinto à vontade naquele quase convescote em que as pessoas falam de amenidades em torno de um corpo inerte, cercado por flores à espera de ser carregado para a cova. Lembro sempre a história de Ulysses Guimarães, o Senhor Diretas, que nunca ia a enterros e acabou não indo nem ao próprio, já que o corpo dele nunca foi encontrado e, há 30 anos, continua mergulhado no Oceano Atlântico. Um outro amigo é tão supersticioso que sequer fala a palavra cemitério. Como se fosse adiantar alguma coisa, prefere usar campo santo, necrópole ou, mais frequentemente, até porque é descendente de libaneses, almocábar, que obviamente é uma palavra de origem árabe. Não sei se a semântica resolve alguma coisa, mas para ele ameniza. E ficamos assim. Saber que não se vai mais encontrar um amigo ou mesmo um conhecido já é dor suficiente. Não é preciso dividi-la com parentes e outros presentes. Há quem alegue que só uma cerimônia fúnebre é capaz de encerrar uma história de convivência e que seria a última oportunidade de dar um adeus a um querido. Só que o querido não está mais ali, só há um corpo. O homem enterra seus semelhantes desde 60 mil anos antes de Cristo, pelo menos. Inicialmente era um modo de esconder os corpos de animais predadores. Mais tarde, egípcios mantinham conservados os corpos da gente importante e os romanos começaram a cremar, mas só gente de bem; os bandidos eram enterrados mesmo. Até recentemente – 1964 – a Igreja Católica proibia a cremação de fiéis, mas os vikings faziam cerimônias em que misturavam fogo e água para carbonizar guerreiros e nobres num barco, a caminho de Valhala. Os velórios só foram instituídos na idade média para resolver o problema de enterrar gente viva – como as pessoas bebiam vinho e outros espíritos em taças de estanho, muitas vezes chegavam a um estado de narcolepsia que era confundido com morte. E decidiu-se esperar um pouco mais antes de botar terra em cima. Hoje, os velórios são solenidades para os vivos; um outro amigo, mais vivido, tem uma explicação mais direta sobre o fato de evitar cemitérios: “Quem não é visto não é lembrado”. PESTANA, Paulo. A última conferida. Correio Braziliense , 31 de maio de 2023. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/paulopestana/a-ultimaconferida /. Acesso em: 17 jun. 2023.

O emprego do presente do indicativo nos verbos do terceiro parágrafo da crônica tem a intenção de veicular, nessa parte do texto, a ideia de:

A ações e comportamentos habituais do presente.
B verdades universais.
C ações futuras planejadas.
D ações passadas próximas do presente.
E ações e comportamentos habituais do passado.
Texto associado
TEXTO PARA A QUESTÃO. A última conferida Paulo Pestana Crônica “Para o cemitério, só vou se for levado – e na horizontal”, me diz um amigo, pragmático, depois de ter sido constrangido por outro camarada com o pior tipo de pergunta que se pode fazer, aquela que traz, antes da interrogação, uma afirmação. É de perder o rebolado. “Não te vi no cemitério, a que horas você esteve lá?”. Ele não se deu o trabalho de usar a frase anterior porque sentiu que seria pior, teria que se estender. Teria que dizer que não é superstição, mas porque não vê sentido nessas cerimônias de despedida; mas era muita explicação, exigiria alguma filosofia e muita paciência e ele preferiu se escorar em mim para mudar o rumo da prosa. Falamos de futebol. A tradição manda que a gente vá dar uma conferida final naquele parente, amigo ou camarada que se foi, mas eu também evito. Gosto de lembrar das pessoas vivas e não me sinto à vontade naquele quase convescote em que as pessoas falam de amenidades em torno de um corpo inerte, cercado por flores à espera de ser carregado para a cova. Lembro sempre a história de Ulysses Guimarães, o Senhor Diretas, que nunca ia a enterros e acabou não indo nem ao próprio, já que o corpo dele nunca foi encontrado e, há 30 anos, continua mergulhado no Oceano Atlântico. Um outro amigo é tão supersticioso que sequer fala a palavra cemitério. Como se fosse adiantar alguma coisa, prefere usar campo santo, necrópole ou, mais frequentemente, até porque é descendente de libaneses, almocábar, que obviamente é uma palavra de origem árabe. Não sei se a semântica resolve alguma coisa, mas para ele ameniza. E ficamos assim. Saber que não se vai mais encontrar um amigo ou mesmo um conhecido já é dor suficiente. Não é preciso dividi-la com parentes e outros presentes. Há quem alegue que só uma cerimônia fúnebre é capaz de encerrar uma história de convivência e que seria a última oportunidade de dar um adeus a um querido. Só que o querido não está mais ali, só há um corpo. O homem enterra seus semelhantes desde 60 mil anos antes de Cristo, pelo menos. Inicialmente era um modo de esconder os corpos de animais predadores. Mais tarde, egípcios mantinham conservados os corpos da gente importante e os romanos começaram a cremar, mas só gente de bem; os bandidos eram enterrados mesmo. Até recentemente – 1964 – a Igreja Católica proibia a cremação de fiéis, mas os vikings faziam cerimônias em que misturavam fogo e água para carbonizar guerreiros e nobres num barco, a caminho de Valhala. Os velórios só foram instituídos na idade média para resolver o problema de enterrar gente viva – como as pessoas bebiam vinho e outros espíritos em taças de estanho, muitas vezes chegavam a um estado de narcolepsia que era confundido com morte. E decidiu-se esperar um pouco mais antes de botar terra em cima. Hoje, os velórios são solenidades para os vivos; um outro amigo, mais vivido, tem uma explicação mais direta sobre o fato de evitar cemitérios: “Quem não é visto não é lembrado”. PESTANA, Paulo. A última conferida. Correio Braziliense , 31 de maio de 2023. Disponível em: https://blogs.correiobraziliense.com.br/paulopestana/a-ultimaconferida /. Acesso em: 17 jun. 2023.

No trecho “Lembro sempre a história de Ulysses Guimarães, o Senhor Diretas, que nunca ia a enterros e acabou não indo nem ao próprio [...]” (4º parágrafo), as vírgulas foram empregadas para isolar:

A um vocativo.
B um aposto resumitivo.
C um aposto enumerativo.
D um aposto explicativo.
E um adjunto adverbial deslocado.
Texto associado
A galinha dos ovos de ouro Era uma vez um fazendeiro que tinha uma galinha . Um dia ele percebeu que a galinha havia botado um ovo de ouro! Ele então pegou o ovo e foi logo mostrar para a esposa: — Olha só! Ficaremos ricos! Assim, foi até a cidade e vendeu o ovo por um bom valor. No dia seguinte, foi ao galinheiro e viu que a galinha tinha botado outro ovo de ouro, que ele também vendeu. A partir de então, todos os dias o fazendeiro ganhava um ovo de ouro de sua galinha. Ele ficava cada vez mais rico e ganancioso. Certo dia teve uma ideia e disse: — O que será que tem dentro dessa galinha? Se ela bota ovos de ouro, então deve ter um tesouro dentro dela! E então matou a galinha e viu que no seu interior não havia tesouro nenhum. Ela era igual a todas as outras. Assim, o rico fazendeiro perdeu sua galinha dos ovos de ouro. (Disponível em: https://www.culturagenial.com/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

A palavra “ele” (l. 01) é classificada como:

A Substantivo.
B Pronome.
C Artigo.
D Adjetivo.
E Verbo.
Texto associado
A galinha dos ovos de ouro Era uma vez um fazendeiro que tinha uma galinha . Um dia ele percebeu que a galinha havia botado um ovo de ouro! Ele então pegou o ovo e foi logo mostrar para a esposa: — Olha só! Ficaremos ricos! Assim, foi até a cidade e vendeu o ovo por um bom valor. No dia seguinte, foi ao galinheiro e viu que a galinha tinha botado outro ovo de ouro, que ele também vendeu. A partir de então, todos os dias o fazendeiro ganhava um ovo de ouro de sua galinha. Ele ficava cada vez mais rico e ganancioso. Certo dia teve uma ideia e disse: — O que será que tem dentro dessa galinha? Se ela bota ovos de ouro, então deve ter um tesouro dentro dela! E então matou a galinha e viu que no seu interior não havia tesouro nenhum. Ela era igual a todas as outras. Assim, o rico fazendeiro perdeu sua galinha dos ovos de ouro. (Disponível em: https://www.culturagenial.com/ – texto adaptado especialmente para esta prova).

A palavra “rico” (l. 13) é classificada como:

A Substantivo.
B Artigo.
C Adjetivo.
D Pronome.
E Verbo.